Playboy da Praia Tá Fazendo De Tudo Para Comer Minha Esposa - 2

Um conto erótico de Mais Um Autor
Categoria: Heterossexual
Contém 1577 palavras
Data: 09/01/2026 16:38:06

Voltamos para o quarto do hotel, mas eu já tinha formulado um plano completo na minha cabeça; não era obrigado a aguentar aquele tipo de coisa. Comecei a tirar minhas coisas do armário e colocá-las na mala. Carol, já pelada porque estava se preparando para tomar banho, ficou confusa por um tempo.

"O que diabos você está fazendo?", berrou ela, sua voz reverberando pelo quarto apertado, como se eu houvesse incendiado a cama inteira.

Eu nem parei, continuei enfiando uma camiseta na mala, apertando com força para caber. "Indo embora... você pode achar que eu sou imbecil, mas mentira e traição são coisas que eu não vou tolerar."

Ela piscou atordoada, o rosto enrubescendo de fúria ou perplexidade, e veio em minha direção com passos decididos. Meu corpo enrijeceu por completo — imaginei que receberia um tapa. No entanto, ao invés disso, ela agarrou meu braço com vigor, as unhas se enterrando na pele, forçando-me a interromper o que fazia. "Você enlouqueceu? O que está acontecendo com você?"

Devagar, soltei o braço e me virei para fitá-la nos olhos. O coração batia descontrolado, as lágrimas ameaçando escapar, mas eu as engoli com força. Por dentro, eu me sentia um louco calculista, escolhendo cada palavra como arma. "Pode me achar um idiota, mas lembre-se: eu fui seu professor. Acha mesmo que eu não vi você digitando aquele número no celular do garoto? Vai mentir lá na casa do caralho, Carolina."

Ela me encarou por um instante, atônita, como se estivesse falando em grego, antes de explodir numa gargalhada histérica, falsa e estridente. "É por isso que você tá tão puto?" O tom dela escalou, os olhos verdes flamejando enquanto cruzava os braços sobre os seios nus. "Tá bom, eu menti. Só queria um dia tranquilo na praia. O cara estava me chavecando, sendo insistente pra caralho, então dei um número falso pra ele me deixar em paz."

Embora a resposta dela fizesse todo sentido, eu não queria ceder tão fácil — a raiva ainda queimava dentro de mim. No fundo, sabia que estava forçando a barra, mas sem munição real para contra-atacar com palavras, continuei remexendo a mala, jogando as roupas dentro de qualquer maneira, só para prolongar o drama e não dar o braço a torcer.

Gradualmente, o rosto dela foi perdendo a rigidez, suavizando a expressão dela. Ela mudou o abordagem: aproximou-se por trás de mim, o mamilo tocando deliberadamente nas minhas costas, enquanto os dedos deslizavam, fazendo um carinho leve pelo meu braço. "Para com isso, amor... essa briga é pura besteira."

Mantive os braços cruzados. "Não vou tolerar mentiras ou traição. Se continuar assim, não compensa mais..."

Antes que eu pudesse prosseguir, ela me deu um abraço apertado por trás. Seus seios se pressionaram contra minhas costas. O aroma salgado de praia dela me envolveu, e ela sussurrou no meu ouvido, o hálito morno eriçando os pelos da minha nuca. "Você tem razão, desculpa. Eu só queria evitar a briga. Vamos deixar de bobagem?"

Fiquei imóvel, meu pau já completamente duro, latejando contra a bermuda, traído pelo abraço dela, que me envolvia como uma cobra. Não respondi, só respirei fundo, tentando não ceder, mas a mão dela desceu devagarinho pelo meu peito, os dedos traçando linhas preguiçosas sobre a camisa, indo mais e mais, até chegar na bermuda. Ela acariciou por cima do shorts, apertando de leve o volume ali, meu pau pulsando sob a palma da mão. "Vem, amor...", murmurou, mordiscando de leve o lóbulo da minha orelha.

Meu domínio se desfez por completo. Girei abruptamente, segurando sua cintura com firmeza e arremessando-a sobre a cama com mais força do que queria, seu corpo despido saltou no colchão macio. Ela soltou uma risada baixa, de surpresa, porém sem opor resistência — seus olhos revelavam um mistério indecifrável. Poderia ser desejo ardente, ou mero alívio por ter evitado o confronto.

Caí sobre ela, a língua forçando passagem num beijo, enquanto minhas mãos apertavam seus seios, o polegar circulando o bico do peito dela. Gemendo alto, ela cravou as unhas nas minhas costas, as pernas se entrelaçando nas minhas costas, já tentando tomar as rédeas. Puxei a bermuda para baixo, me libertando, duro como uma rocha. Entrelacei os meus dedos nos cabelos ruivos dela, tentando empurrar a cabeça dela até o meu pau.

Mas, a cabeça dela não se mexeu, e após oito anos de casamento, eu conhecia bem o motivo: Carol detestava chupar, achando aquilo "sujo" e "degradante". As poucas vezes que ela fez para mim, foram rápidas e com quase nenhum entusiasmo. "Vai, amor, só um pouquinho...", rosnei rouco, insistindo com mais pressão na nuca dela.

Ela resistiu, virando o rosto para o lado, os lábios cerrados. "Não, Lucas, hoje eu não estou afim de fazer isso...", murmurou. Rolou o corpo por cima do meu, e como uma leoa, imobilizou minhas mãos com as dela, enquanto montava em mim, as coxas fortes apertando minha cintura.

Meu pau roçou na entrada dela, sentindo o calor úmido da buceta recém-raspada, já escorregadia de desejo. Devagar, ela foi engolindo a cabeça do meu pau centímetro por centímetro, descendo lentamente até ele estar totalmente dentro dela. Os músculos pélvicos se contraiam como se quisessem me capar.

“Que filha da puta”, pensei. Todos os problemas do nosso casamento valiam a pena exatamente por causa daquele momento.

Cavalgou, devagar no início, subindo e descendo no ritmo dela, os seios balançando quase tocando o meu rosto, os mamilos roçando meus lábios quando ela descia. Tentei soltar as mãos para apertar aquela bunda durinha perfeita, poder ditar o ritmo. Mas, Carol segurava firme, braços esticados, usando o peso do corpo para me manter preso. “Deixa que eu controlo hoje, amor...”, sussurrou, deslizando a buceta mais rápido no meu pau, o som molhado de pele contra pele enchendo o quarto.

Gemendo, eu erguia os quadris para encontrar os dela, metendo cada vez mais fundo, cada vez mais forte, com ela sempre no controle de tudo. "Assim... vai...", grunhi, mordendo o lábio para conter o orgasmo iminente, as bolas se contraindo com o tesão acumulado. Ela soltou minhas mãos, e eu tentei novamente empurrar sua cabeça para baixo, fazendo ela rir, em recusa do meu desespero. Ao invés do que eu queria, ela inclinou o corpo à frente, os seios pressionando meu peito, a boca tocando meu ouvido.

Sussurrando, entre os rangidos do colchão, minha esposa começou me provocar: "Imagina, amor... aquele bombado me fodendo como se eu fosse uma boneca... me erguendo, me virando, me abrindo toda… com certeza ele tem um pauzão." As palavras saíam entrecortadas, os quadris batendo frenéticos, a buceta encharcando o pau.

Meu cérebro deu um curto-circuito — raiva, tesão e ciúme misturados num bolo só. Meu pau inchou ainda mais dentro dela, até gozar, o esperma jorrando em golfadas quentes no fundo da buceta dela, os quadris tremendo enquanto ela continuava cavalgando, contraindo como se quisesse sugar cada gota que saía de mim.

Desabamos exaustos, ela estirada sobre meu peito, nossos corpos grudados pelo suor quente. Meu coração batia descompassado, agora atormentado por uma dúvida fresca que me devorava por dentro. "Você endoidou, Carol? Que caralho foi isso?", resmunguei, a voz ainda rouca.

Ela levantou o rosto devagar, os olhos verdes brilhando com um resquício de excitação, e exibiu um sorrisinho torto e safado que sempre usava quando sabia que tinha me encurralado. "Foi só pra dar uma apimentada, amor. Você mesmo vive falando que eu nunca tento nada de novo na cama. Olha aí: deu certo. Gozou feito um adolescente." Com uma risada leve, rolou para o lado, esticando o corpo nu na cama, a bunda perfeita empinada na minha direção, como se nada tivesse acontecido.

Sentei na beira da cama, as pernas ainda tremendo um pouco, enquanto colocava a cueca de volta. "Não foi brincadeira. Você pensou nele de verdade. Eu vi como olhou pro cara na praia." As palavras saíram sem filtro, o ciúme me controlando agora, mas no fundo eu não queria acreditar. Carol era minha, sempre tinha sido. Aquilo tinha que ser só uma fantasia idiota, certo?

Ela bufou, virando-se para me encarar, os seios balançando com o movimento. "Lucas, para com essa paranoia. Foi só uma besteira que inventei na hora. Se não curtiu, da próxima eu calo a boca e a gente volta pro de sempre: cinco minutinhos de papai-e-mamãe e boa noite." O tom dela era leve, quase brincalhão, mas ainda assim, algo não parecia certo.

“Plim”, o celular dela apitou — provavelmente uma notificação. Carol se levantou devagar e foi em direção ao aparelho, checando a tela por um segundo antes de bloquear e jogá-lo de volta na bolsa.

"Quem era?", perguntei, tentando soar casual, mas minha voz me traiu, saindo trêmula.

"Ninguém, amor. Só o alarme." Ela veio até mim, beijando minha testa de leve, o corpo nu tocando no meu uma última vez antes de ir para o banheiro. Ouvi a água correndo de novo e fiquei ali, sozinho na cama bagunçada, o lençol úmido de suor. Meu pau deu um pulo fraco só de lembrar das palavras dela — "com certeza ele tem um pauzão" — e eu odiei meu corpo por reagir. Mas e se não fosse brincadeira? E se ela estivesse testando as águas, vendo como eu reagiria?

Balancei a cabeça, deitando-me de costas e olhando para o teto. Não, Carol não faria isso. Ela me amava, apesar de tudo. A gente ia superar essa merda, como sempre.

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Os próximos capítulos dessa história estão aqui: https://www.ouroerotico.com.br

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Comentários

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Esse já está sendo corno antes da mulher federal com outro, ela ja está preparando o terreno, ou melhor ainda testa dele, para receber a galhada.

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