Feriado Prolongado - Parte IV

Um conto erótico de Lucas
Categoria: Grupal
Contém 2712 palavras
Data: 13/01/2026 03:23:14

A sala interna do chalé tava quente pra caralho. A playlist de funk tava tocando baixo no bluetooth, batida pesada, grave marcando o ritmo que fazia o corpo querer se mexer sozinho.

Mari e Luana tavam no centro, já aumentaram o som e começaram a dançar, corpos brilhando com o suor leve da dança e do calor do fogo.

Os peitos da Mari balançavam livres, mamilos rosados duros, a pele bronzeada da cachoeira ainda marcada pelo sol. Luana tava do lado, peitos siliconados empinados e aquele short que me deixava com a imaginação doida de como devia estar roçando no grelo dela.

Elas começaram a dançar grudadas, peitos se esfregando devagar, braços ao redor da cintura uma da outra, quadril girando no mesmo ritmo. Mari rebolava na frente, bunda empinada roçando na Luana, Luana colada atrás, mãos descendo pelas costas da Mari até apertar levemente a bunda dela. Os gemidinhos baixos escapavam, misturados com risadas tímidas.

Eu e Gabi tavam atrás das nossas namoradas, bermudas ainda no corpo, mas o pau duro marcando forte, volume evidente pulsando contra o tecido fino. Encostei em Mari devagar, pau duro roçando na bunda dela, sentindo o calor da buceta dela mesmo pelo tecido da bermuda. Gabi fez o mesmo com Luana, encoxando ela, mãos na cintura fina, pau pressionando a bunda empinada.

O clima esquentava devagar, mas ninguém falava nada. Só o som da música, da lareira e das respirações pesadas.

De repente Luana parou o rebolado, olhou pra trás pro Gabi com um sorrisinho safado e falou:

— Tá quente demais aqui... vou tirar o short.

Ela disse isso olhando direto pro Gabi, voz baixa, mas clara. Gabi piscou algumas vezes, meio surpreso, mas o sorriso veio junto.

— Você quem sabe, amor... Sinta-se a vontade, estamos entre amigos.

Luana desceu o short jeans devagar, deixando ele cair no chão. Sem calcinha por baixo, como ela tinha dito, buceta lisa e molhada brilhando à luz do fogo, gotas escorrendo pelas coxas internas. Ela chutou o short pro lado e voltou a dançar, agora completamente nua, rebolando contra o Gabi.

Mari não ficou pra trás. Olhou pra mim com aquele olhar que eu conheço bem, mordendo o lábio inferior.

— Eu também não aguento mais esse calor.

Ela sem esperar qualquer reação minha desceu a calcinha preta fio dental devagar, deixando cair aos pés, chutando pro canto. Buceta inchada, molhada, brilhando, escorrendo pelas coxas.

As duas agora dançavam coladas, completamente peladas, peitos se esfregando, mãos descendo pelas costas uma da outra, rebolando contra a gente.

Eu e Gabi continuávamos de bermuda, mas os paus tavam doendo de tão duros, marcando forte, pré-gozo molhando o tecido na frente.

Mari olhou pra trás, rebolando contra mim.

— Tá injusto, amor... A gente pelada e vocês ainda de bermuda.

Luana riu, olhando pro Gabi.

— É verdade... a gente tá pelada aqui, e vocês aí sofrendo de calor.

Gabriel não perdeu tempo. Passou a mão na cintura da Luana, depois desceu a bermuda dele devagar, deixando cair. Apesar de anos de amizade, nunca tinha reparado no pau dele, estava duro saltando livre, parecia um pouco maior que o meu, uns 19cm, mas não tão grosso, as veias pulsando, cabeça brilhando de pré-gozo.

— Tava na hora mesmo... isso aqui já tava doendo — disse ele, rindo rouco.

Eu não fiquei pra trás. Olhei pra Mari, que assentiu devagar, olhos vidrados. Desci a bermuda, meu pau deu aquele salto após se livrar do elástico da bermuda, eu tenho 18cm e estava pulsando forte, meu pau parecia mais grosso que o normal e pré-gozo estava escorrendo pela cabeça e pingando no chão.

As duas garotas olharam pros dois paus ao mesmo tempo, brilho nos olhos, mordendo o lábio inferior. Mari lambeu os lábios devagar, Luana respirou fundo, peitos subindo e descendo rápido.

— Caralho... — murmurou Luana, voz tremendo.

Continuamos dançando. Eu encoxei Mari de novo, pau duro agora roçando direto na bunda dela, pré-gozo melando as nádegas, escorrendo e se misturando com a buceta dela que já pingava pelas coxas. Gabi fez o mesmo com Luana, pau deslizando entre as nádegas dela, molhando tudo.

As meninas se viraram uma pra outra, se beijaram devagar. Lábios se tocando, línguas se encontrando, mãos nos peitos uma da outra, apertando os mamilos. Gemidos baixos escaparam, misturados com risadinhas coradas.

Eu e Gabi ficamos extasiados, olhando a cena, paus pulsando forte. Ele ergueu a cerveja que ainda tava na mão, eu peguei a minha.

Brindamos, olhando um pro outro com aquele olhar de amizade e cumplicidade que a gente tem desde moleque.

— Aos melhores amigos e ao feriado que poderiam existir! — disse Gabi, voz rouca.

— Aos melhores amigos e à melhor noite da vida — respondi, batendo o copo no dele.

Bebemos, olhos fixos nas meninas que ainda tavam se beijando, corpos colados, mãos explorando. Mari se afastou um pouco do beijo, olhou pra mim com os olhos escuros brilhando.

— Amor... eu preciso resolver uma coisa... tô ficando louca aqui.

Ela abaixou devagar, ajoelhando na frente de mim, boca aberta. Sem medo, sem hesitar, na frente de todo mundo. Pegou meu pau com a mão, lambendo a cabeça devagar, provando o pré-gozo, depois engoliu metade, chupando forte, língua rodando.

Luana viu e não perdeu tempo. Ajoelhou na frente de Gabi, boca no pau dele, chupando devagar, gemendo com a boca cheia.

Eu e Gabi nos olhamos de novo, rindo baixo, mas o tesão era insano. Ele ergueu a cerveja de novo.

— Aos amigos... — murmurou.

— E às melhores namoradas — completei.

A gente bebeu, enquanto as meninas chupavam, gemidos enchendo a sala junto com o crepitar da lareira.

Mari tirou a boca do meu pau por um segundo, olhando pra Luana.

— Amiga... Me deu um fogo maluco.. O que acha de trocar?

Luana riu, boca ainda no pau do Gabi.

— Eu quero sim...

Elas trocaram. Nem perguntaram o que a gente achava, mas ninguém ali iria discordar, ninguém raciocinava direito, era puro tesão falando por nós. Mari foi pro pau do Gabi, Luana pro meu.

A sensação era diferente, mas igualmente louca. Luana chupava devagar, língua rodando na cabeça, mão apertando a base, olhos nos meus. Mari chupava o Gabi com fome, gemendo alto.

A gente continuou assim por um tempo, bebendo cerveja, olhando as meninas se revezando, corpos nus brilhando à luz do fogo.

Depois de um tempo, Mari tirou a boca, se levantou devagar, puxando Luana junto.

— Acho que tá na hora de... resolver isso direito — disse ela, voz rouca, olhando pros três.

Luana assentiu, corpo tremendo de tesão.

— Vamos pro sofá?

As meninas pararam de nos chupar e Mari me puxou pelo pau e me jogou no sofá. Num movimento só ela subiu e posicionou a buceta em meu pau e descia devagar, buceta apertada e encharcada engolindo cada centímetro, gemendo rouco enquanto sentava até o fundo. “Porra, amor… tá me abrindo toda”, sussurrou ela, começando a quicar devagar, bunda perfeita subindo e descendo, peitos balançando perto do meu rosto. Eu segurei a cintura dela com as duas mãos, ajudando no ritmo, sentindo o calor úmido dela me apertar forte.

Olhei para o lado e Luana tava montada no Gabi, mesma posição, buceta lisa escorregando no pau dele, gemendo baixo enquanto rebolava em círculos. “Ah, Gabi… isso… mais fundo”, ela murmurava, mãos nos ombros dele, peitos siliconados quicando ritmados. Gabi apertava a bunda dela, dedos afundando na carne macia, olhos vidrados na cena.

As meninas se olharam, sorrisos safados, e se inclinaram uma pra outra. Se beijaram de novo, línguas se encontrando no meio do quique, gemidos se misturando na boca uma da outra. Mari esticou a mão e apertou o peito da Luana, polegar rodando no mamilo duro. Luana fez o mesmo, apertando o peito da Mari, puxando ela mais pra perto enquanto continuavam quicando nos nossos paus.

Eu e Gabi nos olhamos para o lado, aquele olhar de “caralho, isso tá acontecendo mesmo”. Ele riu baixo.

— Brother… isso é insano.

— Puta que pariu... — respondi, apertando a bunda da Mari com mais força.

Mari se afastou do beijo, olhou pra Luana com os olhos semicerrados de tesão.

— Amiga… quer trocar de novo?

Luana assentiu rápido, mordendo o lábio.

— Quero… quero sentir o pau do Lucas dentro de mim.

Nem nos preocupamos com camisinha, ninguém lembrou disso na hora. Elas desceram devagar, corpos tremendo. Mari foi pro colo do Gabi, Luana veio pro meu. Quando Luana sentou no meu pau, senti a diferença na hora: buceta mais apertada no começo, depois abrindo devagar. Era mais quente e molhada ainda do que a buceta de Mari. Ela gemeu alto quando sentou até o fundo, mãos nos meus ombros.

— Caralho, Lucas… que pau grosso… — sussurrou ela, começando a quicar devagar, olhos nos meus.

Mari, agora no pau do Gabi, rebolava forte, gemendo rouco:

— Ah, Gabi… me fode… me fode… Caralho... Que gostoso... Me fode filho da puta...

As duas aceleraram o ritmo, quicando juntas, peitos balançando, mãos se tocando, se apertando. Eu e Gabi segurávamos as bundas delas, ajudando no movimento, paus entrando e saindo molhados, barulho de pele contra pele misturado com os gemidos e o crepitar da lareira.

Mari olhou pra mim, olhos brilhando:

— Amor… tô quase… posso gozar no pau do Gabi?

Eu assenti, voz rouca:

— Goza, safada. Quero ver você gozando no pau dele.

Luana acelerou no meu colo, buceta apertando forte:

— Eu também… tô quase… Lucas, me faz gozar…

Gabi grunhiu, apertando a bunda da Mari:

— Porra… tô chegando…

As duas gozaram quase ao mesmo tempo. Mari tremendo forte, gemendo alto “Aiii… To gozando no pau do melhor amigo do meu namoradoooooo!”, buceta pulsando em volta dele.

Luana veio logo depois, corpo arqueando, unhas cravando nos meus ombros, “Porra… Caralho... To.. Gozando… Lucas… caralho!”. Ela tentava dizer, as palavras não saiam direito.

Devido ao álcool e ao calor, eu estava longe de gozar, ainda bem, se não eu ia encher a buceta de Luana de porra, não que eu não quisesse isso, mas eu queria que essa noite durasse mais. Eu olhava para o Gabi e via que ele se esforçava para não gozar.

As meninas desceram devagar dos nossos colos, pernas tremendo, bucetas inchadas e brilhando de gozo. Mari veio pra mim primeiro, se jogando no meu colo de lado, encostando a bunda quente na minha coxa, mão já descendo pro meu pau duro que ainda pulsava no ar. Luana fez o mesmo com Gabi, aninhando-se no colo dele, peitos colados no peito dele, mãozinha traçando o pau do Gabi devagar.

Mari olhou pro meu pau, ainda brilhando da buceta de Luana, e começou a passar os dedos devagar, espalhando o pré-gozo que escorria da cabeça.

— Tadinho… eles não gozaram ainda… — murmurou ela, voz rouca e carinhosa, olhando pro Gabi e pro meu pau alternadamente. — Olha só como tá duro, amor… coitado.

Luana riu baixinho, mão já apertando o pau do Gabi.

— Verdade… o meu também tá sofrendo. Coitadinhos...

Mari se abaixou devagar, boca no meu pau de novo, chupando lento, lambendo da base até a cabeça, deixando ele todo babado de saliva e pré-gozo.

— Nossa amiga... Seu gosto parece uma delícia, ainda mais nesse pau que eu amo — disse enquanto voltava a chupar com ainda mais vontade.

Enquanto isso, eu deslizei a mão pelas costas dela, descendo até a bunda empinada, dedo médio roçando o cuzinho rosado e apertado. Ela gemeu com a boca cheia quando enfiei a pontinha do dedo, sentindo o anel apertar.

Ela tirou a boca por um segundo, olhando pra mim com olhos vidrados.

— Amor… quer gozar no meu cuzinho? — perguntou, voz tremendo de tesão. — Tô louca pra sentir você lá dentro.

Eu assenti na hora, pau pulsando forte na mão dela.

— Quero sim, safada. Vem cá.

Luana, que tava ouvindo tudo, arregalou os olhos, surpresa.

— Amiga… você vai dar o cu? Tipo… agora?

Mari riu baixinho, ainda com a mão no meu pau.

— Claro, Lu. Amo esse caralho no meu cu enquanto ele me pega de quatro. Se você não faz isso.. Você não sabe o que tá perdendo. É delícia quando fazem direito.

Gabi, que tava com a mão na bunda da Luana, falou com voz rouca:

— Eu sempre tentei comer o cu da Lu, mas ela nunca deixou. Sempre reclamou de dor, disse que as experiências antigas foram ruins.

Luana corou forte, mas assentiu devagar.

— É verdade… os caras anteriores foram bruscos, doeu pra caralho. Nunca quis tentar de novo.

Mari olhou pra ela com carinho e malícia ao mesmo tempo.

— Então deixa eu te mostrar como pode ser gostoso. Olha só.

Ela voltou a me chupar mais um pouco, deixando o pau todo babado de saliva, brilhando, pronto. Depois se levantou, se virou de frente pro casal, de costas pra mim. Olhou pra trás, sorriu pra mim, e começou a sentar com o cuzinho no meu pau.

Devagar, centímetro por centímetro, o anel apertado abrindo pra mim. Eu segurei a cintura dela, ajudando, sentindo o calor insano do cuzinho dela me engolir. Ela gemeu alto quando a cabeça passou, depois sentou mais fundo, bunda empinada descendo até encostar na minha virilha.

— Ahhh… porra, amor… tá me abrindo todinha… — gemeu ela, voz tremendo.

Eu era apenas um espectador da cena como os outros ali, Mari estava me usando para se exibir e seu próprio prazer e eu podia muito bem lidar com isso. Luana tava de lado no sofá, pernas bem abertas, dedos na própria buceta, se masturbando devagar enquanto assistia. Olhos vidrados, boca entreaberta. Gabi tava com o pau duro na mão se masturbando devagar, os dois quase sem piscar.

Mari começou a cavalgar devagar, subindo e descendo no meu pau, cuzinho apertado me apertando forte. Gemidos altos enchiam a sala.

Depois de um tempo, ela parou, olhou pra mim por cima do ombro, olhos escuros brilhando.

— Amor… posso realizar um desejo meu?

Eu assenti na hora, voz rouca:

— Pode, safada. O que você quiser.

Ela sorriu, se levantou devagar do meu pau, o cuzinho aberto e piscando. Virou de frente pro sofá, sentou na minha cara primeiro, buceta molhada roçando na minha boca por um segundo, depois se posicionou de frente pra mim, sentando com a buceta no meu pau. Engoliu tudo de uma vez, gemendo alto.

Depois, abriu a bunda com as duas mãos, expondo o cuzinho rosado e aberto.

— Gabi… vem cá. Quero vocês dois dentro de mim ao mesmo tempo.

Gabi ficou incrédulo por um segundo.

— Sério isso?

Mari assentiu, voz rouca:

— Sério. Quero sentir vocês dois me enchendo.

Luana, ainda se masturbando, incentivou:

— Vai, amor… aproveita. Você sempre quer comer o meu cuzinho, não é.. Agora eu quero ver você comendo o cuzinho da Mari.. E quero gozar vendo essa cena ao vivo!

Gabi se levantou devagar, pau duro brilhando, aproximou-se por trás da Mari. Ela abriu mais a bunda, cuzinho piscando convidativo. Gabi encostou a cabeça no anel, empurrou devagar. Eu sentia o movimento, as bolas dele roçando minha perna, ele não encontrou muita resistência, Mari gemeu alto quando ele entrou, sentindo os dois paus dentro dela ao mesmo tempo — eu na buceta, ele no cuzinho.

— Ahhh… caralho… dois paus… me enchendo… — gemeu ela, corpo tremendo.

Luana se masturbava forte, dedos dentro da própria buceta, olhos fixos na cena.

— Isso… Fodam essa cachorra…

Gabi começou a meter devagar, não estávamos muito sincronizados, mas logo ele pegou o ritmo. Os dois paus entrando e saindo, Mari gemendo alto, corpo tremendo entre nós. Eu segurava a cintura dela, beijava sua boca, seus peitos. Gabi dava tapas na bunda dela, os dois sentindo o outro pau através da parede fina.

Mari estava louca de tesão, me beijava e dizia o quanto me amava ao mesmo tempo que tremia sentindo os dois paus. Ela se mexia rebolando, praticamente comendo a gente.

Mari gozou forte de novo, corpo convulsionando

- “Aiii… Filhos da puta... Gostosos do caralhoooo... Eu to gozandoooo… Com dois paus dentro de mim… porra... que deliciaaaaaaaa!”.

Eu senti a buceta pulsando no meu pau. Aquilo foi o ápice, eu não aguentei mais. Gozei forte dentro da buceta dela, enchendo com jatos quentes. Gabi veio logo depois, gemendo alto, quase um urro, enchendo o cuzinho dela de porra.

A gente desabou no sofá, ofegantes, suados, rindo baixo. Mari entre nós dois, a nossa porra escorrendo pelas pernas e caindo no chão e no sofá.

Luana se jogando do lado, olhando a cena, todos colados, ofegantes e satisfeitos.

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