Arrombei o Cuzinho do Atendente da Loja de Contrução

Um conto erótico de RaskChinaski
Categoria: Gay
Contém 771 palavras
Data: 10/01/2026 04:38:55

Eu precisava de um chuveiro pro banheiro do meu apê. Tinha acabado de me mudar e fui na loja de construção mais próxima de casa.

Chegando lá, fui direto pro corredor dos chuveiros — não gosto de ficar enrolando quando saio. Enquanto eu olhava as prateleiras, apareceu um vendedor bem simpático. Cabelo curto, óculos de grau estilo Harry Potter, magrinho, com aquele jeitinho meio afeminado.

Eu estava de regata, cabeça raspada. Olhei ele de cima a baixo e deixei bem claro, no olhar, que comeria aquele rabinho branquelo se ele topasse. Não deu outra: papo vai, papo vem, ele soltou uma indireta:

— Você veio de carro? Meu horário de almoço é daqui a pouco…

Na hora, sem nem perceber, passei a mão na rola por cima da calça. Meu pau já estava pulsando forte.

— Eu vim sim!

Ele deu um sorrisinho safado, olhou pros lados pra ver se ninguém tava prestando atenção e falou baixo:

— Me encontra no estacionamento dos fundos em cinco minutos. Eu saio primeiro.

Saí da loja fingindo que ia embora, entrei no carro e fui direto pro estacionamento dos fundos, aquele mais escondido, atrás dos contêineres de entrega. O carro tava impecável — eu tinha acabado de levar pra lavar naquela manhã, cheirava a lavanda e couro novo, os bancos de couro preto brilhando. Estacionei num canto mais escuro, desliguei o motor e esperei.

Dois minutos depois, ele apareceu. Entrou rápido no banco do passageiro, trancou a porta e já veio se jogando pra cima de mim. Nos beijamos com fome, língua na boca do outro, mão dele já apertando minha rola por cima da calça.

— Tira logo essa calça — ele pediu, voz rouca.

Ajeitei o banco do motorista bem pra trás, abri o zíper, tirei o pau pra fora. Ele arregalou os olhos quando viu o tamanho: grosso, veias saltadas, a cabeça rosada e inchada, parecendo mesmo um cogumelo grande e brilhante.

— Caralho… — murmurou, lambendo os lábios.

Ele se virou de costas, abaixou a calça e a cueca até os joelhos, empinando aquele rabinho branquelo e lisinho. Eu não perdi tempo: cuspi bastante na mão, passei no pau e depois cuspi direto no cuzinho dele. A saliva escorreu devagar pelo rego.

Me abaixei, abri as nádegas dele com as duas mãos e enfiei a língua inteira. Ele gemeu alto, tremendo. Chupei forte, lambendo todo o contorno do anel, entrando e saindo, deixando ele todo molhado e piscando.

Depois, com o dedo médio bem lubrificado de saliva, fui contornando devagar, fazendo círculos, pressionando a entrada sem entrar ainda, só provocando. Ele rebolava, pedindo mais.

— Me fode logo, porra… — implorou.

Levantei ele, coloquei as pernas dele abertas sobre meus ombros — posição frango assado total, ele praticamente sentado no meu colo, cuzinho exposto e apontado pra cima. Alinhei a cabeça grossa na entrada, cuspi mais uma vez pra ajudar e empurrei devagar. A cabeça entrou com dificuldade, ele soltou um gritinho misturado com gemido. Quando passou o anel, enfiei até o talo de uma vez. Ele arregalou os olhos, boca aberta, sem ar.

Comecei a socar forte, o carro balançando inteiro. O barulho da pele batendo na pele, os gemidos dele cada vez mais altos, minha respiração pesada. Ele segurava minhas costas, unhas cravadas, e com a outra mão se punhetava rápido, o pauzinho duro babando pré-gozo.

— Tá gostando, seu putinho? — rosnei no ouvido dele.

— Tô… tô gozando… caralho…

Ele apertou o cuzinho em volta do meu pau, o corpo todo tremendo. Gozou primeiro, jatos grossos e brancos voando pelo ar, caindo direto no banco do motorista, no volante, no painel. A visão dele gozando me levou junto: enfiei até o fundo, segurei firme as coxas dele e gozei forte, enchendo o cuzinho dele de porra quente. Senti cada jato saindo, pulsando dentro dele.

Quando terminei, tirei devagar. O cuzinho dele ficou aberto, vermelho, com um fio grosso de porra escorrendo e pingando no banco de couro preto. Olhamos juntos pro estrago: porra dele espalhada no painel, no meu volante, no banco todo melado. O carro que tava impecável agora parecia cenário de filme pornô.

Ele riu, ainda ofegante:

— Acho que você vai ter que lavar de novo…

Eu sorri, passando a mão no rosto dele:

— Valeu cada centavo.

Ele subiu a calça, deu um beijo rápido na minha boca e falou antes de sair:

— Se precisar de mais chuveiro… me procura.

E sumiu de volta pra dentro da loja, deixando eu ali, pau ainda meio duro, carro sujo de porra e um sorriso bobo na cara.

Quem gostou do texto, curta e comentem, me adiciona, vamos fazer amizade, afinal o próximo cuzinho que eu comer pode ser o seu.

Abraços

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