ROSA FLOR 2 - Capítulo 10 – A FANTASIA SE TORNANDO REALIDADE

Um conto erótico de Armando Pinto
Categoria: Grupal
Contém 9927 palavras
Data: 09/01/2026 17:25:29

Após nos despedirmos do casal Luiz e Lúcia, entramos no carro e seguimos viagem. Saímos da fazenda, retomamos a estrada de terra pela qual chegamos e rodamos por uns 15 minutos até entrarmos numa estradinha estreita e esburacada, porém lindamente cercada pelos lados por uma floresta fechada e ainda intocada. Não demorou muito e o tio falou:

Carvalho (olhando pra nós) – Esse balanço do carro tá me dando vontade de mijar, que tal darmos uma paradinha?

Eu - Boa ideia, tio; também estou com a bexiga cheia, preciso me aliviar.

Carvalho (olhando malicioso para a minha esposa) – Rosinha, horas atrás você se ofereceu pra nos ajudar quando paramos no posto pra dar uma mijadinha, aquela sua oferta ainda tá valendo?

Rosinha (abrindo os braços e pondo as mãos nos nossos pintos e exibindo um sorriso sapeca) – Claro, tio, mas vamos descer rápido que quero ajudá-lo antes que seu pinto fique duro.

Carvalho (rindo) – Como você sabe que meu pau vai endurecer?

O tio estacionou o carro de forma que a porta direita ficou muito próxima da vegetação nos obrigando a sair todos pelo lado do motorista.

Rosinha (saindo apressada logo atrás do tio) – Eu sei, tio; todos os homens que eu ajudei a fazer xixi ficaram de pau duro, e alguns nem conseguiram terminar.

Saímos todos do carro, eu acompanhava com o olhar a minha esposa que se dirigiu apressada rumo ao tio Carvalho e, ao se colocar ao lado dele, apressadamente soltou o botão e desceu o zíper da bermuda e a puxou pra baixo junto com a cueca liberando o pau do tio que já dava sinais de crescimento. Chamou minha atenção a imagem do pau todo raspado, sem nenhum pelo, inclusive no saco, me fazendo supor que ele havia se raspado na noite anterior.

Caros leitores, eu já havia visto a minha esposa pegando no pau do tio Carvalho, mas naquele momento a cena que se desenrolava diante dos meus olhos era inédita, ela iria ajudá-lo a mijar. Era comum ela segurar meu pinto enquanto eu mijava e eu considerava esse ato extremamente íntimo, coisas de casal; e nunca imaginei que veria minha amada segurando o pau de outro pra ele mijar. Senti meu pinto pulsar dentro da roupa ao ver a mãozinha delicada de unhas esmaltadas da minha esposa pegar o pau mole do tio. Acho que ela fez de propósito se colocando numa posição em que eu não precisei me esforçar pra ver o que acontecia, ela agarrou o pauzão mole, porém dando sinais de crescimento, pegou pela base enchendo a mão, apertou, massageou e, sorrindo pra mim, falou:

Rosinha – Aguente aí, amor, depois que o tio terminar eu ajudarei você também.

Carvalho (sorrindo) – Rosinha, tem que puxar a pele e pôr a cabeça pra fora pra não molhar a ponta.

Rosinha (obedecendo, pegando o pau pela metade, puxando a pele e expondo a cabeça da pica que parecia molhada) – Ai, tio, eu tô acostumada com o pinto de Fer que vive com a cabeça pra fora, faz tanto tempo que não ajudo um pau com pele a mijar que devo ter esquecido como se faz. Vai, tio, seu pau tá crescendo, mije antes que fique duro!

O pau do tio já havia crescido bastante, embora não estivesse totalmente duro. Vi ele se esforçando pra soltar o jato até que finalmente liberou o líquido que esguichava longe. A Rosinha olhava o pau que segurava, sorria pra mim, voltava a apreciar a pica e não demorou muito pra que o cacete ficasse completamente duro. Vi que o tio fazia força pra soltar o mijo e a Rosinha provocava:

Rosinha (olhando pro pau e rindo) – Vai, tio, força aí!

Carvalho (rindo) – Tô tentando, você fez ele ficar duro e agora tá difícil!

O tio fazia força e lentamente o jato ia saindo enquanto a minha esposa brincava com a vara direcionando o mijo pros lados, pra cima e pra baixo como se brincasse com uma mangueira de jardim.

Demorou bastante pro tio conseguir esvaziar a bexiga e após os últimos jatos a Rosinha, que sorria o tempo todo, perguntou:

Rosinha (olhando pro tio) – Terminou, tio, posso espremer?

Diante do sorriso do tio Carvalho confirmando que havia acabado de mijar, minha esposa, meio desajeitada, começou a espremer o picona, apertava na base e deslizava a mão rumo à cabeça fazendo pingar as últimas gotas. Ao final tentou balançar, mas aquilo estava tão duro que não foi possível. Ao terminar ela olhou pra mim e exibiu aquele sorriso sapeca indicando que iria fazer uma arte. E fez! Diante do olhar curioso do tio Carvalho ela enfiou as mãos debaixo da saia curta e puxou a calcinha pra baixo lentamente até desvesti-la completamente. Enquanto minha esposa tirava a calcinha de forma provocante, atiçando ainda mais o tio Carvalho, ele, com a mão direita agarrava a caceta grossa pela base e descaradamente batia ela na palma da mão esquerda, paf, paf, paf, como quem ostensivamente oferece a pica dura provocando tesão na mulher que vai comer.

Rosinha (olhando o tio oferecendo descaradamente o cacete a ela) – Tio, você tá me provocando, mas nem adianta me atiçar, pois nada vai acontecer aqui no mato; só vou dar pra você quando estivermos numa cama bem gostosa!

Naquele momento, vendo os dois se provocando daquela forma, cheguei a pensar que a minha esposa se entregaria a ao tio naquele lugar, imaginei ela se virando de costas pra ele, se apoiando no capô do carro, levantando a saia, arrebitando a bunda e abrindo as pernas pra ele meter. Talvez esse fosse o meu desejo, ver os dois se pegando naquele lugar tão selvagem, mas o meu desejo teria que esperar. A Rosinha, sorrindo pra mim e pro tio Carvalho, esticou a calcinha mostrando o forro molhado de baba de xota e carinhosamente envolveu a cabeça da piroca do tio com aquele tecido delicado que estava em contato direto com a sua rachinha.

Rosinha (massageando a cabeça da pica do tio com o forro da sua calcinha) – Fique quieto, tio, que vou enxugar o seu pinto!

Enquanto a Rosinha delicadamente acariciava a cabeça da pica do tio com o forro molhado da sua calcinha, ele, cujo tesão estava estampado em seu rosto, enfiou a mão debaixo da saia da minha esposa e iniciou carícias naquele rabo lindo. Acho que os dois iriam se acariciar por um bom tempo, mas os dedos atrevidos do tio se aventuraram entre as nádegas da minha amada e, ao tocar o cuzinho, ela recusou o carinho:

Rosinha (se desvencilhando dele e vindo pro meu lado) – Chega, tio, já ajudei você, agora preciso ajudar o meu amorzinho que ele também quer fazer xixi.

Da mesma forma que havia feito com o tio, ela se posicionou ao meu lado, soltou o botão e desceu o zíper da bermuda que eu usava e a puxou pra baixo até os joelhos. Quando ela viu meu pau duro saltando ao se desenroscar da cueca, mais uma vez me deixou envergonhado diante do tio Carvalho:

Rosinha (sorrindo ao ver meu pau pulando como se tivesse uma mola o impulsionando) – Uau, Fer, bastou você me ver segurando o cacete do tio pra ele mijar que seu pau ficou duro. Que delícia!

Senti que fiquei vermelho, mas nem tive muito tempo pra me envergonhar, pois logo me deliciei com a mãozinha delicada da minha esposa agarrando meu pau:

Rosinha (olhando pro meu pinto duro) – Vai, amor, agora é sua vez, solte seu xixi que eu quero ver.

Eu (rindo) – Vai ser difícil, meu pau tá muito duro!

Rosinha (fazendo uns três ou quatro movimentos de punheta na minha pica e rindo) – Vai, amor, força!

Segundos depois consegui iniciar a mijada sentindo o jato percorrendo o canal apertado e saindo aos poucos. A Rosinha alternava olhadas pro meu pinto e sorrisos pro tio Carvalho que a tudo assistia enquanto massageava carinhosamente a própria pica. Quando terminei, ela repetiu em mim o que havia feito no tio, espremeu meu pinto, tentou balançar e eu pensava que ela iria enxugar a cabeça com a calcinha, mas ela me surpreendeu ao se agachar na minha frente, numa posição em que o tio tinha total visão do que ela iria fazer; sorriu pro tio e abocanhou meu cacete enfiando tudo que conseguiu na boca até me fazer sentir na cabeça da pica a sua garganta.

Carvalho (fingindo reclamar) – Eu não tive o mesmo tratamento que o Fernando, você não me chupou, Rosinha; não é justo!

Rosinha (tirando meu pau da boca, dando a última chupada estralada e se pondo de pé) – Tio, o Fer é meu marido, ele tem direito e merece um tratamento especial!

Carvalho (sorrindo) – Belo argumento, minha linda! Não vou mais reclamar! Que tal seguirmos viagem?

Rosinha (protestando) – Ohhh, tio, eu também preciso me aliviar, não tenho pinto, mas preciso fazer xixi!

O tio e eu trocamos olhares, sorrimos um pro outro e ele curvou o corpo e gesticulou a ela fazendo um movimento com o braço semelhante ao que fazem os cavalheiros quando dão preferência para a dama.

Rosinha (sorrindo em agradecimento, levantando a saia e se agachando virada de lado pro tio de forma a não mostrar a ele nem a xota e nem o cuzinho) – Vocês dois, não fiquem olhando que eu tenho vergonha!

Ao se posicionar de cócoras, abriu bem as pernas e parecia se concentrar até que segundos depois ouvimos e vimos o jato forte de mijo que ela esguichava no mato rasteiro abaixo da sua bunda. Em seu rosto surgiu uma expressão de alívio, característica de quem esvazia a bexiga cheia. Ao terminar, ela balançou a bunda pra cima e pra baixo e já ia se enxugar com a calcinha quando o tio se ofereceu:

Carvalho (exibindo no rosto um sorriso malicioso) – Quer uma mão, aí, minha linda?

Minha esposa me olhou e sorriu como a me dizer em silêncio: “O tio é muito safado!”. Ela se pôs em pé apoiando um dos pés no pneu do carro, abriu as pernas, levantou a saia e exibiu ao tio a perereca lindamente coberta de pelinhos curtos e sedosos. Após se mostrar por alguns segundos, esticou o braço oferecendo a calcinha pra que ele enxugasse sua xota; fez tudo isso em movimentos lentos, parecendo ensaiados tamanho foi o erotismo da cena. Quando o tio pegou a calcinha, minha esposa projetou o quadril pra frente descaradamente oferecendo sua rachinha pra que o tio a enxugasse. O olhar dele, direcionado ao entre coxas da minha esposa, demonstrava o desejo que sentia por aquela fruta e, como se isso não bastasse, com a outra mão segurava a piroca grossa fazendo lentos movimentos de punheta sinalizando que estava pronto pra meter na minha mulher.

Rosinha (respondendo à pergunta do tio se poderia enxugar o xotinha dela) - Pode, tio, vou deixar você enxugar a minha xota, mas se comporte porque eu já disse que aqui no mato não vai acontecer nada entre nós.

Me deu um puta tesão ver o tio com a mão no meio das coxas da minha esposa lhe enxugando a xota com a calcinha. A Rosinha, por sua vez, ora olhava para a mão do tio que lhe acariciava a xana, ora para o pinto que ele massageava lentamente. Como ela não tomou nenhuma iniciativa, o tio largou o pau e, pegando a mão da Rosinha, a colocou no cacete que ela tanto desejava. Ela pareceu indecisa, mas se deixou levar e aceitou pegar na piroca que o tio lhe oferecia. Pegou, apertou, movimentou pra frente e pra trás, encarou o tio e, com a voz carregada de tesão, falou:

Rosinha (sorrindo) – Tio, pra enxugar a minha xaninha basta passar a calcinha nela; se você continuar esfregando os dedos desse jeito, vai deixar ela ainda mais molhadinha!

Ao perceber que o tio Carvalho, safado como sempre, fingia enxugar quando na realidade dedilhava a rachinha da minha esposa, agarrei meu pau, apertei e massageei sem qualquer vergonha de admitir aos dois, que vez ou outra me olhavam, o tesão que eu sentia ao ver o tio se aproveitando da minha mulher. Os dois se encaravam com olhares de puro tesão, a Rosinha agarrava o cacete e, mesmo sem conseguir fechar os dedos ao redor daquilo, punhetava com força a vara comprida enquanto ele deslizava seus dedos experientes na região do grelinho fazendo ela gemer. O tesão dos dois era enorme, percebi a Rosinha prestes a se entregar e o tio, se aproveitando da situação, apontou o cacete pra rachinha da minha esposa e tentou meter, mas ela reagiu:

Rosinha (apoiando a mão no peito dele e o empurrando com carinho ao mesmo tempo em que baixava o pé que estava apoiado no pneu) – Não, tio; meter, não! Eu tô com muita vontade de dar pra você, mas não aqui; melhor pararmos e seguir viagem.

Carvalho (não escondendo a decepção de mais uma vez a Rosinha ter escapado dele) – Me deixe ao menos dar uma beijinho nessa sua bucetinha gostosa, vai!

O tio nem esperou a Rosinha responder, rapidamente se agachou em frente a ela, segurou um dos tornozelos e a fez outra vez apoiar o pé no pneu de forma a abrir as pernas. Sem dar tempo pra que minha mulher reagisse, ele enfiou a cara no meio das coxas dela e começou a lhe beijar no montinho de Vênus.

Rosinha (fingindo reclamar ao mesmo tempo em que agarrava os cabelos do tio puxando a cabeça dele pro meio das suas pernas) – Ai, tio, deixe de ser tarado, melhor não pôr a boca aí, hoje minha xota amanheceu molhadinha e de lá pra cá senti ela se molhando várias vezes, deve tá com cheiro de buceta!

Carvalho (falando com o rosto entre as coxas da minha Rosinha) – Adoro cheiro de buceta!

A expressão estampada no rosto da minha mulher era de extremo prazer e, pelos movimentos de cabeça que o tio fazia entre as coxas dela, ele lambia a frutinha que tanto desejava comer. Vendo minha esposa de olhos fechados e suspirando de boca aberta me fez imaginar o quanto ela estava curtindo aquele carinho e que não demoraria pra gozar, mas, para surpresa minha e do tio, ela outra vez fugiu dele. Com movimentos rápidos ela fez com que ele tirasse a cabeça do seu entre coxas, baixou o pé que estava apoiado no pneu, fechou as pernas e baixou a saia.

Rosinha (rindo, suspirando com a mão no coração) – Ufa, tio, que tarado você é! Quase gozei!

Carvalho (pegando o cacete pela base e balançado pra Rosinha) – E porque não gozou, minha linda?

Rosinha (indo em direção ao carro) – Quero guardar minhas energias pra mais tarde, tio; guarde as suas também e prometo que não vai se arrepender.

Entramos todos no carro e, pra provocar, a Rosinha jogou sua calcinha sobre o painel. Eu iria guardar meu pinto duro dentro da roupa, mas desisti quando o tio, em resposta à provocação da Rosinha, manteve o cacete pra fora da roupa e sentou exibindo aquela estrovenga dura apontando o teto do carro.

Rosinha (sorrindo, falou em tom de reprimenda) – Tio, você não vai guardar esse pintão dentro da roupa, não?

Carvalho (sorrindo, ligando o carro e provocando a Rosinha) – Eu iria guardar, mas do jeito que ele tá duro, não consigo. Sinto que você se sente “incomodada” olhando meu pau pra fora da roupa, mas prometo que esconderei ele de você assim que amolecer!

Rosinha (com um sorriso sapeca no rosto agarrou nossos pintos) – Tio, vá dirigindo que eu mudo as marchas pra você!

O tio sorriu, mas nada respondeu e voltou a se concentrar na estrada cheia de buracos. Olhei as mãos da minha amada que segurava nossos pintos e percebi a evidente diferença de tamanho entre eles. Enquanto que ela conseguia abraçar o meu pau com os dedos, no pau do tio era impossível fechar os dedos ao redor daquilo. E além de grossura, o comprimento dos dois pintos eram bem distintos, eu diria que o dele era mais comprido que o meu em cerca de um terço, mas em nenhum momento me senti diminuído, pelo contrário, imaginei que a Rosinha ficaria feliz por eu dar a ela a oportunidade de experimentar um pau diferente do meu.

A estrada ficou mais estreita exigindo mais atenção do tio, a Rosinha percebeu que não devia continuar distraindo ele e largou o pau que estava quase totalmente mole. Tanto ele, quanto eu, guardamos os pintos dentro da roupa e seguimos sacolejando pela estrada esburacada. Minutos depois o caminho estreito se abriu e demos de cara com a porteira de uma propriedade.

Carvalho (sorrindo) – Chegamos!

Após passarmos pela porteira, seguimos mais uns metros e o tio estacionou o carro debaixo de uma árvore frondosa. Ao sair, olhei tudo ao redor e me vieram à mente lembranças da época de adolescente em que estive ali. O lugar mudou pra melhor, a casa foi reformada, um pequeno píer de madeira foi construído avançando alguns metros para dentro da represa e árvores cresceram dando mais privacidade ao local. Lembrei-me de que eu, meu irmão e primo adotivos nadamos pelados; lembrei-me de ver os tios Carvalho e Carmem, meus pais Júlio e Júlia se abraçando dentro da água dizendo que estavam namorando, mas eu bem sabia que estavam transando; lembrei-me que espiei os adultos na ducha e também quando jogavam baralho pelados e se provocando antes de irem todos os quatro pro quarto transarem; lembrei-me de que tentei espiá-los pela fechadura, mas nada consegui ver. Ah, que saudades daquela época!

Fui despertado daquelas lembranças quando vi o tio e a Rosinha descarregando o carro e levando as coisas pra dentro da casa e me apressei para ajudá-los. Após guardar as comidas na geladeira eu e a Rosinha ocupamos um quarto enquanto o tio levou suas coisas pro quarto ao lado. Já era meio da tarde e o tio disse que ainda teríamos algumas horas para entrar na represa e tomar sol antes de escurecer.

Rosinha – Eu adoraria me refrescar na água e lavar o suor do corpo, que tal irmos todos pra represa?

Todos gostaram da ideia, o tio foi pro quarto dele e eu e a Rosinha pro nosso onde tiramos a roupa pra vestimos biquíni e sunga. Eu me encontrava num estado de excitação tal que bastou ver minha esposa nuazinha pra imaginar que aquele corpo delicioso, que há vários anos tinha sido somente meu, em algumas horas seria desfrutado por outro homem. Meu pinto endureceu e eu me virei de costas tentando esconder da Rosinha, mas ela percebeu.

Rosinha (vindo até mim e pegando no meu pinto) – Amor, porque o seu pau tá duro?

Eu (falando baixo para que o tio não ouvisse)– Tô com tesão de imaginar você e o tio transando.

Rosinha (me abraçando, encostando seu corpo quente e nu ao meu e apertando meu cacete) – Oh, amor, que delícia saber que você fica de pau duro imaginando eu o tio trepando!

Eu – Fale baixo pro tio não ouvir!

Me assustei ao ver a Rosinha sorrindo e gesticulando pra que eu olhasse para a porta do quarto atrás de mim. Olhei e senti meu rosto queimar de vergonha ao ver que o tio estava ali nos esperando e apreciando a nudez da minha mulher.

Carvalho (rindo) – Relaxe, Fernando, homens liberais e apaixonados pelas esposas como nós sentem tanto prazer em dar uma trepada gostosa com ela, quanto vê-la com outro; eu sempre fiquei de pau duro ao imaginar a Carmem com outro, e mais ainda quando eu assistia ela sendo montada por outro macho.

Estranhei as obscenidades que o tio falou, mas eu estava tão envergonhado por ele ter ouvido eu confessando o meu tesão, que apressei-me em vestir a sunga tentando guardar nela meu cacete duro. Sob os olhares do tio, a Rosinha também se vestiu com um biquíni pequeno, porém não escandaloso e fomos os três em direção à represa.

Ao chegarmos à beira da represa o tio, sem qualquer vergonha, tirou a sunga exibindo o pau que estava grande, porém mole, e entrou na água. Eu e a Rosinha trocamos olhares e, sem nada dizer, também ficamos pelados. Propositalmente deixei que a Rosinha fosse na frente pra que eu pudesse apreciar seu corpo por trás. Adoro minha esposa, acho ela toda linda em qualquer ângulo, mas vê-la por trás me dá um prazer especial. Apreciei os seus cabelos soltos, as costas, a belíssima bunda, o rego entre as nádegas, as pernas e o pés pisando deliciadamente a areia fofa. Ah, como é linda a minha esposa! Logo que ela mergulhou seu corpo até cobrir os seios, eu a segui, nos abraçamos e bastou um só beijo para meu pau crescer. O tio se mantinha a uns dois metros de distância, apreciando e ouvindo o que falávamos.

Rosinha (rindo para o tio, punhetando meu pau e fazendo questão de não esconder os movimentos do braço para provocá-lo) – Tio, o meu maridinho safado já tá de pinto duro!

Carvalho (sorrindo) – Aqui neste local o pinto cresce fácil, fácil, Rosinha; estar pelado nessa natureza e perto de uma mulher como você é um incentivo enorme pra ficar de pau duro!

Rosinha (aumentando a provocação) – Tio, vire-se de costas porque vou namorar o Fer um pouquinho!

Ela se pendurou no meu pescoço abraçando meu corpo com braços e pernas, prensou meu pau entre sua xota e minha barriga e começou a esfregar a xana pra cima e pra baixo com minha pica entre os lábios da perseguida; me beijou e sorriu:

Rosinha (falando sem se importar com o tio que certamente estava ouvindo) – Você tem um pau muito gostoso, amor!

Eu – Então come ele!

Ela se movimentou descolando nossos corpos me fazendo acreditar por um momento que iria enfiar ele na xota, mas novamente ajeitou meu pau entre as coxas e debaixo da sua bunda de forma que conseguia esfregar o seu cuzinho nele.

Eu (provocando baixinho minha esposa, pois sabia que ela não iria querer) – Quer meter um pouquinho?

Rosinha (falando baixo pro tio não ouvir)– Meter, não, amor, cê sabe que eu quero estar bem apertadinha pra quando o tio for me comer!

Namoramos por alguns minutos e só lembramos que o tio estava próximo quando ele começou a sair da água.

Rosinha (se apressando, falando baixo pra mim) – Amor, vou namorar o tio um pouquinho também, posso?

Rosinha (diante do meu aceno positivo, chamou o tio) – Tio, volte pra água, já namorei o Fer um pouquinho e agora quero namorar você também!

Há muito que eu fantasiava dividir minha amada esposa com o tio Carvalho e ouvir aquela frase da Rosinha me fez sentir que o meu sonho estava próximo de se realizar. Foi um sentimento estranho, um misto de tesão e ciúme, principalmente quando o tio se virou e veio caminhando para dentro da água balançando o cacete quase totalmente duro, não na posição horizontal como eu já havia visto tantas vezes, mas meio pendurado, porém enorme o bastante pra me fazer lembrar do garanhão Mandingo. Ao ver o meu tio dotado entrando na água e indo em direção à minha esposa, decidi me afastar, pois não pretendia ficar ao lado deles enquanto namoraram. Fui saindo enquanto o tio entrava, caminhei até a areia e me sentei sobre uma das toalhas que havíamos trazido. Vi o tio e a Rosinha se abraçando e beijando de língua e, pelos movimentos que faziam, ela o abraçava com as pernas igual havia feito comigo. Vendo os dois naquela agarração, imaginei onde estaria o pauzão do meu tio dotado, se prensado entre a xota da minha Rosinha e a barriga dele ou sob a bunda da minha esposa e se esfregando no cuzinho dela.

Ali de onde eu estava, a poucos metros deles, eu via a minha esposa namorando o tio Carvalho dentro da água; os dois se beijando, se agarrando e se acariciando pelo corpo todo como dois adolescentes tesudos mantinham meu pau tão duro quanto antes. Peguei nele, apertei e massageei sentindo a dureza, a minha vontade de gozar era enorme, mas eu precisava me controlar. Vi o tio passando os braços por baixo dos joelhos da minha esposa de forma a sustentá-la, em seguida percebi que ele a levantava e movimentava seu corpo como quem procura, com o pau, a entrada da buceta dela. Ela e eu já havíamos metido naquela posição, em pé, eu conhecia bem os movimentos e soube que ele estava tentando meter na minha esposa dentro da água.

Rosinha (se soltando dele e ficando em pé em frente a ele) – Não, tio, meter não pode; aqui na água não! Tenha paciência que logo mais à noite eu darei pra você, mas aqui não; quando você for me comer eu quero que seja numa cama, num local confortável onde o Fer possa nos assistir.

Carvalho (doido de tesão pela minha esposa tentando lhe acariciar entre as pernas) – Deixe eu enfiar o dedo nessa sua bucetinha gostosa, então, quero sentir o quanto você é quentinha por dentro.

Vi minha esposa se esquivando do tio Carvalho e impedindo que ele enfiasse a mão entre suas coxas e, embora eu não visse, percebi pelos movimentos dos braços que ela agarrou o pau dele e batia punheta deixando ele ainda mais doido de tesão.

Rosinha – Sossegue, tio, não vou deixar você enfiar o dedo na minha xota porque quero estar bem apertadinha pra você me comer mais tarde! Melhor sairmos da água e irmos tomar sol antes que ele se ponha.

Vi minha amada vindo em minha direção exibindo um sorriso safado, caminhava lentamente me dando tempo pra apreciar as curvas do seu corpo de sereia completamente nua naquele local paradisíaco. Ao olhar pro vértice das suas coxas e ver os seus pelinhos molhados, pensei que deveríamos raspá-los pra que o tio pudesse, mais tarde, ter o prazer de ver minha amada em sua nudez completa, totalmente raspadinha. Tomara que ela tenha trazido um barbeador, pensei.

Rosinha (sentando-se na toalha ao meu lado e dando uma pegadinha no meu pau duro) – Ainda de cacete duro, amor? Você é muito safado!

O tio veio logo em seguida exibindo desavergonhada e ostensivamente o enorme pau totalmente duro e balançando um pouco acima da linha horizontal, a cabeça brilhante apontava para os nossos rostos parecendo nos ameaçar. Ele se deitou de costas na toalha ao lado da Rosinha exibindo a estrovenga dura.

Rosinha (falando ao tio, mas sorrindo pra mim) – Tio, nem adianta me provocar com esse seu pauzão de cavalo, nada vai acontecer agora.

O tio, de olhos fechados e tentando segurar o sorriso safado, contraiu os músculos da região fazendo o cacetão se movimentar pra frente e pra trás provocando ainda mais minha Rosinha.

Rosinha (rindo e dando um tapinha carinhoso de cima pra baixo no cacete que o tio balançava pra ela) – Tiiiio, pare já com isso! Não me assanhe, mais! Eu sei que você tá com vontade de me pegar e eu também tô doidinha pra dar pra você, mas quero que seja numa cama, tio, bem confortável pra brincarmos de papai e mamãe.

Nos deitamos pra curtir o sol de fim de tarde, mas percebi que a Rosinha vez ou outra levantava a cabeça e olhava o pinto do tio que, igual ao meu, amolecia lentamente. Houve um momento em que o pau, ao repousar sobre a barriga dele, cobriu o umbigo e pudemos ver o quanto aquilo era comprido. Imaginei, naquele momento, se a minha amada esposa conseguiria agasalhar tudo aquilo dentro de si.

Conseguimos relaxar depois de um tempo deitados e pudemos, então, nos deliciar com o sol esquentando nossos corpos, inclusive nos virando de bunda pra cima após os pintos amolecerem. Passou-se uma hora, mais ou menos e a Rosinha lembrou:

Rosinha – Tio, o Fer, você me contou que aqui tinha uma ducha de água de mina, que tal tomarmos um banho pra refrescar o corpo e lavar o suor antes de voltarmos pra casa?

Carvalho (se sentando preguiçosamente) – Boa ideia! Mas vamos passar na casa antes de ir pra ducha, quero pegar sabonete e bucha pra tomarmos um banho completo.

Nos levantamos, recolhemos as toalhas e caminhamos lentamente rumo à casa. A Rosinha caminhava entre eu e o tio e vez ou outra olhava descaradamente, ora pro meu pinto, ora para o dele e, após sorrir pra mim, provocou o tio Carvalho:

Rosinha – Tio, quando você anda pelado o seu pinto mole fica batendo nas coxas, faz até um barulhinho!

O tio apenas sorriu. Eu, ao ouvir aquilo lembrei-me de que anos atrás, quando estive neste mesmo lugar com meus pais e tios, irmão e primo adotivos, ouvi minha mãe dizendo algo semelhante para a tia Carmem, que o pau do tio fazia barulho ao bater nas coxas quando ele andava pelado.

Pegamos sabonete, bucha e toalhas, além de chinelos, pois não queríamos sujar os pés na volta da ducha. Na saída da casa a Rosinha parou e sorriu me fazendo suspeitar que faria uma arte.

Rosinha (se posicionando frente a frente com o tio Carvalho e olhando pro pau mole dele antes de falar) – Tio, o seu pinto é bonito de qualquer jeito, mas eu queria deixar ele um pouco mais bonito. Posso!

Carvalho (sem entender o que a minha esposa planejava) – Claro, faça o que você quiser com ele, afinal, daqui a algumas horas ele será todinho seu!

Minha esposa, exibindo um sorriso safado nos lábios, olhou pro pau do tio ao mesmo tempo em que o agarrou e puxou a pele pra trás fazendo com que ficasse presa naquele degrau entre o pau e a glande de forma que a cabeça ficou exposta.

Rosinha (sorrindo e largando o pau do tio) – Pronto, tio, agora ele está ainda mais atraente!

O tio sorriu pra mim e seguimos caminhando. Alguns metros adiante vi que aquela brincadeira da minha esposa provocou efeitos tanto no tio quanto em mim, pois nossos pintos cresceram um pouco, todavia sem ficar duros. Percebi que nos aproximávamos do local quando ouvi barulho de água caindo. Eu ia apressar o passo quando a Rosinha falou:

Rosinha (não conseguindo esconder o sorriso sapeca) – Esse barulho de água caindo me deu uma vontade de fazer xixi, que tal darmos uma paradinha aqui pra eu esvaziar a bexiga? Aliás, caso vocês também queiram dar uma mijadinha, poderei dar uma mãozinha pra vocês!

Eu e o tio trocamos sorrisos maliciosos e percebi que se ele tivesse falado algo, talvez teria dito: “Sua esposa é muito safada!”

A Rosinha se agachou e, diferente da última vez, na estrada antes de chegarmos, quando ela se posicionou de lado pra que nós não víssemos sua xota e nem o cuzinho, desta vez ela se acocorou de frente pra nós, abriu as pernas nos dando a belíssima visão da sua xota peludinha que logo liberou um jato abundante de mijo que fazia barulho ao ser esguichado com força no chão.

Caros leitores, não sei se vocês apreciam, mas a imagem de uma mulher agachada e mijando é altamente erótica pra mim a ponto de fazer endurecer o meu pau; ao olhar pro tio Carvalho constatei que ele não era diferente de mim, pois o pinto dele também começou a crescer.

Rosinha (agachada e fingindo nos repreender) – Hei, vocês dois, eu só estou fazendo xixi, parem de olhar minha perereca e controlem esses pintos, não deixem eles ficarem duros; já vou terminar aqui e ajudarei vocês, mas se estiverem de pau duro, vai ser difícil para mijarem!

Ao terminar de mijar, a Rosinha deu aquela balançada de quadril pra cima e pra baixo tão característica das mulheres que não tem papel pra enxugar a xota e veio em nossa direção. Eu e o tio apenas aguardamos com os pintos à meia bomba deixando que minha esposa tomasse a iniciativa.

Rosinha (sorrindo, se posicionando entre eu e o tio e simultaneamente pegando nossos paus quase duros) – Agora é a vez de vocês, quero ver se vão conseguir mijar de pinto duro!

Com algum esforço conseguimos liberar nossos mijos enquanto a safada da minha esposa brincava com nossos pintos chacoalhando e espalhando os jatos. Por fim, mesmo de pintos duros, conseguimos esvaziar nossas bexigas e seguimos caminhando e balançando os pintos que foram amolecendo durante o curto trajeto. A mina de água era bem perto da casa, mas andávamos tão devagar que o caminho parecia longo. Ao chegarmos vi o local bem mais organizado que anos atrás quando estivemos ali. Agora havia um piso de pedras, bancos e mesas também de pedras onde pudemos colocar as toalhas. Durante o banho nossos pintos em contato com a água fresca amoleceram outra vez. O sabonete era um só para todos, assim como a bucha; então a minha esposinha safada teve mais uma das suas ideias:

Rosinha – Que tal se um ajudasse o outro a se lavar, especialmente as costas que é um lugar difícil de alcançar.

Eu (rindo) – Tio, sinto muito por você, mas se depender de mim, suas costas não serão lavadas.

Rosinha (percebendo que nem eu, nem o tio iríamos nos ajudar no banho) – Seus tontos, que preconceito bobo o de vocês! Venham, primeiro vocês me lavam e depois eu lavo vocês.

E assim aconteceu; o tio, mal intencionado, ficou de pau duro outra vez enquanto lavava a minha mulher passando sabonete e bucha no corpo dela, não resistia e tentava se aproveitar da minha esposinha. Tanto foi assim que a Rosinha, rindo, se afastou dele e eu terminei de lavar o belo e delicioso corpinho da minha amada, inclusive caprichando nos furinhos.

Rosinha (sorrindo pra mim e pro tio, olhando pro pau duro dele enquanto eu lavava sua xota carinhosamente com os dedos entre os lábios, porém sem enfiar) – Isso, amor, capriche e deixe o lugar aí embaixo bem limpinho e cheiroso porque hoje à noite haverá uma festa e receberei um convidado muito especial.

Eu nada disse, apenas sorri envergonhado de estar de pau duro por ter visto minha esposa sendo lavada e aproveitada pelo tio e, principalmente por ela estar se oferecendo a ele daquela forma tão desavergonhada.

Quando terminei de banhar minha Rosinha, ela me lavou caprichadamente o corpo todo, inclusive tentou enfiar o dedo no meu cu quando lavava minha bunda. Ao sentir o dedo ensaboado tentando entrar de surpresa no meu rabo, me esquivei e ri envergonhado diante do olhar sacana do tio Carvalho.

Rosinha (rindo) – Tio, veja o Fer fugindo de mim quando tento enfiar o dedo no cuzinho dele! Aqui ele foge porque você tá nos vendo, mas quando estamos sozinhos em nosso chuveiro, ele gosta bastante e fica de pinto duro rapidinho!

Carvalho (rindo) Relaxe, Fernando, mulheres gostam de cuzinho de homem com a mesma intensidade que gostamos do furinho traseiro delas, relaxe e deixe a Rosinha brincar no seu precioso!

Rosinha (ao terminar de me lavar, virou-se pro tio mostrando o sabonete e a bucha) – Sua vez, tio! Vamos começar pelas costas e peito e depois lavarei o “principal”!

Enquanto eu terminava de me enxaguar, vi minha esposa cuidando do tio Carvalho, ela esfregava carinhosamente o sabonete e a bucha em seu corpo caprichando em certas partes. Usou a mão pra lavar a bunda dele e, quando olhou pra mim e exibiu aquele sorrido de arteira, fez com ele igual havia feito comigo, enfiou o dedo no cu do tio Carvalho. Acho que ele até esperava que ela fizesse aquilo e sua reação foi lenta, apenas se virou escapando do dedinho tarado da minha esposa.

Carvalho (sorrindo) – Rosinha, eu gosto de dedo na bunda, mas aqui na frente do Fernando sinto vergonha!

Rosinha (rindo e fingindo repreender o tio) – Tiiiiio, você também tem essa frescura, é? Relaxe e curta o carinho do meu dedinho, tio!

Carvalho (mudando de posição, oferecendo à minha esposa o cacete duro pra ela lavar na tentativa de também mudar o rumo da prosa) – Que tal você lavar meu pau bem lavadinho, minha flor? Hoje à noite vou a uma festa e quero que ele esteja bem limpinho e cheiroso porque sei que a anfitriã está aguardando ansiosa pela minha visita!

Meu pau pulou de tesão ao ver a minha Rosinha agarrando o pauzão do tio Carvalho; com as duas mãos ensaboadas ela massageava a tora longa e grossa no sentido da cabeça para a base sem esquecer o saco que parecia pesado. Ela lavava aquela enormidade cor de chocolate com muito carinho, caprichava na cabeça tentando abraçar e fechar os dedos ao redor daquela bolota de cor arroxeada, porém sem sucesso. Vendo minha esposa naquela posição, inclinada, pernas esticadas e a bunda arrebitada, mais uma vez imaginei minha amada sendo montada pelo meu tio dotado.

Rosinha (ao terminar a lavagem do cacete deu-lhe um tapinha carinhoso de baixo pra cima, encarou o tio e soltou umas das suas obscenidades que normalmente só fala quando está muito tesuda) – Pauzão!

Carvalho (exibindo um sorriso sacana no rosto e devolvendo a provocação) – Aguarde mais algumas horas e ele será inteirinho seu, centímetro por centímetro!

Minha esposa ao ouvir aquilo pareceu estremecer, pareceu sentir um arrepio pelo corpo todo e, com uma voz insegura, encarou o tio e falou:

Rosinha – Tio, espero que você tenha consciência de que não é um homem comum, que tem o pinto maior que a média e que nem todas as mulheres conseguem agasalhar tudo isso aí, e que esse seu pintão pode machucar uma mulher de xota pouco profunda. Promete que hoje à noite será carinhoso comigo?

Aquelas frases ditas por eles me surpreenderam, pois, se minutos atrás se provocavam de forma indireta, a Rosinha querendo sua xota limpinha porque iria “receber visitas”, fazendo referência indireta ao tio Carvalho; e se ele pediu a ela que lhe lavasse o pau e o preparasse para uma festa com uma suposta anfitriã, se referindo também indiretamente à minha esposa, agora os dois se provocavam diretamente, ele dizendo que ela teria o pau dele inteiro, centímetro por centímetro, e ela demonstrando preocupação se conseguiria agasalhar dentro de si toda aquela enormidade. Me senti muito corno naquele momento!

Terminamos nossos banhos, nos enxugamos e voltamos pra casa ao cair da tarde. O tio vestiu um daqueles shorts que ele tanto gosta, sem forro e transparente com o pau solto e balançando debaixo do tecido e foi preparar o jantar sozinho, pois a Rosinha disse que precisaria de mim por alguns minutos.

Rosinha (me puxando pro quarto e fechando a porta atrás de nós) – Amor, quero que você raspe minha xota, quero que deixe ela totalmente peladinha!

Eu (sorrindo ao me lembrar que havia pensado naquilo durante a tarde) – Quer que eu raspe tudo, que deixe sua xota carequinha?

Rosinha (tirando da mochila e me entregando os apetrechos para barbear a xana e aproveitando pra me provocar) – Sim, quero minha rachinha bem lisinha, quero que o tio veja, antes de me comer, o quanto é lindinha a xotinha da sua esposinha! Aproveite que a pele ainda está úmida e macia e deixe ela bem bonitinha!

Ela se deitou na cama com a bunda na beirada e as pernas abertas exibindo a belíssima flor peludinha que eu tanto amo. Me sentei num banquinho em frente às pernas arreganhadas e passei creme de barbear nos pelinhos que adoro sentir fazendo cócegas no meu nariz quando colo meus lábios nos dela. Depois de cobrir de espuma aquela preciosidade, iniciei a delicada e deliciosa tarefa de livrar dos pelos a xota da minha esposa. Deslizava a lâmina de barbear primeiramente no sentido dos pelos fazendo surgir diante dos meus olhos a pele deliciada daquela região tão íntima. Depois do desmatamento pesado passei a deslizar a lâmina meio de lado tirando os fios que ainda sobraram e, por fim, passei o barbeador no sentido contrário ao nascimento do pelos dando o acabamento final e transformando aquela xota peluda e selvagem de fêmea adulta em uma racha delicada, bem parecida às xotas das atrizes de filme pornô.

Rosinha (sorrindo ao me ver admirando a obra de arte que terminei entre suas coxas) – Amor, já pensou que você raspou minha xaninha pra deixar ele bem bonitinha e gostosinha pra outro macho pauzudo comer?

Uau, caros leitores! Aquelas palavras fortes e reais ditas pela minha esposa representavam exatamente aquilo que estava acontecendo; eu acabara de preparar a bucetinha da minha amada esposa deixando ela ainda mais linda pra que o meu tio dotado metesse nela, trepasse, montasse e fodesse com uma pica muito maior que a minha. Nunca havia me sentido tão corno como naquela hora!

Eu (abrindo os lábios da xana e apreciando a racha linda e o grelinho um pouco maior que o normal) – Porque o seu grelinho cresceu e tá duro?

Rosinha (sentando na cama, me abraçando e impedindo que eu continuasse mexendo na sua xota) – O meu grelinho tá durinho assim porque tô com uma puta vontade de dar pro tio, tô doidinha pra abrir as pernas pra ele e sentir aquele caralhão entrando na minha buceta!

Eu – Me diga, hoje quando você e o tio estavam namorando dentro da água e você se pendurou no pescoço dele e o abraçou com as pernas, ele meteu em você ou ficaram só brincando?

Rosinha (massageando meu pau duro e falando no meu ouvido) – Ele queria enfiar o cacete na minha buceta, mas eu não deixei e ficamos só brincando, só esfregando a pica na xota. Fique tranquilo, amor, só vou deixar ele meter aquele pauzão em mim quando você estiver olhando, e será logo mais à noite, quero você bem pertinho de mim pra me ver perdendo a virgindade com o tio, quero que você ouça eu gemendo de dor e tesão quando aquele caralhão grosso e comprido entrar na minha bucetinha! Você vai gostar de ver?

Eu (beijando apaixonadamente a minha esposa) – Você é muito puta e eu adoro você por isso, sabia?

Rosinha (apertando no meu pau duro) – Daqui a algumas horas serei puta pro tio Carvalho também! Você vai continuar me adorando?

A minha resposta foi um longo e apaixonado beijo na minha amada.

Vesti um short e fui ajudar o tio a preparar o jantar. A Rosinha, apesar de limpinha, foi se enxaguar no chuveiro dizendo querer tirar o cheiro de creme de barbear da xota. Minutos depois ela apareceu na cozinha pra terminarmos de preparar a refeição; usava um vestidinho curto e os mamilos marcando o tecido denunciavam a ausência de sutiã. Certamente também não usava calcinha. Naquela noite jantamos cedo e escolhemos a mesa que havia na varanda, fora da casa e com vista para a represa cujo reflexo da lua cheia tornava ainda mais bonita toda aquela natureza que nos cercava. A temperatura era agradável naquele início de noite, mas o clima entre nós três parecia um pouco tenso, talvez por se aproximar o momento tão sonhado e desejado por todos. Estava chegando a hora em que a minha esposa e o tio Carvalho, depois de tantas brincadeiras safadas e sem penetração, iriam finalmente se comer e a minha Rosinha “perderia a virgindade” com o meu tio pintudo. Enquanto a mesa era arrumada, busquei uma garrafa de vinho e enchi nossas taças, imaginei que um pouco de álcool seria bom para descontrairmos.

A comida simples, porém enriquecida com os temperos que o tio costumava usar, transformou aquela refeição num banquete. Para apreciarmos a bela imagem da água mansa da represa iluminada pela lua, o tio se sentou na cabeceira da mesa, a Rosinha e eu na lateral de forma que ela ficou entre eu e o tio Carvalho. Iniciamos nossa refeição em silêncio até que a minha Rosinha provocou uma prosa mais animada:

Rosinha – Tio, a Lúcia é boa de cama, ela trepa legal?

Carvalho (sorrindo) – Siiiiim, ela é ótima na cama e também fora da cama!

Eu (querendo me descontrair também) – Ela gosta “da coisa”, tio?

Carvalho (após tomar um gole de vinho) – Eu tive sorte na minha vida, pois a grande maioria das mulheres que conheci trepavam legal, aliás, creio que ainda trepam!

Rosinha (sorrindo) – Você comeu muitas, tio? Quantas?

Carvalho – Não, muitas, mas as poucas que tive o prazer de conhecer me fizeram muito feliz na cama. Antes da Carmem eu fui namorador, mas depois que me casei com ela ainda conheci umas poucas, mas todas com o consentimento e incentivo dela, exceto uma, aquela que foi a responsável pela Carmem me deixar.

Rosinha (evitando que o tio pensasse na separação entre ele e a tia Carmem) – Tio, sabemos que você e a tia Carmem trocavam parceiros com o Júlio e a Júlia, e agora também sabemos que fizeram suruba com o Luiz e a Lúcia. Onde vocês se encontravam?

Carvalho (rindo) – Rosinha, quando você fala em suruba, parece que somos todos tarados, mas não é bem assim; é mais um encontro entre amigos que curtem trocar de parceiros, ver e ser visto durante a transa, curtir a vida intensamente por algumas horas e depois voltar para a vida cotidiana. Quanto aos encontros com o Júlio e a Júlia, você bem sabe que aconteciam em nossas casas e em viagens; já as festinhas com o Luiz e a Lúcia aconteciam lá na fazenda, eles trancavam a casa e aí, bem, e aí você deve imaginar o que acontecia.

Rosinha (provocando) – Tio, você disse que é bom ver e ser visto durante a transa, o que você gosta mais, olhar ou ser olhado? Você alguma vez só assistiu a tia Carmem dando pra outro, sem participar? Seu pinto ficou duro vendo ela gozando com outro macho?

Carvalho (rindo) – Quantas perguntas, Rosinha! Gosto de me exibir, confesso que me dá tesão comer a mulher de outro com ele nos assistindo, mas também admito que adorava ver a minha Carmem nos braços e na rola de outro, ouvir os gemidos e ver as expressões de felicidade no rosto dela me davam um tesão especial, enfim, gosto mais de ver do que ser visto; e basta eu imaginar a Carmem na pica de outro que meu pau endurece, e quando vejo ela gozando com outro, quase gozo junto!

Rosinha – Tio, a tia Carmem já transou com um preto, um negão?

Carvalho (sorrindo) – Não, embora ela sempre fantasiou com um negão, nunca surgiu uma oportunidade.

Eu (provocando minha esposa) – Você já se imaginou dando pra um negão, Rosinha?

Rosinha (sorrindo) – Fer, acho que toda mulher branca já fantasiou como seria dar pra um preto, assim como toda mulher negra deve ter curiosidade pra comer um pinto branco. Sexo é bom demais e fantasiar com pessoas de cores diferentes dá mais tesão ainda! Eu mesma, por exemplo, e já falei isso pra você, adoraria te ver comendo uma pretinha gostosinha!

Eu (provocando minha esposa) – Dizem que os pretos costumam ter pintos grandes; é por isso que você tem curiosidade de dar pra um negão?

Rosinha – Amor, nem todo preto é pauzudo, já vi muito preto pelado na internet e só os atores pornôs são dotados, os pretos e os brancos também. A cor do homem não define o tamanho do pinto, tem brancos com pintos enormes, veja o exemplo do tio, se bem que ele é moreno, mas não é preto e tem pauzão!

Carvalho (rindo) – Não seja exagerada, Rosinha! Reconheço que tenho o pinto maior que a média, mas não é tão grande assim, acho que eu nem conseguiria emprego para ator pornô!

Rosinha (rindo) – Tio, você está sendo modesto, você é pintudo, sim! Acho que o seu pau é grande o bastante pra dar prazer a uma égua! Lembra da Kiara lá da fazenda? Tenho certeza de que ela adoraria ser montada por você!

Rimos todos, o clima estava se tornando leve, acho que a boa prosa e o bom vinho estavam contribuindo para o ambiente descontraído.

Carvalho (encarando minha esposa) – Rosinha, ver o Mandingo montando a Kiara te deu tesão, você ficou molhadinha?

Rosinha (sorrindo) – Oh, tio, eu preferia ver pessoas se pegando, mas não dá pra negar que assistir aquela cena do Mandingo cobrindo a Kiara mexeu comigo e a minha amiguinha aqui em baixo.

Carvalho – Sua amiguinha, ou melhor, a sua florzinha ficou molhadinha ao ver o garanhão metendo na Kiara?

Rosinha (sorrindo para o tio de forma provocante) – Tio, a minha florzinha vive molhadinha nos últimos dias por dois motivos, primeiro porque eu e o Fer paramos de transar, e segundo porque fiquei muito ansiosa por causa dessa viagem.

Carvalho (sorrindo e olhando pra mim) – Fernando, você parou de comer a sua esposinha? Que maldade! Porque fez isso?

Eu (contando a verdade) – Foi ideia dela, tio, ela disse que deveríamos guardar energias, principalmente eu; ela queria que eu ficasse bem tesudo, pois tinha medo que eu desistisse dessa viagem.

Rosinha (sorrindo) – Fer, hoje pela manhã, assistindo o Mandingo e a Kiara transando, vi que o tio e você ficaram de pau duro. Diga, amor, gostou de ver o garanhão montando a égua?

Eu – Foi legal e o meu pinto cresceu vendo os animais transando, mas confesso que prefiro ver pessoas se comendo; dá muito mais tesão!

Rosinha (me beijando o rosto e falando no meu ouvido, porém alto o suficiente pra que o tio ouvisse) – Você vai ver, amor, logo, logo você verá “pessoas” se comendo! E tenho que certeza de que vai gostar tanto que o seu pau vai ficar muito duro! (ao alisar meu pau por sobre a roupa e senti-lo duro) – Uau, amor! Cê já tá de pinto duro, que safado você é!

Minha esposa se virou pra mim, me abraçou e me beijou enfiando a língua na minha boca ao mesmo tempo em que deslizou a mão pra dentro do meu short e colocou meu pinto pra fora. Apesar do enorme prazer de beijar minha amada esposa e sentir sua mão macia punhetando meu cacete, abri os olhos durante o beijo e vi o tio nos olhando; ele parecia desejar estar no meu lugar.

Rosinha (ao terminarmos o beijo ela encarou o tio e perguntou com a voz carregada de tesão) – E você, tio, seu cacete também tá duro?

O olhar do tio Carvalho para a minha esposa era de puro desejo e, diante daquela pergunta, sua resposta foi silenciosa, porém marcante e surpreendente. Ele se levantou e ainda deu para ver o short estufado parecendo uma barraca armada antes que ele tirasse o cacetão pra fora o exibindo orgulhoso e ostensivamente pra nós. O olhar da minha esposa brilhava encarando aquele poste moreno, cor de chocolate, longo e grosso lembrando um taco de beisebol. Pra provocar ainda mais a minha mulher ele segurou a estrovenga pela base e bateu aquela enormidade na palma da outra mão. No maior descaramento ele exibia e oferecia aquele poste para a minha amada cujos olhos nem piscavam ao olhar aquilo.

Rosinha (sorrindo pro tio) – Seu pau dá muito tesão, tio!

Carvalho (projetando o quadril pra frente aproximando o cacete da minha esposa) – É todinho seu!

Minha mulher sorriu pra mim parecendo pedir permissão para algo que iria fazer e, diante do meu sorriso de aprovação, ela se virou pro tio e lentamente aproximou a mão até tocá-lo com as pontas dos dedos na cabeça da pica para, em seguida, pegá-lo pela base e massagear em movimentos de vai e vem. Mais uma vez a imagem dos seus dedos tentando se fechar ao redor daquilo me encheram de tesão. Senti um arrepio pelo corpo ao imaginar que em breve toda aquela grossura estaria dentro da minha amada esposa!

O tio, sentindo minha mulher receptiva, saiu do seu lado da mesa e se colocou ao lado dela apontando aquele canhão para o seu rosto como a pedir um beijo ou uma chupada. Mais uma vez minha mulher sorriu pra mim e em seguida, sem interromper a punheta que batia pra ele, aproximou sua boca do cacete e o beijou, beijou muito na cabeça antes de deslizar a língua na uretra e recolher uma gotinha de lubrificante que brilhava e crescia ao sair do buraquinho. Em seguida ela abocanhou a pica que há muito desejava e deixou que o tio lentamente fosse lhe enfiado boca adentro aquele cacetão. Ao atingir sua garganta ela apoiou uma das mãos no quadril dele sinalizando não haver mais espaço em sua boca.

Carvalho (tirando seu pau da boca da minha esposa) – Fiquem aqui que vou lá dentro buscar algo.

Logo que ele se virou de costas e seguiu em direção à porta a Rosinha agarrou meu rosto, me beijou apaixonadamente e falou baixinho:

Rosinha – Ai, amor, mal posso acreditar que os nossos sonhos vão se realizar. (pegando no meu pau que continuava duro e fora do short) – Tá feliz que finalmente você vai ver sua esposinha dando, metendo e gozando no pauzão do tio Carvalho?

Eu (correspondendo ao beijo mesmo sentindo seus lábios molhados da baba do pau do tio) – Tô quase gozando só de imaginar você espetada no cacetão dele!

Rosinha – Quando ele estiver me comendo, deixe seu pau quietinho, não vá bater punheta e gozar antes da hora, deixe que eu faço você gozar quando terminar de trepar com o tio, tá!

Ela estava de costas para a porta e nem se deu conta de que o tio já voltara trazendo algo na mão. Ele sorriu ao ouvir a frase dita pela minha esposa e, enquanto se sentava, colocou na mesa algo de cor preta e dourado que parecia ser um brinquedo erótico. Minha esposa, curiosa, pegou aquilo e logo descobrimos que era uma coleira, aliás, um objeto muito lindo. Confeccionada em couro negro com alguns adornos e presilhas douradas na mesma cor da corrente metálica que a acompanhava, sugestivamente trazia em letras maiúsculas, metálicas e douradas coladas na frente, a palavra “puta”.

Carvalho (sorrindo tímido, talvez com receio de que não gostássemos daquele objeto) – Essa coleira era da Carmem, às vezes ela usava pra mim ou em alguma festinha íntima com amigos.

Rosinha (se curvando e beijando o tio Carvalho) – Era, não, tio! Essa coleira ainda é da tia Carmem, ela vai voltar em breve e vai usar pra agradar você e talvez até em outras festinhas de sacanagem que vocês tanto gostam!

Caros leitores, meu pau estava tão duro que até doía e, vendo minha mulher e o tio Carvalho se provocando daquele jeito eu, que tempos atrás sentia ciúmes da minha esposa ao imaginá-la com outro homem, achei que estava na hora de tomarmos uma atitude e pararmos com aquela enrolação.

Eu (um pouco tímido, porém excessivamente tesudo, inventei um motivo para entrarmos) – Tá começando a ventar aqui fora, que tal irmos pra dentro da casa?

Rosinha (sorrindo e me beijando) – Oba, vamos entrar, tô percebendo que o meu amorzinho tá com tanta vontade de ver quanto eu de fazer!

Carvalho (se levantando e exibindo o pau ainda duro e se dirigindo para a porta de entrada da casa) – Vou tomar uma ducha rápida pra tirar o cheiro de cozinheiro.

Rosinha (vendo o tio sumir pela porta) – Amor, o tio não disse, mas percebi que ele quer que eu use essa coleira de puta, tudo bem pra você?

Eu (conduzindo minha esposa para dentro da casa) – Use, sim, você ficará linda usando essa coleira! Vamos entrar que tô doido de tesão pra te assistir com o tio. Você vai tomar uma ducha antes de dar pra ele?

Rosinha – Não precisa, amor, eu tô limpinha; faz umas duas horas apenas que tomei banho e se eu me banhar agora vai tirar o suave cheirinho da xota, vou deixar assim, ela tá quentinha e o tio vai gostar!

Pela primeira vez largamos a mesa toda bagunçada e entramos, pois tínhamos algo mais importante e gostoso pra fazer. A Rosinha disse que iria ao banheiro escovar os dentes. Aproveitei e tirei a mesinha de centro da sala, afastei o sofá e poltronas de maneira a caber entre eles, lado a lado, dois colchões de solteiro e cobri com lençóis. Enquanto arrumava o local me dei conta de que eu, o marido, preparava o local onde a minha amada esposa seria comida, montada, fodida e gozada por outro macho de pica bem maior que a minha. Novamente me senti muuuuito corno!

Rosinha (me abraçando e pegando no meu pau quando retornei ao quarto) – Que delícia de maridinho corninho eu tenho, tá com tanta vontade de me ver gozando na pica de outro macho pintudo que até arrumou o ninho onde vou dar bem gostoso pro tio Carvalho! Amo você, Fer!

Eu – Tô sonhando com isso há muito tempo, minha putinha! Tô doido pra te ver gemendo no cacetão do tio Carvalho!

Rosinha (com a voz tesuda) – Ele vai gozar dentro de mim e depois que ele me encher de porra quentinha, vou dar pra você também! Vai gostar de meter na minha buceta arrombada e esporrada pelo picão do tio Cavalo?

Naquele momento vi o vulto do tio Carvalho passando pela porta entre aberta e indo para a sala que eu acabara de arrumar pra ele comer a minha esposa.

Eu (me desapegando dela, pegando a coleira sobre a cama e mostrando para a minha amada) – Vamos parar de enrolar que não tô aguentando mais de vontade de te ver com o tio.

Rosinha (sorrindo, pegando na mochila e me entregando um saquinho plástico que parecia conter roupas íntimas) – Se acalme, amor, antes de irmos pra sala quero que você vista em mim esta lingerie que comprei especialmente pra essa ocasião.

Abri a embalagem e logo vi um conjunto lindíssimo de sutiã e calcinha, meias e cinta liga, todos na cor vermelha e bastante transparentes.

Rosinha (sorrindo pra mim e me entregando um par de sandálias de salto alto, também vermelho) – Quero que você me deixe bem bonita antes de irmos lá pra sala.

Eu (tirando o vestidinho que ela usava e me preparando pra vestir nela aquela roupinha e fazer a minha esposa ainda mais bonita) – Eu vou vestir isso em você te deixando ainda mais linda, mas o tio vai tirar rapidinho e te deixar peladinha!

Rosinha (pondo a mão na minha cabeça pra se equilibrar ao levantar um dos pés pra que eu, de joelhos, cara a cara com a xana raspadinha, lhe vestisse a meia) – Tô adorando ver o meu corninho me vestindo pra outro me desvestir!

Meu pau pra fora do short doía de duro e assim permaneceu enquanto eu vestia na minha mulher as meias, a calcinha e o sutiã transparentes que a deixaram extremamente sexy. Ao terminar dei uma boa olhada na minha amada que girou o corpo sobre os saltos altos exibindo o belíssimo corpo e a bunda totalmente nua e decorada com a calcinha fio dental que se enfiava e desaparecia entre as nádegas. A transparência do tecido exibia os bicos duros dos peitos e a xota raspada lindamente dividida ao meio pela rachinha delicada que se perdia entre suas coxas.

Entre sorrisos e beijos, coloquei também a coleira de puta na minha esposa e ela foi se olhar no espelho. Sorriu se achando atraente, me beijou e me deu a ponta da corrente sugerindo silenciosamente que eu a levasse para a sala onde o tio Carvalho a esperava. Ao pegar a corrente e me preparar pra sairmos do quarto, nos olhamos e descobrimos que naquele momento pensávamos na mesma coisa: as imagens da Kiara e do Mandingo.

Rosinha (me encarando, falando com a voz carregada de tesão) – Me leve pro tio, amor, tô me sentindo a Kiara, doidinha pra ser montada; você é meu dono e agora deve me levar pro garanhão Mandingo que está me esperando, doido de vontade pra montar em mim!

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Comentários

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Armando, gosto muito da história, mas colocando o pé no chão, vejo que em momento nenhum vi você falar em possível gravidez ou todos são estéreis de se proteger, não li que Rosinha toma algum anticoncepcional? Já estive em certo momento com esposa nessa situação e se acontece. Mas continue a história esta boa.

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Engraçado com a história sempre se repete, ao amante garanhão, buceta raspadinha, lingerie nova, coleira de puta, e um desejo absurdo, ao marido buceta suja de porra, resto dos outros,(quando sobra), camiseta de candidato, e o sexo somente por obrigação, pra cumprir com o dever de ser esposa, sempre a mesma coisa, e o pior q tem omens (sem h mesmo), q gostam disso, acham isso o máximo, kkkkkkkk, como dizia meu avô, alguns homens vieram ao mundo pra servir, outros pra serem servidos, não sei a onde existe prazer em ver a esposa ser uma puta e ser arrombada por outro homem

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