Gugu: o passivo safado com seu professor e irmão de Roberto, Marcos

Um conto erótico de Gugu devasso
Categoria: Gay
Contém 1509 palavras
Data: 02/01/2026 15:38:24
Última revisão: 21/01/2026 15:01:06

Roberto que após o sexo quente que teve com Gugu e o professor João.

- Bom menino… você é uma delícia mesmo. A voz dele estava baixa, ainda rouca de prazer. Ele ajeitou a bermuda, fechou o zíper e olhou para João com um sorriso cúmplice.

- Vou deixar vocês dois aproveitarem o resto da tarde. Tenho umas coisas pra resolver na cidade, devo voltar apenas a noite.

Sem mais palavras, Roberto se afastou, os passos pesados ecoando na borda da piscina enquanto ele desaparecia em direção à casa.

O sol da tarde batia forte agora, refletindo na água e iluminando os corpos suados que ficaram para trás.

Só restavam João e Gugu.

O silêncio caiu por um instante, quebrado apenas pela respiração ofegante dos dois. João se aproximou devagar, o pau ainda meio duro balançando pesado entre as pernas, brilhante de saliva e restos de porra. Ele passou a mão grande pelas costas de Guguh, descendo até a cintura, sentindo a pele quente e úmida de suor.

- Olha pra mim, menino.

Gugu se virou devagar, as pernas ainda fracas, o rosto corado e manchado de porra seca, os lábios inchados e vermelhos de tanto chupar. Os olhos castanhos estavam vidrados, cheios de tesão e insaciável. Ele se encostou no peito largo de João, sentindo os pelos grisalhos roçarem sua pele lisa, o cheiro familiar do professor — madeira, suor, autoridade — invadindo tudo de novo.

- Professor… você não tá com ciúme? A voz dele saiu baixa, quase um sussurro, enquanto esfregava o rosto no ombro de João como um gatinho precisando de carinho.

João soltou um riso baixo, abraçando-o com força, uma mão descendo para apertar possessivamente a bunda arrombada. Os dedos dele deslizaram pelo rego, sentindo o buraco sensível e escorrendo, ainda quente do pau de Roberto. Guguh estremeceu inteiro, gemendo baixinho com o toque.

- Ciúme? Não, putinho. Eu trouxe você aqui sabendo que isso podia acontecer. Ver você sendo usado por outro homem… só me deu mais vontade de te ter só pra mim agora.

Ele empurrou o putinho de costas contra a borda da piscina de novo, mas dessa vez com mais calma, mais intimidade. As mãos grandes seguraram o rosto do garoto, os polegares limpando suavemente as marcas de porra no queixo e nas bochechas. Depois, João se inclinou e beijou Guguh fundo, lento, a língua invadindo a boca ainda com gosto de sexo, misturando-se ao dele num beijo molhado e possessivo.

Enquanto se beijavam, João posicionou o pau duro de novo na entrada escorrendo do garoto. Não precisou forçar — o cuzinho estava tão usado, tão molhado de porra alheia, que a cabeça grossa deslizou para dentro com facilidade, num movimento único e profundo. Gugu gemeu dentro da boca do professor, as unhas cravando nas costas largas dele, as coxas se abrindo mais para receber tudo.

João começou a meter devagar, quase carinhoso no início, sentindo cada contração do buraco ao redor do pau, o calor viscoso da porra de Roberto servindo de lubrificante perfeito.

- Sente isso, viadinho… agora é só meu pau te preenchendo. Só eu te fodendo como você merece.

As estocadas foram ficando mais fortes, mais profundas, mas ainda havia uma ternura bruta nelas — João segurando a nuca do garoto, olhando fundo nos olhos dele enquanto socava, vendo cada gemido, cada tremor, cada lágrima de prazer que escapava.

- Você é meu, tá ouvindo? Pode dar pra quem eu quiser… mas no final, é pra mim que você volta implorando por mais pica.

Gugu só conseguia assentir, os olhos revirando, o corpo se entregando completamente outra vez. - Seu… só seu, professor… me fode… me enche de novo… eu tô amando tomar seu pau meu cu assim…

João acelerou, os quadris batendo com força agora, a água da piscina espirrando a cada movimento. Ele gozou primeiro dessa vez, fundo, marcando território por cima da porra do outro, enchendo Gugu até transbordar. O garoto veio logo depois, só com o prazer de ser possuído exclusivamente pelo homem que o dominava desde o começo.

Quando terminaram, João não saiu de dentro dele. Ficou ali, abraçado, o pau amolecendo devagar no calor do cuzinho, beijando a testa suada do garoto.

- Boa menino… agora vamos pra dentro. Vou te dar um banho, te limpar todo… e depois te foder de novo na cama, só nós dois, a noite inteira.”

Gugu sorriu fraco, as pernas ainda tremendo, o corpo todo marcado e satisfeito.

- Promete?”

- Prometo.”

A noite já tinha caído na chácara quando a porta da casa se abriu de novo. Passos pesados ecoaram na varanda. Uma silhueta alta e larga surgiu sob a luz amarelada do poste: Marcos, o irmão mais velho de Roberto, que ninguém esperava. 55 anos bem vividos, ex-jogador de rugby, 1,95m de puro músculo ainda firme, peito largo coberto por uma camisa polo aberta até o meio, pelos grisalhos espalhados, braços tatuados e veias grossas saltando nos antebraços. Barba cheia, olhos escuros e penetrantes, voz de trovão. Ele tinha chegado de surpresa para passar o fim de semana com o irmão e encontrou a cena pela janela da cozinha: João ainda dentro de Gugu, os dois abraçados na sala, o garoto gemendo baixinho com cada movimento lento do professor.

Marcos parou na porta da sala, braços cruzados, observando em silêncio por alguns segundos. O cheiro de sexo ainda pairava no ar quente da noite. Gugu percebeu primeiro — virou o rosto devagar, os olhos castanhos encontrando aquele homem gigantesco. O corpo dele tremeu dentro dos braços de João, não de medo, mas de um tesão imediato e incontrolável.

João sentiu a mudança no garoto, parou o movimento dos quadris e olhou para trás. Sorriu de canto, sem tirar o pau de dentro.

- Chegou na hora certa, Marcos.

Marcos desceu os degraus devagar, cada passo fazendo o chão vibrar levemente. Ele se aproximou até ficar a poucos centímetros dos dois, o calor do corpo dele irradiando. Olhou para o garoto de cima a baixo — o rosto corado, os lábios inchados, o corpo parrudo e marcado, o cuzinho ainda cheio do pau de João e escorrendo porra.

- Então esse é o menino que tá deixando meu irmão e você loucos, hein? A voz dele era grave, rouca de cigarro e anos de comando. Ele estendeu a mão enorme, passou o polegar pelo queixo de Gugu, limpando um resto de porra seca ali. - Bonitinho. Doce. Mas com cara de quem aguenta mais do que parece.

Gugu arfou, a respiração acelerando de novo. Ele apertou o pau de João dentro de si sem querer, o que fez o professor grunhir baixo.

- Marcos é… maior que a gente em tudo, menino, João murmurou no ouvido de Gugu, dando uma estocada lenta só para lembrar quem estava ali dentro. - Quer conhecer?

Marcos já desfazia o cinto da calça cargo, sem pressa. Quando abriu o zíper e puxou para fora, o pau que surgiu era assustador — mais grosso que o de Roberto, mais longo que o de João, pesado mesmo semi-duro, com uma cabeça larga e avermelhada que já brilhava de excitação. Veias grossas como cordas percorriam o comprimento, bolas grandes e baixas, peludas, devia medir 24cm.

O putinho arregalou os olhos, a boca se abrindo num gemido mudo. O cuzinho se contraiu forte ao redor de João só de imaginar aquilo tudo entrando.

- Eu… eu quero”, ele sussurrou, a voz trêmula de carência e tesão. - Quero os dois me disputando… me usando…”

Marcos riu baixo, um som perigoso e safado. Ele se aproximou mais, o pau balançando pesado perto do rosto de puto. João saiu devagar do garoto, deixando o buraco aberto e escorrendo, e deu espaço. Marcos segurou o garoto pela cintura com uma mão só — como se o garoto não pesasse nada — e o virou de frente para si, erguendo-o do chão até que as pernas do menino se enroscassem na cintura larga dele.

- Então vem cá, putinho doce. Vou te mostrar o que é um macho de verdade disputando o que quer.

Ele posicionou a cabeça grossa na entrada já arrombada de Gugu e desceu o garoto devagar, empalando-o centímetro por centímetro. Gugu gritou — um grito rouco de dor e prazer absoluto — enquanto sentia aquele pau monstruoso esticando tudo ao limite, preenchendo espaços que nem João nem Roberto tinham alcançado.

João observava, o pau duro latejando na mão, os olhos escuros de desejo. Ele se aproximou por trás, beijando o pescoço de Gugu enquanto Marcos começava a bombar devagar, segurando o garoto no ar como se fosse um brinquedo.

- Ele é meu, Marcos”, João murmurou, a voz carregada de posse e excitação. - Mas hoje… a gente divide. E vê quem faz ele gozar mais alto.

Marcos acelerou, as estocadas profundas fazendo o corpo de Gugu quicar inteiro, os gemidos ecoando na noite.

- Pode tentar, professor. Mas esse cuzinho carente vai lembrar do meu pau por semanas.

E assim começou a disputa: dois machos experientes, corpos fortes e peludos, pauzões grossos e incansáveis, competindo para ver quem dominava mais o doce e safado Gugu — que só gemia mais alto, se entregando completamente, perdido entre os dois, implorando para nunca parar.

Continua....

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Foto de perfil genéricaGuguh - Carlos eduContos: 3Seguidores: 5Seguindo: 9Mensagem "Bem-vindo aos desejos do Guguh! Passivo carente, fogoso e sedento por prazer. Histórias eróticas que vão te deixar louco de tesão 😈💦"

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