Agora Corno II

Um conto erótico de Branquinho de Calcinha
Categoria: Heterossexual
Contém 2448 palavras
Data: 11/01/2026 14:03:28

Continua....

Nunca havia construído minha relação para me tornar um corno. Não havia me colocado nessa situação; aquilo era novo para mim. Apesar das experiências que já havia vivenciado, sendo subjugado por outros homens, o papel de marido ainda era algo que me ancorava na realidade, na normalidade.

Ver minha esposa sendo possuída daquela forma, por aquele homem, causou-me profunda ira, nervosismo, irritação e perplexidade. Minha esposa estava entregue a ele. Ele a havia imprensado contra a parede, e agora ela consentia aquela posição. Seus braços estavam abertos, colados à parede; todo o corpo se escorava nela, apoiado apenas na ponta dos pés. A cabeça arqueada revelava tesão e desejo.

Ele não cessava os beijos. Percorria toda a face da minha esposa, descia para o pescoço e, em frações de segundo, colocou seus seios para fora. Chupava, mordiscava. A outra mão já dedilhava sua xoxotinha havia algum tempo; talvez já tivesse enfiado os dedos nela. Ela delirava de tesão.

Sobressaltado por sentimentos de virilidade ferida, senti meu pau duro como fazia tempo que não ficava. Estava rígido como pedra. Um tesão forte, incontrolável, passou a me dominar. Tirei o pau para fora e comecei a me punhetar. Espiava pelo canto da cortina enquanto batia uma punheta. O gozo vinha rápido; tentei segurar para aproveitar mais.

Nessa ansiedade pelo controle do gozo, já com o nível alcoólico elevado, fraquejei a mão que segurava o copo de cerveja. O copo escapou e se estatelou no chão, fazendo barulho.

O som do vidro quebrando nos tirou do torpor. Tirei a mão da cortina, coloquei o pau para dentro da calça com dificuldade e dei alguns passos para trás. Quando a cortina se abriu, Manoel perguntou o que havia acontecido. Relatei que havia levantado para procurá-los, diante da demora, e que o copo havia escorregado da minha mão, mas que eu estava bem.

Minha esposa estava atrás dele, assustada, ajeitando a saia, a blusinha, o rosto e o cabelo. Tentava se recompor, mas não conseguia arrumar nada. O cheiro de sexo ainda estava no ar; ambos estavam suados.

Pedi desculpas, disse que iria limpar e pedi vassoura e pano. Em poucos minutos, limpei tudo. Eles estavam sentados no sofá. Conversavam pouco. Ela estava mais séria, ainda vermelha. Ele a encarava, demonstrando muito tesão. Bebiam.

Voltei para a cadeira e continuei bebendo. A bebida me dominava; eu já havia bebido muito além do que costumava. Meus olhos fechavam, e eu fazia força para sustentar o corpo.

Percebendo meu estado, ela sugeriu que voltássemos para o hotel. Ele disse que era melhor eu me deitar e descansar um pouco. Levantei querendo ir embora, cambaleei, e ele me segurou. Disse que me levaria para o quarto, e assim fez.

Fiquei deitado na cama. Ela sentou-se na ponta da cama ao meu lado, e ele permaneceu em pé. Disse para eu relaxar e chamou-a para ir à sala. Ela negou; disse que ficaria ali comigo. Ele ficou contrariado — queria continuar o que estavam fazendo. Mesmo assim, foi até a cozinha buscar mais cerveja, e eles continuaram bebendo. A animação retornava; ele sabia tornar o ambiente mais leve.

Meus olhos se fecharam pedindo descanso, mas eu ainda estava acordado. Ouvi movimentos e os abri. Ele segurava a nuca dela, forçando um beijo. Pedi, em tom de gracejo, que se comportassem. Ele riu e disse que não arrancaria nenhum pedaço, que devolveria ela inteira. Ela riu também e deu-lhe um tapinha. O clima ficou ameno. Ele percebeu que não havia barreiras reais para continuar.

Meu pau voltou a endurecer.

Ele sentou-se ao lado dela na cama e a beijou com força, sem deixá-la fugir. Ela disse, choramingando, para eu segurá-lo, que ele estava atacando uma mulher indefesa, e pegou na minha mão. Ele disse que era ela quem estava provocando. Concordou, deu-lhe um tapinha e mandou que se comportasse.

A partir desse momento, todas as barreiras foram dilaceradas. Não havia mais o que esconder. Todos estávamos conscientes das aberturas dadas implicitamente. Assumimos os papéis que há muito vinham sendo desenhados: eu, o corno, passivo; ele, o dominador; ela, a esposa entregue aos seus desejos mais profundos.

Ele a puxou e passou a beijá-la com furor, segurando-lhe a cabeça. Ainda havia nela um resquício de pudor. Percebendo isso, fechei os olhos. Passei a ouvir seus gemidos — primeiro abafados, depois cada vez mais soltos. Ouvi tapas, movimentos, roupas sendo retiradas. Meu pau estava duro; eu apenas imaginava.

Forcei os olhos fechados, mas depois de alguns minutos os abri. Eles estavam ao lado da cama; ele havia colocado um colchão de solteiro. Ele estava completamente nu; ela, apenas de calcinha. Ela gemia, acariciava os seios. Ele chupava sua xaninha, segurando a calcinha de lado. Num átimo, rasgou-a. Ela se assustou. Com a peça retirada, sua xaninha ficou completamente exposta.

Passei tanto tempo negligenciando aquela xaninha, e agora ela recebia o tratamento que merecia. Estava lisinha; os lábios, protuberantes, agora vermelhos e molhados. Ele caiu de boca, sugava, abria e enfiava a língua. Ela segurava a cabeça dele, gemia, contorcia-se.

Meu pau doía de tão duro. Tirei-o para fora e comecei a me punhetar. O gozo veio rápido, incontrolável. Segurei o corpo para não denunciar o quanto aquilo me excitava. Ele parou, percebeu, riu. Disse para ela observar que o corninho já havia gozado e que a xaninha dela merecia mais.

A humilhação havia sido coroada. Minha porra escorria pelos meus dedos. Ele voltou a chupá-la; agora subia, a língua percorrendo a barriga dela, enquanto seus dedos permaneciam na xaninha. Continuou subindo até encontrar os seios, durinhos e pequenos, que abocanhou com voracidade. Ela gemeu alto. Era visível o quanto estava excitada; o outro seio também apresentava o bico bem durinho. Passados alguns segundos, ele revezava.

Ele se colocou de joelhos e ofereceu o pau para ela chupar. Era um pau grosso, saliente, com veias protuberantes, em riste, bem duro. A cabeçona apontava diretamente para a minha esposa. Rapidamente ela se posicionou, segurou aquela ferramenta e começou uma linda e gostosa chupada: engolia tudo, voltava, punhetava, chupava a cabeça, rodeava a língua em torno, punhetava novamente, chupava o saco. Estava devorando aquele pau com voracidade.

Ele segurava a cabeça dela, puxava seu cabelo. Gemia. Dizia que aquela putinha sabia chupar um pau como ninguém. Puxou o pau para fora, segurando-a pelo cabelo, e batia na face da minha esposa. Enfiou tudo novamente em sua boca, segurou, sufocou-a. Ela deu um tapinha na coxa dele, pedindo para aliviar. Ele tirava e voltava a penetrar, agora fodendo a boca dela; a baba escorria.

Passado algum tempo, disse para ela parar. Ela obedeceu, abriu as pernas, e ele veio por cima. O pau continuava firme como rocha. De forma rápida, ele a penetrou, enfiando tudo. Gemeu. Eu ouvi o primeiro estalo dos corpos se tocando. Ele ajeitou as mãos, segurou as coxas dela e começou a comê-la com força, com intensidade, bombando sem pausa. Ela gemia. Ele segurava seus ombros e puxava enquanto o pau era cravado na xaninha da minha esposa. Ela gemia como nunca, delirava.

Meu pau dava sinais de vida. Aquela cena era extremamente excitante. Ele permaneceu por um bom tempo bombando forte dentro da minha esposa; seu suor escorria e pingava na barriga dela, que mantinha as pernas bem abertas.

A face da minha esposa, nesse ápice, deixava de obedecer à compostura cotidiana e passava a revelar, sem mediações, o colapso momentâneo do autocontrole. Os músculos antes disciplinados cediam a microcontrações involuntárias: as pálpebras pesavam e se fechavam, ou permaneciam semicerradas, como se o olhar já não conseguisse sustentar o mundo externo. A respiração irregular dilatava levemente as narinas, e os lábios se entreabriam, não por intenção estética, mas por necessidade fisiológica, denunciando a urgência do instante.

O rubor ascendia pelas maçãs do rosto, fruto da súbita aceleração circulatória, enquanto a testa se suavizava, abandonando qualquer vestígio de cálculo ou defesa. Havia um traço de abandono absoluto na expressão: a mandíbula relaxava, o queixo perdia firmeza, e o rosto inteiro parecia suspenso entre tensão e rendição. Não se tratava de beleza convencional, mas de verdade crua — uma expressão que comunicava excesso, transbordamento, o instante em que a vontade consciente era suplantada pela resposta do corpo.

Era uma face que não seduzia deliberadamente; ela confessava. Revelava, sem filtros, o momento em que o prazer deixava de ser expectativa e se convertia em acontecimento inevitável.

No instante de maior excitação, a face de Manoel também se afastava do registro socialmente controlado e revelava sinais inequívocos de ruptura da contenção. A musculatura do rosto se contraía de forma assimétrica e involuntária: ora o maxilar se projetava, ora se retesava; os lábios se comprimiam ou se entreabriam, não por escolha estética, mas como resposta automática à intensidade do estímulo. A respiração tornava-se visível no rosto, marcada pela expansão das narinas e pelo ritmo irregular que denunciava a proximidade do limite.

Os olhos perdiam o foco no ambiente imediato; fechavam-se com força ou permaneciam semicerrados, como se a atenção fosse inteiramente sugada para dentro, desconectada de qualquer vigilância externa. A testa se tensionava, sulcada por vincos breves, enquanto as têmporas pulsavam discretamente, efeito direto da aceleração fisiológica. Não havia pose nem cálculo: havia esforço, concentração e abandono simultâneos.

Era uma expressão menos voltada à exibição e mais à contenção prestes a falhar. O rosto comunicava intensidade bruta, um conflito breve entre domínio e rendição, até que a estrutura racional cedia. Nesse momento, a face não buscava agradar nem convencer; registrava, de maneira quase clínica, o instante em que o controle consciente era superado pela resposta inevitável do corpo, e o gozo vinha, seguido de um urro e de uma bombada cravada fundo dentro da minha esposa. A penetração diminuía de intensidade; ele continuava ritmicamente fodendo-a, mas agora olhava satisfeito para o que havia provocado, tanto nele quanto nela. Ambos respiravam com sofreguidão. O gozo havia drenado grande parte das energias de ambos.

Ainda grudados, eles se beijaram — um beijo mais leve, mais acolhedor. Jubilavam-se pelo momento compartilhado; entregavam-se àquilo. Havia ali uma conexão. Passados alguns minutos, ele se levantou, puxou-a e foram para o banheiro. Permaneci ali, inerte diante de tudo. Queria levantar para continuar acompanhando; meu pau pedia isso. Mas meu corpo e minha mente ainda estavam encharcados de álcool. Permaneci ali e adormeci.

Acordei com a cama se movimentando. Olhei para o lado e minha esposa me encarava com um olhar enternecido, dengoso. Estava sendo comida novamente, agora de ladinho. Disse “bom dia” e comentou que Manoel era insaciável, que não se cansava. Ele ouviu, percebeu que eu havia acordado, e passou a bombar com mais força, com mais intensidade, segurando as coxas dela e metendo com violência. Ainda nessa posição, segurou o pescoço dela, sufocando-a. Continuava comendo com furor. Cerrava os dentes; eu via suas mãos apertando cada vez mais o pescoço dela. Ela nada fazia. Mantinha o olhar perdido num gozo avassalador. Gozaram.

Ela disse que aquilo estava sendo profundamente prazeroso. Olhou novamente nos meus olhos e me agradeceu por permitir tudo aquilo. Ele deu um tapa na bunda dela e caiu no colchão. Eu a abracei, beijei-a e dormi novamente.

Acordei com o sol já a pino. Estava com dor de cabeça; a ressaca era pesada. Levantei-me ainda cambaleando, ainda vestido, com o pau murcho para fora. Me ajeitei e segui para a cozinha. Ao abrir a cortina, deparei-me com os dois pelados. Ela estava em pé, apoiando as mãos na pia; uma perna apoiada num banco, o bumbum empinado, recebendo a vara de Manoel. Ela reclamava de muita dor, pedia para tirar; ele a acalmava, chupava seu pescoço, segurava seus braços na altura dos cotovelos e puxava para trás. Fazia movimentos lentos e cadenciados, enfiando toda a vara na minha esposa, cravando fundo e retirando lentamente. Acelerava. Ela reclamava de dor. Ele diminuía. Estava devorando o cuzinho dela.

Ao perceberem minha presença, não pararam. Ele olhou para trás e disse que minha esposa estava fazendo cu doce, que ainda iria comer muito o cuzinho dela e que seria ela quem pediria. Ela nada dizia, subjugada. Ele tirou o pau completamente, deu um tapa e mandou que ela fosse para o sofá. Ela obedeceu, e ele foi atrás, com o pau duro. Eu segui ambos.

Ela, após receber as coordenadas, apoiou os joelhos no sofá, sem dizer nada. Ele me olhou por um instante e mandou que eu me aproximasse. Ordenou que eu segurasse seu pau e ajudasse a enfiar no cuzinho da minha esposa. Aproximei-me. O cuzinho rosado estava aberto, vermelho, molhado. Ela recebeu um tapa na bunda, ordenando que relaxasse.

Peguei aquela vara, que pulsava nas minhas mãos, e direcionei para o anelzinho da minha esposa. Entrou toda a cabeça. Ajudei afastando as nádegas, e ele cravou tudo. Ouvi reclamações, dor; ela choramingava. Ele bombava forte, com intensidade, e eu ali, próximo, vendo o pau entrando e saindo, dilacerando o cuzinho da minha esposa. Não demorou para gozar. Tirou o pau de dentro; o estrago estava feito. Fui até o rosto da minha esposa e a beijei. Passei as mãos por sua face, acariciei-a. Ela me olhava com ternura, exausta. Reclamou que Manoel não lhe dera descanso, que nunca havia transado tanto assim.

Na fisionomia de Manoel não havia agitação nem arrebatamento vulgar. Ao contrário, havia uma calma densa, quase administrativa, típica de quem exerce controle sem precisar reafirmá-lo. O rosto permanecia composto, os músculos relaxados, como se a situação estivesse sob sua governança desde o início.

O olhar era o elemento central: fixo, direto, sem pressa, carregado de uma satisfação silenciosa — não eufórica, mas segura — própria de quem confirmara, na prática, uma assimetria de poder que já considerava estabelecida. Não havia provocação nem desafio explícito; bastava sustentar o contato visual.

Os lábios levemente cerrados sugeriam contenção deliberada, quase cálculo. Nenhum sorriso aberto, nenhuma exibição espalhafatosa de triunfo. Era um contentamento controlado, internalizado. A postura corporal reforçava isso: cabeça erguida, ombros soltos, presença estável. Tudo em Manoel comunicava posse da situação — não por excesso, mas por economia de gestos. A dominação não precisava ser encenada; estava inscrita na serenidade do seu semblante e na tranquilidade de quem sabia que, naquele instante, a balança lhe era favorável. Ele foi para o banheiro.

Ficamos ali, entregues àquela situação de dominação. Olhamo-nos; havia condescendência nos papéis que exercíamos. Um sorriso escapou de ambos.

Nos arrumamos, e ele nos levou de volta ao hotel. Foi à frente, já dono da situação, suas mãos apertando as coxas da minha esposa. Chegamos. Houve um beijo profundo e demorado entre eles, enquanto eu observava. Ele me cumprimentou, chamou-me de corninho, disse para eu cuidar dela, que voltaria mais tarde. Apenas sorri, condescendente. Subimos para o quarto do hotel. Tomamos um longo banho e desabamos na cama.

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Comentários

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Muito bem escrito, parabéns. A forma como consegue descrever expressões faciais e as sensações que representam é admirável.

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Tua gata é simplesmente maravilhosa demais. Leiam as minhas aventuras.

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