Sempre amei o ar livre, e quando eu era adolescente, minha família morava numa área bem isolada no interior de Minas Gerais. Nossa casa ficava em uns oito hectares de mata fechada, na encosta de uma serra, e além dessa serra havia uma mistura de terras particulares e áreas de preservação que se estendiam até onde a vista alcançava. Passei muito tempo explorando as matas ao redor de casa. Quando era mais novo, ia com meus irmãos e meu pai em trilhas longas e acampamentos que duravam dias inteiros por aquele território. Meus irmãos eram bem mais velhos que eu, e quando cheguei aos 18, eu já ia sozinho, às vezes simplesmente pegando minha mochila depois da aula numa sexta à tarde e avisando meus pais que voltaria no domingo.
Conhecia todas as trilhas estreitas, as estradas de terra para caça, e até os caminhos dos animais ali dentro, então conseguia navegar por uma área enorme. Nessa região de uso misto, descobri que havia um pedaço grande de terra, bem perto da minha "vizinhança", que ninguém parecia usar pra nada. Nos anos que explorei por lá, nunca encontrei nenhum ser humano naquela área. Era inacessível por qualquer estrada de terra ou trilha marcada e exigia caminhar por meio de mata fechada em alguns lugares. Achei por acaso um lugar incrível numa pequena nascente e fui montando meu acampamento secreto com o tempo. Construí uma cabana bem primitiva e represei o córrego, criando uma piscininha natural de uns 80 centímetros de profundidade pra me refrescar no verão.
Tudo isso é bem inocente até agora, mas eu era um garoto virgem de 18 anos e estava com muito tesão. Então, enquanto passava tempo construindo a cabana, fazendo fogueiras e explorando, eu também me masturbava muito por lá. E gostava de ficar completamente nu, entrando na minha piscininha ou deitando num cantinho de grama. Conseguia ficar excitado por muito tempo sem gozar, porque, bem, eu praticava bastante. Às vezes ficava andando por ali de pau duro, me tocando de vez em quando. Tinha algo especial em deixar meu pau livre ao ar livre.
Teve um dia, em setembro, quando ainda estava quente, que me refresquei na piscininha depois de uma caminhada e deitei numa toalha onde encontrei um pedacinho de sol direto sobre um tapete de musgo e grama no chão da mata. Estava completamente nu tentando me secar e me aquecer. Estava totalmente ereto e me masturbando quando ouvi passos.
Olhei pro lado e vi uma garota bem perto do meu abrigo. Ela estava olhando diretamente pra mim em choque. Pior ainda, reconheci ela da minha escola. Nossos olhares se cruzaram e ela fez um som nervoso e saiu correndo pro meio do mato.
O nome da garota era Cristal. Ela também tinha 18 anos e tinha se transferido pra minha escola no começo do último ano do ensino médio, apenas algumas semanas antes. Conheci Cristal na minha sala no primeiro dia de aula e quando a vi, achei que era a garota mais linda que já tinha visto na vida real. Cristal estava em algumas das minhas aulas e parecia bem legal. Tínhamos conversado ocasionalmente na escola, mas ainda era início do ano letivo e ela não conhecia ninguém. Cristal tinha cabelo loiro claro e frequentemente usava em tranças que eu adorava. Tinha um rosto muito bonito, corpo magro e atlético, com peitos pequenos mas firmes e perceptíveis, pernas longas e uma bunda linda. Tinha uns 1,68m e era um mistério pra mim.
Fiquei apavorado de ir pra escola naquela segunda e ver a Cristal. Ela ainda não tinha feito amigos, então esperava que talvez não tivesse contado pra ninguém sobre o que viu, mas isso era pouco consolo, sabendo que ela tinha visto. Vi ela na primeira aula e ela parecia tão nervosa quanto eu, trocamos alguns olhares rápidos e eu enfiava o rosto num livro. Mais tarde, estávamos juntos num horário de estudo que era no refeitório, onde as pessoas se espalhavam em mesas diferentes. Geralmente ficava sozinho fazendo lição de casa pra não ter que fazer em casa. Cristal veio até mim e perguntou se podia sentar comigo. Apontei pra cadeira na minha frente.
Cristal me fez uma pergunta sobre uma tarefa da aula e trabalhamos em silêncio. Finalmente, disse: "Você estava lá na mata no sábado, eu te vi", olhando pra baixo pra evitar contato visual. Cristal disse: "Sim, eu vi você." Suspirei e disse: "O que você viu ou o que você acha que viu?", ainda olhando pra baixo. Olhei pra cima, provavelmente suando de nervoso, e Cristal disse: "Eu vi coisa", e tinha a expressão mais fofa com a cabeça inclinada, olhos arregalados e fazendo biquinho. Estava sendo engraçada. Disse: "ai meu deus", baixinho, e ela riu. Então disse: "Onde você mora?" Cristal disse com uma voz totalmente natural e timing perfeito: "Na Rua do Pau Mole." Devo ter ficado vermelho de vergonha e gaguejei: "Eu não estava... não é o que eu estava fazendo..."
Ela riu histericamente e disse: "Desculpa, não consegui me segurar. Moro na Rua do Vale." Eu sabia onde era, não era no meu bairro, mas ficava logo descendo a serra e ela teria que navegar alguns quilômetros de mata sem trilhas pra chegar no meu acampamento, o que me impressionou. Estávamos ficando sem tempo no horário de estudo. Disse: "Como você vai pra escola?" Cristal disse: "Aaah, de ônibus, demora uma eternidade." Então disse: "Moro bem perto de você, quer uma carona pra casa?"
Cristal sorriu de um jeito travesso e disse: "Você vai ficar de calça?" Disse: "shhhh" e olhei ao redor nervoso. Disse: "Eu não estava... não é o que você pensa... eu só estava..." Cristal riu e disse: "Adoraria uma carona, obrigada."
Nos encontramos no estacionamento depois da aula e vi que muitos caras pareciam impressionados que Cristal estava entrando na minha caminhonete comigo. Eram uns 30 minutos de estrada até casa. Disse pra Cristal: "Então, como você acabou no meu acampamento no sábado?" Cristal disse: "Adoro o ar livre, minha família morava umas 5 horas ao norte daqui, num lugar ainda mais isolado, antes de eu me transferir, e passei a vida inteira fazendo trilhas, caçando e pescando." Disse: "Então você estava lá sozinha?" Cristal disse: "O que isso quer dizer, você estava lá sozinho." Disse: "Desculpa, nunca conheci uma garota legal como você e você se veste toda arrumadinha na escola." Cristal corou um pouco e disse: "O que é arrumadinha?" Disse: "Você é estilosa, hum... você é gata. A maioria das garotas bonitas da escola não iriam pro mato sozinhas assim." Cristal corou mais ainda. Cristal disse: "Tenho um mapa topográfico da área e vi um pico e quis subir até o topo pra ver se tinha uma vista legal." Disse: "Sim, tem um cume muito bonito lá em cima com pedras enormes. Você foi pelo caminho difícil." Cristal disse: "É, parecia fácil no mapa, não era íngreme, mas puta que pariu aquela mata é fechada. E ficou bem duro (ênfase no duro) perto do seu acampamento", e estava rindo baixinho, então disse: "desculpa."
Disse: "Olha, no sábado, quando você me viu, eu estava só deitado ali, e coçou, eu não estava... não era o que pode ter parecido." Cristal riu e corou, disse: "Tudo bem, todo mundo faz isso", e olhou pela janela do passageiro pra evitar me olhar. Disse: "Faz o quê? Eu só estava... coçando." Cristal disse: "Se masturbar... todo mundo se masturba." Acho que ela não estava comprando minha história, mas fiquei excitado com a implicação de que ela também se masturbava. Chegamos na casa dela, que era tipo uma casa estilo chalé muito legal. Tipo uma cabana de madeira chique. Disse: "Posso te buscar e levar pra escola amanhã de manhã?" Cristal disse: "Obrigada, seria legal." Estava muito envergonhado com o incidente da masturbação, mas na verdade estava gostando que a Cristal estava zoando minha cara, o senso de humor dela combinado com a beleza estava me deixando excitado.
No caminho pra escola na manhã seguinte, Cristal disse: "Então, você pode me levar até aquele pico esse fim de semana? Me mostrar o caminho bom pra subir? Acho que preciso melhorar minhas habilidades de navegação", e riu baixinho do uso da palavra. Suspirei e disse: "Vou só ignorar essa piada. Adoraria, a vista é muito bonita, não canso dela. É fantástica no pôr do sol, mas teríamos que descer no escuro. Tudo bem?" Cristal disse: "Parece um encontro", e sorriu pra mim. Disse: "Bom, quer dizer... não é grande coisa... se você não quiser..." Cristal riu de mim e disse: "Quero que seja um encontro." Disse: "Massa, é um encontro então."
Cristal queria que eu a buscasse na casa dela e conhecesse os pais dela como num encontro de verdade. Cheguei na casa legal dela e bati na porta. Cristal atendeu já vestida com suas roupas de trilha. Me levou pra essa sala enorme estilo chalé, com sofás de couro e uma lareira gigantesca. A mãe e o pai dela estavam sentados ali, os dois pareciam atléticos e aventureiros.
O pai dela disse: "Você deve ser o Davi", e se levantou pra apertar minha mão. Cristal disse: "Cuidado, pai, aposto que ele tem um aperto firme", e olhou direto pra mim com um sorriso, mal conseguindo segurar a risada. Balancei a cabeça pra ela. Não acreditei que ela estava fazendo essas piadas na frente dos pais, mesmo que eles não tivessem como saber o que ela quis dizer. Disse: "Sim, senhor, prazer em conhecê-lo, e disse boa noite, senhora, pra mãe dela." Ele disse: "Pode me chamar de Tiago e a mãe da Cristal é a Carla. Então vocês vão subir até o pico pro pôr do sol e depois descer no escuro?" Disse: "Sim, senhor, Tiago, morei aqui a maior parte da minha vida e conheço como a palma da minha mão, vai ser seguro." Cristal meio que murmurou: "e ele conhece a mão dele muito bem", rindo baixinho. A mãe e o pai olharam pra ela e ela disse: "não é nada, não quis interromper." Dei um olhar irritado pra ela.
Tiago disse: "Me mostre exatamente nesse mapa como vocês vão subir, pra eu saber onde procurar vocês se entrarem em apuros." Tinham um mapa topográfico enorme da área numa parede. Disse: "Sim, meu pai também sabe onde vamos e conhece muito bem a rota", e mostrei onde ia estacionar minha caminhonete e tracei o dedo ao longo do caminho. Disse: "Tem uma escalada de pedras aqui, mas não é ruim." Ele disse: "Vai buscar sua mochila e me mostra o que você embalou." Disse: "O quê?" Ele disse: "Não vou mandar minha filha numa trilha noturna com um garoto que não conheço, a menos que pareça que você sabe o que está fazendo. Sei que ela sabe."
Fui buscar minha mochila na caminhonete e ele ficou satisfeito com o conteúdo, que eu estava preparado pra qualquer emergência. Tiago disse: "Tá bom, mas essa é região de onça e até onça-parda, você está carregando arma de fogo?" Disse: "Não, achei que isso poderia ser preocupante pra um primeiro encontro." Ele disse: "Eu acho preocupante você levar minha filha numa trilha ao anoitecer nessa região sem uma. Ela pode levar uma das minhas e proteger você." Cristal disse pra mim: "É, tinha certeza que você ia estar carregando algo...", rindo.
A mãe dela disse: "Tá bom, divirtam-se, crianças. Que horas devemos mandar uma equipe de busca?", e riu. Disse: "Tudo bem se eu trouxer ela de volta até às 2 da manhã? Vamos estar de volta bem antes disso, mas vocês não devem se preocupar até lá." A mãe dela disse: "Ok."
Tivemos um clima perfeito pra nossa subida e sentamos numa pedra grande assistindo o pôr do sol. Coloquei a mão na mochila e disse: "Tenho uma linguiça gostosa aqui dentro..." e Cristal começou a rir descontroladamente e disse: "guarda isso", cobrindo os olhos. Disse: "Você nunca vai me deixar esquecer isso?" Ela disse: "Hmmm, provavelmente não, pra ser sincera." Arrumei a linguiça, queijo, biscoitos e água com gás. Cristal disse: "Isso é chique pra caralho, sério, acho fofo você ter pensado nisso." Disse: "Bom, você disse que era um encontro." Ela disse: "É o melhor encontro que já tive", e sorriu pra mim. Disse: "Eu também." Nos olhamos nervosos e então nos beijamos. Tinha beijado algumas garotas, mas esse foi meu primeiro beijo de verdade, o melhor.
Voltamos pra minha caminhonete no escuro. Disse pra Cristal que precisava fazer xixi e fui pro meio do mato. Ela gritou pra mim: "Se você sacudir mais de duas vezes..." Disse: "muito engraçado, muito engraçado." Quando chegamos na minha caminhonete, ela disse: "Me diverti muito, pode me mostrar mais da área amanhã?" Disse: "Claro." Levei ela pra casa até as 11 da noite, pro alívio dos pais dela. Cristal perguntou pros pais se podia ir fazer trilha de novo comigo no dia seguinte e eles disseram que sim.
Busquei ela na manhã seguinte e disse: "O que você quer ver?" Cristal disse: "Não sei, qualquer coisa que você ache legal. Ei, me mostra seu acampamento e aquela área, tive que sair de lá rápido da última vez", e sorriu pra mim. Apenas balancei a cabeça em vergonha. Era final de setembro e tivemos um último suspiro de verão naquele dia, estava bem quente. Ficamos bem suados lutando contra a vegetação fechada até meu acampamento, mas nos beijamos cada vez que paramos pra descansar. Mostrei pra ela minha cabana feita à mão, minha fogueira, minha rede e a piscininha que fiz represando o córrego.
Cristal disse: "É aconchegante aqui, você dorme aqui muito?" Disse: "Sim, às vezes passo o fim de semana inteiro aqui. Meus pais acham que é melhor do que sair pra festas ou algo assim, então não se importam." Cristal disse: "Então... acho que você nunca vê ninguém aqui, porque quando eu te vi..." Disse: "Nunca vi uma alma viva num raio enorme desse acampamento, até você aparecer. Nem encontrei lixo ou sinais de vida humana por aqui. Se você for pro oeste um pouco, tem uma trilha pequena sem marca, onde muito raramente vi pessoas, mas é foda chegar aqui de lá. E se você for ainda mais pro oeste, tem uma estrada de terra. Muito raramente vi caras em motos lá. Esse lugar é surpreendentemente isolado, então me senti confortável aqui pra... fazer coisas privadas." Ela riu disso.
Cristal disse: "Bom, estou com muito calor e suada e aquela piscininha parece convidativa. Quero entrar", e sentou pra desamarrar as botas. Segui o exemplo dela e tirei minhas botas e meias. Ela se levantou e molhou o dedão do pé e disse: "que refrescante", e tirou a camiseta ficando num top esportivo cinza pequeno. Tirei minha camiseta e ela corou um pouco enquanto abria o zíper da calça de trilha e tirou, ficando só de top e calcinha cinza, e entrou na piscina. Tirei minhas calças e entrei usando minha cueca boxer, já marcando uma ereção por vê-la de roupa íntima. O córrego era refrescante, mas era de nascente e bem frio, então saímos rápido pra ir até um pedacinho de luz do sol com uma toalha pra deitar.
Quando ela subiu a margem do córrego, fiquei maravilhado com a visão da bunda dela, já que a calcinha estava entrando na rachinha expondo muito das nádegas, e estava grudada nela por estar encharcada. A bunda dela era magnífica. Chegamos naquele pedacinho de sol e ficamos de pé um de frente pro outro, ela estava olhando pro meu pau duro óbvio por baixo da minha cueca boxer que estava grudada em mim. Ela se moveu em minha direção e nos abraçamos e beijamos de pé, adorei a sensação da pele nua e molhada nas costas dela. Meu pau duro estava pressionado nela. Deitamos na minha toalha grande de praia, um ao lado do outro e continuamos nos beijando. O sol e o calor estavam nos aquecendo e secando, ela olhou pro meu pau duro e disse: "Pode me mostrar o que você estava fazendo?", e estava me olhando nervosa, mordendo o lábio inferior.
Estava apavorado, mas excitado, e abaixei minha cueca, liberando meu pau duro. Ela riu quando ele pulou pra cima e pra baixo. Disse: "não ri." Ela disse: "Não estou zoando, nunca vi um, bom exceto o seu no outro dia, gostei. Então, o que você estava fazendo, me mostra." Agarrei meu pau e comecei a me masturbar devagar, minha cueca estava no caminho, então tirei ela completamente e ela sorriu com isso, então continuei me masturbando. Disse: "O que você faz?" Cristal disse: "O quê?" Disse: "Você disse que todo mundo se masturba, como você faz?" Ela disse: "ai meu deus isso é loucura", e então colocou a mão dentro da calcinha e começou a se tocar enquanto olhava pro meu pau.
Disse: "Não consigo ver direito o que você está fazendo." Ela disse: "caralho", num tom agudo, fofo e nervoso, hesitou e então tirou a calcinha. Tinha uma fileirinha bonita de pelos e voltou a se tocar. Vi ela colocar o dedo médio bem fundo dentro dela mesma, molhando, e então esfregar o clitóris. Disse: "puta merda", e ela riu. Cristal disse: "Posso tocar ou sua mão vai ficar com ciúmes?", enquanto continuava brincando consigo mesma. Disse: "pode." Ela estendeu a mão e começou a me masturbar e disse: "assim?" Disse: "uhum, isso é muito bom."
Cristal disse nervosa: "você pode me tocar." Tentei copiar o que ela tinha feito, primeiro coloquei meu dedo médio dentro da buceta molhada dela. Nunca tinha feito isso antes e não acreditei como era sedosa, molhada e macia. Dedei ela um pouco. Então tentei esfregar o clitóris dela, como ela tinha feito. Disse: "Tá bom assim?" Cristal estava de rosto vermelho e respirando pesado, disse: "sim, exatamente assim." Ficamos ali nos tocando por muito tempo, e mesmo que fosse incrível ter uma garota, uma garota muito gostosa tocando meu pau, me forcei a durar muito tempo, porque estava bom demais. Nunca tinha visto uma garota ter orgasmo antes, nem mesmo em filme, mas tinha quase certeza que estava presenciando um agora. A cabeça dela rolou um pouco pra trás, as pernas tremeram, e ela estava fazendo barulhinhos chorosos. Então gozei pra todo lado na minha barriga enquanto ela continuava me masturbando e disse: "ai meu deus", e olhou pro meu pau e então pro meu rosto e me beijou.
Usei minha camiseta pra limpar a porra e então ficamos ali nos beijando por um tempo. Estava começando a ficar duro de novo, mas precisávamos ir embora pra chegar na casa dos pais dela pro jantar. Ambos ficamos meio tímidos colocando nossas roupas de volta e dando olhadinhas pro corpo um do outro enquanto fazíamos isso. Tive que caminhar de volta sem camisa, já que tinha uma mancha grande de porra na minha camiseta. Paramos num ponto pra nos abraçar e beijar e disse: "Cristal, estou todo suado, talvez você não queira", mas ela disse: "Também estou suada e gosto desses músculos", sentindo meu peito e braços. Quando ela não estava olhando, cheirei meus dedos, saboreando o cheiro da buceta dela.
Quando chegamos na minha caminhonete, disse: "Nunca fiz nada assim antes." Ela riu e disse: "Eu também não. Foi divertido, entendo por que você quer brincar com ele o tempo todo", e me deu um sorriso safado e me beijou. Disse: "Não é o tempo todo, você só viu aquela vez", e ela interrompeu minhas desculpas com mais beijos.
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EM BREVE PARTE 2!