O chalé - CAP. 7

Um conto erótico de Nobling
Categoria: Heterossexual
Contém 809 palavras
Data: 13/01/2026 02:26:25

Como contei no capítulo anterior, eu me preparava para retornar às atividades docentes, encerrando com tristeza a estada contínua no chalé. Então, enquanto eu vinha do supermercado, recebo uma ligação do meu departamento na universidade, comunicando que minha solicitação de licença-prêmio havia sido aprovada. Mais três meses de folga!

Entrei em casa eufórico. E lá estava Marquinhos, na cama, nuzinho, pauzinho durinho, dormitando após o banho. Como resistir? Afastando suas pernas, movimento que o despertou, estendi-me entre elas e me pus a chupar o bilau. “Gostoso...” murmurou ele. Chupei longamente, satisfazendo minha crescente compulsão por fazer oral; compulsão que naquele mesmo dia levaria minha boca a duas bocetas e, finalmente, a um pênis adulto.

— Pena que tenho que ir — lamentou ele, apressando-se a se vestir quando ouvimos o carro de minha irmã.

Suas aulas começavam naquela tarde.

Mas não as de Mariane, que tinha ainda dois dias de folga, devido à diferença nos calendários escolares. Eles estudavam em estabelecimentos diferentes. Como, ao atender a ligação de minha irmã, eu lhe falara da minha licença, ela trouxe Mariane, que logo correu para a casa de Valéria, de onde voltou desolada:

— Ela foi pra escola.

Valéria estava matriculada numa turma da manhã, na mesma escola onde sua mãe (a Leticia, lembram?) debutaria como coordenadora pedagógica, porém no turno da tarde. Uma tarde que passei dormindo, corpo satisfeito, consciência leve, para despertar com os risinhos de Mariane e Valéria. Estavam na cozinha, tomando sorvete. Quando cheguei, Mariane se dirigiu ao banheiro.

— Vou fazer xixi.

— Lava bem! — diz Valéria, rindo. — Vai que o tio queira chupar...

E pra mim, naquele tom que eu conhecia bem:

— Quer chupar, tio Maravilha?

Saindo do banheiro, Mariane ouviu o gritinho:

— Ui! que gelado...

Aproximou-se, ficou olhando. Eu esparramava sorvete na boceta de Valéria, lambia, repetia.

— É gostoso? — perguntou.

— Muito gostoso! — respondemos ao mesmo tempo.

— Mais tarde eu também vou querer — disse ela, indo para a rede na varanda, onde mais tarde fui buscá-la para levá-la à cama. Ela veio sonolenta, logo adormeceu.

Eram oito da noite.

Um café, um cigarro, o telefone toca.

Era Camila.

Camiseta e calção, vou ao seu encontro no lugar de sempre. Beijos no rosto, selinho, Camila baixa o short e a calcinha. Um dos atos que mais aprecio é pôr a mão numa boceta novinha. Meus dedos deslizam, o médio enfiado na rachinha. E lá fica. Apenas curtindo a maciez. Ela também gosta. Afinal, entregar a intimidade a carícias alheias é sempre emocionante e excitante. Por isso a rachinha umedece. Por isso Camila segura a minha mão, posicionando-a sobre seu ponto mais sensível. E eu a masturbo. Ora com suavidade, ora com movimentos frenéticos. Ela aperta as coxas, entrega-se.

Antes de ir, inclino-me, aproximo a boca. Cheirosa. Passo a língua (ui!).

Pouco depois, vinte reais a menos na carteira, ao passar pela pracinha, alguém me acena. É Rafael.

— Pode me levar em casa? — pede.

Mal o carro começa a se afastar, Rafael desliza a mão para dentro do meu calção. “Hum... já tá duro”, observa. Ele pede, eu estaciono; ele pede, eu baixo o calção. Ele segura o meu pau, aperta, masturba. Depois, inclinando-se, põe na boca. Delícia de boca. O tesão subia, subia.

De repente, ele se interrompe.

Então escuto:

— Chupa o meu?

Entre o inesperado do pedido e a constatação de que, no fundo, era algo que eu desejava, não respondi. E como silêncio é consentimento, ele baixou a bermuda até os joelhos. Foi quando, como se tivesse vontade própria, minha mão segurou aquela pica que eu havia admirado por sua beleza dias antes no banheiro do chalé (cap. 6). Era dura, era quente.

O clima era excitante.

Quando dei por mim, estava chupando como se não fosse a primeira vez. E, realmente, não era. Porém, entre o bilau de Marquinhos e a pica de Rafael, havia duas diferenças essenciais. A primeira, quanto ao tamanho; a segunda, quanto ao gozo. O de Marquinhos, seco, com exceção da gosminha; o de Rafael, acompanhado do esperma que jorrou em minha boca, quando, gemendo de prazer, ele apertou minha cabeça com as duas mãos. Tinha um sabor estranho aquele creme que deixei escorrer para seus pentelhos, liberando um odor que se revelou muito agradável.

— Da próxima vez, você engole tudo, tá? — disse ele.

Prometi a mim mesmo que sim; mas não foi Rafael quem teve o prazer.

Ao chegar em casa, fui direto para a cama onde Mariane dormia alheia a tudo. Ela resmungou algo ininteligível quando puxei seu corpo de encontro ao meu. Tinindo de tesão, encaixei sua bundinha em meu pau duro dentro do calção, minha mão adentrou sua calcinha. Apesar do sono profundo, ela abriu ligeiramente as pernas, assim como fizera da primeira vez (cap. 2). Por reflexo. Então, acariciando delicadamente a sua bocetinha, adormeci, preparando corpo e mente para as emoções que eu sabia viriam no dia seguinte.

(CONTINUA)

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