Fodida Por Um Cachorro de Rua e um Estranho

Da série Zoo
Um conto erótico de Cat
Categoria: Zoofilia
Contém 2347 palavras
Data: 09/01/2026 21:08:57

Eu me chamo Cat, e aquela noite foi o ápice da minha loucura bêbada, um mergulho profundo no abismo do desejo animal e humano. Saí do bar com as amigas, engolindo tequila shots até meu corpo queimar por dentro, o álcool transformando minhas inibições em cinzas. Eu estava bêbada pra caralho, admito, tropeçando nos saltos altos enquanto caminhava pela rua deserta do bairro. Minha casa ficava a poucos minutos, mas o ar noturno me fazia sentir viva, selvagem, como se o mundo inteiro fosse meu playground. Usava uma saia curta preta que mal cobria minha bunda, e sem calcinha – eu tinha ido preparada para uma foda rápida que nunca aconteceu. Meus peitos balançavam livres sob a blusa fina, mamilos duros contra o tecido, e eu ria sozinha, imaginando o que aconteceria se alguém me visse assim, exposta e molhada de antecipação.

Foi então que ouvi o latido baixo, ecoando na escuridão. Virei a cabeça e lá estava ele: um vira-lata enorme, pelagem marrom suja e preta, olhos amarelos brilhando como fogo. Ele me seguia há uns minutos, eu acho, mas só agora percebi. "Ei, seu safado", murmurei, parando no meio da rua vazia. Nenhuma luz nas casas próximas, só o luar fraco iluminando o asfalto rachado. Me agachei, sentindo o ar fresco roçar minha buceta nua, e estendi a mão. "Vem cá, cachorrinho. O que você quer, hein? Uma coçadinha?"

O cachorro se aproximou devagar, farejando o ar como se sentisse meu cheiro – o cheiro de álcool, suor e excitação feminina. Ele era grande, musculoso, com patas grossas e um focinho largo. Chegou perto, e eu fiz carinho na cabeça dele, sentindo o pelo áspero e quente sob meus dedos. "Bom garoto", disse, rindo baixinho, minha voz rouca de tequila. Ele lambeu minha mão, sua língua áspera e molhada, e eu senti um arrepio subir pela espinha. O álcool me fazia sentir tudo mais intenso, mais real. Continuei fazendo carinho, descendo a mão pelo pescoço dele, sentindo os músculos tensos, e foi aí que ele atacou.

Sem aviso, o cachorro pulou em mim como um predador. Suas patas dianteiras bateram no meu peito, me derrubando no chão com força. Caí de costas no asfalto frio e duro, minha saia subindo pelas coxas, pernas se abrindo instintivamente como uma puta oferecendo-se. "Ei, que porra...?", gaguejei, mas o susto se misturou com uma onda de calor entre minhas pernas. Eu estava bêbada demais para resistir, e ali, de pernas abertas, sem calcinha, senti o ar noturno tocar minha buceta exposta, já úmida de antecipação. O cachorro estava em cima de mim, seu peso me prendendo, farejando entre minhas coxas como se eu fosse um banquete. E então... ele lambeu.

A primeira lambida foi como um choque elétrico, sua língua quente, áspera e larga deslizando pela minha buceta inchada, separando meus lábios e tocando meu clitóris sensível. "Oh, foda-se", murmurei, tentando empurrá-lo, mas minhas mãos tremiam, fraca de desejo. Era errado, eu sabia – bestialidade, tabu, proibido –, mas o álcool embotava minha razão, transformando tudo em prazer puro. Ele lambeu de novo, mais fundo, sua língua penetrando minha entrada, lambendo o suco que escorria de mim. Eu estava molhada pra caralho, minha buceta latejando, e minhas pernas se abriram mais, como se meu corpo traísse minha mente. "Para, garoto... ah, porra, não para", gemi, minha voz saindo como um sussurro rouco.

Ele continuava, lambendo vorazmente, sua língua explorando cada dobra, cada centímetro da minha carne rosada e inchada. Eu sentia o cheiro dele – musgo, rua, animal –, misturado com o meu próprio aroma de excitação. Minhas mãos, em vez de empurrar, começaram a acariciar suas costas, sentindo os músculos tensos sob o pelo, e eu arqueei as costas, empurrando minha buceta contra seu focinho. "Isso, lambe a minha xota, seu cachorro safado", murmurei, bêbada o suficiente para falar alto. Ele parou por um segundo, e eu vi o que estava acontecendo: seu pau estava saindo da bainha, vermelho, inchado e pulsante, pingando pré-sêmen, grande como um pau humano médio, veias saltadas, a ponta bulbosa brilhando na noite.

O cachorro começou a se mover, tentando montar, suas ancas se posicionando. "Não, espera... ah, foda-se, vai", eu disse, minha voz quebrada de luxúria. Algo dentro de mim queria isso, aquela loucura bêbada, aquela adrenalina proibida. Deixei ele se posicionar, suas patas traseiras apoiadas no chão, e senti a ponta do seu pau roçar minha entrada molhada. Ele empurrou, e entrou em mim com um impulso animal, seu pau quente e grosso esticando minha buceta apertada. "Ahhhh, porra!", gritei, sentindo a dor misturada com prazer, seu membro canino preenchendo-me completamente, batendo fundo no meu útero.

Ele começou a foder, rápido e selvagem, suas ancas batendo contra as minhas com força, o som de carne contra carne ecoando na rua deserta. Eu gemia alto, sem me importar se alguém ouvia, minhas unhas cravando no pelo dele. "Sim, fode a minha buceta, cachorro! Vai mais fundo!", berrei, bêbada e perdida no êxtase. Ele era forte, me prendendo no chão, e eu sentia cada estocada, seu pau pulsando dentro de mim, quente e vivo, o nó na base começando a inchar, trancando-nos juntos. Minha saia estava embolada na cintura, minhas pernas enroladas em torno dele, incentivando-o. Eu estava gozando, ondas de prazer me inundando, meu corpo tremendo, suco escorrendo pelas minhas coxas, misturado com o pré-sêmen dele. Ele latia baixinho, acelerando, e eu sentia ele se aproximar do clímax, seu pau latejando como louco.

Foi então que ouvi passos. Alguém se aproximando, o som de botas no asfalto. Meus olhos se abriram, e vi um homem parado ali, na calçada, olhando para nós com olhos arregalados. Era um cara alto, de meia-idade, barba por fazer, com uma mochila nas costas, provavelmente voltando do trabalho noturno. Ele parou, congelado, seus olhos fixos na cena: eu, deitada no chão, pernas abertas, com um cachorro me fodendo como um pistão, meu corpo arqueado em prazer.

"Que porra é essa? Você tá deixando um cachorro te comer?", ele disse, mas não saiu correndo. Em vez disso, ele se aproximou, um sorriso perverso se formando no rosto, seu pau já endurecendo na calça. "Caralho, isso é a coisa mais louca que eu já vi. Você é uma puta de cachorro, hein?"

Eu não conseguia falar, perdida no prazer, mas o cachorro continuava, suas estocadas mais rápidas agora, o nó inchando, me esticando ao limite. O cara se ajoelhou ao lado, tirando a mochila e abrindo a calça. Seu pau saltou para fora, duro e grosso, veias pulsando, pré-sêmen brilhando na ponta. "Deixa eu ajudar, vadia", ele murmurou, e eu senti suas mãos nas minhas coxas, abrindo-as mais, expondo minha buceta esticada pelo pau do cachorro. Ele olhou para o animal, e então, para minha surpresa, estendeu a mão e pegou o pau do cachorro, ainda saindo e entrando em mim. "Olha só esse pau de cachorro, todo molhado da sua xota", disse, puxando-o para fora por um segundo. O cachorro latiu, mas o cara o acalmou, e então... ele colocou o pau na boca.

Foi chocante, mas excitante pra caralho. O cara começou a chupar o cachorro, sua boca envolvendo o membro vermelho e pulsante, lambendo e sugando com avidez, sua língua girando em torno da ponta bulbosa, provando o gosto da minha buceta misturado com o sêmen animal. Eu assistia, hipnotizada, minha mão descendo para tocar minha buceta vazia agora, esfregando meu clitóris inchado. "Continua, chupa ele, seu pervertido", gemi, e o cara olhou para mim, sorrindo com o pau na boca, olhos cheios de luxúria. Ele chupava com habilidade, engolindo fundo, saliva escorrendo pelo pau do cachorro, que tremia, suas ancas se movendo instintivamente.

Depois de um tempo, o cara tirou o pau da boca, babado e brilhante, e o guiou de volta para mim. "Agora, vamos juntos, puta", ele disse, posicionando o cachorro para montar novamente. O animal entrou em mim de novo, seu pau deslizando fácil na minha buceta lubrificada, e o cara se inclinou, sua boca agora lambendo minha buceta ao redor do pau do cachorro, sua língua tocando meu clitóris enquanto o membro canino me penetrava. Era surreal, três corpos entrelaçados na rua deserta, o cheiro de sexo animal e humano no ar. Sua língua era quente e molhada, lambendo minhas dobras, sugando meu clitóris, enquanto o cachorro me fodia sem piedade. "Ah, porra, sim, lambe a minha xota enquanto o cachorro me come!", gritei, minhas mãos no cabelo dele, puxando-o mais perto.

O cara se afastou um pouco, seu pau ainda duro, e se aproximou. "Você quer isso também, né? Abre a boca, vadia", ele ordenou, e eu virei a cabeça, tomando seu pau na boca. Chupei ele com fome, sentindo o gosto salgado e amargo do pré-sêmen, enquanto o cachorro continuava, o ritmo sincronizado de alguma forma louca. Ele gemeu, suas mãos na minha cabeça, fodendo minha boca suavemente, batendo na minha garganta. "Isso, chupa meu pau enquanto o cachorro te fode. Você é uma puta nojenta, transando com bicho."

Eu era, naquela noite. O álcool me libertava, e eu gozava sem parar, ondas após ondas, meu corpo tremendo, suco jorrando. O cachorro acelerou, e eu senti ele gozar dentro de mim, jatos quentes e grossos de sêmen canino enchendo minha buceta, transbordando pelas minhas coxas. Isso me fez gozar de novo, um orgasmo violento, meu corpo convulsionando, e o cara também, ejaculando na minha boca com um grunhido. Engoli tudo, sentindo o gosto espesso e salgado escorrer pela garganta, enquanto o cachorro se afastava, ofegante, seu pau ainda pingando.

Mas não acabou aí. O cara, ainda excitado, me virou de quatro, minha bunda para cima, o sêmen do cachorro escorrendo da minha buceta. "Agora é minha vez, puta de cachorro", ele disse, e entrou em mim por trás, seu pau deslizando fácil no lubrificante animal, batendo fundo. O cachorro nos observava, e o cara o chamou. "Vem cá, garoto, deixa a mamãe te chupar de novo", e o cachorro se aproximou, farejando. O cara pegou o pau dele, ainda semi-duro e babado, e o colocou na minha boca. "Chupa ele enquanto eu te fodo, vadia. Sente o gosto da sua própria xota no pau dele."

Eu obedeci, chupando o cachorro com avidez, minha língua lambendo o sêmen residual, sentindo o gosto amargo e animal, enquanto o cara me penetrava profundamente, suas bolas batendo na minha bunda. Era uma orgia animal, literal e figuradamente. Ele batia forte, suas mãos nas minhas ancas, apertando a carne, e eu gemia em torno do pau do cachorro, vibrando nele. O animal começou a endurecer de novo, e eu o incentivei, sugando mais forte, engolindo-o até a garganta. O cara ria. "Você é uma vadia insaciável, hein? Transando com cachorro e homem ao mesmo tempo. Goza pra mim, puta."

Eu gozei, meu corpo explodindo, buceta apertando o pau dele, e o cachorro também, ejaculando na minha boca de novo. Engoli, sentindo o líquido quente e viscoso, enquanto o cara continuava, fodendo-me até gozar dentro de mim, enchendo-me com seu sêmen humano, misturando com o do cachorro.

Mas ele não parou. Me beijou, provando o gosto do cachorro na minha boca, sua língua invadindo, e então me virou de costas novamente. "Mais uma vez", ele disse, e o cachorro, como se entendesse, montou em mim de novo. Seu pau entrou fácil, e o cara se posicionou atrás, lambendo minha bunda, sua língua penetrando meu cu enquanto o cachorro me fodia. Era demais, eu gritava, meu corpo em êxtase total, sensações triplas me levando ao limite.

Ele tirou o cachorro e entrou em mim, mas então sugeriu algo mais. "Vamos trocar, vadia. Chupa o cachorro enquanto eu te fodo por trás." Ele guiou o cachorro para minha boca, e eu chupava, sentindo ele endurecer, enquanto o cara me penetrava analmente agora, seu pau lubrificado pelo sêmen, esticando meu cu apertado. "Ah, porra, sim, fode meu cu enquanto eu chupo o pau do cachorro!", berrei, gozando de novo. Nós três chegamos ao clímax juntos, o cachorro na minha boca, o cara no meu cu, sêmen jorrando em mim de todos os lados.

Depois, deitados ali, o cachorro se deitou ao meu lado, lambendo meu rosto com sua língua áspera. O cara se apresentou como João, e riu. "Isso foi insano. Você mora perto? Vamos continuar lá dentro."

Eu assenti, ainda bêbada, e ele me ajudou a levantar. Caminhamos juntos, o cachorro nos seguindo, e chegamos à minha porta. "Entra", convidei, e ele entrou, com o cachorro. A noite continuou dentro de casa, com mais brincadeiras. João me fodeu na cama, enquanto o cachorro assistia, lambendo minha buceta vazia. Então, ele trouxe o animal para cima de mim novamente. Eu deixei, gozando mais vezes do que posso contar, meu corpo coberto de sêmen.

João chupou o cachorro de novo, enquanto eu o montava, cavalgando seu pau humano, e nós três nos entrelaçamos em posições impossíveis. Ele me penetrou analmente, enquanto o cachorro lambia minha frente, sua língua no meu clitóris, e eu sentia tudo multiplicado. Era proibido, sujo, mas o álcool e a excitação tornavam irresistível. "Fode-me mais, João, enquanto o cachorro me lambe!", eu gritava, e ele obedecia, seu pau batendo no meu cu, o cachorro lambendo minha buceta, João chupando meus peitos, mordendo meus mamilos duros.

Acordamos de manhã, o cachorro dormindo no chão, João ao meu lado. "Isso foi real?", perguntei, e ele riu. "Mais real do que você imagina. Quer repetir? Eu posso trazer mais amigos... ou cachorros."

Eu sorri, ainda sentindo o gosto na boca, o cheiro de sexo no ar. Aquela noite mudou tudo para mim. Cat, a mulher que transou com um cachorro e um estranho na rua, e gostou. E queria mais.

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