EU E CLÁUDIA E NOSSAS DESCOBERTAS

Um conto erótico de Ramon
Categoria: Heterossexual
Contém 1584 palavras
Data: 10/01/2026 10:18:01

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Mesmo sendo adultos e CLÁUDIA tecnicamente uma idosa, desde que começamos a nos relacionar aprendemos muitas coisas juntos e desbravamos muitos preconceitos dela, que insistia nisso. A questão da traição do marido dela nunca foi resolvida por ela, vale ressaltar; de resto, CLÁUDIA quis vivenciar muita coisa.

É bom dizer que eu curti cada um desses momentos e também liberei várias “pendências” minhas.

- BEBER PORRA: CLÁUDIA curtia fazer boquete, sabia chupar muito bem, porém ao primeiro sinal de porra na cabeça do pau já fazia com que ela tirasse da boca e “enxugasse” o cacete; ela não suportava, tinha até certa ânsia de vômito se eu pedisse para gozar na cara dela, imagine na boca. Ela própria foi enfrentando esse empecilho. Começou lambendo um pouco de porra, depois engolindo um pouco de porra que saía antes do gozo. Esse começo foi muito difícil, parecia alguém que odeia alho ter de comer um totalmente cru. Mas CLÁUDIA queria vencer isso e comecei a gozar na cara dela, até o cheiro ela estranhava. Depois foi lambendo um pouco que escorria nos lábios dela, foi levando gozada na boca sem engolir e hoje, ainda não normalmente, apenas em tesão muito elevada, ela consegue beber a minha porra. “A do meu marido, eu continuo com nojo”, ela sempre faz questão de dizer.

- SEXO ANAL: há dez ou mais anos ela não praticava mais sexo anal com um marido, a transa dos dois ficou burocrática, raramente com encantos. Quando comecei a fuçar no buraquinho dela e soube de tudo, foi como tirar um novo cabaço do cu. Muita paciência, muito carinho, muita chupada, gel e até hoje fico de pau duro quando meu pau entrou todo e ela, toda arrepiada, disse que “amava ser a minha puta”. Nessa primeira vez gozei após uma trepada bem tranquila, apenas para acostumar o local a receber minha pica. Duas ou três vezes depois, ela já recebia minha rola com facilidade e eu metia com força, mudando as posições e até usando apetrechos sexuais como cremes, bolinhas com líquido e vibradores. Ela também curtia me penetrar com o vibrador.

DEPILAÇÃO: já aconteceu de ela deixar os pentelhos crescerem somente para me sentir chupando aquela “mata”, a gente transar e depois eu depilar a região. Era um sonho erótico que ela tinha e eu entrei nele. CLÁUDIA tinha gozado há pouco e quando eu estava aparando e depilando os pentelhos dela (ela não ficava careca, mantinha pentelhos bem aparados) ela gozou! Deixei também crescer os pentelhos (não pude muito porque minha namorada até reclamou) e ela os aparou me dizendo que estava excitada.

GOLDEN SHOWER: CLÁUDIA mal sabia da prática, eu já curtia em certo grau, e ainda lembro quando entrei na hidromassagem vazia do motel somente para ela urinar em cima de mim. Foi muito estranho para ela, ela ria e não sabia dizer se tinha gostado ou não. O cheiro subiu. No momento seguinte, ela que tinha me molhado da barriga para baixo, se deitou e foi minha vez. Nem sempre é fácil porque o pau duro atrapalha, mas fui urinando no ventre dela, ela rindo e estranhando e, por que quis mesmo, mirei o pau e mijei na cara e na boca dela. CLÁUDIA tomou um susto, reclamou e eu continuei mijando nela, mandando que ela abrisse a boca; no susto, ela abriu e entrou uma parte na boca dela. “Quente e salgado, eca”, ela comentou, para depois me dizer que eu era “um safado mesmo, fazendo isso” com ela. Eu ri e dei um beijo nela, acho que a coisa mais louca que fizemos. Tomamos banho juntos e transamos molhados na cama. Fazemos golden shower muito eventualmente.

OUTROS FETICHES: não estamos experimentando tudo, combinamos quando surge a ideia e os dois curtem ou então quando pelo menos um curte e faz com que o outro se submeta. Nada de anormal. Por exemplo, BDSM a gente tem de evitar, a não ser que seja mais leve possível, porque eu e CLÁUDIA, principalmente ela, não podemos chegar com marcas ou vermelhidões. Uma vez o marido dela viajou a trabalho e passou a semana fora; eu e ela fomos para um motel e experimentamos vela (odiamos), chicote e tapas fortes (curtimos). Até improvisamos aquelas bolas que se coloca na boca e algemas (valeu a experiência mas não era muito a nossa praia). Lembro que, pela facilidade, o uso de chicote e tapas mais fortes sempre surge quando podemos deixar marcas.

SAÍDA EM TRISAL OU COM OUTRA MULHER. Talvez o maior fetiche de CLÁUDIA, que até hoje tem tesão na minha namorada. Aliás bom dizer que meu namoro segue firme, FERNANDA é uma mulher e tanto e a gente transa bem gostoso, daí eu imaginar que ela saia comigo e com uma mulher existe uma diferença enorme. CLÁUDIA tem tanto tesão nela que até fica vendo as fotos dela de biquini ou de short. Contratei uma garota do job para matar a vontade de CLÁUDIA sair com uma mulher, o que ela já tinha feito há muito tempo, ainda na época de descoberta na juventude, ela mal se lembra hoje em dia. Agora não, seria uma mulher adulta e que curtia o negócio. Foi num sábado em que teríamos mais tempo e MARTA, vou chamar a garota assim, nos encontrou no motel. CLÁUDIA estava ansiosa, já tinha visto as fotos de MARTA e tinha adorado. Quando MARTA chegou, foi melhor ainda: ela era mais bonita pessoalmente, usava um batom apenas, bem vestida, bem classuda e além de tudo uma gostosa. MARTA soube levar a situação, percebeu que o alvo principal era CLÁUDIA e começou alisando CLÁUDIA, dando beijos no pescoço e tirando a roupa do “alvo”. CLÁUDIA ficou nua e só então MARTA foi tirando a roupa. Somente quando as duas nuas é que começaram a se beijar e partir para a chupação. Meti meu pau na brincadeira e as duas chuparam, MARTA topava tudo apenas fez questão de ressaltar que “por favor, qualquer penetração somente com camisinha. Pode transar com sua esposa como quiser, me avise que vai me penetrar, mas sempre de camisinha”. E assim foi feito. As duas gozaram (pelo menos CLÁUDIA de verdade), se chuparam, comi as duas, transei com CLÁUDIA e MARTA ficou beijando CLÁUDIA, trepei com MARTA e CLÁUDIA adorando ver e dizendo que “na próxima vez eu quero sua namorada” (ela não esquecia...).

Saímos depois com uma colega de CLÁUDIA, diria que fizemos parecido, com diferenças fundamentais. Primeiro, PATRÍCIA, a amiga dela, não era do job ah ah ah. Era uma assistente social que tinha sido vizinha de CLÁUDIA há muito tempo e que se encontravam eventualmente em shoppings, sem maiores amizades ou intimidades. PATRÍCIA era casada também, na faixa dos quase 50 anos, gordinha e bastante extrovertida. Houve uma semana em que as duas se encontraram várias vezes e assim começaram a conversar sobre as próprias vidas e casamentos, resultando que CLÁUDIA, já encorajada, arriscou e disse que tinha saído com uma garota de programa. Os olhos de PATRÍCIA brilharam, mas ela não tinha coragem de fazer isso; não com uma profissional e daí CLÁUDIA e PATRÍCIA transaram. CLÁUDIA me disse que as duas transaram na casa de CLÁUDIA a primeira vez, e, na segunda, foi no consultório de CLÁUDIA. Na terceira vez, fomos para um motel. Sim, eu, CLÁUDIA e PATRÍCIA. Não posso nem comparar uma gata profissional como MARTA com uma mulher normal e gordinha como PATRÍCIA, porém posso garantir que foi uma saída maravilhosa também. PATRÍCIA estava bem solta com CLÁUDIA e travada comigo, porém só no começo. Quando ela chupou meu pau e eu caí de boca na xoxota totalmente depilada da gordinha... as travas sumiram e trepamos loucamente. Com o consentimento e conhecimento de CLÁUDIA, saí duas vezes sozinho com PATRÍCIA e é maravilhoso. Nada perto da intensidade e clima entre mim e CLÁUDIA, que tem sentimento. Eu sair sozinho com PATRÍCIA é um fetiche de CLÁUDIA também, como ela reconhece. PATRÍCIA diz que vira uma puta safada quando sai com CLÁUDIA e/ou comigo. Ela diz que o maridão dela come muito a bunda dela, porém o prazer de ela ser penetrada no cu por mim ou por um vibrador enfiado por CLÁUDIA é insuperável. A bunda dela é larga, não é aquela bunda para trás, cresce pros lados, mas o cu dela é lindo ah ah ah e gostoso.

SAIR COM OUTRO PÊNIS. Não concordei ainda de eu e CLÁUDIA sairmos com um homem, não me sinto à vontade e principalmente existe um pouco de ciúme mesmo também. Uma trans? É mais fácil, só que a nossa conversa e acerto ainda não evoluíram para tanto.

Enfim, meu namoro vem resistindo mesmo com meu relacionamento intenso com CLÁUDIA; de certa maneira, é CLÁUDIA que me impede de buscar outras mulheres quando, por exemplo, eu discuto ou brigo minha querida FERNANDA. Obviamente eu noto as diferenças das duas na cama, a idade, o corpo, não que uma seja melhor que a outra, são diferentes, são sabores maravilhosos e diferentes. O que posso dizer sobre CLÁUDIA é que, por não vivermos todos os momentos do casal, nunca brigamos, sempre nos encontramos quando há possibilidade e nesses momentos a gente aproveita.

Agora, tenho de reconhecer, ultimamente eu tenho feito sexo com muito mais sentimento com CLÁUDIA do que com minha namorada. Uma mulher jovem, um corpo bonito, bem tratada, quando ficamos juntos pegamos fogos; com CLÁUDIA eu tenho a impressão que o relacionamento ideal é com uma mulher daquela. Difícil, não?

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