Tirei o leite do leiteiro!

Um conto erótico de Contos de Daniel
Categoria: Gay
Contém 1613 palavras
Data: 09/01/2026 22:15:39

Era quase 8 da manhã e eu me custava levantar da cama, havia chegado tarde da aula, mas precisava, afinal o senhorzinho do leite e queijo iria passar em casa.

Sou Toni, tenho 1.60 se altura cabelo curto e olhos castanhos, sou branquinho, magro e bem na minha, porém sabia do que gostava, pica era meu ponto fraco, e pra saborear uma eu não media esforços.

Aqui no interior temos essa cultura, toda semana a combi passa vendendo, leite, queijo, doces direto da fazenda e minha mãe já estava putassa porque na semana passada eu tinha dormido demais e perdi, antes de sair pra trabalhar ela me lembrou umas trocentas vezes.

Como disse e um senhor que vende, as vezes está com filho dele, um rapaz de uns 29 anos, meio chucro, moreno, alto e com corpão pela lida com fazenda, que confesso me dava um tesão quando ele vem junto e claro que em olhares o admirava.

Eu ainda me arrastava na cama quando ouço a buzina, saindo disparado com meu shortinho de dormir e uma regata que peguei no susto, mal lavei a cara e sai na frente de casa, chegando lá me deparo somente com o filho, e que filho, uma bermuda que dava destaque a seu volume e uma camiseta, na hora meu corpo reagiu, eu tinha um enorme tesão nele, cada vinda era uma piscada no meu cuzinho.

- Cadê seu Zé?

- Ele tá bastante gripado, me deixou aqui na lida hoje. E sua mãe?

- Que maravilha, hoje ela está fazendo diária. ( falei com um sorriso e admirando gostosamente)

- Hoje tem leite, queijo e doce.

- Quero leiteeeeeeeeeeee (com olhar safado pra ele) e queijo.

Naquele momento peguei 2 garrafas e um queijo, assistindo minha dificuldade em levar se prontificou em me ajudar, claro que aceitei a ajuda e entramos em casa.

- Pode deixar aqui na mesa?

- Pode sim.

Timidamente deixando as coisas na mesa enquanto é claro eu oferecia um café, que com certeza aceitou e ficou ali em momentos parado na minha frente, eu já havia fitado aquele macho gostoso em várias vindas dele, e eu não disfarçava ao manjar seu conteúdo, e tendo ele ali na minha frente parado não era diferente, cada gole do café era uma analise do gão aquele cara era gostoso.

- Posso usar seu banheiro? Preciso tirar a água do joelho. (falou isso com um sorriso tímido e safado)

O banheiro ficava no corredor, logo ao lado da cozinha. Apenas apontei pra ele a direção e o via caminhando. Claro que ali seria o primeiro passo, e eu não perderia a oportunidade. O segui até o corredor. Ele entrou e, pra minha surpresa, sequer fechou a porta. Ouvia o barulho da fivela do cinto e logo o mijão fazer um barulho estrondoso no vaso. Minha mente aguçada, meu cuzinho piscando deliciosamente e ele lá. Segundos que demoravam no meu imaginário fértil e, pra minha surpresa, ele se virava, saindo e ajeitando a geba mole. Deu uma olhada fixa, meio surpreso por eu estar ali, parado entre a porta e o corredor.

— Quer ajuda?

Na hora soltei. O “não” eu já tinha. Ele deu uma risada tentando ajeitar o cinto, mas, com meu pedido, parou na hora, deixando aquela geba grossa, meia bomba e suculenta solta, exposta em meio ao seu silêncio. Me aproximei, senti na minha mão aquele pau grosso. Me abaixando, já ouvia no seu silêncio e na sua não negação um sim. Sem desperdiçar tempo, abocanhei aquela pica meia bomba numa ação que não demorou nem um segundo. Enfiei ela toda na minha boca e comecei a chupar gostosamente, fazendo movimentos rápidos de vai e vem, numa velocidade inesperada pra ele, ouvindo apenas o leiteiro suspirar fundo. Era eu dando meu melhor boquete pra aquele momento.

Sua pica majestosa tomou forma na minha boca e eu sentia sua mão enorme segurar minha cabeça, forçando eu engolir cada centímetro até o talo. Sua pica não era grande, mas grossa ao extremo, veias saltadas que pulsavam na minha boca. Mas ele queria mais. Com a força das suas mãos, ele fincava até o fundo da minha garganta, me fazendo engasgar. Eu me dedicava ao máximo; afinal, sugar um pau como aquele era uma conquista. Aquele macho gostoso estava ali, metendo na minha garganta sem pena. A ânsia era natural, cada vontade que dava, mas ficar sem ar numa geba daquela era o mínimo que eu, como puta, deveria servir ao meu macho.

Sua mão forte conduzia minha cabeça, firme de tal forma que meu cuzinho já imaginava aquela mesma pegada socando no meu cu. Mas ali ele queria mesmo era fazer da minha boca seu fodedor, e fazia. Que sensação gostosa. Sua pica grossa ao extremo, sua força me fazendo sentir. Eu já estava de joelhos, com a bunda bem empinada pra sentir aquele macho.

— Quero ele dentro de mim...

Rebolei minha bunda, ao mesmo tempo que minha língua brincava e passeava na extensão da cabeça da sua pica. Ele me olhando, duro feito pedra, seu olhar macho.

— Onde é seu quarto?

Nem respondi. Saí puxando ele pela pica, sensação gostosa. Na mesma cena fui até a escrivaninha, peguei um bom gel, uma camisinha e dei o start no ar-condicionado, porta meia encostada.

— Tem perigo da sua mãe chegar, não?

Fiz sinal com o cu. Fiquei de quatro na cama, empinei a bunda e pedi pica.

— Relaxa, ela só vem à noite. Ele é todo seu.

Senti sua mão pesada. Um estralo: era ele dando um tapão na minha raba. Eu abaixei rumo ao meu travesseiro tentando segurar o gemido, mas não. Ele novamente deu um tapão, agora na outra anca. Sua mão pesada, meu cu piscando e o desejo de dar pro leiteiro. Eu gemia, gemia, e nessa sensação ele gostava. Tapas e mais tapas, enquanto com a outra mão pincelava meu cu diante da cuspida que dava. Nada de lubrificante; seu cuspe era o natural dele, rude, grosso. Ele brincava, pincelava espalhando e, na pontinha, sentia que ele tentava enfiar no meu cu, segurando na minha anca.

Depois de algumas pinceladas, comecei a sentir ele enfiando gostoso. Sua pica grossa abria passagem nas minhas pregas. Meu cuzinho contraía ao se preparar pra aguentar aquela pica. Sentia ele, aos poucos, atolando dentro de mim. Tentei sair com aquela dor que começava, mas sua segurada foi firme e não deixou. Ele ia abrindo passagem e eu gemia, aguentava, ao menos tentava. Meu cu árduo ao abrir passagem, sentia suas mãos segurarem firme e, num único instante, ouvi:

— Está no meio, já... já...

Numa única tacada, ele socou fundo no meu cuzinho, me fazendo ir pra frente. Aliás, tentar. Com sua força, eu retornei, tendo que chorar naquele pau me abrindo todo. Pedi calma, mas não. O macho da lavoura foi fodendo sem dó. Agora era a vez dele mostrar o que queria, e socava. Os estralos da sua geba batendo fundo eram audíveis. Eu gemia, gritava e aguentava firme, suando de tanto tomar no cu. Não ouvia nada além de seu corpo batendo com força, enquanto seu membro fazia do meu cu seu brinquedo. Deliciosamente eu gemia, me sentia usado pelo filho do leiteiro. Ele metia no meu cu como se fosse o único dele e, naquele momento, o mundo se perdia. Eu era feito de puta.

Ele me dava tapas, ensurdecedor ouvir sua mão batendo na minha bunda enquanto seu pau entrava e saía de dentro de mim. Loucamente ele me fodia, anunciando que iria gozar. Tirava seu pau, demonstrando o oco que ele iria deixar, a fim de conter seu gozo, pois não iria resistir.

— Que cu gostoso!

Em segundos me preenchia novamente. Sentia me rasgando e aumentando a velocidade. Estava eu de quatro, com um mastro entrando e saindo de dentro de mim, suando num misto de gemidos altos, difíceis de controlar, enquanto meu comedor demonstrava que sabia destruir um cuzinho.

Ele não iria aguentar segurar o gozo diante de um cuzinho quente e uma bundona como a minha. Isso o fazia delirar enquanto parecia não crer que estava dando gostoso. Ele gemia alto, dizendo que iria despejar seu leite todo dentro de mim, e assim fez. Num grito avassalador de comedor, ele soltou, me forçando com as duas mãos a receber bem no fundo sua pica dentro de mim. Fundo e deliciosamente eu sentia o leite do leiteiro. Que delícia, que viagem gostosa.

Na hora que tirou aquela rola gostosa de dentro de mim, achei que tinha acabado, mas não. Ele me puxava, mandando limpar a pica dele, o que fiz com muita maestria. Senti o gosto daquele leite na minha boquinha enquanto descia leite pelo meu cu. Isso mesmo: seu gozo começou a escorrer pelo meu cu e ele, sem medo, começou a me dedar enquanto eu o chupava. Naquela mesma sensação, aquele cara já estava de rola meia bomba, prestes a ir pro segundo tempo. Eu brincava nesse misto de sugar suas bolas e sua rola, enquanto dois, três dedinhos fincavam dentro do meu cu. Naquele momento gostoso, comecei a punhetá-lo, rápido e ousado, enquanto seus dedos brincavam com meu anelzinho. Gostosamente e fixamente, olhando pra ele, eu acelerava. Ouvia seu gemido. Parecia que a sensação gostosa de tirar mais leite iria acontecer rápido, bem rápido. Sua voz surgia, seu gemido e meu cu adormecido com três dedos atolados. Ele então soltava mais gozo e eu bebia. Isso mesmo: engolia seu pau na hora em que senti o pulsar da sua geba na minha mão. Bebi cada gota do leiteiro, que gemia e relaxava seu corpo gostosamente, naquela transa gostosa.

FIM

AITOR - DANIEL

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