Parte 10 – A Vez do Arthur (noite louca parte 2)

Um conto erótico de Pervy
Categoria: Grupal
Contém 1135 palavras
Data: 13/01/2026 04:54:35

Ninah desabou ofegante em cima de mim, rindo rouca entre lágrimas de prazer puro, rosto vermelho de vinho e tesão:

- Foi… foda… meu cu tá destruído…, mas… caralho, adorei.

Vanessa limpou a mão no lençol, rindo alto, ainda ajoelhada atrás:

- Boa menina… tá uma cratera que não fecha mais agora. Vocês são uns doidos mesmo.

Ninah logo ergueu a cabeça, olhos brilhando olhando pra mim:

- Agora é você, amor… quero ver você arrombado também. Vanessa, ajuda aqui.

Vanessa riu alto, levantando com as pernas um pouco trôpegas do vinho:

- Tá bom, viciada… vamos acabar com ele. Mas antes vou mijar rapidinho, tô apertada pra caralho.

Ela saiu cambaleando levemente pro banheiro – culpa do álcool, a gente pensou. Ninah aproveitou pra puxar minha calça pra baixo, pau latejando livre apesar do cansaço, chupando devagar pra "preparar":

- Relaxa, amor… vai ser gostoso como o meu. Deixa eu te deixar pronto enquanto ela volta.

No banheiro – Vanessa

Entrei cambaleando, fechei a porta e apoiei na pia, rindo sozinha do quanto tava alta.

- Caralho… esses dois são viciados mesmo. – Tirei a calcinha encharcada e sentei no vaso, sentindo a boceta latejar enquanto mijava.

Meu corpo tava pegando fogo – ver Ninah se abrindo toda, gemendo alto, o cuzinho virando cratera… me deixou com tesão pra porra. Depois de terminar, passei a mão na boceta e ela voltou pingando, e não era de urina.

- Caralho, olha como esses putos me deixaram! Pior que nem posso pedir o pau de Arthur emprestado, Ninah vai arrancar meu pescoço. Deve ter algo aqui pra aliviar...

Olhei pra gaveta aberta da pia – lá tinha uma coleção de plugs de vários tamanhos, limpinhos - viciados mesmo, pensei sorrindo – Peguei um de tamanho médio, provavelmente de Ninah pela cor rosa, base larga brilhando. Minha boceta estava tão molhada que ele deslizou facil, comecei a enfiar lentamente para não gemer alto. Quando estava perto de gozar, parei rapidamente, não ia conseguir ficar quieta se gozasse ali. Fiquei ofegante, tentando me acalmar um pouco enquanto o plug brilhava melado na minha mão, surgiu uma idéia...

- Por que não? – sussurrei, riso saindo sozinho. – Vamos ver o que eles sentem afinal com isso.

Peguei, lubrifiquei com um creme da gaveta e me abaixei, minissaia subindo, forcei a base contra o cuzinho.

- Ahhn… tá apertado… entra, vai.

Empurrei firme – sensação de rasgar por dentro, calor pulsando, pernas tremendo enquanto a base finalmente passava com um estalo molhado. Gemi baixo, mão na boca pra abafar:

- Caralho… tá enchendo tudo… latejando pra porra… dói, mas… ahhn… tá gostoso.

Fiquei ali um segundo, respirando pesado, sentindo o plug pulsar dentro, pregas inchadas apertando ao redor, cada batida do coração fazendo ele mexer. Ajustei a minissaia, sem calcinha agora (tava encharcada mesmo), e voltei pro quarto – cada passo um tormento gostoso, o plug roçando fundo, pernas juntas pra disfarçar o tremor.

De volta ao quarto

Vanessa voltou minutos depois, caminhando mais instável ainda, pernas juntas como se algo incomodasse, mas sentou na beirada da cama rindo como se nada fosse. De repente, atirou a calcinha molhada e encharcada pro canto da cama:

- Olha isso aqui, seus pervertidos! Não dá pra usar algo assim molhado o resto da noite.

A calcinha caiu ali no chão, perfume de tesão dela se misturando no ar pesado do quarto. Ninah riu alto, tirando a boca do meu pau por um segundo:

- Sua safada… tá fedendo a tesão mesmo! Culpa nossa, né?

Vanessa, já pegando o creme, piscou safada:

- Culpa de vocês… agora deita de bruços, Arthur. Vamos abrir esse cuzinho também.

Eu ri nervoso, mas o tesão bêbado falou mais alto – virei de bruços na cama, bundinha empinada, pernas ligeiramente abertas. Ninah ajoelhou de um lado, Vanessa do outro, as duas com acesso livre. Ninah abriu minhas nádegas com carinho e tirou o plug médio que eu usava, saindo com sucção molhada, cuzinho piscando vazio:

- Relaxa, amor… respira. Eu te ajudo.

Vanessa começou a lambuzar meu cuzinho de creme devagar – dois dedos lubrificados, enfiando com cuidado, calor apertado sugando forte. Eu gemi rouco:

• Ahhn… tá sensível ainda… devagar…

Ninah beijou minha nuca, sussurrando carinhosa:

• Tá lindo, amor… sente abrindo? Eu sei como é gostoso.

Vanessa tirou a mão e Ninah começou também a enfiar, colocou três dedos, girando devagar – pregas cedendo com luta, ardor queimando mais forte que o usual, eu tremendo:

• Caralho… dói mais que antes… continua…

Vanessa riu baixo, divertida:

• Tá apertadinho ainda, hein? Mas vai abrir… respira.

Ninah, vendo minha reação, se empolgou mais, lubrificou a mão inteira e começou a tentar penetrar, eu empinando a bundinha com tesão tentando facilitar que ela entrasse toda. Com um estalo molhado, engoli a mão de Ninah, mordendo o travesseiro para não gritar muito alto. Não era a primeira vez que ela me fistava assim, mas ainda era um desafio.

Com um olhar travesso de Ninah, Vanessa adicionou dedos extras ao lado – punho da Ninah entrando devagar, dedos dela esticando mais. Eu urrei baixo, corpo convulsionando:

- Ahhh… duas mãos… tá rasgando… mas… tá ficando gostoso…

As duas bombavam com carinho, mas firme – punho e dedos saindo com sucção grossa e voltando fundo, alargando aos poucos, creme espumando nas bordas. Ninah, ajoelhada do lado oposto à Vanessa, via tudo de frente – a minissaia dela subida até a cintura, bucetinha morena inchada, lábios escuros melados piscando a cada bombada que ela dava no cuzinho, clitóris inchado brilhando de tesão. Riu rouca, voz bêbada:

- Olha isso, amor… a bucetinha dela tá babando pra caralho, piscando aberta. O cheiro tá enchendo tudo – culpa nossa, né, Van?

Eu virei a cabeça de lado, gemendo no travesseiro, e senti o cheiro doce e forte dela invadir tudo – almiscarado, diferente do da Ninah, misturado com creme e suor. O quarto tava intoxicante, cada respiração pesada enchendo meu nariz com aquele perfume de buceta nova. Ouvi o som molhado dela se contorcendo – coxas roçando, gemidinhos abafados, o plug latejando dentro fazendo ela rebolar involuntário. Vanessa corou rindo, mexendo o quadril mais, buceta jorrando um pouco no colchão:

- Culpa de vocês, seus pervertidos… ahhn… concentra aí que eu aguento aqui.

O cheiro e o som me deixaram louco – pau latejando mais forte no lençol, gozei forte com esforço, jorrando sem tocar, melando tudo e sacudindo o corpo:

- Caralho… tô gozando… não para…

Vanessa e Ninah riram juntas, olhos vidrados na cratera se formando, vendo meu cuzinho piscar aberto enquanto eu desabava na cama, todo destruído e exposto. Quando tiraram devagar as mãos – sucção final ecoando, cuzinho piscando aberto e latejando –, eu desabei ofegante, rindo rouco:

- Vocês… me destruíram… mas… foda pra caralho.

Ninah beijou minha bochecha, Vanessa limpou as mãos rindo:

- Agora vocês tão combinando… tá todo alargado agora também.

As duas foram pra sala pegar o resto do vinho, o cheiro delas ainda enchia o ar, e eu fiquei ali desabado, cuzinho ardendo, esperando o que viria em seguida.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Pervy a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários