Parte 9 – A Noite que Esquentou Demais (Parte 1)

Um conto erótico de Pervy
Categoria: Grupal
Contém 1648 palavras
Data: 11/01/2026 18:00:44

Era uma sexta-feira qualquer, uns dois anos depois daquela loucura com Marcelo. Eu e Ninah já tínhamos 19 anos e morando juntos na casa dela – a mãe dela tinha se mudado de vez pra outra cidade, e a gente aproveitava a liberdade.

O relacionamento tava sólido: confiança plena, sexo todo dia, e o fetiche anal virando nossa rotina confortável. Plugs eram parte do dia a dia – a gente colocava de manhã pra "esquentar" devagar enquanto assistia filme ou cozinhava.

Naquela noite não era diferente: deitados no sofá da sala bebericando uma garrafa de vinho, filme rolando na TV (alguma comédia boba), eu com meu plug médio, Ninah com o dela maior (ela pegou gosto pela coisa depois que perdeu o medo), rebolando de leve no meu colo enquanto a gente se beijava preguiçoso, sem pressa de ir pro quarto.

De repente, batida na porta – forte, animada. Ninah riu no meu ouvido com o rosto quente:

- Caralho! Quem é essa hora? Tava começando a animar!

Levantei pra abrir, e lá tava Vanessa, de salto e minissaia preta com um top branco, duas garrafas de vinho na mão, olhos brilhando de álcool e frustração, cabelo bagunçado como se tivesse vindo correndo.

- Boa noite, casal pervertido! – ela entrou sem esperar convite, beijando a bochecha da Ninah e me dando um abraço rápido.

- Minha noite foi uma droga hoje, sai com um cara, mas ele era chato pra caralho, dei uns beijos, mas não rolou nada. Vim beber com vocês e esquecer essa merda.

Ninah riu, pegando um copo para Vanessa.

- Entra, amiga. Senta ali no sofá. O que rolou com o cara? Conta tudo.

Vanessa se jogou no sofá entre nós, abrindo a outra garrafa com os dentes e bebendo direto um gole grande.

- Ah, nada demais. Encontrei ele no app e fomos no bar, ele era alto, bonito, mas conversa chata pra caralho. Falou o tempo todo de ex, reclamando que ela tinha ido embora e tal. Tentei ignorar e bebemos um pouco, demos uns amassos no carro dele, mas ele voltou a resmungar da vida, parecia rádio quebrado! Me deixou no vácuo e depois foi embora! Tô puta da cara… e com tesão frustrado! Vocês salvam minha noite?

Eu ri, servindo mais copos pra gente:

- Relaxa, Vanessa. Bebe e desabafa. A gente tava… só relaxando aqui, assistindo filme. – Olhei divertido para Ninah, ela rindo solta já.

Vanessa olhou pra gente, notando como a gente se mexia – Ninah rebolando levemente no sofá, eu ajustando a posição, pernas inquietas. Ela sorriu safada, já com o rosto vermelho do vinho:

- Relaxando, né? Vocês dois tão sentando estranho… se mexendo o tempo todo. Plugs de novo? Eu sei o esquema de vocês, seus pervertidos. Contem aí, o que aprontaram ultimamente?

Ninah corou um pouco, mas riu bêbada, tomando um gole grande:

- Cala boca, sua safada. Mas… tá, a gente usa sim. É gostoso ficar o dia inteiro esquentando. Tô testando um novo hoje, um pouco maior... ainda não consigo ficar quieta com ele, mas é uma delícia.

Eu adicionei, rindo:

-Eu ainda uso o mesmo de sempre… já to acostumado, mas quando sento ele arde gostoso. Mas conta do teu date – o cara te deixou na mão mesmo?

Vanessa bebeu mais, garrafa pela metade já:

- Sim, me beijou bem, me apertou um pouco, mas na hora H desistiu. Tô com raiva e coçando aqui. E vocês são os únicos que entendem isso de tesão reprimido… me contem alguma história divertida.

A conversa rolou solta – rimos do date ruim dela, zoamos histórias antigas da viagem da pousada, o vinho descendo rápido, rosto quente, risada alta. Ninah, já alta, rebolou mais forte no sofá:

- Ahhn… esse plug tá me matando hoje. Vanessa, você nunca experimentou? É viciante.

Vanessa, olhos brilhando de tesão bêbado, se mexeu inquieta:

-Talvez um pequeno…, mas deixa eu ver o teu, Ninah. Mostra aí o tamanho do estrago, quero ver se é verdade isso tudo que você fala.

Ninah, impulsiva no álcool, riu:

- Tá doida, é? Não dá pra sair mostrando isso, mesmo que já tenha me visto pelada antes. Arthur, fala pra ela!

Dei de ombros, rosto vermelho de bebida e tesão subindo com aquela conversa.

- Se ela já viu, qual o problema? Também tô curioso pra ver o resultado desse plug novo.

Ninah me olhou sorrindo nervosa e ergueu uma sobrancelha, perguntando se era sério, acenei discretamente. E foi aí que a noite desandou de vez.

Ninah, olhos brilhando de tesão bêbado e desafio, tomou mais um gole grande de vinho, rindo nervosa:

-Tá seus safados..., mas só porque tô alta pra caralho e vocês me desafiaram.

Ela se levantou devagar, pernas tremendo um pouco do álcool e do plug latejando, virou de costas pra gente e tirou a calça de moletom, se inclinando no sofá – sem calcinha, bundinha branca e sardenta empinada, o plug transparente brilhando na base larga mostrando tudo por dentro, cuzinho rosado e inchado tremendo de leve. O creme ainda melava um pouco as nádegas, cheiro de excitação misturado com vinho no ar. Vanessa arregalou os olhos, rindo alto:

- Caralho, Ninah… olha o tamanho disso! Maior que o antigo mesmo. Deixa eu ver de perto…

Eu, pau latejando na calça apesar da bebida, me aproximei por trás para ver melhor – pele quente e macia, cuzinho piscando, mas ainda resistindo um pouco, pregas frouxas tremendo no ar fresco.

- Tá linda, amor… mostra pra ela como ficou.

Ninah respirou fundo e contraiu a bunda, gemendo baixinho. Forçou o plug para fora, mas não conseguiu, ele era muito grande. Ela me olhou suplicante e abriu as nádegas com as mãos. Puxei o plug pela base lentamente, vendo ele esticar saliente e vermelho ao redor, saindo com um som molhado e caindo no sofá, cuzinho piscando gostoso. Ninah gemeu rebolando devagar:

- Ahhn… tava latejando o dia todo… olha como ele abre fácil agora.

Vanessa se aproximou, ajoelhando no chão, olhos vidrados:

- Tá aberto mesmo… deixa eu sentir com dedo, amiga? Só pra ve como é.

Ninah hesitou um segundo, corando forte, mas o álcool e o tesão falaram mais alto:

- Tá… mas devagar que ainda tá sensível… ahhn… pode enfiar.

Vanessa lubrificou os dedos com creme da mesa de centro (a gente sempre deixava um potinho por perto), e enfiou devagar dois dedos de uma vez, sentindo o calor, o cuzinho de Ninah sugando, ela gemendo alto e rebolando:

- Mais… três… me abre mais…

- Aqui não dá sua doida – riu Vanessa tirando os dedos lambuzados do cuzinho de Ninah – Meus joelhos estão doendo já de ficar no chão, que tal continuar isso lá dentro? – e inclinou a cabeça em direção ao quarto.

Ninah me olha carente de tesão.

- Me leva amor? Minhas pernas tão moles... – e inclinou os braços na minha direção.

Peguei Ninah pelas coxas e a ergui no colo, ela abraçou meu pescoço me beijando e entrelaçou as pernas ao meu redor, sua buceta encharcada melando minha camiseta e deixando seu cheiro no ar. Carreguei Ninah para nosso quarto, meus dedos roçando seu cuzinho latejante. Vanessa nos seguiu mordendo os lábios.

Deitei na beirada da cama com Ninah por cima de mim e abri suas nádegas para Vanessa.

- Ela tá carente Van, pode ajudar?

Eu segurava firme as nádegas, sentindo as vibrações, pau latejando forte dentro da calça. Comecei a beijar seus lábios enquanto Vanessa enfiava mais dedos, alargando devagar – pregas cedendo com sucção molhada, ardor queimando visível no tremor dela. Ninah gemia rouca, buceta escorrendo em mim.

Vanessa forçou um pouco mais e sua mão pequena sumiu dentro de Ninah, o punho desaparecendo inteiro com um som molhado de sucção que ecoou no quarto. Ela arregalou os olhos, olhando pra mim com uma mistura de espanto e excitação, a mão toda enterrada até o pulso no cuzinho quente e pulsante da minha namorada.

- Caralho, Ninah… entrou toda! Nunca tinha feito isso antes na vida! Tá tudo bem aí? Não tá doendo muito?

Apenas sorri com o nervosismo dela – eu e Ninah já havíamos feito brincadeiras assim antes em casa, sozinhos, e eu sabia que ela aguentava, que o ardor virava prazer rápido pra ela. Ninah, ofegante e suada, gemeu rouca, rebolando devagar pra trás como se quisesse mais:

- Sim… continua… ahhn… tá ardendo gostoso agora… mexe devagar…

Vanessa pareceu relaxar um pouco com isso, o choque inicial virando um sorriso safado e bêbado. Ela girou o punho devagar dentro dela, sentindo as paredes quentes apertarem, creme espumando nas bordas enquanto as pregas arrebentadas esticavam mais. Ninah urrou baixo, corpo tremendo em cima de mim, buceta escorrendo quente em mim:

- Ahhh… assim… me arrombou, amiga… tá me enchendo toda…

Vanessa, já no ritmo, começou a bombear com carinho mas firme – punho saindo quase todo com sucção grossa e voltando fundo, alargando mais a cada estocada. O quarto encheu de sons molhados, gemidos altos e risada bêbada. Ninah gozou forte de novo, corpo convulsionando, jorrando na minha barriga:

- Caralho, Van… tá me destruindo… tô gozando sem parar… não para!

Vanessa riu rouca, olhos vidrados no cuzinho cratera que ela mesma tava moldando:

- Tá linda assim, safada… sente como ta abrindo pra mim? Goza mais, vai…

Ninah convulsionou num último orgasmo violento, corpo mole caindo em cima de mim, cuzinho piscando aberto e latejando ao redor do punho da Vanessa. Ela tirou devagar a mão – sucção grossa final, cratera vermelha e pulsante exposta, creme pingando quente nas minhas coxas. Ninah desabou ofegante, rindo entre lágrimas de prazer puro, rosto vermelho de vinho e tesão:

- Foi… foda… meu cu tá destruído…, mas… caralho, adorei.

Vanessa limpou a mão no lençol, rindo alto, ainda ajoelhada atrás:

- Boa menina… tá uma cratera que não fecha mais agora. Vocês são uns doidos mesmo.

Ninah logo ergueu a cabeça, olhos brilhando olhando pra mim:

- Agora é você, amor… quero ver você arrombado também. Vanessa, ajuda aqui.

Vanessa riu alto, levantando

- Tá bom, viciada… vamos acabar com ele.

Senti meu cu piscando forte no plug.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Pervy a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários