No corredor uma loira rabuda usava o próprio corpo pra colocar Miguel contra a parede.
- Eu NÃO acredito que tu fudeu a Joyce.
- Qual é Natália, isso nem é da tua conta.
- Cara..! Qual teu problema Miguel?
- E o que isso muda? Sinceramente.
- O que muda? Porra, a gente tá transando e-
- E o quê? Não é como se a gente tivesse alguma coisa…
Natália ficou sem palavras, ele realmente estava certo, ela agora nem sabia direito o por que de ter vindo cobrar ele sobre isso.
- É que... Não dá pra ficar envolvendo mais pessoas nesse problema, nós três já é o suficiente.
- Relaxa, ela não sabe de nada.
- Hã? E o que tu fez pra ela aceitar transar contigo?
- Ah… Tipo ela só sabe que a gente fica e tal.
- Puta que pariu, Miguel, se o meu namorado… Aff…
- Olha Natália, sinceramente não tô com cabeça pra essas lorotas hoje beleza? Vou voltar pra minha mesa.
Largando Natália no corredor e se sentando na cadeira, poucos minutos depois a secretária de Amanda, Fernanda, vinha até a mesa de Miguel.
- Seu Miguel, a dona Amanda quer falar com o senhor.
Fernanda era uma das poucas figuras que não enchiam os olhos de Miguel, principalmente pelo seu porte, peitos quase inexistentes, braços finos, coxas finas, magrinha, baixa, a bunda era a única salvação dela que apesar de não ser grande se salvava pelo formato, mas até isso era modesto, e também por ser devidamente arrebitada afinal pra algum lugar a gordura tinha que ir, a pele levemente queimada e os óculos que por algum motivo eram maiores do que o necessário tinham por trás pouca maquiagem, comparada ao resto das “celebridades” do lugar, um batom e um risquinho nos olhos e somente isso, a boca delicada e ombros pequenos, a camiseta estampada com um casaquinho por cima e uma calça folgada e um tênis surrado faziam parecer que Fernanda nunca saiu da adolescência apesar de ser mais velha que Miguel.
- Tá certo Fernanda, avisa que já tô indo.
- Ta bom, vou falar.
…
- Eu NÃO acredito que você transou com a Joyce.
- De novo não…
- Miguel, você é o funcionário, não, a pessoa mais inconsequente que eu já vi na vida.
- A Natália tinha que te contar?
- Claro que tinha, quantas pessoas mais você vai envolver nisso?
- Vou repetir o que falei pra ela, Joyce não sabe de absolutamente nada, só que eu pego a Natália.
- É, eu soube, que você pega a Natália
- Achei que a essa altura ela já tinha te contado.
- Olha, Miguel, só por favor não envolve mais ninguém nisso tá bom? Vamos manter esse segredo entre nós três. E não deixa ninguém na empresa, além da Natália saber que você pegou a Joyce, se não eu, você e todo mundo se ferra junto, argh, tinha que ser logo a Joyce.
Miguel concordou, achou estranho essa última fala mas sinceramente ele não estava nem um pouco afim de saber o porquê.
Já no fim da tarde Miguel bateu o ponto e saiu como de costume, na calçada pedindo o uber ele vê uma figura acenar de forma tímida pra ele.
Dentro de um carro branco com só metade do vidro levantado do outro lado da rua dava pra ver os cabelos loiros de Natália acenando para Miguel.
- Ah… O quê que ela quer agora? Que saco…
Se aproximando estranhamente ela estava no banco do carona.
- Ei, psiu, Miguel. Você sabe dirigir né?
- Sei.
- É que… Eu queria que você me levasse em um lugar.
Aquilo só podia ser problema, será que finalmente ela e Amanda queriam dar cabo dele?
- Tô de boa, você sabe dirigir por que não vai sozinha?
- Anda só entra logo antes que alguém veja, bora rápido.
Apesar de tudo Miguel entrou, a curiosidade falou mais alto que o senso de perigo.
- Então, é pra ir pra onde?
- Vamo… Pra essa rua aqui… - Dizia a loira mostrando o mapa no celular.
- Meio longe, vai fazer o que lá?
- Só me leva lá por favor, eu pago seu uber se quiser ir pra casa depois.
Natália estava estranha, evitava contato visual, estava nervosa, aquilo parecia com certeza uma armadilha, mas a experiência com Joyce fez Miguel ficar confiante, se sentindo invencível, ele dobrou a aposta.
- Tá certo, haha, vamo lá, eu te levo.
- Sério!? Quer dizer… Obrigada...
Os dois seguiram, Natália mexia as pernas, a saia curta branca quase deixava aparecer a calcinha com ela sentada no carro com aquelas coxas e bunda fartas amassadas, a barriga lisa e um relance dos pequenos seios que quase deixavam o mamilo à mostra pelo ângulo da visão dele, os cabelos loiros curtos e lisos pareciam de mentira, mãos delicadas e um rosto impecável. O costume de trabalhar com tanta mulher gostosa e bonita as vezes deixava a régua de Miguel um pouco alta.
- Tamo quase chegando.
- Você dirige bem, mesmo não tendo carro.
- Valeu, eu acho.
- Entra naquele estacionamento ali tá?
- Tá ok.
Miguel concordou por reflexo mas ele leu duas vezes a placa no lugar pra ter certeza, ele parou o carro esperando Natália falar algo.
- Por que parou? - Ela se recusava a olhar pra ele.
- Natália. Isso é um Motel.
- Eu- Eu sei Miguel! Entra logo! Vai ficar parado na rua?
O silêncio pairou dentro do veículo de novo, quebrado pelo fino ronco do motor do carro ele estacionou no lugar que era modesto, pequeno e escondido.
A loirinha saiu do carro, pegou na mão dele e evitando trocar olhares subiu escadas, passando antes por uma recepção levemente sinistra que tinha apenas um pequeno buraco com grades.
- Natália, quarto 05, paguei no pix.
Uma senhora atrás do pequeno buraco passou um par de chaves para Natália que continuou a arrastar Miguel pelo corredor escuro, entrando em um dos quartos ela soltou um suspiro e trancou a porta.
- Natália, tipo assim cê não acha que-
- Não fala nada.
- Pra quem fala todo dia do namorado eu acho qu-
- Não fala nada por favor, só dessa vez.
Natália empurrou Miguel até ele sentar em uma poltrona que ficava virada convenientemente para a cama, a pouca luz no quarto e o silêncio que só era quebrado pelo barulho de fivela e zíper da loirinha puxando as roupas de Miguel logo a calça estava nos pés dele e o rosto delicado estava bem na frente do volume daquele pau, com os braços apoiados ao redor das coxas dele ela puxou o tecido sem hesitar fazendo o pau se revelar já meia bomba.
Antes que qualquer palavra pudesse ser dita a os lábios rosados abocanharam aquele pau, sem rodeios ela o enfiou direto na boca e iniciou um boquete tímido enquanto a pica crescia sentindo o ambiente quente e molhado, com aquela língua servindo de cama para o pau dele, menos e menos ela conseguia engolir quanto mais o pau ficava duro, até os lábios começarem a deslizar pelo corpo que em poucos segundos já estava completamente ereto, duro e vulgarmente rígido, com a pouca luz brilhando na saliva que o lustrava, a loira tentava atolar o máximo que podia, ela não parecia muito experiente mas o charme compensava.
Enquanto barulhos de chupões saíam daquele engolir e tirar ela desabotoava o blazer, tirava a blusa fina que usava por baixo e puxava o zíper da saia, em poucos movimentos ela estava só de calcinha e sutiã, um belo e caro conjunto de lingerie branco cobrindo pouca pele de um corpo escultural, delicado e ao mesmo tempo suculento, de joelhos no tapete era possível ver atrás dela o formato perfeito daquele rabo redondo com a circunferência perfeita daquela bunda que corria até as coxas grossas e firmes, mesmo assim os ombros pequenos apoiados no colo de Miguel fazia ela ser a mistura perfeita.
Ela se levantou, ofegante e segurando o maxilar, o pau agora cheio de saliva apontava para o alto como um monumento lustrado, antes mesmo de recuperar o fôlego ela passou umas das lindas pernas por cima de Miguel montando nele, puxando a calcinha para o lado e já como de costume ela encaixava o membro entre as duas macias carnes daquela bunda, o anel da loirinha agora deslizava para a frente e para trás fazendo a cabeça da pica completamente melada brincar na porta daquele cu.
A visão daquele corpo era fenomenal, a silhueta que seguia desde aquele pescoço e descia pela barriga até a pelve parecia esculpida, a buceta completamente lisa e raspada era quase completamente visível pelo tecido da calcinha, enquanto Miguel admirava ela soltou um gemido e deixou o corpo descer.
Do lado dela a sensação já conhecida, mas a posição deixava tudo diferente, o membro que parecia ser grosso demais para entrar naquele delicado buraco afastava aquelas pregas para se acomodar, uma sensação de empalamento surgia como se algo a atravessasse até a garganta, o círculo de carne se esticava e a respiração dela logo perdia o compasso.
Miguel sentia a pica ser envolta pelo cu apertado e quente, sentia o atrito daquele aro deslizando pelo corpo do seu pau e aquelas mãos delicadas, as pregas mais apertadas e rígidas que o interior macio e quente, ela descia lentamente enquanto se apoiava com as mãos, adornadas com unhas pintadas e bem feitas que se enterravam de leve na pele do ombro dele conforme a pica enterrava nela.
- Caralho que apertado Natália…!
- Você sempre fala isso… Uff…
Os olhares ainda não se encontravam, mas cada vez mais o pau atolava e Miguel já sentia a primeira parede daquele intestino tocar na cabeça do seu pau, extremamente quente e macia ele também soltava um leve suspiro sentindo a sensação maravilhosa, mas Natália parecia não conseguir enterrar mais que aquilo, logo as mãos dele agarraram aquele quadril e puxaram com firmeza fazendo entrar todo o resto até o talo.
- Ahhhh…….~ Porra…!
O gemido fino, meloso e erótico selou a completa entrada daquele mastro em Natália, ela sentia ele cutucando contra as partes mais profundas do seu rabo com aquelas bolas tocando sua farta bunda enquanto ele sentia a buceta melada através da calcinha tocar na sua pelve, ele manteve ela firme nessa posição que durou poucos segundos antes daquela bunda começar a subir e descer.
Ela parecia não aguentar, mas fazia mesmo assim, iniciando a foda em um ritmo já acelerado parecia que ela desejava foder o próprio anel mesmo que isso significasse arrombar ele, ela logo nas primeiras quicadas já sentava atolando tudo, socando, enterrando, deixava aquele pau bater na parte mais profunda e tinha certeza de sentir a cabeça tocando no ponto mais delicado do interior do seu cu, indo de encontro ao seu corpo que dizia “não” uma sequência de gemidos dfíceis e delicados se iniciava, que saiam no mesmo ritmo das suas quicadas, o mesmo ritmo que balançava o cabelo curto e fazia ranger baixinho a poltrona, não demorou pra Miguel ajudar, as mãos masculinas ao redor daquela cintura delicada puxavam a garota pra cima e pra baixo socando com mais violência, já cedo na foda sem pudor algum ele fodia aquele cu enquanto Natália parecia não se importar, a visão por trás dela era de um lindo rabo macio e farto, com aquele pau sumindo e reaparecendo enquanto deslizava por aquele delicado anel.
- Isso… Soca… Fode… Ah~~ Ah!!
Ela havia dado passe livre, as estocadas que já pareciam intensas agora se tornavam frenéticas, um barulho alto daquela bunda agora ecoava no quarto do Motel enquanto a pica deslizava de forma maldosa e perversa pelo anel daquele cu, as bolas do rapaz iam para cima e para baixo conforme ele enterrava e os gemidos ficavam cada vez mais melosos, cada vez mais apaixonados.
- Ai Miguel… Ta quente.. Ah! Tá… Tá gostoso… Ai caralho~ Continua…
As mesmas sensações de antes vinham a tona, Natália sentia seu rabo queimar, ficar quente, sentia que algo queria sair, mas dessa vez ela se entregava, deixava sentir, relaxada ela permitia o cu pulsar deliberadamente naquela pica, sem se importar com suas pregas ela sentia aquele homem na sua frente sem pudor algo a arrombando, ela não se importava e ele também, ela sabia disso mas inconscientemente essa forma de tratar ela, sem nenhum filtro, sem se importar se seu cu estava sendo revirado, isso fazia ela se sentir...
- Caralho Natália, desse continuar desse jeito..!
- Vai gozar? Ah! Goza! Aproveita! Soca, mete, me fode! Ah… Ah! Ah~
Aquele cu parecia sugar o pau de Miguel, ele urrou de leve enquanto Natália sentia a pica pulsar intensamente e uma sensação quente que tomava conta do ventre dela, os jatos pareciam estar sendo jogados por dentro da sua barriga enquanto ele segurava a cintura dela firme enterrando completamente a pica que leitava aquele rabo, a cabeça jorrava porra pressionada contra as dobras daquele intestino e a cabeça de Natália parecia flutuar por um momento.
Os dois respiravam fundo, ofegantes, passaram alguns segundos assim mas tinha algo diferente, Natália saiu de cima do rapaz sentindo o pau deslizar pelo seu anel até finalmente sair, um pequeno vazio ficou dentro dela enquanto suas pregas completamente meladas gritavam pedindo socorro, mas ainda não era isso, ela queria mais, ela queria aquilo, ela queria sentir de novo aquela sensação do almoxarifado, ela queria ter certeza.
Natália deitou na cama e usando dos atributos que ela sabia que tinha ficou de lado com aquela bunda redonda pra cima, como uma montanha seguida daquelas coxas numa pele impecável e os pés delicados na beira da cama.
- Ei Miguel… Quer mais uma?
- Ele não precisou responder, o pau que ainda apontava pro alto não havia descido em nada, sem dar uma palavra ele deitou com ela atrás daquele monte alto de bunda e coxas e em um deslizada enterrou de novo aquela pica.
- Ah…….~
Um gemido fino saiu enquanto Miguel voltou a socar com força, ele encaixou o corpo de Natália no dele e passou a enterrar, segurando no pulso da loira e fazia aquela pica deslizar por entre os lados da bunda e atolar naquele cu, a pica agora enterrava e batia em um local diferente, era mais gostoso, mais profundo talvez? Não, ela não sabia descrever, será que cada posição faria aquela pica enterrar de um jeito mais gostoso? A cabeça dela agora só pensava nas diversas formas de levar pica naquele anel delicado.
A respiração quente e forte dele tocava o pescoço dela, o barulho da bunda batendo contra as coxas dele ficava mais alto e a bucetava dela já havia encharcado aquela calcinha, ele segurava no pulso, na cintura, até Natália pegar a mão dele e fazer o rapaz a abraçar.
Miguel pareceu hesitar por um segundo, mas era impossível se controlar sentindo aquele cu completamente inundado de porra pulsando na sua caceta, ele simplesmente abraçou a loirinha e passou a foder ela como um animal, ela não sabe o que desencadeou aquilo mas Miguel passou a socar com força, com raiva, ela sentia agora a pica batendo e empurrando as curvas de dentro dela, anel já quente parecia derreter e o prazer se misturava com o ardor daquelas pregas sendo arregaçadas, era isso, ela queria isso, o calor do corpo dele, o suor, aquela respiração atrás da orelha, era muito mais gostoso que no almoxarifado, era mais intenso era mais…
- Me fode Miguel! Com força… Com vontade… Sou sua.
O desejo foi uma ordem, uma sequência acelerada se iniciou, a pica passou a entrar e sair num ritmo que o pobre cu de Natália não podia acompanhar, as sensações assim como antes começaram a se sobrepor, o cu pegava fogo, sua garganta parecia querer explodir, seu coração queria sair pela boca, um tapa voou na bunda de Natália e ela gemeu melosamente apertando o cu, sentindo cada piscar daquele anel fazer o corpo da pica arregaçar ainda mais ela, agora sua bunda ardia também enquanto um barulho molhado vinha do seu cu, ela olhava para as suas mãos puxando com força o lençol da cama, ela olhava seu pé enrijecido apontando pro alto com ele segurando uma das coxas dela, ela mal sabia a hora que tirou o sutiã mas ela mesma apertava os próprios mamilos dos pequenos seios como se quiser puxar aquele tesão de dentro dela, se entregando completamente a falta de força que deixava suas pernas mole ela sem querer sorria, apenas o som do seu rabo batendo contra Miguel enchia aquela cabeça e seus pensamentos iam ficando vagos.
- Ai caralho Miguel… Ah~~ Ah~~! Eu vou… Eu vou gozar Miguel!
O rapaz não parou, ela enrijeceu o corpo inteiro enquanto revirava os olhos e o ar do seu pulmão ia embora, uma faca parecia cortar vindo da sua pelve, parecia riscar do seu grelo e passar pelo seu útero terminando na sua garganta, enquanto seu cu começava a piscar incontrolavelmente e sua buceta pulsava tão forte que ela sentia se abrir e fechar, seu corpo se mexia sozinho enquanto as pernas dela tremiam e perdiam as forças e mesmo ela gozando ele não parava de socar e parecia que seu cu estava sendo virado do avesso, ela sentia completamente cada canto das suas pregas recebendo pica e suas unhas cravando no colchão, sua glote parecia fechar e sem ar ela gasnava sentindo ao mesmo tempo como se uma pedra tivesse sido jogada na sua cabeça, ela não conseguia raciocinar direito e sem pensar sua boca foi direto na de Miguel e as línguas se entrelaçaram, num beijo completamente vulgar e molhado as salivas se misturavam de forma erótica tomando conta dela e levando seus pensamentos embora por alguns segundos.
Voltando a si, ofegante, perdida, puxando ar e respirando sem ritmo, ela sentia pequenos impulsos fazerem tremer seu corpo, sua buceta doía de tesão e seu cu ainda abria e fechava no pau que estava parado, esperando ela se recompor. Seus lábios melados de saliva e a boca de Miguel respirando ofegante próxima a dela… Mal ela podia processar tantas sensações ao mesmo tempo.
- Agora é minha vez.
Miguel puxou a pica sem aviso fazendo Natália soltar um “Ohh~~” ele imediatamente a puxou para a beira da cama e abriu as pernas dela o máximo que pode, seu corpo ainda dormente não podia fazer nada e sendo leve era fácil deixar ela na posição que ele queria.
Colocando os joelhos perto daquela cabeça ela agora estava completamente exposta, a buceta escorria sucos de tesão e seu cu tinha o delicado anel todo inchado, vermelho, melado e completamente fodido, isso não impediu Miguel de simplesmente enterrar mais uma vez.
- Ai caralho! Porra! Caralho! Caralho!
Com as pregas e o corpo completamente sensíveis ela sentia algo diferente, era prazeroso e torturante, era como se cada pedaço dela estivesse ultra sensível, ela sentia plenamente cada centímetro daquele pau deslizando nela, empurrando suas tripas, roubando volume do canal da sua buceta enquanto revirava seu cu, ela sentia seu ventre pulsando ainda e suas coxas dormentes, sem um pingo de força ela apenas aceitava.
Miguel deslizava com força aquela pica sem se importar, o anel totalmente fodido era obrigado a aceitar o arregaçar daquele pau, Natália gemia em uma sensação de desespero, era gostoso mas impossivel de aguentar, mas mesmo assim ela não podia fazer nada, sem um pingo de força estava a mercê daquela tortura, ela mal tinha gozado numa foda, ainda não conhecia aquelas sensações, não conhecia seu corpo naquele estado.
- Eu não aguento! Eu não aguento! Ai! Ai! Ah~~ Porra~~ Ai Miguel vou morrer caralho!
Ele passou a foder ela com força, com raiva, urrava enterrando cada centímetro daquela pica, o pau sumia completamente naquele cu melado que escorria caldos de porra, buceta e pica. Ele passava a mão por trás da cabeça dela a segurando como se fosse uma boneca, tomado pelo tesão ele urrava bem na cara dela enquanto revirava aquele anel já completamente arregaçado. Olhando de perto aquele rosto e bocas delicados, aquela loira completamente suada com os cabelos dourados grudados pelo rosto, a boca rosada ofegante e a língua melada dentro dela, o olhar disperso cansado pela gozada enquanto ela encarava ele de forma apaixonada, tudo enquanto escutava aquela bunda, a mesma que ele via no escritório todo dia dentro daquela saia, com aquela calcinha marcada, agora fazendo barulho contra as suas coxas, fazendo barulhos molhados levando pica… O tesão de Miguel explodiu.
- Natália!
- Ai Caralho Miguel~! Desse jeito- Porra!
- Vou gozar Natália!
As bocas que já estavam próximas se encontraram assim que ele ele enterrou, deixou o pau parado completamente atolado até o máximo que pode, a pica sumiu completamente deixando apenas a buceta dela, as coxas largas e a pelve dele visíveis, todo aquele mastro atolado nela começou jorrar uma segunda leva de gozo tão intensa quanto a primeira, os dois gemiam abafado enquanto Natália sentia mais uma vez sua barriga esquentar com o líquido viscoso, Miguel sentia cada gota da sua porra passar pela sua pica para dentro da loirinha como se suas bolas estivessem sendo completamente drenadas. Eles não sabem quanto tempo durou, mas parecia impossível eles saírem daquela posição, o beijo durou muito mais que a gozada mas acabou por conta do fôlego que eles não tinham.
O pau saiu, desatolando das profundezas da loira, deixando pra trás um cu totalmente revirado, inchado, vermelho, com as pregas alargadas, por um momento foi possível ver aquelas tripas enquanto o anel se fechava lentamente, Natália, virava a cabeça de um lado para o outro, cansada, acabada, ela não conseguia pensar em nada, era como se estivesse procurando a si mesma na cama, com o cabelo na cara e o corpo todo suado ela se jogava completamente assim que Miguel deixava suas pernas irem, largada como uma boneca de pano o lindo corpo da jovem, marcado de tapas, melado, bagunçado e brilhando na penumbra da pouca luz era um sinal do trabalho bem feito. Miguel, em pé, prostrado na frente dela com aquele olhar maldoso e com o pau meia bomba era uma visão quase atroz que ela não esqueceria tão cedo, ela não se aguentou e cochilou.
Ela abria os olhos como se tivesse dormido por dias, mas batendo o olho no relógio na parede o dia ainda não tinha virado, eram quase 11 da noite, ainda totalmente perdida ela procurava seus pertences, enquanto Miguel mexia no celular, vestido apenas com metade das suas roupas.
- Por que não me acordou?
- Seria falta de educação. - Respondeu o rapaz em um tom de ironia.
- Cadê meu celular? Preciso mandar mensagem…
- Pro corno do seu namorado?
- Não fala assim dele…
- E qual vai ser a desculpa?
- Meu celular descarregou, e eu não vi, fiquei atolada de trabalho na empresa.
- Que rapidez pra inventar desculpas, parece acostumada.
- Não… Ele, nem vai dormir em casa hoje…
- Hm... Entendi.
Natália genuinamente parecia um caco, talvez acordar não fosse o forte dela, mas o semblante arrogante tinha ido pro espaço, ela parecia mansa e completamente vulnerável.
- Vou te deixar perto da sua casa, você não parece legal pra dirigir.
- Não precisa… Se alguém ver…
Ele decidiu não insistir. Os dois agora em um silêncio levemente amigável iam para o estacionamento, antes de entrar no carro, Natália ficou parada por um segundo, como se quisesse falar algo.
- Ei.
- Hm?
- Te vejo no escritório… Miguel…
- Beleza, se cuida.
Com um sorriso lerdo no rosto que ele nunca imaginou ver, a loira entrou no carro e partiu, restava agora pra ele esperar o aplicativo. Aproveitando pra olhar no celular se o motorista estava perto, uma mensagem de um número que ele nunca viu caia no celular dele.
"Amanda aqui, preciso de um favor amanhã, vem com uma roupa decente. NÃO SALVA MEU CONTATO COM MEU NOME."
Miguel dava uma risada, parecia uma piada, mas mal ele sabia que seus problemas só estavam começando.
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Pobre namorado…
quasefree10.20@gmail.com
