Ela só Queria levar Na Bunda

Um conto erótico de RaskChinaski
Categoria: Heterossexual
Contém 790 palavras
Data: 09/01/2026 09:40:51

Luana era viciada em levar na bunda, e toda vez que nos encontrávamos ela queria repetir. Aos dezenove anos, andava sempre com roupas curtas demais, chinelos ou sandálias, exibindo aquele jeitinho safadinho que me deixava louco. Eu parava tudo só para admirar o rabo dela balançando enquanto caminhava. E quando ela se abaixava para pegar algo na minha frente… caralho, a calcinha fincada marcando tudo, as duas bandas enormes da bunda destacadas no tecido apertado. Era impossível não babar.

De biquíni então ela ficava simplesmente irresistível: barriguinha lisinha e definida, seios médios que ela fazia questão de deixar uma parte sempre à mostra, provocação pura.

Passear com ela na praia era uma tortura deliciosa. Os marmanjos não disfarçavam: olhavam descaradamente, e ela adorava. Deixava claro, com sorrisinhos e rebolados, que curtia ser o centro das atenções.

À noite, os pais dela dormiam no quarto ao lado e nós ficávamos no beliche improvisado na sala. Era ali que a viagem virava de verdade.

Ela subia rápido no beliche de cima comigo, se enfiava debaixo do lençol fino e colava o corpo quente no meu. O beijo dela era absurdo.

Começava suave, quase inocente, com aqueles lábios macios roçando nos meus, mas em segundos virava uma coisa gulosa, molhada, profunda. A língua dançava na minha boca, lambendo, chupando, explorando tudo. Eu gemia baixo enquanto meu pau endurecia só com aquilo.

Ela sabia o estrago que causava. Quando o beijo ficava mais intenso, ela gemia na minha boca, saliva escorrendo, misturando com a minha. Meu pau já babava antes mesmo de ela tocar — a cabeça melada, escorregadia. Luana percebia na hora.

Interrompia o beijo por um segundo só para me olhar com aquele sorrisinho safado, depois deslizava a mão por baixo do short. Os dedos envolviam a rola inteira, sentindo a baba que já tinha se formado. Ela espalhava tudo devagar, subia e descia, masturbando com a mistura da saliva dela e do meu pré-gozo, deixando tudo liso, quente, brilhando.

Sem desviar os olhos dos meus, levava os dedos melados à boca. Chupava devagar, lambendo cada gota, fazendo aquele barulhinho de sucção que me levava à loucura. “Tá gostoso, né?”, sussurrava rouca, antes de voltar a me devorar com a boca.

Eu sabia onde aquilo ia terminar: meu pau enfiado no rabinho dela. Mas adorava o caminho. Explorava ela de todas as formas — lambia, chupava, espalhava o mel da bucetinha dela no cuzinho, deixando tudo encharcado e pronto.

Depois de uns beijos molhados e daquela mãozinha safada, ela virava de costas, ficava de quatro no beliche apertado e olhava para trás com olhos famintos. “Vai, mete no meu cuzinho… quero sentir tudo hoje”, sussurrava, a voz carregada de tesão.

Ela empurrava a bunda contra mim com vontade, sem esperar. Eu ainda estava todo babado da saliva e da mão dela. Quando a cabeça encostava na entradinha apertada, ela mesma forçava para trás, engolindo devagar no começo, depois com fome. Rebolava empinando e empurrando ao mesmo tempo, como se quisesse me devorar por trás.

Quando eu entrava de vez, as sensações eram indescritíveis. O calor era absurdo, um aperto quente e pulsante envolvendo cada centímetro da rola. Ela era tão apertadinha que eu sentia cada veia, cada pulsação, o anelzinho se contraindo e relaxando enquanto eu afundava mais fundo. Cada estocada parecia sugar mais de mim para dentro dela. O barulhinho molhado misturado aos gemidinhos abafados era enlouquecedor.

A gente era safado no mesmo nível — isso tornava tudo perfeito. Ela não fingia pudor, não pedia pra ir devagar: queria forte, fundo, queria sentir a rola pulsando dentro do cu. Eu não segurava nada: metia com força, segurando nas nádegas enormes, abrindo-as para ver tudo sumindo lá dentro. Às vezes parava só para sentir ela apertar, para ouvir o “mais fundo, porra…” abafado, e então voltava com tudo.

A casa estava silenciosa, os pais dormindo no quarto ao lado. Então eu tapava a boca dela. Colocava a mão firme sobre os lábios carnudos, sentindo o calor da respiração quente contra a palma enquanto ela gemia abafado. Às vezes mordia de leve meus dedos ou lambia a palma, me provocando ainda mais. Eu apertava um pouco mais forte para controlar o som, e isso a deixava louca — ela empurrava a bunda com mais força, rebolava como se quisesse me fazer gozar ali mesmo.

Era entrega total dos dois lados. Ela se entregava ao prazer de ser arrombada, tremendo inteira quando gozava. Eu me perdia na sensação de possuir aquele rabão apertado, ouvindo os gemidos abafados na minha mão, sentindo ela pulsar e me ordenhar até eu não aguentar mais e gozar fundo dentro dela, enchendo tudo enquanto a gente tremia junto.

A gente era cúmplice na safadeza, e isso fazia tudo ficar mil vezes mais intenso.

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