Fudendo na varanda da pousada

Um conto erótico de Lucas e Ana
Categoria: Heterossexual
Contém 2441 palavras
Data: 02/01/2026 13:11:10

Léo e Bia se sentaram na areia ao nosso lado, os corpos ainda pulsando com o resquício do orgasmo coletivo. O ar estava pesado de sexo; dava pra sentir o cheiro doce e salgado do gozo misturado ao protetor solar. De perto, Bia era devastadora: os olhos castanhos faiscando malícia, os lábios inchados do boquete recente, os peitos arfando a cada respiração. Entre as coxas semi-abertas, a buceta ainda latejava visivelmente, vermelha, inchada, e o gozo grosso escorria devagar, pingando em fios brancos na toalha. Cada gota que caía fazia meu pau latejar de novo, como se meu corpo lembrasse exatamente o que era ver aquela mulher sendo preenchida até transbordar.

Conversamos como se fosse normal. “Somos de Brasília”, disse Léo, voz rouca de tanto gemer. “Chegamos hoje cedo e estamos esperando o check-in.” Bia completava as frases dele com sorrisos preguiçosos, a mão distrainamente limpando uma gota de porra da parte interna da coxa – gesto que quase me fez gemer alto. Ana, ao meu lado, apertava minha mão com força, as unhas cravando de leve – sinal de que ela também estava a mil.

O convite pro almoço veio natural. Subimos a trilha juntos, corpos suados roçando de vez em quando, o tesão ainda latejando baixinho.

No restaurante da Rua das Pedras, com o vinho descendo, a conversa ficou mais íntima. “A gente não é exatamente aberto”, explicou Bia, o pé descalço roçando de leve na canela da Ana por baixo da mesa. “Mas podemos curtir outras pessoas… desde que estejamos os dois presentes. Sentir o outro ali, vendo, sentindo junto… isso torna tudo insuportavelmente bom.” A voz dela era baixa, quase um sussurro, e eu senti o pau endurecer debaixo da mesa só de imaginar.

Trocamos números e nos despedimos com olhares que prometiam mais.

Na pousada, a coincidência: quarto ao lado. Mal entramos, a porta bateu atrás de nós e o tesão explodiu como uma represa estourando.

Ana me empurrou contra a parede, os olhos vidrados. “Eu não consigo parar de pensar naquela buceta dela sendo arrombada pelos dois paus… o jeito que ela esguichou…” A voz dela tremia de desejo puro. Eu a beijei com violência, arrancando a roupa dela enquanto íamos pro banheiro. A água quente caiu como fogo na pele.

Caí de joelhos no chão molhado, as mãos abrindo as coxas dela com força. A buceta da Ana estava encharcada, os lábios inchados, o clitóris duro e pulsando visivelmente. “Conta tudo de novo”, rosnei contra ela, a boca já roçando. “Conta enquanto eu te devoro.”

Ela agarrou meu cabelo, puxando com força. “Eu via aquele pau preto grosso esticando ela toda… entrando até o fundo, as veias marcando na carne… e o pau do Léo no cu ao mesmo tempo… porra, amor, eu sentia minha buceta contraindo só de olhar, imaginando como era ser tão cheia, tão usada… os gemidos dela ecoando na praia inteira…” Cada palavra saía entrecortada, o quadril dela empurrando contra minha boca.

Eu chupei com fome animal: língua plana lambendo de baixo pra cima, sugando o clitóris inchado como se quisesse arrancar o gozo dela à força. Enfiei três dedos de uma vez, sentindo as paredes quentes e molhadas se contraindo em volta deles, bombando rápido enquanto a língua girava sem parar. Ana gritava agora, as pernas tremendo violentamente, o corpo arqueando tanto que quase escorregou. Quando gozou, foi como uma onda: a buceta apertou meus dedos em espasmos ritmados, jorrando mel quente na minha boca, na minha cara, escorrendo pelo queixo. Eu bebi tudo, lambendo até a última contração, até ela ficar mole e ofegante contra a parede.

Terminamos o banho, nos deitamos nus na cama, corpos colados, suados, satisfeitos. O sono vinha pesado… até o barulho começar.

Tum. Tum. Tum. A cama do quarto ao lado batendo na parede em ritmo constante, crescente. Depois o som inconfundível de carne contra carne, molhada, forte. E os gemidos – roucos, abafados, mas inegavelmente da Bia.

Saí devagar pra varanda. A noite quente, o mar sussurrando ao fundo, a lua refletindo na água. A porta ao lado se abriu. Bia saiu completamente pelada, a pele brilhando de suor novo, empinando aquela bunda monumental contra a grade da varanda. Ela me viu imediatamente, os olhos travando nos meus, e sorriu – um sorriso lento, safado, convidativo. Léo veio logo atrás, pau rígido, latejando, a cabeça já brilhando de pré-gozo. Ele posicionou atrás dela, esfregou a cabeça na entrada escorrendo e meteu até o talo numa única estocada lenta e profunda.

Bia soltou um gemido longo, gutural, as mãos agarrando a grade com força enquanto Léo começava a bombar. Mas agora era diferente: mais silencioso, mais controlado, mais… direcionado. Cada movimento parecia calculado pra mim. Léo metia fundo, puxando quase tudo pra fora antes de enterrar de novo, o pau brilhando com o mel dela, as bolas batendo de leve no clitóris. Bia rebolava devagar, circular, olhando direto nos meus olhos por cima do ombro, mordendo o lábio pra conter os gemidos – mas deixando escapar suspiros roucos que pareciam feitos só pra mim.

“De quem é essa buceta gostosa da porra?”, Léo rosnou no ouvido dela, uma mão descendo pra apertar o clitóris enquanto metia forte, o som molhado ecoando como tapas úmidos na carne.

“É tua… só tua, caralho… me fode mais fundo!”, Bia respondeu rouca, rebolando contra ele, a buceta apertando visivelmente o pau dele a cada saída e entrada. “Mas pra meter nessa buceta tem que pedir autorização… mostra pro vizinho como você pede, vai!”

Léo riu baixo, provocador, e diminuiu o ritmo só pra torturar. “Por favor, amor… deixa eu enterrar tudo nessa bucetinha apertada… olha como ela pisca pra mim… pra nós dois.” Ele puxou pra fora, esfregando a cabeça nos lábios inchados, deixando ela latejar vazia por segundos, antes de meter de novo com força, fazendo os peitos dela quicarem violentamente.

Eu me sentei, o short já insuportável. Tirei o pau pra fora – duro como pedra, latejando, a cabeça roxa de tanto sangue. Comecei a punhetar devagar, sincronizando com o ritmo deles. Sentia cada veia pulsar na mão, cada gota de pré-gozo escorrendo pelos dedos. Era como se eu estivesse dentro dela também – um voyeur absoluto, parte da transa sem tocar. O tesão era tão intenso que doía: o peito apertado, a respiração curta, o saco pesado e cheio.

Bia sussurrou, alto o suficiente pra eu ouvir por cima do barulho do mar: “Bate pra gente… quero ver você gozar me olhando ser fodida.”

Léo acelerou um pouco, as mãos apertando a carne da bunda dela, abrindo pra eu ver melhor o pau deslizando pra dentro e pra fora, a buceta se contraindo a cada entrada. “Olha essa puta rebolando… ela ama ser vista, ama saber que tem pau duro por causa dela… vai, amor, mostra pro vizinho como você goza no meu pau.” Bia começou a rebolar mais forte, o cu piscando a cada estocada, os peitos balançando pesados. “Me fode como se eu fosse uma vadia… enche essa buceta de porra pra ele ver escorrer!”

De repente, Léo a puxou da grade e sentou numa cadeira velha de madeira que tinha na varanda, o pau apontando pro céu como uma lança. Bia montou nele de frente pra mim, de costas pro mar – as pernas abertas, a buceta engolindo o pau inteiro enquanto ela descia devagar, rebolando no colo dele. Dava pra ver tudo: os lábios esticados ao máximo, o clitóris inchado roçando na base dele a cada movimento, o mel escorrendo pelas bolas de Léo. Ela cavalgava forte agora, quicando com força, a bunda batendo nas coxas dele com tapas altos, os peitos balançando loucamente pra cima e pra baixo.

“Essa buceta é minha, caralho… mas olha como ela molha pra ser vista… vai, rebola mais, mostra pro vizinho como você é safada!”, Léo provocava, as mãos subindo pros peitos, beliscando os bicos duros até ela gemer alto, o corpo arqueando pra trás.

“Sim… me usa… me fode na frente dele… quero que ele veja como eu gozo apertando teu pau!”, Bia respondia, acelerando o ritmo, a buceta fazendo sons obscenos a cada descida, o suor escorrendo entre os peitos dela.

Eu punhetava mais rápido agora, a mão escorregando no pré-gozo, o prazer subindo em ondas que faziam minhas pernas tremerem.

Foram vinte minutos que pareceram uma eternidade deliciosa. Cada estocada mais funda, mais possessiva. Bia começou a tremer primeiro – as coxas, a bunda, o corpo inteiro. “Tô gozando… porra, enche eu agora!”, gritou baixinho, o quadril girando insano. Léo segurou a cintura com força, ergueu o quadril pra meter pra cima e gozou com um grunhido baixo – dava pra ver o pau pulsando dentro dela, jato após jato enchendo aquela buceta já tão usada. O estímulo fez Bia explodir: o gozo veio violento, as pernas fraquejando completamente, um esguicho quente escorrendo pelas coxas enquanto ela convulsionava, a boca aberta num grito silencioso que Léo abafou com a mão. Ele a segurou firme pra não cair, o pau ainda pulsando dentro dela.

Eu gozei junto, forte, o gozo jorrando em arcos longos na varanda, o corpo tremendo em espasmos que pareciam não acabar. O prazer era tão intenso que por um segundo o mundo sumiu – só existia aquela cena, aquele cheiro de sexo, aquele som molhado.

Ainda ofegantes, suados, pingando, Bia virou o rosto pra mim, o cabelo grudado na testa, e sussurrou rouca: “Gostou do show particular, vizinho?”

Nesse exato momento, a porta da nossa varanda abriu devagar.

Ana apareceu, completamente nua, o corpo iluminado pela luz suave do quarto atrás dela. Os olhos primeiro confusos pelo sono, depois arregalados, absorvendo a cena inteira em frações de segundo: eu sentado na cadeira, short embolado no chão, pau mole e brilhando de porra fresca espalhada na barriga e na mão; Léo e Bia ainda colados na cadeira ao lado, ela empalada no pau dele, a porra escorrendo abundante pelas coxas, pingando no chão da varanda, os corpos tremendo dos últimos espasmos.

Por um instante longo, ninguém falou. O único som era o mar ao fundo e a respiração pesada dos quatro.

Os olhos da Ana passaram devagar por Bia – a bunda perfeita ainda sentada no colo de Léo, a buceta inchada e escorrendo – e depois caíram em mim. Vi o fogo acender neles imediatamente: um tesão violento, visceral. Os bicos dos peitos dela endureceram na hora, as coxas se apertaram de leve, como se o corpo dela reagisse antes da mente. Ela mordeu o lábio inferior, o olhar preso na porra que ainda escorria da Bia, depois no meu pau mole, nas marcas brancas na minha pele.

Mas logo em seguida, algo mudou. O brilho nos olhos dela vacilou. As sobrancelhas se franziram quase imperceptivelmente. Ela cruzou os braços de leve sobre os peitos, não de vergonha, mas como se estivesse se protegendo de algo. O tesão ainda estava lá – dava pra ver nas bochechas coradas, na respiração mais curta –, mas agora misturado com outra coisa: um ciúme cru, inesperado, que apertava o peito dela. Era a primeira vez que ela via, de verdade, o quanto eu tinha gozado vendo outra mulher. Não era só o ato; era a quantidade, a intensidade, o quanto meu corpo tinha se entregado àquela visão sem ela ali, acordada, parte disso.

Eu senti na hora. A culpa pós-gozo me atingiu como um soco no estômago. O tesão que segundos antes era absoluto agora parecia sujo, egoísta. Eu tinha me perdido completamente naquela cena, punhetado até o último jato vendo Bia ser fodida, gemendo, rebolando, sem acordar Ana, sem dividir aquilo com ela desde o início. Era a primeira vez que o desejo tinha saído das quatro paredes do nosso quarto, do nosso mundo só nosso. E agora, vendo a expressão dela – desejo misturado com dor –, a dúvida bateu forte: será que a gente estava preparado pra isso? Será que o fogo que a gente tanto amava não ia acabar queimando algo que não queríamos perder?

Ana deu um passo à frente, a voz baixa, quase tremendo: “Você… gozou muito, hein.”

Não era acusação direta, mas estava lá. O ciúme. A insegurança. A pergunta não dita: será que você queria mais ela do que a mim agora?

Eu me levantei devagar, o pau ainda mole balançando, a porra esfriando na pele. “Amor… eu…” Comecei, mas a voz falhou. Me aproximei dela, querendo tocar, mas parei no meio do caminho, sentindo o peso da culpa. “Você tava dormindo… eu não quis te acordar… mas eu devia ter chamado você.”

Bia e Léo, ainda colados, perceberam o clima mudar. Bia se levantou devagar, o pau de Léo saindo dela com um som molhado, mais porra escorrendo. Ela sorriu sem graça, pegando uma toalha que estava jogada na cadeira. “A gente… talvez tenha exagerado. Desculpa se invadiu o momento de vocês.” A voz dela era suave, sem provocação agora.

Léo assentiu, cobrindo-se minimamente. “Foi mal, gente. A gente se empolga fácil… não queríamos criar clima ruim.”

Ana respirou fundo, tentando sorrir, mas o sorriso não chegou nos olhos. “Tá tudo bem… só… me pegou de surpresa.” Ela olhou pra mim de novo, e dessa vez o olhar era mais suave, mas ainda carregado. “A gente precisa conversar sobre isso, né?”

Eu assenti, o coração apertado. “Precisa. Só nós dois.”

Bia e Léo trocaram um olhar rápido e se despediram com um “boa noite” baixo, entrando no quarto deles e fechando a porta da varanda.

Ficamos só nós dois no escuro, o mar ao fundo, o cheiro de sexo ainda no ar.

Ana se aproximou, encostou a testa no meu peito. “Eu senti tesão pra caralho vendo você assim… mas também senti ciúme. Um ciúme que eu nem sabia que tinha.” A voz dela saiu baixa, vulnerável. “E você?”

“Eu me senti um idiota”, admiti, abraçando ela forte. “O tesão foi absurdo… mas agora só sinto culpa por não ter te chamado logo. Por ter curtido aquilo sem você acordada do meu lado.”

Ela ergueu o rosto, os olhos brilhando um pouco úmidos. “Então a gente tá sentindo a mesma coisa. Medo de estragar o que a gente tem.”

Ficamos ali abraçados por um tempo, nus, o corpo ainda quente do desejo, mas o coração apertado pela primeira rachadura que aquele jogo tinha aberto.

Talvez a gente precisasse de uma pausa. Ou talvez precisasse conversar de verdade, colocar limites claros, antes de voltar pro fogo.

Porque o desejo ainda estava lá, queimando baixinho. Mas agora a gente sabia: fogo demais pode iluminar… ou queimar tudoFeliz ano novo para quem chegou até aqui. Estou muito animado em escrever essa história, espero que estejam gostando. Conte aqui nos comentários o que acham que vai acontecer a partir de agora.

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