Belinha é Mãe. Será Que Sou o Pai?

Um conto erótico de O Contador de Histórias
Categoria: Heterossexual
Contém 794 palavras
Data: 12/01/2026 15:46:40

Boa tarde, há quanto tempo que eu não escrevia, então, vamos atualizar os acontecimentos.

Para quem não me conhece, sou um coroa carioca, negro, 20X4,5cm de peia, morador de O. Cruz e tenho um caso antigo com a filha de uma vizinha, a Belinha.

Precisei viajar à trabalho e por isso me ausentei dos contos, ficava muito tempo trabalhando e o pouco que me restava eu dormia. Daqui a poucas vezes e que venha o Rio, eu concentrado em visitar a família e tirar um tempo para Belinha.

Na verdade, toda vizinhança já suspeitado que eu comia ela há muito tempo, e todos comentavam a boca miúda entretanto, atrás Belinha apareceu grávida ninguém teve culpa em falar a boca muda que o bebê é meu.

Só que Belinha e Bia trocando de namorados, namoradeira e eu viciada em sexo nunca ficava sozinha. Mas temos três namorados que podemos dizer que foram importantes porque sempre voltavam, e eu que sempre que aparecia, a comia.

Eu era um prestador de serviços, aliás eu sou um prestador de serviços ponto e como tal, eu sou a minha própria empresa e fiz um contrato com a Petrobras na qual eu tenho uma equipe funcionários que prestam serviços de Saúde em duas plataformas de petróleo e eu vivo trabalhando 10 dias seguidos e descanso dois; às vezes três.

E esse é o grande motivo da minha ausência, o excesso de trabalho ou subiu todas as minhas energias físicas e mentais de boa que o pouco que me restava eu guardava para família e para Belinha.

Embora euorrece de medo, eu e Belinha nunca usamos proteção durante o sexo, e todo o nosso sexo sempre foi gostoso.

Há um ano atrás tivemos uma foda deliciosa e vou contar rapidamente para vocês.

Cheguei de Macaé tomei banho liguei a televisão e mandei uma mensagem pelo nosso código secreto para Belinha em casa com um toque bem casado meu shortinho enfiado na bunda. Ela entrou, foi direto na geladeira, trouxe duas long necks e começamos a beber após um delicioso beijo de língua de boas vindas. Ela já começou a gemer junto Unidos dizendo que queria a pica muito pica porque eu estava com vontade de ser mãe e andava com uma sede de uma foda do caralho. Em seguida, a boca de cerveja, pegou e Apocalipse o meu pau me causando uma sensação quem viu diferente que fez meu pau endurecer imediatamente. E como ela chupou, chupou como nunca tinha chupado. Fingindo ciúme que eu não sentia, perguntei aonde ela tinha aprendido aquilo, quem era o safado que estava empinando coisas novas e diferentes, ao que ela sorriu e disse:

_"andei treinando para te surpreender meu amor!"

Ela chupou minhas bolas minha pica engolindo a cabeça com volúpia e maestria. De repente ela tirou a boca do meu pau e sentou sua buceta até o talo, de cócoras, de frente pra mim, olhando dentro dos meus olhos, um olhar penetrante, tarado; enquanto o cheiro forte de foda tomava conta do ar.

Neste dia eu acho que ela usou pedra Hume; porque eu nunca tinha sentido tão apertada toda minha vida e olha que eu já comia a uns quatro ou cinco anos. Portão eu não estou fazendo cursinho de corpo horrível porque cada shopping tem sua buceta beijar o meu pau sonoramente com o ruído dos características de algo sugando algo. Há muito tempo eu não gozava tanto e tão forte não que ela me disse essa é para fazer um filho. Botei ela de quatro no sofá enfim novamente de uma vez, uma vez, de uma vez até o talo até sentir minhas bolas batendo suas pernas. Splat, splat. Splat, splat... Eu sou que passou inteirar na minha sala até mais alto que a televisão ligada, sem contar que aquele brrrch, brrrrch, brrrrch de sua buceta sugando minha pica tensionava-a a tal ponto que eu chegava a sentir dor.

Decidido a dividir as dores, tirei o pau lubrificado por nossos fluidos de sua buceta e enfiei de uma vez só na bunda extraído dela um grito angustiado parar esperando ela acostumar até o momento que ela começou a rebolar na minha pica. A miserável se adapta muito rápido nas fodas e logo estávamos novamente nos splats, splats até que ela disse vou gozar, safado e eu despejei novamente uma onda de porra em suas entranhas.

Demorei um mês e meio para voltar e fazermos tudo de novo, mas desta vez ela reclamava um mau-estar, e dois meses depois, novamente entediada e estufada, no outro mês a confirmação da gravidez. Só que a safada tinha três namorados além de mim.

Hoje a bebê está com três meses e nós quatro já enviamos material para DNA.

Quem será o felizardo?

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Foto de perfil genéricaO Contador de Histórias Contos: 27Seguidores: 23Seguindo: 3Mensagem Carioca, 61, de bem com a vida, escritor amador, sem preconceitos que não escreve exatamente o que pensa, mas o que o povo gosta de ler.

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