Continua....
Este é uma continuação de um relato anterior; é necessário ler os anteriores para compreender, em sua integralidade, a história que estou relatando.
Dormimos por um bom tempo. Acordei com dor de cabeça, tomei um remédio e voltei a dormir. Fomos despertar apenas no dia seguinte. Tomamos café da manhã. O silêncio imperava entre nós. Havia uma expectativa contida, quase palpável, como se ambos aguardássemos que um de nós rompesse aquela suspensão. Mas nada foi dito. Silêncio absoluto. Voltamos para o quarto e dormimos novamente.
Acordamos por volta de duas horas da tarde. Chamei-a para irmos à praia e, assim, fomos. Ao chegarmos, começamos a beber cerveja e, pouco a pouco, fomos nos libertando daquele constrangimento inicial. O clima, antes rígido, foi cedendo espaço a algo mais solto, mais cúmplice, ainda que nenhum de nós o nomeasse.
Ela então olhou para mim e disse:
— Que loucura foi aquela?
Ri e respondi que jamais havia imaginado qualquer situação semelhante. Rimos juntos. Havia, naquele riso compartilhado, algo além do alívio: uma espécie de reconhecimento mútuo. Perguntei como ela estava se sentindo. Ela disse que estava ótima, que a ardência inicial havia diminuído. Acrescentou, com naturalidade surpreendente, que já estava pronta para outra. Assenti. Disse que algo havia sido despertado nela, algo que não sabia explicar com precisão, mas que a fazia ansiar por repetir a dose.
Eu concordei. Aprovei. Apoiei. E, nesse movimento simples — sem alarde, sem hesitação —, percebi que ela se sentiu mais confiante. Não apenas segura do próprio corpo, mas confortável comigo. Ali, sem declarações formais, sem promessas, algo entre nós deixava de ser episódico e passava a ser compartilhado. Uma cumplicidade silenciosa começava a se firmar.
Continuamos naquele momento aprazível. O celular dela toca, é o Manoel que estava ligando, nós entreolhamos. Ela atendeu. Respeitando o momento, fui nadar no mar. Voltei alguns minutos depois, ela estava numa felicidade incontida, numa alegria que não cabia dentro de si. O riso saia fácil. Estava elétrica. Sua fala estava ofegante, não possuía pausas, estava num torpor. Perguntei o que haviam conversado.
Manoel havia chamado nós para irmos numa praia um pouco distante, lá era quase desabitada e que tinha águas lindas, limpinhas, etc. Ela falava e ria, pausou e disse, lá ele quer me comer de todas as formas e mordiscou os lábios. Choquei com minha esposa pronunciando essas palavras, nunca havia visto ele se colocar nessa condição. Olhei para ela e disse que ela estava merecendo tomar muita rola mesmo. Que estava muito sapequinha. Rimos. Só essa menção já me fez ficar de pau duro.
Continuamos naquele momento aprazível. O celular dela tocou; era o Manoel ligando. Nós nos entreolhamos. Ela atendeu. Respeitando o momento, fui nadar no mar. Voltei alguns minutos depois e a encontrei numa felicidade incontida, numa alegria que não cabia dentro de si. O riso saía fácil. Ela estava elétrica. Sua fala era ofegante, sem pausas, como se estivesse num torpor. Perguntei o que haviam conversado.
Manoel havia nos chamado para irmos a uma praia um pouco distante, quase desabitada, com águas lindas, limpinhas, e assim por diante. Ela falava e ria. Pausou por um instante e disse que lá ele queria comê-la de todas as formas, enquanto mordiscava os lábios. Fiquei chocado ao ouvir minha esposa pronunciar aquelas palavras; nunca a havia visto se colocar nessa condição. Olhei para ela e disse que ela estava merecendo tomar muita rola mesmo, que estava muito sapequinha. Rimos. Só essa menção já me fez ficar de pau duro.
Voltamos para o hotel. Jantamos. Subimos para o quarto. Eu iria propor uma transa. Estava com muito tesão, queria comer minha esposa com força. Comecei a beijá-la, ficamos nos acariciando, tentei evoluir, mas ela mandou parar. Disse que o Manoel havia proibido que ela transasse comigo. Surpreendentemente, fiquei com ainda mais tesão. Mostrei para ela o nível do meu tesão, e ela disse que eu deveria me satisfazer numa punheta, explicando que a ordem incluía até não me ajudar na punheta.
Tirei minha roupa e comecei a me punhetar olhando para ela, que fazia uma carinha de safada. Fiz a proposta de chupar sua bocetinha, mas ela disse que não, que era só do Manoel. Fui ao delírio com aquele jogo. Com aquele tesão avassalador, gozei rápido, e ela olhava e ria. Tocou com a ponta dos pés no meu pau, que já amolecia; meu gozo estava na minha mão. Ficamos nos entreolhando, observando aquela porra na minha mão. Será que ela queria que eu passasse a língua? Levei a mão à boca e lambi. O gostinho era estranho, mas naquele clima tudo parecia aceitável, até mesmo aquilo. Sorvi o que estava na minha mão. Ela me olhava com um ar de superioridade.
Acordamos cedo, tomamos café, nos preparamos e ficamos aguardando o Manoel chegar. Em determinado momento, minha esposa buscou na mala um biquíni que eu nunca havia visto ela usar. Era florido, abraçava suas lindas tetinhas. A parte de baixo mal cobria sua xaninha; atrás, ficava toda enfiada no seu reguinho. Estava uma verdadeira gostosa. Ela deu uma voltinha para mim. Eu admirei. Acariciei meu pau. Minha esposa era muito gostosa.
Após alguns minutos, veio a mensagem para descermos. Lá na entrada do hotel, ele havia acabado de descer do carro e, ao nos ver, veio diretamente em direção à minha esposa e a agarrou com força. Eu estava um pouco atrás, apenas observando aquela cena. Olhei para o lado e percebi dois funcionários do hotel. Pareciam não ter entendido nada: eu era o esposo — pelo menos ali havia me anunciado como tal. Houve um riso contido entre eles. Talvez tenham intuído que eu era, na verdade, um corno assumido.
Essa sensação, esse papel subalterno que eu ocupava, me causava, contraditoriamente, um tesão intenso, uma sensação estranhamente prazerosa, que eu ainda estava tentando administrar.
O Manoel me entregou as chaves do carro e disse que eu seria o motorista, enquanto ele iria atrás com minha esposa. Liguei o Maps, digitei o destino e partimos. O primeiro ato que fiz ao sentar no carro foi ajustar o retrovisor interno, de modo a visualizar melhor tudo o que aconteceria no banco de trás.
Com o percurso iniciado, eles retomaram aquela energia de antes. Conversavam animadamente, o papo fluía de forma solta, quase íntima. Virei a cabeça para trás e vi uma das pernas dela repousando sobre as pernas dele. Os dois ficaram sérios por um instante e se encararam. Vi quando ele mordeu os lábios. Uma das mãos dele conduzia a cabeça dela, primeiro segurando pela nuca, depois deslizando pelo rosto. De súbito, um tapa. Olhei com mais atenção. Ela não reagiu. Do jeito que estava, eu acabaria batendo aquele carro — eram muitos movimentos para acompanhar.
Nesse ínterim, escutei outro tapa. Logo em seguida, veio o primeiro beijo. Forte, caudaloso, intenso. Era visível a voracidade da boca dele, da língua dele. Eles se consumiam em um beijo quente e duradouro. Escutei um gemido dela. A boca dela escapou daquele ataque, e o alvo passou a ser o pescoço. Ele chupava, mordiscava. Ela murmurou algo para mim — um som sôfrego, quase um sussurro — um pedido de ajuda. Uma ajuda que, no fundo, ela não queria.
Minha esposa havia saído do hotel usando uma saída de praia por cima do biquíni. Em certo momento, percebi que restava apenas o biquíni. Ela gemia, dizendo que o Manoel estava enfiando os dedos na sua xaninha, que estava chupando seus peitos, que ela estava quase ficando pelada dentro do carro. Suas palavras vinham sempre acompanhadas de gemidos. Ela delirava de prazer.
Súbito, Manoel parou, levantou-se e guiou a cabeça dela para engolir o pau dele. Não foi um pedido, tampouco uma ordem. Era o fluxo natural da dominação. Ela, plenamente ciente do papel que ocupava, obedeceu sem hesitação. Começou chupando os mamilos do Manoel e foi escorregando a língua, descendo pela barriga, passando pelo umbigo, até liberar aquela vara — já conhecida por ela — e abocanhá-la por completo. Ficou alguns segundos ali, usando a língua, talvez provocando deliberadamente. Depois tirava, batia uma punheta nele, voltava a chupar. A baba escorria pelo pau dele, e ela chupava com vontade, com tesão, com voracidade. Pegava aquela vara e batia contra o próprio rosto. Ficou brincando com ele por um longo tempo.
Eu estava fora de mim, já com o pau para fora, batendo uma punheta sem qualquer controle. O carro chegou a sair de lado algumas vezes; a direção era abrupta, cheia de solavancos. Eu queria observar cada detalhe do que acontecia ali, e o volante passou a ocupar um papel secundário, expondo-nos a riscos reais. Riscos que, naquele momento, simplesmente não medi, tamanho era o turbilhão de emoções que me dominava.
Depois de um tempo daquela chupada, Manoel disse que iria gozar naquela boquinha e que ela deveria se preparar para beber todo o leitinho dele. O gozo veio. Eu a vi engolfada em tanta porra; percebi um filete escorrendo e ela indo buscar com a língua. Chupou com dedicação absoluta. Em poucos instantes, o pau dele já estava completamente limpo, e eu percebia uma satisfação evidente da parte dela. Ela apertava aquele pau com força, sugando as últimas gotas de porra. Levantou-se feliz, chupando os próprios dedos. O trabalho havia sido feito a contento.