Viciada em Crack Vira Puta da Cracolândia PT1

Um conto erótico de TATIANAPOLASTRO
Categoria: Grupal
Contém 2549 palavras
Data: 11/01/2026 00:10:26
Assuntos: CRAK, Grupal, Sexo, VICO

Larissa tinha 30 anos, uma loira natural com cabelos que caíam em ondas suaves até os ombros, olhos azuis claros que pareciam capturar a luz do sol mesmo em dias nublados, e uma pele clara, levemente salpicada de sardas no nariz e nas bochechas. Seu corpo era o de uma mulher que havia dado à luz duas vezes, mas ainda mantinha curvas generosas: seios fartos que preenchiam as blusas justas, uma cintura marcada por uma suavidade maternal, e quadris largos que balançavam com uma graça inconsciente ao andar. Ela era o tipo de dona de casa que chamava atenção sem tentar – sempre arrumada, com unhas pintadas de rosa claro e um sorriso pronto para os vizinhos. Morava numa casa modesta no subúrbio de São Paulo, com o marido, Eduardo, um homem de 35 anos, alto e magro, com cabelos castanhos curtos e um bigode fino que ele achava que o fazia parecer mais sério. Eduardo trabalhava como contador em um escritório no centro, chegava em casa pontualmente às sete da noite, beijava os filhos na testa e sentava para jantar. Os meninos, Pedro de 8 anos e Lucas de 5, eram sua alegria: Pedro com os mesmos olhos azuis da mãe, magrinho e curioso, sempre perguntando sobre o mundo; Lucas, rechonchudo e risonho, com cachinhos loiros que Larissa adorava pentear.

A vida deles era rotineira, confortável, como um cobertor quente em uma noite fria. Larissa cuidava da casa durante o dia, lavava roupas, preparava lanches, levava as crianças à escola e, às vezes, se permitia um chá da tarde com as amigas do bairro. Eram mulheres como ela: casadas, mães, presas entre o tédio da rotina e a ilusão de que tudo estava bem. Naquela quarta-feira ensolarada, o chá era na casa de Vanessa, uma morena de 32 anos, curvas acentuadas por cirurgias plásticas que ela exibia com orgulho, olhos castanhos afiados e uma risada alta que ecoava pela sala. Vanessa era a mais ousada do grupo, sempre contando histórias de festas antigas, antes do casamento, e fumando cigarros no quintal para "relaxar". Ao lado dela, estava Juliana, 29 anos, ruiva com freckles por todo o rosto, corpo esguio e atlético de quem corria todas as manhãs, mas com uma insegurança nos olhos que a fazia morder os lábios quando o assunto ficava pessoal. E Clara, a mais quieta, 31 anos, com cabelos pretos lisos até a cintura, pele morena e um corpo voluptuoso que ela escondia sob roupas largas, sempre com um ar de quem guardava segredos.

O chá começou inocente: bolinhos de chuva quentinhos, chá de camomila fumegante, fofocas sobre os maridos e as crianças. Mas Vanessa, com seu jeito de quem sempre empurrava os limites, puxou uma bolsinha de dentro da gaveta da cozinha. "Meninas, vocês já experimentaram isso? É só pra dar um up, sabe? Nada pesado." Ela mostrou um cachimbo pequeno, sujo de resíduo escuro, e uma pedrinha branca amarelada que cheirava a química e promessas vazias. Crack. Larissa riu nervosa, o coração acelerando um pouco com a curiosidade que ela sempre reprimira. "Vanessa, você tá louca? Isso é coisa de rua, de gente perdida." Mas os olhos dela fixaram na pedrinha, uma faísca de rebeldia acendendo no peito. Juliana balançou a cabeça, mas Clara, surpreendentemente, sorriu de lado. "Eu já provei uma vez, na faculdade. É como um fogo que queima tudo por dentro, mas rapidinho."

Vanessa acendeu o cachimbo, inalou devagar, os olhos fechando em êxtase enquanto o cheiro acre se espalhava pela sala. Passou para Clara, que puxou uma tragada curta, tossindo depois, o rosto corando. Juliana hesitou, mas pegou, murmurando "Só uma vez, né?". Larissa assistia, o corpo tenso, uma umidade sutil entre as pernas que ela atribuía ao calor do dia. Quando o cachimbo chegou nela, as mãos tremiam. "Vai, Lari. Ninguém vai saber. É só curiosidade", Vanessa incentivou, os olhos brilhando com malícia. Larissa inalou, o fumo quente descendo pela garganta como uma lâmina flamejante, explodindo no peito em uma onda de euforia que apagava tudo: o tédio, a rotina, as inseguranças de ser só uma mãe casada. O mundo girou em cores vivas, o corpo leve, um formigamento gostoso se espalhando pelos seios, pela barriga, entre as coxas. "Meu Deus... isso é... incrível", ela sussurrou, rindo alto, os mamilos endurecendo contra o sutiã fino.

O chá terminou em gargalhadas histéricas, promessas de segredo, mas Larissa saiu dali com o corpo vibrando, a mente fixada naquela sensação. Em casa, preparou o jantar mecânica, os pensamentos voltando para o cachimbo. Eduardo chegou, beijou sua bochecha, notando o cheiro estranho no ar. "Que fedor é esse, amor? Fumaça de quê?" Ele era um homem prático, com mãos calejadas de tanto digitar números, mas carinhoso, sempre tocando a cintura dela ao passar pela cozinha. Larissa sorriu, o coração culpado batendo forte. "Ah, as meninas fumaram cigarro no chá. Nada demais." Ele assentiu, mas os olhos dele demoraram um segundo a mais no rosto corado dela.

A noite foi agitada. Na cama, Eduardo a abraçou por trás, o pau dele endurecendo contra a bunda dela, como sempre. "Você tá diferente hoje, mais... quente", murmurou, a mão descendo pela barriga dela, enfiando por baixo da camisola fina. Larissa gemeu baixo, o corpo ainda sensível do crack, arqueando contra os dedos dele que roçavam a calcinha úmida. "Me fode, Edu... forte", pediu, surpreendendo a si mesma. Ele riu rouco, puxando a calcinha para o lado, enfiando devagar na buceta molhada, as paredes apertando o pau dele como nunca. Metia lento no começo, sentindo cada centímetro deslizar, o cheiro de sexo misturando com o suor. Larissa gozou rápido, gritando baixo, o corpo tremendo enquanto ele acelerava, batendo forte até gozar dentro, o sêmen quente enchendo ela. Mas mesmo depois, deitada ao lado dele roncando, a mente dela voltava para o crack. Precisava mais.

Os dias viraram uma névoa. Larissa começou a pedir mais a Vanessa, que fornecia pedrinhas escondidas em pacotinhos de bala. Fumava sozinha no banheiro, enquanto as crianças brincavam na sala, o coração acelerado com o risco. O vício veio rápido, como uma avalanche: as mãos tremiam sem a droga, o corpo suava frio, a mente obcecada. Eduardo notava as ausências curtas, os olhos vidrados dela à noite. "O que tá acontecendo, Lari? Você tá pálida, cheirando estranho." Ele a abraçava, preocupado, mas ela mentia com um beijo. "Estresse, amor. As crianças me cansam."

Uma noite, o estoque acabou. Vanessa não atendia o telefone. O pânico subiu como bile na garganta. Larissa vestiu um casaco sobre o vestido simples, deixou as crianças com Eduardo – "Vou na farmácia, amor, dor de cabeça" – e pegou o carro. Dirigiu para o centro, o coração martelando, até a Cracolândia: um labirinto de ruas fedorentas, cheias de sombras e gente quebrada. O ar era pesado de urina, lixo e fumaça química, o chão sujo de seringas e corpos encostados nas paredes. Ela estacionou longe, caminhando trêmula pelas vielas escuras, o vestido colando na pele suada.

Um mendigo a viu primeiro: um homem de uns 50 anos, chamado Zé, magro como um graveto, pele escura rachada pelo sol e pela droga, barba desgrenhada fedendo a álcool e sujeira, dentes podres amarelos, olhos vermelhos injetados. Vestia trapos imundos, uma calça rasgada que mal cobria o pau flácido. "Ei, loirinha. Tá perdida? Quer pedra?" Ele sorriu torto, aproximando-se, o cheiro dele acertando em cheio – urina velha, suor rançoso, crack queimado.

Larissa tremeu, mas o desejo era mais forte. "Sim... eu preciso. Quanto?"

Zé riu baixo, coçando a virilha. "Dinheiro não. Mas você é bonita... chupa aqui, e eu te dou uma."

Ela hesitou, o estômago revirando, mas o corpo latejava de necessidade. Olhou ao redor – a viela vazia, sombras dançando nas paredes grafitadas. "Aqui? Agora?"

Ele assentiu, abrindo a calça, o pau sujo saltando para fora – grosso, veias pulsando, cheirando a dias sem banho. Larissa se ajoelhou no chão imundo, pedras machucando os joelhos, as mãos tremendo ao envolver o pau fedido. "Rápido... por favor." Enfiou na boca, o gosto amargo de sujeira e sal enchendo a língua, chupando devagar, a cabeça inchada pulsando contra o céu da boca. Zé gemeu rouco, agarrando o cabelo loiro dela, empurrando mais fundo. "Isso, loira... chupa como puta. Tá gostando, né?"

Ela chorava baixinho, lágrimas escorrendo pelo rosto, mas chupava com força, a língua rodando na base, sentindo ele crescer e latejar. Zé gozou rápido, jatos quentes e grossos enchendo a boca dela, escorrendo pelo queixo enquanto ela engolia o que podia, o gosto azedo grudando na garganta. Ele riu, jogando uma pedrinha no colo dela. "Boa menina. Volta amanhã."

Larissa correu para o carro, fumando a pedra ali mesmo, a euforia apagando a vergonha por um momento. Chegou em casa tarde, o rosto corado, o cheiro de sexo e crack no ar. Eduardo a esperava na sala, os braços cruzados. "Onde você tava, Lari? Cheira estranho... e sua boca tá inchada."

Ela mentiu, beijando ele rápido. "Farmácia lotada, amor. E o vento secou meus lábios." Mas deitada na cama, o corpo ainda formigando, ela sabia que voltaria. O poço era fundo, e ela mal havia mergulhado. Os dias seguintes foram um borrão de mentiras e tremores. Larissa acordava com o corpo pesado, a boca seca, um vazio no peito que só a pedra preenchia. O espelho do banheiro mostrava uma mulher que ela mal reconhecia: olheiras roxas sob os olhos azuis antes tão vivos, a pele perdendo o brilho, os lábios rachados de tanto morder para não gemer alto durante as crises. Mas o corpo ainda respondia ao desejo – os seios pareciam mais sensíveis, os mamilos endurecendo ao menor roçar da blusa, uma umidade constante entre as coxas que ela atribuía ao calor do verão paulistano.

Eduardo notava tudo, mas ainda não confrontava. Ele era o tipo de homem que guardava as preocupações para si, mastigando em silêncio enquanto via a esposa se afastar. À noite, quando os meninos dormiam, ele tentava se aproximar, as mãos grandes e calejadas deslizando pela cintura dela na cozinha escura. "Você tá distante, Lari. Me fala o que tá acontecendo", sussurrava, o pau endurecendo contra a bunda dela por cima do short fino. Larissa se virava, beijava ele com pressa, os lábios ainda com resquícios do gosto azedo que só ela sentia. "Nada, amor. Só cansada. Vamos pra cama." E lá, no escuro, ela se entregava mais do que nunca, cavalgando ele com uma urgência desesperada, os quadris batendo forte, gemendo alto enquanto imaginava outro cheiro, outro toque. Eduardo gozava rápido, ofegante, achando que era paixão renovada. "Você tá pegando fogo, hein?", ria, abraçando ela depois. Mas Larissa só virava de lado, o corpo saciado por fora, faminto por dentro.

O vício acelerava. As pedrinhas de Vanessa acabaram rápido, e a amiga começou a cobrar caro, olhos desconfiados. "Você tá indo fundo, Lari. Cuidado." Larissa mentia, dizia que era só pra relaxar, mas o pânico crescia a cada noite sem fumaça. Foi numa quinta-feira chuvosa, depois de deixar as crianças na escola, que ela voltou à Cracolândia sozinha. O carro estacionado em rua lateral, o coração martelando enquanto caminhava pelas vielas fedorentas. O cheiro batia primeiro: urina velha misturada com lixo podre, fumaça química que grudava na garganta, corpos suados encostados nas paredes grafitadas. Ela tremia de frio e necessidade, o vestido leve colando na pele úmida da chuva fina.

Zé a viu de longe. O mendigo estava agachado perto de uma fogueira improvisada de papelão, o corpo magro enrolado em trapos imundos, a barba desgrenhada pingando água. Quando ela se aproximou, ele ergueu os olhos vermelhos, um sorriso podre se abrindo. "Voltou, loirinha? Sabia que ia voltar. Tá com saudade do meu pau, né?"

Larissa baixou os olhos, as bochechas queimando de vergonha. "Eu... preciso de mais. Por favor, Zé. Eu pago depois."

Ele riu rouco, levantando devagar, o pau já meia-bomba marcando a calça rasgada. "Dinheiro não resolve mais. Aqui é troca. E você sabe o que eu quero." Ele a puxou para uma viela mais escura, encostando-a na parede fria e úmida, o cheiro de mofo e merda invadindo as narinas dela. "Ajoelha, puta. Mostra que merece."

As pernas dela fraquejaram. Ajoelhou no chão sujo, poças de água suja molhando os joelhos, as mãos tremendo ao abrir a calça dele. O pau saltou, grosso e sujo, veias pulsando, cheirando forte a urina, suor e dias sem banho. Larissa fechou os olhos, lágrimas escorrendo enquanto envolvia a base com os dedos, a pele áspera e quente contra a palma. Enfiou na boca devagar, o gosto amargo explodindo na língua, o pré-gozo salgado misturado com sujeira. Chupou com força, a cabeça inchada batendo no céu da boca, a garganta se contraindo enquanto engolia mais fundo.

Zé gemeu, agarrando o cabelo loiro molhado, empurrando os quadris. "Isso... chupa gostoso, loira. Tá aprendendo rápido." Ele metia na boca dela como se fosse uma buceta, as bolas peludas batendo no queixo, o cheiro sufocante envolvendo ela. Larissa chorava, mas o corpo traía – os mamilos duros roçando no vestido, a buceta molhando a calcinha fina, um calor subindo que apagava a vergonha por segundos.

Ele gozou rápido, jatos grossos enchendo a boca, escorrendo pelos cantos dos lábios, pingando no queixo e no colo. Larissa engoliu o que pôde, tossindo, o gosto grudando na garganta. Zé riu, jogando duas pedrinhas no chão ao lado dela. "Boa menina. Mas amanhã você vem com mais vontade. Eu tenho um amigo que paga melhor. Traficante bom, dá pedra farta. Só que ele gosta de ver a loirinha trabalhando em grupo."

Larissa pegou as pedras com mãos trêmulas, fugindo dali como se o diabo a perseguisse. Fumou no carro, a fumaça enchendo o espaço, o corpo relaxando em ondas de prazer que apagavam tudo. Chegou em casa com o rosto corado, o vestido manchado, o cheiro de sexo e crack grudado na pele. Eduardo estava na sala, assistindo TV com os meninos dormindo no sofá ao lado. Ele se levantou, o olhar preocupado. "De novo atrasada, Lari? E esse cheiro... você tá fumando o quê?"

Ela mentiu com um sorriso forçado, beijando a bochecha dele. "Nada, amor. Passei perto de uma obra, fumaça de asfalto. Tô cansada, vou tomar banho." No banheiro, debaixo da água quente, esfregou o corpo com força, tentando tirar o gosto da boca, as marcas invisíveis na alma. Mas entre as pernas, os dedos deslizaram sozinhos, circulando o clitóris inchado, imaginando a viela, o pau sujo, o cheiro. Gozou em silêncio, encostada na parede fria, lágrimas misturadas com a água, sabendo que amanhã voltaria. O fundo do poço chamava, e ela já estava caindo.

Naquela noite, deitada ao lado de Eduardo, ele a abraçou por trás, o pau duro pressionando a bunda dela. "Me deixa te foder, amor. Você tá tão molhada...", murmurou, a mão descendo para acariciar a buceta ainda sensível. Larissa gemeu, abrindo as pernas, deixando ele entrar devagar, o pau familiar deslizando na umidade. Mas enquanto ele metia, os olhos dela estavam abertos no escuro, vendo sombras de mendigos, de paus sujos, de fumaça. Gozou forte, apertando ele dentro dela, mas o prazer era outro – era o vício se instalando, devorando tudo que restava dela. Eduardo adormeceu satisfeito, sem saber que a mulher ao lado dele já pertencia a outro mundo. E Larissa, com o coração acelerado, soube que a próxima visita à Cracolândia seria pior. E melhor.

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Comentários

Foto de perfil de Dom Harper

Tatinha...

Muito bom, devidamente estrelado⭐⭐⭐

Confere os meus e comente.

Faça contato domharper077@gmail.com

Beijão no grelo😈😉

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