A patricinha foi alargada na pica do Jefão

Um conto erótico de SEXTOTAL
Categoria: Heterossexual
Contém 1879 palavras
Data: 13/01/2026 00:16:14

Ana e Paula eram amigas de longa data. Duas princesinhas e patrícinhas de um metro e meio, delicinha. A Ana tinha na verdade 1,48m e pesava uns 46 quilos, peitinhos quase zero, branquinhos com um bico que mal aparecia rosadinho. A bunda era pequena, um homem com a mão aberta apertava ela inteira, mas era empinadinha, com um formato que chamava a atenção. A bucetinha, sempre depilada, pequena, lábios muito pequenos, um grelino tímido. Uma princesinha delícia.

A Paula era parecida, só que um.pouco mais alta com 1,51 e 50 quilos, tinha uns peitinhos maiores e um pouco mais de coxa, a bunda era igual mas usava o pelo da bucetinha aparado.

Nos dias de hoje esse tipo de garota não era muito procurada e então elas tiveram a ideia de ir até uma praia onde rolava uma galera louca se pegando no final da tarde segundo as páginas da internet que elas visitavam. Era uma galera toda misturada, as duas mocinhas sabiam que seriam notadas e decidiram ajudar. A Paula foi de saia jeans, uma calcinha de biquíni fio dental por baixo e o sutiã do biquíni por cima. A Ana usava um biquini de lacinho na lateral, bem pequeno até mesmo para ela, uma saia de tecido leve que voava o tempo todo e a parte de cima era super pequena já que não tinha peito algum para encher.

Deixaram o carro em um estacionamento, "fechamos às nove da noite", e foram para a praia andar de um quiosque em outro. Em um deles rolava um reggae e eles resolveram dança um pouco. Logo surgiram dois carinhas com tipo de surfistinha caiçara e trouxeram cervejas. Os quatro tomaram várias cervejas, dançaram, e depois que dois casais se formaram ficaram se pegando; chegaram outros caras por perto. Eram amigos dos dois primeiros que agora ficavam com cada uma das garotas. Os caras às vezes esbarravam nelas, diziam "eu também quero!", e com esse papo os dois ficantes conseguiram levar as duas patricinhas para fora do quiosque entre as árvores, alegando que os amigos estavam muito loucos.

É claro que chegando lá os amigos já aguardavam e se pudor algum saíram aguardando as duas. Um dos caras já estava de pau duro e pra fora do shorts, agarrou a Ana e arrancou seu biquíni com facilidade, a saia dela era só um paninho, o cara coxava a menina com o pau entre as pernas dela. O ficante beijava forçado sua boca e outros dois passavam a mão nela toda. O cara de trás segurou ela pelo cabelo com o pau cutucando suas costas agora que ele tinha as endireitado. O ficante enfiou o dedo na buceta dela e falou para todos que estava babada e começou a bater uma sirica forte. Beijava a Ana e falava bem alto.

- Essa princesa vai ser puta de todo mundo hoje!

O cara de trás enfiou o dedo no cu dela à seco, ela gritou de dor, tentou sair e foi dominada. E agora um empurrava o dedo na bucetinha depilada, pequenina, e outro alargava o cu da patricinha.

Ao lado a Paula conseguiu voltar sua saia no lugar e chutar o saco do ficante dela, os outros três que a cercavam riram, mas tinham menos coragem que os que estavam com a Ana, e de pau pra fora chamavam ela para chupar. Paula xingava todos, tentou chutar novamente, riam dela. Nisso conseguiu arrumar o biquíni e começou a gritar. Uma lanterna apareceu e os caras foram saindo e correndo. Os agressores de Ana xingavam os outros por não terem dado conta da garota. Paula pegou o sutiã da Ana no chão e ajudou a amiga a colocar. A lanterna se aproximava. As duas estavam muito bêbadas, Ana muito pior, mesmo depois daquele assalto todo tinha ficado sóbria, continuava grogue, mal andava, não falava nada com nada. "Eles machucaram minha bunda". "Eu fiquei com tesão". E começou a chorar.

A lanterna era trazida por um homem bronzeado de sol, de 1,90 metro, forte e bem xucro.

- Ô meninas, fica tranquila, os bandido foram embora. Conheço esses cabra. Tudo de bosta. Cêis não são daqui, são?

- Aí moço, obrigado por ajudar. Não sou daqui. Preciso pegar meu carro no estacionamento do "Por do Sol". Será que tá aberto?? Nem sei seu nome. Sou a Paula. Minha amiga é a Ana.

- Menina, lá já fechou. Era até às nove. São dez e meia. Eu sou o Jefão, sou segurança, fico ali na guarita. Vem aqui com a sua amiga pra tomar uma água.

- A Ana mal consegue andar de tanto que bebeu.

Sem perguntar nada o Jefão pegou ela como uma criança, com o braço direito a ergueu e saiu carregando. Ela alisou aqueles braços fortes sem entender nada, encostou a cabeça no peito musculoso e adormeceu na hora. Jefão carregava ela no braço e percebeu que estava sem calcinha, os moleques tinham destruído, sentiu a bundinha peladinha em seu antebraço. Colocou atenção no corpo dela encostado no seu, não tinha peito mas era uma delicinha ali nos braços dele. Até chegar a guarita já estava de pau duro.

Sem soltar a Ana puxou conversa com a Paula. Falando que elas eram muito pequenas mesmo, que na família dele só tinha mulher grande, carnuda, pesada. "Nosso pai, contava ele, ensinou pra nós que esse tipo de mulher era o ideal para todos os irmãos. Nossa mãe era assim. Que essas mulheres é que aguentavam eles.

A Paula percebeu o volume do pau do cara na bermuda dele, ele não se importava e não soltava a Ana. Ela às vezes acordava uma pouco, ele punha a mão na cabeça da menina e falava: "dorme anjinho". Depois voltava na conversa de que o pai ensinava sobre tipo de mulher que eles tinham que transar. Nessa, Ana viajando em tudo e bêbada falou o que não devia.

- Então você nunca pegou uma Petty que nem a gente?

- Não peguei, mas tô querendo. Aqui tá minha rola, cê aguenta será?

Jefão sem soltar a Ana tirou o pau pra fora e deixou a bermuda cair. Paula estava congelada, ainda se refazendo de um quase estupro e agora aquele cara enorme, um gigante, com uma vara enorme pra fora louco para comer ela. Aquilo nem cabia dentro da bucetinha da princesinha.

O cara não perdeu tempo, era muito forte, com a mão no topo da cabeça de Paula, como alguém que segura uma bola pequena, arrastou seu rosto direto no pau dele. "Chupa vadia, salvei você de ser fodida por aqueles bostas, agora me recompensa".

Ela pensou que na verdade era bem melhor mesmo, chuparia aquela tora enorme do gigante e depois teria o que contar para as amigas. Ana continuava dormindo nos braços do Jefão, nem ia ver. E claro, estava cheia de tesão com um cacete daquele.

Abriu a boca e engoliu o que pode. Chupou que nem uma vadia, como ficou imaginando que faria na praia com um surfista lindo e maravilhoso no dia em que combinaram o passeio. Ela já sentia na boca o gosto do pré gozo do cara, pensou, "já já ele goza e acaba isso".

Então Jefão, que não tinha soltado a cabeça dela enquanto rolava o boquete, a levantou, colocou contra a parede e arrancou sua calcinha. Ele era muito forte para ela, a dominava só com um braço. Segurando uma banda da sua bundinha, como fez com a cabeça, como se fosse uma bola pequena, ajeitou o pau mechendo o quadril até que sentiu o molhado da buceta, um buraco onde ele forçava e começava a se abrir. Ana dormindo em seus braços. Forçou de novo, e de novo, a cabeça passou, Paula urrou, não conseguia fugir, ele segurava com muita força sua bunda. Enfiou nem metade do pau na patricinha, não entrava mais, batia no útero dela. A fodeu por um tempo, quando parou e soltou a bunda da putinha ela desabou no chão. Tinha gozado duas vezes, a buceta melada sem calcinha. Sentada no chão com a buceta ardendo encostou na parede da guarita.

Viu o Jefão arrancar o biquíni da amiga, as duas partes, jogou longe, parecia tomado por uma força maior. Começou a cheirar Ana como um animal, ela acordou muito embriagada, não entendia nada. Paula pediu para que ele não a machucasse, Ana escutou isso sem entender e começou a chorar no ouvido do Jefão. "Eles machucaram minha bunda.....tinha um dedo dentro da minha xaninha....".

- Aí Paulinha, fica de boa. Parei com você pra sobrar alguma coisa dessa bucetinha, se não seus amiguinhos não iam querer mais nada com você. Agora é hora desse anjinho aqui no meu braço. Fica aqui, que aqui você tá na minha proteção!

Com a mão esquerda encaminhou o pau para dentro de Ana. Segurando ela em seus braços foi mais fácil forçar a cabeça, e não parou de forçar o resto do pênis para dentro dela. Ela tinha se jogado para trás, totalmente bêbada pedia para ele não parar. Jefão judiou da bucetina dela, sentia bater a cabeça do pau lá no fundo da buceta, sabia que estava alargando aquela ali, a buceta dela não ia ser mais a mesma. Mordia as tetinhas dela, ria, "se meu pai visse isso". Estocadas fortes, o pau saía e ele colocava de novo. Ela voltou a chorar dizendo que tinham machucado a bunda dela, Jefão chupou o dedo do meio da mão esquerda e enfiou sem dó no cu da gostosinha. Ela quase desmaiou. "É assim anjinho que fode cu com o dedo", "Meu dedo é grande e grosso, agora mesmo que playboysinho mete aí você não vai gostar. As estocadas não paravam.

Paula, sentada no chão assistia tudo. Viu quando ele puxou o dedo do cu dela e logo depois o pau saiu da buceta, meia bomba balançava apontando para baixo. Escorria um resto de esperma. Paula se segurou para não lamber, por sorte o cara não percebeu. Da buceta de Ana pingava esperma, ele tinha gozado dentro dela.

- É Paula delicinha, dá um remédinho para sua amiga que eu gozei lá dentro da buceta dela. Só se ela quiser engravidar do cara aqui! Rssss.

- Cara, nos ajuda a ir embora, você já teve tudo que queria.

- Menina, tô do seu lado. Vou abrir o estacionamento para vocês. Coloca essa camisa minha no anjinho, pra ela não ir pelada assim. Amanhã minha mulher vai ficar puta! Ela cheira meu pau pra ver ser tem cheiro de buceta, se eu lavar ela vai saber também. Kkkk

- Oque! Você tem.a chave do estacionamento????

- Tenho! Mas vocês me deixaram de pau duro e locô pra foder vocês duas! Aqui a gente sabe o que que as patricinhas vem atrás. Se quiser é só voltar. Quando essa delícia da Ana acordar direito fala que eu mandei ela voltar, e você eu fodo a qualquer hora também. Sua mãe, suas tias, podem trazer quem quiser pro Jefão!

Paula ajeitou Ana no carro e partiu dali. No caminho sentia sua buceta ardendo ainda, a bunda dolorida e uma sensação de ter gozado além do esperado. Pensava que teria que passar em uma farmácia, dar a pílula do dia seguinte para a amiga. E Ana será que ela iria se lembrar de algo?

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