A malícia de um cachorro velho venceu a minha inocência. Como tudo começou

Um conto erótico de MorenoDog
Categoria: Zoofilia
Contém 1420 palavras
Data: 12/01/2026 13:11:13
Assuntos: Zoofilia

Esse conto é o começo de tudo pra mim, foi aqui que começou minha trajetória no mundo zoo.

Eu havia recém descoberto o prazer sexual e apesar dos prazeres, minha mente ainda cheirava a inocência.

Eu morava em um sítio então tinha pouco contato externo, e diferente da maioria dos sítios que sempre tem vários cachorros, nós quase nunca tínhamos e nessa época estavamos sem cachorro.Então durante toda minha vida eu só havia visto cães cruzando umas 2 vezes e honestamente eu não sabia porque eles engatavam e inclusive a primeira vez que eu vi eu pensei que tinha haver com carrapicho grudado nos pelos deles. Olha o nível de inocência, com isso já podemos notar que eu não sabia nada da anatomia canina, mas depois da experiência desse conto eu iria me apaixonar por ela.

Um certo dia durante minhas férias eu estava passeando pela beira de uma estrada indo nadar em um corrego quando encontrei um cachorro preto tamanho grande. Ele era bem velho, dava pra perceber pela pelagem, era cego de um olho e bem judiado, mas muito dócil e simpático. Bastou eu ser simpático e fazer um carinho nele que já começou a me acompanhar e não saia mais do meu pé. Eu entrei no pasto e peguei um trilho de gado que me levava diretamente para o corrego no fundo do sítio. Chegando lá, como era um local bem isolado de mata e nunca aparecia ninguém eu amava tirar toda a roupa e nadar pelado. Nesse dia não foi diferente, tirei toda a roupa coloquei embaixo de um tronco e fui nadar. O cachorro não perdeu tempo e pulou junto pra nadar, apesar de velhão ele parecia gostar muito de água. Brincamos bastante, eu jogava pedaço de galho e ele buscava, muito brincalhão. Começou a ficar tarde e eu estava um pouco cansado então sai da água e ele prontamente saiu junto. Ficou no meu pé, fui até o tronco pegar as roupas e ele foi junto, me abaixei e precisei ficar de quatro para alcançar , não sei se por instinto ou por maldade mas o danado prontamente pulou nas minhas costas e grudou as patas na minha cintura e rapidamente bombou seu pau em direção a minha bunda. Senti ele dar um cutucão no meu rego e rapidamente rolei de lado pra me desvencilhar dele, foi um baita susto e ele ainda deu outra investida pulando na minha perna e roçando nela quando vi seu pau estilo um batom pra fora da bainha. Aquilo foi nojento e eu fiquei todo sujo de terra pra escapar dele. Na hora fiquei bravo e até ameacei jogar uma pedra nele que se afastou e ficou me olhando de longe. Voltei pra água pra me lavar e aqui começou o diabinho a trabalhar nos meus pensamentos. Pensei, já pensou se ele me estupra? Será que iria doer? Lembrei da imagem do pau dele parecendo um batomzão e confesso que esses pensamentos me deram tezão, eu não sabia o porquê de estar pensando aquilo, mas veio um pensamento que foi a gota d'água. Pensei e se eu fizesse um troca-troca com ele? Será que iria doer? O pau dele não é grande o meu é maior, será que ele me aguenta? Essas perguntas foi criando um frio na minha barriga e eu fiquei com o pau igual pedra, onde já se viu? Eu nunca fiz um troca-troca, mas por ter ouvido a molecada zoar tanto sobre isso me veio essa ideia na cabeça e eu estava diante de uma oportunidade com alguém que jamais contaria pra ninguém. Pronto, a besteira já estava plantada na minha cabeça, mas eu ainda não tinha certeza de como iria tentar aquilo. Me lembrei que uns 300 metros dali dentro da mata tinha um cômodo velho abandonado e pensei que como já estava escurecendo eu teria bastante privacidade lá. Então sai da água vesti apenas o short, peguei o resto, chamei o cachorro e segui um trilho até esse cômodo. Chegando lá abri a porta e verifiquei se era seguro, estava sujo, mas era seguro, encontrei um colchão velho em pé na beira da parede e resolvi colocar ele no chão pra melhorar o conforto. O cachorro veio junto todo curioso, fechei a porta e tirei meu short ainda bem úmido. Como a ideia era de fazer um troca-troca pensei em começar dando primeiro e assim eu evitava gozar logo e perder o tezão. Cuspi nos dedos passei no cu molhado e coloquei e tirei os dedos algumas vezes pra me certificar que estava certo. Eu estava bem confiante, afinal aquele batom deveria dar umas cutucadas no meu cu e talvez entrar um pouco mas não deveria ter problemas em relação a tamanho. Fiquei de quatro e o abençoado me rodeou e nada, chamei ele, virei a bunda pra ele e nada, então resolvi bater uma punheta nele. Foi como virar uma chave, o safado na mesma hora já começou a fazer movimentos de vai e vem e pulou nas minhas costas. Eu não tinha experiência sexual nenhuma que não fosse bater punheta, não tinha muita noção do que estava fazendo, estava sendo guiado puramente pelo meu tesão. Ele pulou nas minhas costas, agarrou na minha cintura e já foi procurando o endereço, deu umas estocadas pelo rego e logo já deu uma meio atravessada na porta do meu cu com o osso do pau dele que eu cheguei a soltar um gemido e rapidamente me deitei. Aquilo tudo era muito novo pra mim, mas meu desejo não iria parar ali, me recompus e fiquei de quatro de novo, ele prontamente já montou buscando o alvo e novamente cravou no endereço certo, dessa vez eu ajudei guiando e quando ele achou já empurrou com toda agilidade que ele tinha, mandou tudo até o talo, foi uma mistura de tesão e prazer mas novamente no reflexo da enterrada eu saltei pra frente e me deitei pra me proteger. A sensação daquela enterrada foi deliciosa, mas a cravada funda teve um toque doloroso e prazeroso. Esse foi meu problema, eu achei que sabia com o que estava lidando, fiquei novamente de quatro e novamente ele montou, grudou na cintura e novamente veio no endereço certo, guiei o pau dele e de novo ele vrau, atolou até o talo, mas dessa vez eu me mantive firme, ele foi bombeando gostoso e eu ali firme deixando. Na minha cabeça ele iria bombar até gozar e sair e então eu iria inverter com ele. O desgramado meteu uns 30/40 seguidos com eu ali firme sustentando as enterradas dele quando ele foi aliviando a força das estocadas e quase que automaticamente fui sentindo uma dorzinha aguda e gostosa dentro de mim. Ele parou e relaxou sua cabeça sobre meu pescoço, soltou todo o peso em cima de mim e eu senti a dor aguda aumentar um pouco mais, era uma mistura de dor com prazer. Ele soltou o peso todo em cima das minhas costas, soltou o peso da cabeça todo sobre meu ombro esquerdo e ficou respirando aquele bafo quente no meu rosto quase que me agradecendo enquanto vivia um êxtase de prazer. Tentei tirar ele pra inverter e de cara já senti uma dor forte aumentar, instintivamente puxei ele de volta sem saber o que estava acontecendo. Ele continuava ali todo relaxado soltando aquele bafo quente em mim. Tentei suavemente de novo enquanto ia com os dedos até meu cu e passava eles para sentir o que estava acontecendo. Ainda não entendia porque doía forte ao tentar tirar, mas percebi que não iria conseguir escapar e isso potencializou meu tesão, eu me sentia como um ser inocente que caiu em uma armadilha. Aquilo foi suficiente pro meu pau virar uma marreta e eu gozar uma tonelada de porra naquele colchão velho. Curioso foi que essa gozada era a maior e mais gostosa gozada que eu havia dado até aquele momento. Depois de gozar eu confesso que o tesão passou e eu fiquei agoniado pra me livrar daquela posição, mas essa não era uma escolha minha. Fiquei ali quietinho sentindo o processo até que em um determinado momento senti aliviando aos poucos até que ele deu uma mexida e senti seu pau sair de dentro de mim seguido de um monte de porra escorrendo do meu cu. No fim ele me comeu, me usou e eu não comi ele de volta, virei sua cadela por alguns dias e depois disso nunca mais deixei o mundo zoo.

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