Bisexual, Corna e Incestuosa IV

Um conto erótico de gabrielacontos
Categoria: Heterossexual
Contém 1527 palavras
Data: 11/01/2026 01:38:26

Patrícia caminhou em direção à cabana. Eu permaneci entre as árvores, mas fui me deslocando devagar, escolhendo um ponto melhor para observar sem ser vista. O coração batia forte demais para uma simples caminhada. Pouco depois, vi Rafael surgir pela trilha oposta, indo direto ao encontro dela.

Eles trocaram algumas palavras que não consegui ouvir. Patrícia falava algo, inclinando levemente o corpo para a frente, e ele sorria, com um ar claramente encantado. O jeito como ele a olhava não deixava dúvidas: havia desejo ali.

Caminharam juntos para trás da cabana, entrando numa trilha mais estreita, cercada pela mata. Mantive distância, pisando com cuidado, sentindo a adrenalina percorrer o corpo inteiro.

Quando os vi novamente, estavam parados, encostados em uma árvore grossa, o tronco servindo de apoio para Patrícia. Eles se olharam por alguns segundos, próximos demais para ser apenas conversa. Então Rafael levou as mãos até os braços dela, puxando-a devagar para si, e a beijou.

Meu coração disparou.

O beijo começou contido, quase cuidadoso, mas logo ganhou intensidade. Patrícia respondeu sem hesitar, o corpo se moldando ao dele, como se já soubesse exatamente onde queria estar. As mãos de Rafael desceram pela cintura dela, firmes, puxando-a ainda mais para perto.

Eu sentia o corpo inteiro reagir enquanto observava. A respiração curta, o calor subindo, as pernas quase falhando enquanto me mantinha agachada atrás das árvores.

Patrícia inclinou a cabeça, aprofundando o beijo. Os dedos dela se fecharam na camiseta de Rafael, puxando-o contra si. Ele respondeu colando o corpo ao dela, o contato deixando claro que aquele beijo já não era apenas curiosidade.

As mãos dele exploravam por cima da roupa, subindo e descendo lentamente, como se quisesse memorizar cada curva. Patrícia suspirava contra a boca dele, os olhos fechados, completamente entregue ao momento.

Ela afastou o rosto por um instante, apenas para encará-lo de perto, com aquele sorriso que eu conhecia tão bem. Um sorriso provocador, carregado de intenção. Rafael pareceu perder o fôlego por um segundo antes de voltar a beijá-la, agora com mais urgência.

Ela arqueou levemente o corpo para trás, apoiada na árvore, oferecendo-se sem dizer uma palavra. Ele aproveitou o gesto, aproximando-se ainda mais, as mãos percorrendo suas costas, descendo, subindo, sempre lentas, conscientes.

Eu mordia o lábio com força, sentindo o corpo quente, pulsante. Não era só excitação. Era algo mais profundo. Uma mistura de orgulho, desejo e uma estranha satisfação em vê-la assim, sendo tocada, desejada, entregue.

Eles se afastaram do beijo apenas para trocar olhares carregados, respirações pesadas. Patrícia levou a boca até o pescoço dele, beijando devagar, provocando, enquanto as mãos dele permaneciam firmes em seu corpo, mantendo-a ali.

Eu estava ali, escondida, assistindo a tudo.

Sentindo cada gesto como se fosse em mim.

Desejando cada segundo daquela cena.

Consciente de que tinha sido eu quem quis aquilo.

E, naquele instante, não havia arrependimento.

Apenas a certeza de que ver era, para mim, uma forma intensa de participar.

Rafael deslizava cuidadosamente a mão pelo corpo dela, levantando a saia, tocando a carne de suas nádegas, fazendo o corpo dela colar ainda mais no dele, naquela distancia eu conseguia ouvir perfeitamente os gemidos manhosos dela, enquanto ela a devorava com aquele beijo, ele começa a beijar o pescoço dela, descendo em direção ao decote, suas mãos grandes, viajavam por baixo do tecido da blusa dela, logo em seguida, eu via o rosto de Patricia, sua feição de tezão, mordendo os lábios, gemendo com o toque daquele homem em seus seios.

Ela mesma tratou de tirar a blusa que estava usando e logo em seguida desabotoar o sutiã, ali naquele horário, era arriscado aquele movimento, mas o tezão falava muito mais alto. Vendo os seios fartos dela em sua frente, Rafael não pensou duas vezes, caio de boca neles e começo a chupa-los, ela gemia toda manhosa, apertando a cabeça dele contra os seios dela, logo em seguida, ele abria o ziper da calça, fazendo ela cair até o meio de suas pernas, Patricia então olhava para aquela rola de Rafael.

Grande, grossa e reta, um pau preto, do jeito que ela gostava e sem falar uma palavra, ela se agachava, segurando a rola dele e começava a punheta-lo, levando a boca nas bolas dele e começando a mama-las, deslizando a lingua por toda a rola dele que urrava de tezão, logo em seguida, ela começa a mama-lo , de forma intensa.

Rafael reagia gemendo, falando obscenidades, chamando minha namorada de puta boqueteira, ela apenas ria, enquanto ainda o mamava, de forma intensa e até performática, provavelmente por eu estar na plateia, Patricia se dedicava naquele boquete de forma intensa.

Ele então pede para ela se levantar, ela obedece, se virando de costas para ele, eu olhava aquele pau enorme, parecendo um salame embalado pela camisinha, e então ele começa a penetra-la.

Patricia se empinava toda, ele começava a meter cada centímetro daquele pau na buceta dela e ela gemia, tentando se conter, mas gemia como uma cadela sendo bem fodida.

Eu já estava subindo as paredes, estava com minha mão entro da minha calça, ajoelhada ali no chão tocando minha buceta, enquanto olhava minha mulher sendo fodia pelo pau preto daquele homem que a comia de forma visceral.

Ela encostada na arvore, com os seios de bora, e a saia levantada, expondo aquela bunda para ele, que dava tapas nela, a chamando de vadia, enquanto a fodia sem dó.

Quando depois de um tempo, ele avisa que gozaria, ela se empina toda, e ele então começa a meter mais forte, gozando logo em seguida.

Eu olhava maravilhada e excitada, toda aquela cena, vendo aquele caralho enorme saindo da bucetinha dela, com a camisinha toda cheia de porra.

Patricia apenas sorria, se recompondo, ambos começam a se vestir e trocam beijos de despedida, ele sai primeiro, e Patricia fica ali, falando que logo iria.

Logo que ele sai, ela pega o celular, perguntando onde eu estava, então eu saio de trás das arvores que eu me escondi.

Ela sorria para mim, nos aproximamos uma da outra e começamos a nos beijar, eu podia sentir o gosto daquela pica na boca dela, logo depois eu a empurrava em direção a uma arvore, fazendo ela se encostar nela e me ajoelhava, puxando a saia dela pra cima, e a calcinha para o lado e caio de boca naquela buceta. Sinto o gosto de latex, misturado com essencia de sabor, da camisinha que ele havia usado, a buceta dela estava toda molhada, e eu a chupava sem parar. Patricia gemia toda manhosa e em pouco tempo começa a gozar, com as pernas bambas, se apoiando em mim para não cair.

Nos beijamos novamente, ela me olhava e dizia que me amava, nos abraçamos e logo depois saimos , voltando para o campus. Como se nada tivesse acontecido.

Caminhamos mais um pouco em silêncio. O som dos nossos passos se misturava ao barulho distante do campus, agora mais vazio. Patrícia parecia tranquila, quase leve. Eu, por dentro, não conseguia acompanhar o mesmo ritmo.

— Você está pensativa — ela comentou, com cuidado. — Não é arrependimento, né?

Balancei a cabeça rapidamente.

— Não… não é isso.

E não era. Pelo menos não daquele jeito.

Eu estava feliz por ela. Orgulhosa. Excitada, até. Mas havia algo ali, um peso pequeno, persistente, que não desaparecia. Um pensamento que voltava sempre que o silêncio se alongava um pouco demais.

Leandro.

Não o corpo dele. Não o que tinha acontecido.

Mas o fato de que Patrícia não sabia.

— Eu gostei de te ver assim — falei, escolhendo bem as palavras. — Confiante. Segura.

Ela sorriu.

— Eu me senti assim porque sabia que você estava ali. Que não era algo separado de nós.

Assenti, mas senti o aperto aumentar.

Ela estava sendo honesta comigo. Inteira. Aberta.

E eu… não.

Enquanto ela falava sobre como tinha se sentido desejada, eu concordava, tocava sua mão, beijava seu rosto. Por fora, tudo era verdade. Por dentro, eu segurava algo que não queria soltar ainda.

— Amor — ela disse, parando de andar e me encarando. — Se em algum momento isso começar a te fazer mal, você promete que me fala?

Olhei para ela. Para o rosto aberto, para o cuidado na voz.

— Prometo — respondi.

E era verdade. Só não agora.

Ela pareceu satisfeita com a resposta e voltou a andar, entrelaçando nossos dedos. Eu a acompanhei, sentindo aquele desconforto leve, quase silencioso, se acomodar no fundo do peito.

Não era culpa suficiente para estragar o momento.

Mas também não era algo que eu pudesse ignorar.

Eu pensava em como era fácil ser transparente com ela.

E em como, paradoxalmente, o segredo com Leandro tornava tudo mais intenso.

Talvez fosse isso que me deixava inquieta.

Não o medo de perder Patrícia.

Mas o medo de perceber que eu estava aprendendo a sustentar duas verdades ao mesmo tempo.

O amor que eu dividia com ela.

E o desejo que eu escondia.

E, enquanto caminhávamos juntas, de mãos dadas, eu entendi que aquele pequeno incômodo não era um erro no caminho.

Era o começo de algo que eu ainda não sabia até onde iria.

Continua ...

(NA: Estão gostando do conto? comentem aqui a opnião de vocês para eu dar seguimento com a historia)

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