Boa tarde meus comparsas
Após término de um relacionamento que tive, passaram se alguns meses e ela continuava me mandando mensagem que queria voltar e tal. Porém eu já estava decidido e comendo várias bucetas por onde ia.
Certa noite eu havia chegado do trabalho cansado e não tinha ninguém em mente pra eu da uma aliviada. Foi quando chegou uma mensagem dela no meu telefone me falando que precisava transar, só um sexo sem compromisso e sem sentimentos.
Não exitei, falei com ela que poderia ir até o meu apartamento que eu também estava doido pra transar e já havia dias que eu não comia um cuzinho.
Não demorou muito e ela mandou mensagem me avisando que estava na portaria, desci e a busquei, isso já era qua de meia noite, eu chegava do trabalho sempre depois das 23 horas.
Como eu morava no sentindo andar, não tinha o costume de usar o elevador, falei com ela pra gente subir pela escada.
Sempre fui muito tarado, falei pra ela passar na minha frente para subir a escada e ela estava com uma saia mais curtinha que quando ela subiu os primeiros degraus eu levei a mão por baixo da saia dela e a piranha estava com aquelas calcinha que deixa a buceta livre, eu a segurei na escada e fui a penetrando com meu dedo, ela já estava toda molhada e isso demonstrava o quanto ela estava de tesão.
Eu sabia que ela gostava de um anal bem feito e isso eu sabia fazer
Ela se sentou no degrau da escada e puxou meu pau para fora e me chupou ali mesmo, eu procurando um ângulo que fugia das câmeras e ela se deliciava mais e mais com meu pau todo na boca. Eu a levantei e encostei ela na parede com uma das suas pernas no dregrau mais a cima e fiquei passando a cabeça do meu pau na entreda da buceta dela e a vagabunda me pedindo bem baixinho pra meter. Eu não queria comer ela ali, apenas provocar, eu sentiu sentia com minha mão sua buceta escorrer todo seu mel pelas pernas.
Levei a para dentro do meu apartamento e deitei ela de pernas abertas no sofá e comecei a chupar gostoso, aquele piranha gozou em minutos e me pedia pra meter e me pedia pra sentar e eu não deixava.
Falei com ela que só queria comer o cuzinho dela, rapidamente ela me respondeu que achava que eu não iria pedir, pois ela estava doida pra poder dar o cu.
Eu a virei para o sofá e comecei a passar novamente meu pau na enteada da buceta dela que parecia uma chama de fogo de tão quente. Fui lubrificando aquele cuzinho com o melzinho da buceta até meu pau sumir dentro daquele cuzinho que já tinha dias que eu não comia.
Ela gemia alto e pedia pra eu comer gostoso o cu dela, naquele momento todos os vizinho do prédio já Albânia escutado.
Eu a puxei pata cima da bancada da cozinha, vírei ela de frente e encaixei novamente meu pau todinho dentro daquele cuzinho maravilhoso. A buceta daquela vagabunda escorria que não parava. Ela realmente sentia muito tesão no sexo anal desde quando nós estávamos juntos.
Ela já havia gozado na chupada, na primeira metida no sofá e a piranha estava gritando para mim novamente que irão gozar de novo, enquanto eu u segurava uma das pernas dela e metia naquele cuzinho eu a enforcava e dava vários tapas naquela cara de puta que ela fazia. Era uma mistura de raiva, ódio, tesão, tudo .
Até que quando falei com ela que irão gozar e ela pediu na boca. Rapidamente a piranha se ajoelhou e mamou meu pau todinho, engolindo gota por gota.
Essa foi nossa última transa
Depois desse dia numa mais nós vimos.
dasilvamais4@gmail.com chama aí você só ÉS