Minha Sobrinha Rabuda tem OnlyFans - Parte 5

Um conto erótico de AuroraMaris
Categoria: Heterossexual
Contém 4142 palavras
Data: 12/01/2026 15:31:51

A luz da manhã entrou no apartamento como um intruso, cruel e banal. O sofá, testemunha muda da noite anterior, estava arrumado. O equipamento, guardado. Fiz uma faxina superficial para tentar apagar os vestígios físicos, mas o ar ainda parecia carregado de um eco abafado.

Júlia não saiu do quarto. O som de sua porta abrindo apenas para ir ao banheiro ou buscar água na cozinha era o único sinal de vida dela. Ela evitava meu olhar, os movimentos rápidos e silenciosos de um fantasma envergonhado.

“É isso”, pensei, encarando a porta fechada do quarto dela enquanto bebia um café amargo e frio. “Estraguei tudo. Amanhã ela volta pra cidade dela. Minha Júlia, minha princesa, minha preciosidade... Vai embora. E nunca mais vai querer olhar na minha cara. Eu vou, pra sempre, ser o tio tarado que comeu ela.”

A culpa era um peso de chumbo no estômago, mas, pior que isso, era a perspectiva do vazio. Do apartamento voltando a ser só um santuário de hábitos solitários, mas agora com cada canto infestado pela memória dela.

O dia se arrastou, um sábado agonizante. Passei horas olhando para a TV, zapeando pelos canais, ouvindo o silêncio do quarto dela. A esperança, doentia e frágil, morria a cada minuto de quietude.

Quando a noite caiu, eu estava na sala, a TV ligada em um programa qualquer. As imagens coloridas dançavam na minha retina sem significado. Era só ruído para preencher o vácuo que se aproximava.

Então, a porta do quarto dela se abriu e Júlia saiu. Vestia um pijama simples, de algodão, que a fazia parecer ainda mais jovem. O cabelo estava solto, os traços suaves. Mas a expressão no rosto era séria, adulta, decidida. Meu coração deu um salto desesperado contra as costelas.

Sem dizer uma palavra, ela se sentou no sofá, não no outro canto, mas a uma distância segura, porém próxima o suficiente para uma conversa. Demorou um momento, olhando para as próprias mãos.

- Júlia, eu... - tentei encontrar as palavras certas para me desculpar por tudo, para pedir perdão por ser esse tarado nojento que come a própria sobrinha, mas minha mente não formava nada. Desisti do plano, aceitando o destino. - Eu te levo na rodoviária amanhã.

- Eu conversei com a minha mãe - disse, a voz clara, sem emoção excessiva. - Disse que vou ficar até o meio do ano. Que vou fazer um cursinho preparatório aqui e tentar o vestibular pra entrar na universidade federal da cidade.

Ela fez uma pausa, erguendo os olhos verdes para mim. Eles não eram dos da menina assustada, nem da modelo ousada. Eram de uma mulher negociando.

- Não é totalmente mentira. Eu quero fazer o cursinho mesmo. E, ficando... - ela engoliu em seco - ...posso continuar ajudando ela com o dinheiro. Ela questionou de onde estava vindo tanto, esses últimos meses. Eu disse que você conseguiu um freelance pra mim no seu escritório. Ela... acreditou.

As palavras caíram na sala, criando uma nova realidade, um novo labirinto. Ela não estava fugindo. Ela estava ficando, mas não era por carinho a mim. Era por causa do dinheiro, do curso, da conveniência... Mas o alívio que inundou meu peito foi imediato, avassalador e profundamente doentio. Uma esperança perigosa brotou. Eu não ia perdê-la.

- Claro - respondi, minha voz soando anormalmente contida. - Faz todo sentido. Você pode ficar. O quarto é seu.

Era uma aprovação lógica, prática. Mas nós dois sentimos o peso do que não foi dito. O apartamento, que minutos antes era uma cela de espera pelo fim, se transformou instantaneamente em um campo minado. Cada convivência, cada olhar, cada noite sob o mesmo teto, seria agora um passo cuidadoso sobre terra potencialmente explosiva.

Um silêncio tenso se instalou. Ela parecia aliviada, mas ainda carregada. Eu estava atordoado, tentando assimilar o novo paradigma. Foi então que o celular dela, sobre a mesa de centro, vibrou com um bipe agudo.

Ela pegou, desbloqueou. Eu vi todo o sangue drenar do seu rosto num segundo. Seus lábios se entreabriram, os olhos se arregalaram de puro pânico. A mão dela começou a tremer.

- O que foi? - perguntei, o instinto de proteção disparando.

Ela não respondeu. Apenas virou a tela para mim. A mensagem de uma amiga, "Mari", da cidade natal:

"Nossa Ju, tava vendo umas paradas num site +18 aleatório aqui e JUREI que era você numa foto! Kkkk a mina tinha o rosto idêntico ao seu, sério! Que loucura. Você não tá aprontando nada por aí não, né?! 😂"

Um gelo percorreu minhas veias, do crânio até os pés. O mundo exterior, aquele que ignorávamos em nossa bolha perversa, acabava de dar uma martelada na porta.

- Desativa o perfil - eu disse, a voz saindo tensa e plana.

- Mas o dinheiro, tio... Os boletos da minha mãe... - a voz dela era um fio de pânico.

- Desativa, Júlia! - a perda de controle foi instantânea, um rugido que ecoou na sala. Eu me levantei, as mãos frias. O medo era maior que a ganância, maior que o desejo. Medo por ela, por mim, por tudo desmoronar. Depois, tentando me recompor, numa voz mais baixa, urgente: - É só... por um tempo. Até a poeira baixar. E depois quando voltarmos, fazemos um conteúdo diferente. Mais... genérico. Menos arriscado. Talvez sem mostrar seu rosto.

O pânico nos uniu novamente, mas era um pânico sujo, covarde. Naquela noite, entramos no perfil e o deixamos inativo. A sensação foi de amputação. Para ela, do dinheiro. Para mim, do meu voyeurismo "legalizado".

A semana que se seguiu foi de abstinência e ansiedade crescente. O vício da validação online, o hábito do ritual, a falta do dinheiro para Júlia... tudo falou mais alto. Retomamos. Mas as sessões... eram diferentes. Ainda tinha as fotos dela posando ou os vídeos dançando de shorts minúsculos. Os vídeos com consolos ou com os dedos, se tocando. Minha rola endurecia todas as vezes, uma traição física constante. Mas nem eu, nem ela, jamais mencionamos a possibilidade de gravar juntos novamente. Aquele território estava marcado com fita amarela de perigo, um tabu dentro do tabu.

Era uma tortura específica e refinada para mim. Eu tinha sentido o gosto apertado, úmido, quente, dela. E agora, aquele corpo que desencadeava tanta coisa ficava a centímetros, se exibindo, suando, gemendo... Mas inalcançável. Um banquete proibido servido diante de um homem faminto, com a ordem de apenas fotografar a comida.

De dia, eu tinha a Júlia sobrinha. A que fazia suco de maracujá e bebia direto do jarro. A que estudava no sofá com os pés encolhidos, franzindo a testa linda para uma fórmula química. Que ficava ao meu lado no sofá assistindo um filme e dormindo no meu ombro. A que ria, com um riso limpo e alto, de uma memória nossa dos tempos antigos. Era doce, familiar, era um amor que eu ainda conseguia nomear sem me envergonhar totalmente.

À noite, nas sessões, eu tinha a @JuBunduda. A modelo, a exibida, a rabuda safada que olhava para a lente com um olhar desafiador e para os meus olhos com lascívia. Era o desejo em sua forma mais crua e comercializável.

Mas a linha entre as duas estava irremediavelmente borrada. Quando a Júlia sobrinha passava por mim na cozinha e seu cheiro de shampoo invadia meus sentidos, eu via a curva da bunda que havia fotografado na noite anterior. Quando a @JuBunduda terminava uma gravação e soltava um suspiro cansado, esfregando o rosto com uma expressão de garota exausta, meu coração dava um nó.

Os toques para "ajustar a pose" começaram a durar um segundo a mais do que o necessário. Meus dedos na cintura dela, para girá-la de lado, sentiam o calor da pele sob o tecido fino. Meus olhos, que deveriam ver apenas ângulos e sombras, se aprofundavam nos dela, buscando um reflexo do que havia acontecido entre nós, do que ainda poderia estar ali.

E então, uma noite, depois de uma sessão de fotos particularmente intensa, a pergunta surgiu na minha mente, não como um pensamento, mas como uma revelação arrasadora: "de qual delas eu gosto mais?"

A resposta veio imediatamente, sem hesitar, e me deixou paralisado de terror: das duas. Mas principalmente da mulher complexa, contraditória e única que ela conseguia ao mesmo tempo. A Júlia que era doce e safada. Inocente e conhecedora. Minha princesa e minha puta. Minha garota e minha mulher.

O sentimento que tomou conta de mim não era mais apenas desejo obsessivo, ou posse doentia. Era algo mais profundo, mais aterrador e mais completo. Era um imenso, devastador e proibido amor. Eu estava perdidamente e completamente apaixonado pela minha sobrinha.

Um mês e meio se passou. Quarenta e cinco dias de um paradoxo que havia se tornado rotina. Quatro sessões por semana, mais ou menos. O medo da mensagem da amiga havia se tornado um zumbido de fundo, um risco aceito.

Júlia me tratava normalmente, não me evitava, e isso era minha ruína, porque o sentimento dentro de mim estava ficando difícil de esconder. Eu fazia cafuné em seu cabelo, a abraçava e beijava sua bochecha, tudo isso disfarçado como um carinho de tio, quando a intenção não era realmente essa. Eu não a enxergava mais como a minha sobrinha.

Naquela tarde, Júlia chegou do cursinho com um ar diferente. Não trazia o sorriso misterioso e provocativo que antecipava uma sessão produtiva. Seu rosto estava nublado, os pensamentos visivelmente longe. Ela parou na porta da cozinha, onde eu cortava legumes para um jantar que não queria fazer, e simplesmente me observou. Era um olhar pesado, carregado de um conflito interno que eu não via desde a noite do vídeo que "ficou ruim".

- Tio - ela começou, a voz contida, sem emoção. - Preciso falar com você.

Ela se aproximou e se apoiou na bancada, ao meu lado, pegando a tampa de aço do saleiro e começando a girá-la entre os dedos. O movimento nervoso era um sinal de alerta.

- Eu... conheci um cara no curso. O Léo - ela fez uma pausa, respirando fundo, como se estivesse se preparando para um mergulho em águas turvas. - Ele é da minha idade. Faz cursinho também, quer estudar engenharia. A gente tem conversado há umas semanas, e... Ele me chamou pra sair sábado... Pra um encontro, naquela sorveteria aqui perto.

Finalmente, ela ergueu os olhos para mim. E não havia provocação ali. Nem o desafio da modelo, nem a timidez da sobrinha. Havia uma súplica silenciosa. Um medo profundo. Ela não estava me testando. Estava tentando, desesperadamente, fugir. Fugir de mim, do que criamos, do abismo.

- E... Eu andei pensando, acho melhor a gente desativar o perfil - ela completou rápido, as palavras saindo num fluxo, tentando vencer qualquer objeção pelo cansaço. - Só por um tempo. Até eu... me acertar com essa coisa do Léo. Eu acho que estou curtindo ele e... Sei lá, é estranho eu me exibir assim na internet enquanto tento conhecer alguém... normal.

Alguém normal.

As palavras foram cinco facadas geladas cravadas no meu peito. Normal. Era o que ela queria. Algo limpo, simples, socialmente aceitável. Algo que eu, Ricardo, o tio que a fotografava nua, o produtor de pornografia caseira, o homem com um fetiche por novinhas que havia se apaixonado pela própria sobrinha, nunca poderia ser. O Léo era a personificação dessa normalidade inatingível, e ele estava à porta, com sorvete e livros de cálculo, pronto para roubar Júlia de mim.

Desliguei o fogão. O chiado do óleo cessou, e um silêncio absoluto caiu sobre a cozinha. Eu a encarei, me controlando pra não transparecer a raiva que brotava dentro de mim.

- Não - a palavra saiu plana, final, como o fechar de um caixão.

Júlia franziu a testa. A súplica deu lugar a uma irritação genuína, surpresa.

- Não o quê, tio? Tá doido? - Ela franziu o cenho. - Você não manda na minha vida! Estou só te avisando do que quero fazer! Eu não quero mais isso e...

- Cala a boca! - gritei, sem pensar. O monstro dentro de mim queria quebrar tudo que tinha naquela cozinha.

Minha voz estava carregada de semanas de desejo reprimido, culpa fermentada, ciúme possessivo e aquele amor doentio e total que agora eu sentia a ameaça real de se perder. Prensei Júlia contra a pia, nossos rostos perto demais, seu cheiro perto demais. Apertei o granito ao lado de seus quadris, tremendo violentamente.

- Você acha que eu aceito a ideia de você saindo com um moleque qualquer? - cuspi as palavras, o rosto a centímetros do dela. - Dando seu beijo, seus carinhos pra ele? Deixando ele tocar em você, no corpo que... aquele corpo que eu... que a gente...

Não consegui terminar. A imagem era insuportável.

Um rapaz normal, novo, com a cabeça no lugar e um futuro aparentemente promissor. Eu devia ficar feliz por ela estar interessada em alguém assim. Mas eu não conseguia parar de imaginar esse tal Léo com suas mãos podres e seus lábios imundos na minha Júlia.

- Você não vai, Júlia. Você não pode. Eu te proíbo de sair com esse cara.

Ela deu um riso seco e debochado, levantando uma das sobrancelhas com um olhar desafiador.

- Proibir?! - ela gritou de volta, os olhos verdes flamejando em revolta. - Porque eu sou seu produto? Sua modelo particular? Você acha que porque a gente fez uns vídeos e tirou umas fotos, eu não posso ter uma vida?!

Foi a gota d'água. A última linha que separava a verdade da fachada se rompeu com um estalo audível apenas para mim.

- Porque você é minha! - rugi.

O grito ecoou nos azulejos, um som primitivo de dor e posse. Minhas mãos saíram do balcão e seguraram seus ombros, não para machucar, mas com uma urgência desesperada, como se ela fosse escorrer entre meus dedos.

- Eu te vi, Júlia! - prossegui, a voz agora quebrada, mas incandescente de verdade. - Eu te vejo de verdade. Você é minha princesa... E você é a mulher que me faz perder a cabeça. E eu... - engoli um nó de nojo e êxtase - ...eu te amo. Não como minha sobrinha, como minha família. Eu te amo como mulher. Eu te amo de um jeito errado, nojento, que deve me mandar direto pro inferno, mas é a única coisa verdadeira que me restou.

Silêncio.

O ar foi sugado da cozinha. Júlia estava paralisada, seus olhos arregalados fixos nos meus. As lágrimas que começaram a brilhar neles não eram de medo performático, nem de triunfo. Eram de reconhecimento.

Minha máscara estava em farrapos no chão. Não havia mais personagem para interpretar.

- Eu não sou mais só seu tio, desde o dia que você entrou por aquela porta, com aquele shortinho minúsculo e aquele sorriso doce - continuei, a voz baixando para um sussurro rouco, carregado de uma confissão devastadora. - Não sou só seu sócio, seu fotógrafo. Eu sou o homem que é louco por você. Louco, Júlia. E a ideia de você indo pra cama de um “cara normal”... me destrói. Porque eu sei que nunca serei normal pra você. Mas o que eu sinto... isso é real. É o mais real que já senti na minha vida.

Não foi um movimento de conquista. Foi uma rendição. Sem pensar, grudei meus lábios no dela como uma súplica final, uma afirmação desesperada da minha verdade doentia.

Era um beijo errado. Era salgado de lágrimas (delas? minhas?). Era desesperado, doentio, e totalmente honesto.

Júlia resistiu de primeira. Seu corpo ficou rígido. Um soluço abafado, e as palavras "é errado!" escaparam entre nossos lábios unidos, mas desta vez soaram como um choro genuíno de conflito interno, não uma recusa teatral.

E então, a resistência colapsou. Desmoronou sob o peso de semanas de intimidade proibida, de segredos compartilhados, de um desejo que havia criado raízes muito mais profundas do que qualquer um de nós admitira. Era a rendição dela, tão conflituosa e real quanto a minha confissão. Ela enrolava a sua língua na minha, me beijando com a mesma intensidade, correspondendo aos meus instintos. O gosto da sua boca era doce e ao mesmo tempo intenso, era um beijo delicado e selvagem. A contradição me enchia de tesão.

Deslizamos para o chão frio da cozinha, um emaranhado de membros, roupas sendo puxadas, não com sensualidade, mas com uma urgência. Não me preocupei nem ao menos em colocar camisinha. Encaixei a rola na entrada da bucetinha perfeita e melada dela que eu tanto tinha sentido saudades, e empurrei forte. A transa não foi lenta, nem intensa como a primeira vez. Foi brutal. Carregada de uma angústia compartilhada, uma raiva contra o mundo lá fora, contra o "Léo", contra a normalidade que nos rejeitava. Era como se quiséssemos marcar um no outro a ferro e fogo, gravar a pele com a prova desse pecado compartilhado, para que nada e ninguém pudesse apagar ou substituir.

- Eu tentei - ela gemeu no meu ouvido, suas unhas se enterrando nas minhas costas com uma força que doía. - Eu tentei querer o normal... mas quando eu estou com ele, só consigo pensar... que não é você. Que ele não me conhece. Não me vê como eu sou. Só você vê, tio.

Era a confirmação que não vinha da modelo ou da sobrinha, mas da mulher que ela era, assustada e perdida. Ela via o abismo também. E escolhia, naquele momento, pular comigo.

Afundei a rola até o talo nela quando gozei, um jorro cego e possessivo que parecia extrair minha alma junto. Olhei em seus olhos verdes que me encaravam e vi o reflexo do meu próprio êxtase misturado ao horror. Senti os espasmos da buceta dela, um aperto úmido e convulsivo, atingindo o clímax ao mesmo tempo, enquanto um gemido longo rasgava sua garganta e ecoava na cozinha.

Depois, só o silêncio. O peso dos nossos corpos ofegantes no chão frio. O cheiro do sexo e do desespero impregnando o ar.

A linha entre tio e amante, entre sobrinha e cúmplice, entre negócio e amor, não foi apenas apagada. Nós a atravessamos correndo, de mãos dadas, direto para o núcleo mais escuro do abismo. Porque o abismo, pelo menos, era um lugar onde estávamos juntos. O Léo do cursinho, a vida normal, a fachada de estudante... Tudo foi sacrificado, naquele instante, no altar desse amor impossível, doente e absolutamente real.

Não me separei dela. A explosão do orgasmo tinha me esvaziado e me preenchido ao mesmo tempo, mas meu corpo, enlouquecido pela verdade confessada por ela, se recusava a aceitar o fim. Minha rola, ainda dura e latejando dentro da bucetinha melada, era um testemunho físico: eu não saberia largá-la nunca mais.

Antes que ela pudesse sequer recuperar o fôlego, a envolvi com força. Com um impulso puramente animal, levantei do chão frio da cozinha, mantendo Júlia grudada em mim. Ela deu um gritinho de surpresa, as pernas se enrolando instantaneamente na minha cintura, os braços se agarrando ao meu pescoço.

Caminhei em direção à sala, e cada passo era uma delícia perversa. Minha rola, ainda profundamente encaixada nela, deslizava e se enterrava com um movimento que arrancava um suspiro rouco da sua garganta. Ela escondeu o rosto no meu ombro, mas eu sentia cada tremor, cada contração do corpo dela contra o meu.

A coloquei deitada de costas no sofá, mas não era essa a posição que eu queria.

- Vira - ordenei, a voz um rugido baixo. - De quatro. Agora.

Meus olhos devoravam cada centímetro daquela cena. Ela se ajoelhou no sofá, apoiando os antebraços no encosto. A bunda, minha obsessão, meu fetiche, meu pecado favorito, ficou empinada diante de mim, redonda, maravilhosa, uma oferenda perfeita. A pele bronzeada, as suaves covinhas das celulites que tanto me excitavam, tudo estava ali, à minha disposição.

E aquele jeitinho dela de fazer tudo que eu mandava, de ser completamente submissa às minhas vontades e ordens, me enchia com um tesão absurdo.

Não aguentei. Coloquei as mãos naquela carne, sentindo o volume, a firmeza, a maciez. Apertei, e um gemido saiu dela, misturado a um suspiro de rendição. Meu pau pulsou violentamente, todo melado do meu próprio gozo e do melzinho da buceta dela.

Me posicionei atrás, a ponta da minha rola encontrando a entrada já conhecida, tão úmida e quente. Ela estava aberta, melada, me esperando.

- Meu Deus, olha isso - grunhi, mais para mim mesmo do que para ela, a voz carregada de uma reverência obscena, enquanto minhas mãos moldavam a carne da bunda dela. - Essa bunda... essa bunda foi feita pra ser minha. Toda minha.

Fiz um movimento único, profundo, atolando a rola até o talo naquela buceta deliciosa. Um grito abafado estourou dos lábios dela, e o corpo todo se contraiu. Eu fiquei parado por um segundo, apenas sentindo, a visão da minha rola completamente engolida por ela, a bunda empinada contra a minha virilha, as minhas mãos ainda marcando a carne dela.

- Tio... É tão grande! - ela disse, gemendo.

O "tio" no gemido dela foi como uma descarga elétrica. Uma coisa era a confissão, outra era ouvir aquele termo de carinho, de família, sendo transformado num gemido de prazer. O sangue pareceu ferver em minhas veias, e uma parte mais escura, mais primitiva, que eu mantinha acorrentada, começou a rosnar. As minhas mãos, que apertavam sua cintura, subiram e se fecharam com força naquela bunda enorme, deixando ela aberta enquanto eu metia com uma cadência implacável.

- Tá gostoso, meu amor? Tá gostoso sentir a pica do tio em você? Tá gostando do tio te fazendo de puta?

Ela gemeu mais alto, um som entre o choque e o êxtase, e enterrou o rosto mais fundo no sofá. A submissão dela àquelas palavras me encheu de um poder sujo e avassalador.

- Responde! - exigi, dando um tapa seco e estalado naquela bunda enorme. - Você gosta de ser minha sobrinha vagabunda? Gosta de fazer seu tio ficar doido por essa buceta gostosa? - falei enquanto metia, seus gemidos abafados me incentivando.

- Sim! - o grito saiu abafado, mas foi claro. Um "sim" rouco e quebrado que me atravessou como uma lança.

- Sim, o quê? - pressionei, diminuindo o ritmo para um vai e vem torturante e superficial, negando a ela a profundidade que ela claramente queria. - Fala direito, princesa. Deixa a puta dentro de você falar.

Ela se contorceu, tentando se afundar mais no meu pau, mas eu segurei firme seus quadris. - Por favor... Tio, me come...

Minha pica latejava dentro da bucetinha apertada dela.

- Não. Fala primeiro - minha voz era fria, de um dominador que descobria seu poder naquele instante. - Fala: sou sua puta, tio.

Houve uma pausa ofegante. Eu vi os músculos das costas dela se tensionarem, a luta interna entre a vergonha residual e a necessidade visceral. A necessidade venceu.

- Sou... sou sua puta, tio - ela sussurrou, e o som foi mais erótico do que qualquer grito.

- Não escutei. Mais alto.

- Sou sua puta! - ela gemeu alto, soltando a voz, e no mesmo instante, eu enfiei a rola até o talo, retomando o ritmo de antes, fazendo ela gemer ainda mais na minha pica.

- Isso - grunhi, a palavra saindo entre os dentes cerrados, misturadas aos meus próprios gemidos. - Minha putinha novinha. Minha sobrinha vagabunda. Essa bunda gigante é só minha, essa buceta é só minha. Você acha que alguém vai olhar pra você na rua e imaginar que você tá aqui, de quatro, com a buceta cheia da pica do seu próprio tio, admitindo que é puta?

Ela só respondia com sacudidas de cabeça e gemidos ininterruptos, um choramingar delicioso de prazer absoluto. Eu estava perdendo o controle, a linguagem descendo a um nível que eu nunca havia permitido, mas que parecia a única verdadeira naquele momento.

- Vou gozar de novo dentro de você, Júlia. Vou encher você de leite, pra você lembrar amanhã, no seu cursinho de gente normal, a quem você pertence.

As palavras eram ácidas, violentas, cheias de ciúme e posse, e cada uma delas fazia o corpo dela responder com um tremor mais intenso. Era como se, ao xingar, ao reduzi-la aos termos mais baixos e proibidos, eu estivesse quebrando o último tabu que nos separava. Ela não era mais apenas Júlia, minha princesa. Era minha puta. Minha transgressão completa.

E quando o orgasmo me atingiu, foi com a força de um raio, arrancando um rugido da minha garganta. Segurei ela com uma força desesperada contra mim, atolado até as bolas, enquanto jorrava dentro dela, repetindo em um sussurro rouco e caótico contra suas costas: "Minha puta... minha putinha do caralho... toda minha..."

Ela gozou junto, um longo gemido contínuo, o corpo dela se contorcendo em espasmos violentos, espremendo cada última gota de mim. Desabamos juntos sobre o sofá, um emaranhado de suor, de culpa, de palavras proibidas e de um prazer que tinha o gosto amargo e viciante do pecado absoluto.

O silêncio que caiu depois foi diferente. Carregado não apenas do peso do que fizemos, mas do que dissemos. Das novas identidades que, na fúria do desejo, nós dois havíamos aceitado e clamado.

Não havia mais volta.

(N.A.: Ansiosos para os próximos desdobramentos da história? Ainda tem muita coisa legal vindo aí!)

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Comentários

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WOW! Simplesmente, WOW! Nota 10 para esse capítulo. A forma como você descreve as cenas sexuais é muito, muito e muito excitante. Ela queria tanto quanto ele. Agora estou ansioso pelo que virá pela frente.

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Diferente do colega, eu já acho que esse episódio deu o salto necessário, pq conto erótico é isso, e não faltou o enredo pra até chegar até aqui, estarei ansioso pelo próximo, fico na torcida que sejam muitos e muitos episódios.🌟🌟🌟

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Seu conto está excelente, parabéns.

Espero que continue postando contos maravilhosos como esses.

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Está perfeito, agora sim ficou lindo demais esse conto, ela é só dele.

A princesinha do titio,a putinha mais gostosa e delicada do titio .

Aquele rabo gigante é só para ele, só falta o sexo anal para coroar a relação incestuosa.

Imagina ela de quatro com o rabão empinado,com a cara no travesseiro enquanto leva a pica no cuzinho apertado e para coroar,pegar ela em um frango assado tomando no rabinho, gemendo que nem uma cadelinha toda feliz com o tio amado dela.

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Infelizmente os primeiros relatos me deixaram com uma expectativa q não se consolidou,imaginei q teríamos um conto realmente bom q nos envolvesse até o fim, mas vc acelerou demais as coisas, nem sexo oral vcs fizeram, nem aproveitou as fotos e vídeos para se colocar como um personagem importante nas gravações, algo q creio eu todos os leitores aqui estavam aguardando. Pular direto pro sexo acabou virando mais do mesmo q já temos por aqui.

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Sinto muito por não ter correspondido à sua expectativa, porém esse conto (principalmente da metade para o final) é mais sobre a relação dos personagens do que sobre sexo. Mas caso seja sua preferência ler algo mais picante, convido a das uma olhada em meu outro conto, onde foco bastante em cenas sexuais: https://www.casadoscontos.com.br/serie/2747

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