Meu caso com o estagiário

Um conto erótico de Dave
Categoria: Crossdresser
Contém 1376 palavras
Data: 12/01/2026 16:39:03

História de um estagiário

Conheci Bianca no Grindr. Poucas vezes me interessei tão prontamente por alguém. A conversa fluiu fácil, gostos parecidos, cidades vizinhas, tudo conspirava para o encontro. As fotos que ela me mandava eram sempre de máscara, medida de segurança de quem leva uma vida dupla. Na maior parte do tempo, ela existia como Bernardo, homem, hétero aos olhos do mundo, funcionário de uma empresa de engenharia, noivo, discreto. Eu não perguntava muito sobre essa face, porque não era ela que me atraía. O que me interessava era sua identidade secreta, como uma super-heroína noturna. Saía o macho cotidiano e surgia Bianca, feminina, provocante, cheia de malícia. Aquela necessidade de discrição era perfeita pra mim, casado, vivendo desejos que não cabiam dentro do meu casamento. Bianca parecia feita sob medida.

Marcamos de nos encontrar no shopping da cidade dela, fácil acesso, seguro. Ela aceitou ir como Bernardo e se montar depois. Se alguém nos visse, seria só uma conversa banal entre conhecidos. Eu já tinha mostrado o rosto, ela não, o que me deixava inquieto, mas o local público me tranquilizava. Combinamos uma camiseta verde do Harry Potter, Sonserina, nossa casa favorita. Cheguei antes e fiquei afastado, observando. Minutos antes do horário, ela perguntou se eu já estava lá. Menti, disse que sim. Então veio a pergunta estranha, se eu ficaria bravo se ela desistisse. Respondi com calma, disse que poderíamos só conversar. Mas ela admitiu que havia escondido algo grave, algo que poderia me fazer desistir. Minha curiosidade venceu o receio.

— Me conta o que é e eu te digo se desisto.

Ela demorou. Então revelou:

— Eu já te conheço pessoalmente. Se você me vir como homem, vai me reconhecer.

Meu estômago revirou. Se ela quisesse acabar com a minha vida, poderia, mas o contrário também era verdade. Arrisquei.

— Então vem. Colocamos isso a limpo. Eu guardo seu segredo, você guarda o meu.

Cinco minutos depois, fiquei atento, boné baixo, olhando ao redor, até que vi uma figura familiar, celular na mão, olhando pros lados, camiseta verde da Sonserina. O estagiário que trabalhava comigo no escritório, recém-contratado como aprendiz. Nossos olhos se cruzaram e eu não consegui segurar o sorriso.

— E aí, Catatau.

Apelido do setor. Ele empalideceu. Sentamos. Falávamos baixo, pois eu continuei a tratá-lo no feminino.

— Achei que você não viria, Bia.

— Eu entrei em choque quando vi sua foto — disse Bia, em um tom de timidez.

— Devia ter falado antes. Quantas oportunidades perdidas.

Ela riu de nervoso.

— Você já é efetivado. Eu não posso misturar as coisas.

— E agora? Porque trabalhamos juntos, você vai desistir? — eu insisti.

Ela respondeu desviando o olhar:

— Achei que você não ia querer. Você conhece meu pai há anos, me viu crescer.

Eu, com um sorriso maldoso, respondi:

— Então agora você vai me ver crescer, pelo menos uma parte de mim.

Ela sorriu, tímida.

— Bobo.

Me aproximei.

— Vamos sair daqui. Quero beijar sua boca. Trouxe as coisas pra se montar pra mim?

O rosto dela corou inteiro. Assentiu em silêncio. Naquele instante, antes de qualquer toque, eu sabia que meu caso com Bia não seria apenas uma transa.

Fomos pro meu carro, estacionado no subsolo do shopping, longe dos olhares. Assim que a porta fechou, agarrei sua nuca com firmeza e dei um beijo ardente, minha língua invadindo a sua boca. Ela ainda estava de Bernardo, mas eu já sentia o gosto de Bia. Gemeu baixinho, tremendo, as mãos no meu peito me empurrando de leve, insegura.

— Pra você, tem que esperar eu me transformar — murmurou, ofegante, os olhos baixos e corados. — Ainda sou Bernardo. Quando eu estiver de Bia, aí você faz tudo o que der vontade.

Deu um sorrisinho tímido, quase infantil, mordendo o lábio.

Dirigi até um motel atrás do shopping, um lugar barato onde as prostitutas da região levam os clientes. Estacionei e olhei nos olhos dela.

— Não quer ir pra um lugar melhor?

— Hoje quero ser sua putinha, e esse lugar é perfeito pra isso — sussurrou baixinho, desviando o olhar, como se as palavras a envergonhassem.

Entrei na recepção, entreguei meu cartão e identidade ao atendente, que sorriu cúmplice e devolveu o documento.

— Não precisa, senhor.

Me deu uma chave com o número do quarto 69.

— Um quarto sugestivo — ela comentou timidamente ao meu lado, apertando a bolsa contra o peito.

Entramos na suíte com hidromassagem. O ar cheirava a desinfetante barato.

— Agora você espera aqui. Eu vou me transformar — disse Bia, trancando-se no banheiro com a bolsa, a voz trêmula.

Nesse meio-tempo, liguei a TV. Estava passando um filme pornô, gemidos ecoando no quarto. Ajustei o ar-condicionado pro frio, tirei minha roupa devagar e me deitei na cama king size, nu, o pau já meia bomba só de imaginar. Esperei, ouvindo sons nervosos de zíperes e tecidos no banheiro.

Quando a porta abriu, era outra pessoa. Calcinha fio dental vermelha esticada sobre o pau semi-duro, dava pra ver a cabecinha rosa já gotejando, coberta por uma camisola transparente da mesma cor. Sutiã de bojo empinando os peitos falsos. Cabelos negros e ondulados, longos na altura do ombro, amarrados em rabo de cavalo. Batom de cereja. Ela estava mais sexy e feminina do que qualquer mulher que eu já tinha visto, mas parou na porta, hesitante, as mãos cruzadas na frente do corpo.

Levantei num pulo, a peguei pela cintura fina e a joguei na cama sem muito cuidado.

— Porra, Bia, você é linda assim — rosnei no ouvido dela, mordendo o lóbulo de leve.

Ela tremeu toda, gemendo baixinho.

— Eu… eu nunca fiz isso direito. Vai devagar?

Minhas mãos puxaram a camisola transparente, expondo a calcinha vermelha apertada. Mesmo sob um leve protesto, tirei seu sutiã e desci beijando seu pescoço até chegar aos mamilos, mamando os bicos duros, enquanto acariciava barriga, coxas e costas. Bia arqueou, as unhas cravadas nos lençóis, olhos fechados.

— Ai, chefe… me ensina como fazer amor, me ensina?

Desci os beijos passando pelo umbigo e púbis, dei um beijinho na cabecinha babada que saía pelo cós da calcinha e a virei de bruços. Parei um tempo admirando aquela bundinha empinadinha, pele branca como leite, com o fio da calcinha bem socado no meio. Puxei a calcinha pro lado, revelando o cuzinho rosado e virgem. Que tesão. Passei a mão pela barriga e senti o pau dela pulsando na minha mão. Enfiei um dedo na boca, deixando bem molhado, e devagar fui sentindo ela se contrair enquanto eu enfiava no seu buraco.

— Relaxa, putinha inexperiente — provoquei, enquanto passava a língua nos seus ovinhos à mostra.

Dei uma chupada mais forte em uma das bandas da bunda, deixando uma marca.

— Cuidado, minha namorada não pode ver marcas em mim — disse ela.

Achei engraçadinha ela mesmo prestes a levar rola, toda menininha ainda se preocupava com a namorada.

— Ainda vou conhecer sua namorada, amor — respondi, enfiando um segundo dedo.

Bia gemia fraco, o corpo se rendendo.

— Tá doendo… mas é gostoso, continua…

Não aguentei. Puxei ela pra ficar de quatro, a bunda empinada, trêmula, e meti a língua no cuzinho, lambendo voraz pra soltar. Ela empurrava de leve, confusa.

— Assim? Ai, que vergonha…

Me posicionei de joelhos atrás dela, segurei os quadris magros e enfiei meu pau devagar, centímetro por centímetro, sentindo o cu apertado me engolir.

— Vai devagar, por favor — implorou.

Mas assim que comecei o vai e vem, ela gemia mais alto, enquanto eu bombava selvagem, tapas leves na bunda fazendo ela corar. Puxei o rabo de cavalo como rédea, metendo fundo, o pau dela balançando entre as pernas. Virei de novo, pernas dela nos meus ombros, e fodia olhando nos olhos, aqueles olhos de estagiário agora cheios de lágrimas de prazer.

— Tô gozando! — choramingou primeiro, o pau jorrando porra na própria barriga.

Gozei logo depois, enchendo o cu dela de porra quente, grunhindo.

Caímos exaustos na cama suada, ofegantes. Ela se aninhou no meu peito, tímida.

— Foi… incrível.

Pegamos no sono abraçados. Alguns minutos depois, o celular dela tocou. Percebi ela engrossando a voz pra falar, com medo de voltar sem querer a falar como uma menina dengosa.

— Sim, amor. Chego aí em meia hora. Estava jogando bola com uns amigos, a gente esticou e eu perdi a noção do tempo.

Ela foi pro banheiro e, em cinco minutos, voltou a ser Bernardo.

— Até segunda.

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Comentários

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Que-te-são!! Também ficaria com medo mas arriscaria nessa situação hehehe

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