Fernanda vaca submissa

Um conto erótico de Fernanda marcolino
Categoria: Grupal
Contém 1461 palavras
Data: 12/01/2026 19:43:32
Assuntos: Grupal

Ordenha e Submissão

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Fernanda, submetida ao namorado, é ordenhada e humilhada, enquanto no escritório é usada sexualmente por colegas, culminando em um ciclo de submissão e prazer.

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Aluz cinzenta da alvorada infiltra-se pelas frestas da persiana, desenhando listas frias sobre o corpo negro e exuberante de Fernanda. Ela despertou devagar, com a respiração presa entre o sono e a consciência, sentindo o peso familiar do plug de aço inox que preenchia seu cu com uma rigidez implacável. O objeto fora cravado ali na véspera, antes de o namorado lhe beijar a testa e desligar a luz, e permanecia como um notário silencioso do contrato que regia sua vida: abrir-se, suportar, servir. O metal, ainda frio apesar do calor do corpo, fazia-a contrair involuntariamente o músculo do ânus, produzindo um latejamento que lhe subia a espinha, mistura de dor aguda e prazer contido. Sentiu o leite pesar nos seios, uma pressão interna que pulsava ao compasso do coração, lembrando-lhe que era antes de mais nada uma fonte, um objeto de uso, uma vaca leiteira.

Ele entrou com o passo macio de quem possui. A porta rangeu como um sinal de alarme brando. Vinha nu do peito para baixo, o pau já semi-ereto a balançar entre as coxas, e trazia na mão esquerda o pequeno recipiente de boca larga — o recipiente em que todo dia era derramado o líquido que lhe tirava das mamas. Fernanda não esperou ordem: inclinou-se para a frente, apoiando as mãos no colchão, sentindo o talho dos mamilos endurecer ainda mais quando o ar frio os visitou. O homem aproximou-se com um sorriso de canto torto, olhos semicerrados num gozo antecipado, e ajeitou o copo sob um dos seios fartos. Com a outra mão, segurou o volume da carne negra, apertando-o de baixo para cima, como quem espreme uma fruta madura. O primeiro jato de leite saiu num estampido tenue, quente, percorrendo o canal e explodindo no vidro. A sensação de alívio foi imediata, mas tal alívio veio acompanhado de um rubor intenso, porque ela sabia que aquilo era apenas preâmbulo de humilhação.

"Vaca leiteira ordenhada", ele murmurou, sem olhar para seu rosto, concentrado no líquido branco que já tingia o fundo do copo. "Segure-se, senão derramo." Fernanda mordiscou o lábio, sentiu o plug empurrar-lhe o canal anal quando tentou contrair as nádegas, um tormento que a fazia querer gemer, mas ela conteve-se: o silêncio era parte do jogo, como se o silêncio a tornasse mais propriedade do que já era. Quando o copo ficou meio cheio, ele trocou de seio, agora apertando com força adicional, fazendo a pele escurecer sob a pressão. O bico do mamilo hipertrofiado quase roçou a borda metálica; os dedos do homem marcaram sulcos nos montículos dos seios, marcas que desapareceriam só horas depois. "Pronto", resmungou, afastando-se. "Toma banho, limpa a bosta desse plug e veste a saia que deixei na cadeira. Temos reunião às oito." A expressão "reunião" soava como código; Fernanda sabia que nenhuma ata seria assinada, mas sim, muitas gozadas desperdiçadas dentro dela.

Na pequena casa de banho, retirou o plug com um estalo pastoso, sentiu o anel interno protestar, o vazio repentino quase doído. Lavou o objeto sob a torneira, observando o aço reluzir feito lâmina, e levou a peça à boca sem pensar, roçando a língua pelas curvas, saboreando o sabor acre de próprio corpo. Vestiu então a saia rodada justa o suficiente para marcar a ausência de calcinha, e uma blusa branca fina que delineava as aréolas escuras como duas nuvens de tempestade. Quando desceu as escadas, ainda sentia o odor do leite que cintilava nos dedos, e isso bastou para que, ao abrir a porta do prédio, a brisa externa lhe esfregasse a face um aviso: fora dali, o mundo a conheceria de novo como "vaca".

O escritório era um campo minado de olhares. Assim que o elevator bateu no décimo andar, Fernanda sentiu a primeira facada no ventre: duas colegas encostadas ao balcão de café fecharam o rosto num gesto de asco, mas deixaram o sussurro escapar, beijando o ar como serpente: "Lá vem a vaca." O som percorreu-lhe a nuca, espalhou-se pelos ombros, deslizou-lhe pelas coxas, mas ela manteve a cabina erguida, caminhando no salto que o namorado escolhera — agulha alta, suficiente para forçar a coluna a arquear, fazendo os quadris balançarem num convite involuntário. No corredor, o primeiro predador surgiu: Francisco, do financeiro, um tipo de rosto redondo e olhos pequenos que pareciam contar centavo por centavo. Apenas ergueu a sobrancelha e fez-lhe sinal com a cabeça na direção da sala de reuniões vazia. Fernanda sabia o protocolo: entrou, ajoelhou-se no carpete cinzento, aguardou. A porta fechou-se; o estalo soou como patente de guerra. Francisco despiu o paletó, abriu o zíper com ritmo calculado, ereto e já escorrendo uma gota clara pela fenda. Não disse nada; a história já estava combinada. Fernanda abriu a boca, sentiu a cabeça roçar-lhe o céu da boca, avançou até sentir o hálito queimar, engoliu o pau inteiro num guloso profundo que fez o pescoço estalar. Lágrimas brotaram espontâneas, escorreram pelos cantos, misturaram-se à saliva que pingava no tapete. Francisco prendeu-lhe o crânio pelas tranças, enfiava e retirava num vaivém seco, cada estocada mais afiada, o ventre dele estalando contra o fio de baba. O orgasmo surgiu rápido: ele retirou-se, espalhou-lhe a face de spurts quentes, enchendo o olho esquerdo, cobrindo o nariz. Depois, ajeitou o paletó, limpou as mãos na barra da camisa dela e saiu. Fernanda ficou ali de joelhos, o sêmen escorrendo-lhe pelo canto dos lábios, o coração disparado como tambor.

Houve apenas tempo de ir à casa de banho feminina, limpar o rosto com papel, sentir o gosto metálico do esperma ainda nítido na boca. Quando voltou, era a hora do café. A copa, pequena, era um retângulo de luz branca; o cheiro de pó de café recém-passado enegrecia o ar. Esperava-a outro caçador — André, alto, barba de três dias, braços tatuados de rosário invertido. Nenhum preâmbulo: empurrou-a de costas para a mesa de plástico, ergueu a saia, viu a entrada já aberta e úmida, e posicionou a cabeça do pau na cona do ânus. O penetrar foi brutal, num som úmido de carne a ceder, a mesa rangendo sob o impacto. Fernanda soltou um gemido rouco de dor, mas André agarrou-lhe o queixo, forçou-a a fitá-lo e repetiu-lhe ao ouvido: "Segura, vaca." A cada estocada, os seios balançavam, o leite residual a latejar sob a blusa, manchando-a por dentro. O fogo alastrava-se-lhe pelas pernas, uma labareda que se misturava ao prazer de ser usada. Sentiu o clitóris latejar, anelando contato, mas a regra era clara: não podia gozar sozinha, precisava de permissão.

Foi então que ele surgiu — o namorado. Embora não fizesse parte da empresa, abrira passagem com segurança de sempre, como quem entra em propriedade própria. Apoiou-se à porta, cruzou os braços, observou a cena com olhar de quem regula relógio. "Masturba-te", ordenou, a voz baixa, cuspite de poder. Fernanda desceu a mão trêmula, escorreu os dedos entre as coxas, encontrou o botão úmido e inchado. Começou a friccionar-se ao mesmo tempo em que André lhe fodia o cu, o ritmo dos dois corpos criando uma sinfonia de estalos, puxões, respiros. A excitação aglutinou-se num núcleo quente no baixo ventre; ela culpou o plug de manhã, culpou as mãos do homem, culpou a própria carne que sempre exigia mais. Quando o orgasmo estourou, veio em clames, as coxas contraídas, o cú a apertar o pau de André, que não aguentou: encheu-a de porra quente, retirou-se deixando escorrer o líquido pelas coxas. Fernanda ficou deitada de costas, os dedos ainda grudados no clit, a respiração despedaçada, sentindo o sêsemen frio escorregar até o dorso dos joelhos.

O relógio marcava seis da tarde quando enfim voltou a si. O escritório já estava escuro, a limpeza noturna começando ao fundo. Andrei, Francisco, as colegas — todos haviam desaparecido como personagens de palco cujo papel findou. Ela recolheu a blusa, puxou a saia, sentiu o peso do corpo suado a reclamar banho, mas a exaustão era mais forte. O namorado a aguardava na garagem, apoiado ao carro, fumando um cigarro eletrônico que cheirava a mentol. Quando se aproximou, não disse nada: abriu os braços, envolveu-a num abraço que cheirava a gasolina, tabaco e sexo alheio. A boca dele tocou a orelha dela, quente: "Minha vaca leiteira obediente, cumpriste tua missão. Agora, descansa, pois amanhã começa tudo de novo." A voz reverberou-lhe dentro do peito como um selo. Fernanda fechou os olhos, aceitou o beijo que selava o ciclo, sentiu o gosto de si mesma misturado ao deles, e soube — com uma clareza que beirava a paz — que o plug voltaria a ser cravado, o leite seria ordenhado, e o ventre latejaria de novo, num perpétuo hino de submissão.

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