Depois da nossa trilha, Davi e eu entramos na caminhonete dele pra voltar pra minha casa pro jantar. Minha mãe insistiu que Davi viesse jantar, já que saímos em dois encontros e eles mal tinham conhecido ele.
"Davi, obrigada por concordar em vir jantar na casa dos meus pais. Sei que é meio estranho."
Ele olhou pra mim: "Contanto que você esteja lá, tenho certeza que vou gostar." Senti meu rosto esquentar um pouco e dei um sorriso enorme pra ele.
Peguei a mão dele brevemente: "Sinto o mesmo." Ficamos em silêncio constrangedor por um minuto. "Só pra você saber, sou filha única. Meu pai é bem protetor com a filha única dele."
"Agora fiquei com medo."
"Ah, você vai ficar bem. Além disso, ouvi meu pai dizer que gostou mais de você do que do último cara que namorei."
"Você tinha namorado?"
"Nada sério. Ele me levou em algumas festas. Nos beijamos algumas vezes... não era como quando a gente se beija." Meio que fiquei vermelha e olhei pra longe do Davi.
Davi encostou a caminhonete, parando num acostamento. Ele gentilmente usou a mão no meu rosto pra me puxar pra um beijo: "É mesmo, Cristal. Beijei algumas garotas antes de você, mas não era a mesma coisa."
Ficamos nos beijando ali até que parei: "Uh... Davi, é melhor continuarmos indo pra casa dos meus pais antes que isso escale", e ri nervosa. Estava corada, só que dessa vez não era vergonha... estava com tesão e podia ver que ele também estava. Se continuássemos nos beijando assim, tenho quase certeza que tiraríamos nossas calças de novo. Pra tornar menos estranho, enquanto dirigíamos pra casa dos meus pais, disse: "Então, tradicionalmente a gente usa calças no jantar lá em casa..." Tinha que zoar ele um pouco.
"Ha ha, você deveria ter cuidado com essas piadas perto dos seus pais."
"Você tem que admitir que é bem engraçado eu ter te pegado brincando com você mesmo no meio do mato", e ri dele.
Ele corou: "Achei que estava sozinho." Dei um tapinha na mão dele e sorri pra fazer ele se sentir melhor.
Enquanto dirigíamos, Davi perguntou: "Por que seu pai não gostou do seu último namorado?"
Olhei pro Davi meio tímida: "Hum... mesmo motivo que terminei com ele... ele não era muito aventureiro... era um cara legal, mas era meio mole, sabe?"
"Então por que seu pai gosta de mim?"
Dei uma olhada pro Davi: "Provavelmente por causa daquele aperto firme que você tem de tanto se masturbar..." e caí na risada. Ele ficou vermelho vivo, mas riu.
"Tô brincando. Mesmo motivo que gosto de você... bom, tem outras coisas que gosto em você", e dei um sorriso sexy pra ele. "Não tem nada mole em você... risada... isso soou mal." Parei de rir constrangida: "Acho que ele gosta de você porque você é... hum... rústico... dava pra ver que você passa muito tempo ao ar livre só de olhar e meu pai também percebeu. Você parece um homem de verdade, Davi." Me senti muito envergonhada dizendo isso e só olhei pela janela.
Davi pigarreou meio sem jeito e disse: "Você é linda, Cristal." Tudo que consegui fazer foi rir em resposta.
Chegamos na casa dos meus pais e ambos estávamos planejando tomar banho, separadamente. Honestamente, teria ficado mais do que feliz em entrar num chuveiro com o Davi, mesmo sendo só nosso segundo encontro, mas meus pais estavam em casa. Minha mãe me mandou mostrar pra ele o banheiro do porão pra tomar banho. Levei ele lá embaixo e me certifiquei que ele tinha o que precisava. Estava ali parada olhando pra ele. Ele estava sem camisa porque usou ela pra limpar a porra dele mais cedo, quando eu fiz ele gozar. Olhei pra baixo pros abdominais dele e estava mordendo meu lábio inferior, olhando pra ele. Estava encarando ali onde o tanquinho dele encontrava a cintura da calça. Sabia o que tinha mais embaixo e gostei. Ele me agradeceu e parecia estar se perguntando por que eu não estava deixando ele sozinho ainda.
Disse pra ele: "Anda, tira a roupa." Não acreditei que mandei ele fazer isso.
Ele protestou brevemente: "seus pais."
"Só quero ver de novo." Ele abriu o zíper da calça, tirou, e então deslizou aquela cueca boxer pra baixo. O pau dele ficou duro rápido. Simplesmente ficou em pé. Olhei pra ele meio impressionada: "Ele fica duro toda vez que fica exposto ao ar?"
"Não, mas definitivamente fica duro perto de você."
Estava cheia de ideias ruins e poderia ter deixado ele me foder ali mesmo, se minha mãe não tivesse me chamado. Tive uma fantasia rápida na minha cabeça de mim apoiada com a bunda na bancada do banheiro, com as pernas abertas e ele simplesmente ali de pé me comendo com tudo. Provavelmente não demoraria muito. Risada. Talvez ninguém percebesse que sumimos. Voltei à realidade quando minha mãe me chamou. Disse: "Não se masturba", e então ri e corri escada acima, deixando ele tomar banho sozinho.
Fui pro meu quarto no último andar da casa pra tomar banho. Tirei minhas roupas na frente de um espelho grande no meu quarto. Sorri um pouco deslizando a calcinha pra baixo, lembrando da sensação de tirá-la na frente do Davi mais cedo naquele dia. Foi constrangedor de um jeito bom. Meio que me olhei nua no espelho por um minuto pra ver o que o Davi viu. Toquei meus pelos um pouco, podia aparar isso mais antes da próxima vez. Ah, ia ter uma próxima vez. Virei meu corpo pra olhar minha bunda no espelho. Não por me gabar, mas tenho uma bunda bem bonita. Virei e toquei meus peitos. Eram meio pequenos. Me perguntei se o Davi acharia muito pequenos. Ele ainda não tinha visto. Mas tinha que admitir que tinham um formato legal.
Entrei no chuveiro e mirei o jato de água no meu clitóris um pouco, depois que me lavei. Estava pensando no Davi ficando nu pra mim e eu tocando o pau dele. Abri a boca bem, fazendo algumas expirações fortes enquanto estimulava meu clitóris. A memória dele gozando pra fora do pau quase me fez cair no chuveiro. Provavelmente teria deitado na minha cama pra uma boa sessão longa de masturbação, mas me senti mal deixando o Davi lá embaixo falando com meus pais. Coloquei uma calcinha. Era uma fio dental. Usei com uma calça ridiculamente baixa que tinha e uma camisetinha que terminava acima do umbigo. Virei pra olhar no espelho e dava pra ver um pouquinho do fio dental aparecendo pra fora. Tenho certeza que meu pai ia odiar essa calça, mas queria ficar gostosa pro Davi. Estava esperando fazer ele ficar duro.
Comecei a descer as escadas e vi que meus pais estavam de costas pra mim e o Davi estava olhando direto pra mim. Juro que vi os olhos dele subirem e descerem pelo meu corpo. Parei na escada e peguei um dos corrimãos de madeira da escadaria e fiz um movimento como se estivesse masturbando o pau do Davi. Meio que mordi meu lábio e tentei dar uma olhada sexy. Os olhos dele arregalaram. Missão cumprida. Tenho quase certeza que vi todo o sangue drenando do cérebro dele pro pau. Caí na risada com a reação dele. Meus pais viraram pra ver por que eu estava rindo, mas parei de fazer aquele movimento a tempo antes que vissem.
Andei descendo passando pelos meus pais e pelo Davi pra ir pra cozinha, sorrindo e corando enquanto via os olhos do Davi deslizarem pela minha barriga nua e área pélvica exposta. Essa calça era tão baixa que dava pra ver meus ossos pélvicos. Vi meu pai com uma cara irritada vendo minha roupa e olhou irritado pro Davi obviamente encarando meu corpo. Senti que o Davi estava me despindo com os olhos, mas aí eu tinha despido ele de verdade, lá embaixo naquele chuveiro. Se meus pais não estivessem por perto, faria um strip-tease pra ele agora mesmo.
Meu pai pediu pro Davi ir lá fora ajudar ele a grelhar umas linguiças, provavelmente só pra fazer ele parar de encarar meu corpo. Olhei direto pro Davi e disse: "Adoro linguiça. Davi deve ser uma boa ajuda. Ele sabe como lidar com carne", e ri. Davi caiu na risada e minha mãe deu uma olhada que basicamente disse pra parar com isso.
Jantamos com meus pais e éramos provavelmente as duas pessoas mais taradas e paqueradoras da Terra. Não sei se meus pais perceberam. Não era só tesão, definitivamente estávamos nos apaixonando. Era tipo ficávamos nos olhando e não conseguíamos deixar de sorrir e rir do nada. Estávamos gentilmente encostando nossas pernas embaixo da mesa, sentados um de frente pro outro. Apertei a perna dele entre as minhas embaixo da mesa como se estivesse abraçando a perna dele com as minhas. Ele fez o mesmo de volta e caí na risada.
Disse pro Davi: "Você pode me passar um pouco de dedo... quer dizer, batata ao dedo?" e caí na risada. Davi quase cuspiu a comida e riu enquanto passava as batatas e me deu um chutinho embaixo da mesa. Chutei a perna dele de volta e dei uma olhada. Minha mãe parecia saber que eu estava fazendo uma piada suja e me deu uma olhada séria. Sussurrei nervosa: "Sempre falo isso errado", tentando esconder a piada. Meu pai não pareceu perceber que eu estava fazendo uma piada suja porque estava ocupado falando com o Davi sobre todos os melhores lugares locais pra pescar.
Quando chegou a hora dele ir embora, levei o Davi até a caminhonete dele e meio que empurrei ele contra a porta do motorista, beijando ele forte. Ficamos ali se pegando um pouquinho e então voltei pra dentro quando ele foi embora. Meu pai suspirou: "Isso é um chupão no seu pescoço, Cristal?"
Fui olhar num espelhinho perto da porta e definitivamente tinha um chupão no meu pescoço. "Acho que devo ter me arranhado na nossa trilha mais cedo, pai."
"Não parece um arranhão. Parece um chupão."
"Ai meu deus, pai, você está me envergonhando."
Meu pai estava olhando irritado de braços cruzados: "Você não estava envergonhada enfiando sua língua na garganta do Davi na entrada."
Minha mãe comentou: "Ah, Tiago, eles têm 18 anos. Quem se importa se eles se beijam?"
"Carla, o garoto estava com as mãos por toda parte na bunda dela."
Fiquei vermelha feito um pimentão e olhei pro chão: "Ele só estava me abraçando." Não tinha percebido que meu pai tinha visto isso.
Felizmente minha mãe mudou de assunto: "Bom, achei que ele parecia um garoto legal."
"Obrigada, mãe."
Meu pai ainda parecia irritado, mas disse: "É, ele parece legal. Parece ser bem aventureiro, não como aquele mauricinho que você namorou, Cristal." Caí na risada com isso. Ele era um mauricinho mesmo, mais interessado em comprar sapatos do que fazer algo ao ar livre.
Davi me pegou pra ir pra escola de manhã e dei um beijo nele quando subi na caminhonete. Não estava planejando vê-lo de novo sem beijá-lo. "Você pensou em mim ontem à noite ou estava ocupado demais com sua mão?" Tinha que mexer com ele um pouquinho.
Ele meio que me deixou boquiaberta com a resposta: "Essas duas coisas definitivamente não são mutuamente exclusivas." O garoto acabou de me dizer que bateu punheta pensando em mim. Claro, eu também me masturbei pensando nele, mas não contei isso. Não consegui falar o resto do caminho até a escola. Só ficava imaginando ele batendo punheta pensando em mim. Queria ficar nua e dar algo pra ele bater punheta, pra eu poder assistir.
Chegamos na escola de manhã e nos beijamos na caminhonete dele por um minuto, antes de entrar na escola. Ele me acompanhou até a escola e segurou a porta pra mim, só que agora não precisava calcular o tempo porque ele me levava pra escola. As garotas populares me chamaram de lado no almoço e a Cíntia disse: "O que está rolando entre você e o Davi? Vi vocês dois se beijando na caminhonete dele hoje de manhã."
Ri e corei um pouco: "Ele me leva e me busca da escola. Saímos num encontro esse fim de semana. Bom, dois encontros na verdade." Estava de cara vermelha, mas sorrindo de orelha a orelha.
"Caralho, a garota nova é rápida. Ele te chamou pra sair?"
"Meio que eu chamei ele." Estava rindo nervosa.
Uma das garotas disse: "Nunca pensei nisso."
Cíntia disse: "Então, tipo, vocês são namorados agora?"
Dei de ombros e disse: "Ele veio jantar na casa dos meus pais."
Cíntia disse incrédula: "Então, na sexta, você não estava namorando o Davi e durante o fim de semana, vocês tiveram dois encontros e ele jantou na sua casa com seus pais?"
Ri e disse: "Sim." Não contei que também tinha deitado quase nua no mato com ele, nos masturbado juntos, depois bati punheta nele e ele me dedou. Todo mundo faz isso no segundo encontro, não é? Risada.
Na escola, o chamei de Punhetinha no horário de estudo pra zoar ele. Ele disse que não se importava com o que eu o chamasse, se eu fosse a garota dele. Peguei a mão dele e disse que era a garota dele. Queria que isso fosse oficial. Isso não ia ser só alguns encontros... ele era meu namorado. Por mais bobo que pareça, tinha quase certeza que já o amava.
Depois da aula, nos beijamos no estacionamento e ele estava apalpando minha bunda. Ele não estava brincando sobre querer tocar o tempo todo. Queria fazer muito mais que isso, mas estava feliz que todo mundo na escola viu aquela cena. Queria ter certeza que todo mundo sabia que ele era meu e eu era dele. Vi um grupo de garotas paradas com as bocas abertas em choque que o Davi estava me beijando e apalpando minha bunda. Disse pra ele: "Me leva pra algum lugar, amor."
"Não me importo se você me chamar de Punhetinha, mas gosto quando você me chama de amor", ele sorriu pra mim, enquanto mudava da primeira pra segunda marcha, saindo do estacionamento. Fiquei tão envergonhada que o chamei de amor. Não tenho ideia de onde veio, mas ele gostou e então ele era meu amor dali pra frente.
Ele sabia o que eu queria fazer, porque ele também queria. Dirigimos por umas trilhas difíceis pro meio do mato, procurando privacidade. Estacionamos no meio do nada e começamos a nos pegar. Subi no colo dele, montando nele e podia sentir o pau duro dele através das nossas calças, enquanto esfregava minha virilha nele. Me afastei de beijá-lo e olhei direto nos olhos dele enquanto esfregava e empurrava minha virilha no pau duro dele. As mãos dele vagavam por toda minha cintura, bunda e peitos. Ele fez um gemidinho fofo enquanto eu movia minha virilha no pau dele, e o beijei. Estava apertado no banco da frente e a caminhonete dele era manual, então nos mudamos pra trás. A caminhonete dele tinha uma capota na caçamba, então nos mudamos pra lá e ele começou a estender um isolante e saco de dormir pra deitarmos.
Estava desamarrando meus tênis e achei meio suspeito que ele tinha aquela configuração pronta: "Você mantém um saco de dormir aqui atrás pra ficar com garotas?"
"Você sabe que não fiz nada com outras garotas. Mantenho aqui pra emergências ou se quiser acampar."
Bom, isso era uma emergência. Respondi: "Bom, acho que você deveria manter aqui pra ficar comigo."
Estendemos aquele saco de dormir, ele deitou e comecei a puxar a calça e cueca dele pra baixo. Queria ver o pau dele de novo e ele não pareceu se importar nem um pouco. Estava muito envergonhada, mas queria ficar nua com ele, então tirei minha blusa e sutiã. Estava nervosa mostrando meus peitos pra ele, mas ele pareceu gostar.
Disse meio pedindo desculpas: "São meio pequenos", enquanto expunha meus peitos pra ele.
Ele tocou neles: "Acho que são perfeitos." Fiquei meio envergonhada com ele encarando e tocando meus peitos, então me inclinei pra beijá-lo pra tirar os olhos dele do meu peito.
Ambos ficamos completamente nus e adorei ter as mãos dele explorando meu corpo. Gostei da sensação de deitar em cima dele com ambos nus, meu peito nu no dele. Também adorei a sensação do pau duro dele contra minha buceta. Estava esfregando nele. Bati punheta nele de novo e sem me gabar, mas estava ficando bem boa nisso. Fiz durar um tempão, já que descobri como prolongar. Podia olhar as expressões faciais dele e ver como ele se contorcia, enquanto eu masturbava o pau duro dele. Foi muito divertido deixando ele louco assim.
Depois que fiz ele gozar, ele me deixou absolutamente atordoada. Começou a beijar e lamber dos meus peitos, descendo pros meus abdominais e mais embaixo. Foi muito intenso e fiquei meio envergonhada, mas não queria que ele parasse. Fiquei bem feliz que tinha aparado meus pelos lá embaixo. Ele beijou ao redor da minha pélvis e então me lambeu bem entre as pernas. Não estava esperando aquilo e sinceramente sempre achei que a ideia de um cara fazer sexo oral em mim era loucura.
Estava nervosa que ele pudesse não gostar, mas ele parecia realmente, realmente gostar. Meio que esqueci de como era constrangedor, porque estava incrível. Senti a língua dele subir pela minha rachinha. Lambeu meus lábios e então até colocou a língua entre eles, lambendo meu interior. Olhei pra baixo e vi ele se afastar pra olhar, enquanto abria meus pequenos lábios. Isso foi constrangedor, mas também gostoso. Então ele começou a lamber ao redor do meu clitóris. Estava fazendo uns barulhos tesudos, enquanto lambia e chupava minha buceta. Senti o dedo dele entrar em mim enquanto lambia.
Involuntariamente gemi: "Porra, Davi..." surpresa com o prazer que ele estava me dando.
Acho que ele ficou preocupado que estava me machucando ou algo assim, porque parou e disse: "Você está bem?"
Ri um pouco, porque ele estava fazendo o oposto de me machucar. Estava meio envergonhada quando disse: "Estou bem, pode continuar." Queria dizer "nem pense em parar."
Ele ficou lá embaixo muito tempo e me fez gozar forte. Ele subiu e me beijou e me deixou excitada que a boca e as bochechas dele estavam molhadas por minha causa. Conseguia me provar nele e isso me deixou excitada porque foi uma lembrança visceral de que a boca dele tinha estado lá embaixo. Ficamos ali nos beijando e sentindo os corpos nus um do outro. Fiquei pensando em chupar o pau dele, mas estava nervosa demais pra começar isso. Não queria ir pra casa, mas estava na hora: "Queria poder ficar aqui a noite toda com você, Davi, mas é melhor você me levar pra casa."
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EM BREVE PARTE 3!!!