Agora Corno IV

Um conto erótico de Branquinho de Calcinha
Categoria: Heterossexual
Contém 784 palavras
Data: 13/01/2026 09:46:55

Depois de algum tempo, chegamos à praia. De fato, havia poucas pessoas. Não existiam barracas, apenas um guarda-sol aqui, outro acolá; todos estavam bem espalhados, o que garantia um elevado grau de privacidade. Minha esposa e o Manoel se ajeitaram no banco de trás e, em seguida, descemos do carro. Ele havia trazido tudo no porta-malas: guarda-sol, algumas cadeiras, um cooler. Era exatamente tudo de que precisávamos.

Caminhamos um pouco em busca do melhor ponto possível, sempre priorizando um local que nos oferecesse o máximo de privacidade. Escolhido o lugar, armamos o guarda-sol, posicionamos as cadeiras e nos sentamos. O dia estava bonito, ensolarado, embora o sol fosse inclemente. Minha esposa sempre fora muito branquinha e, assim que nos acomodamos, estendeu a canga e pediu que o Manoel passasse bastante protetor solar nela. Ela se deitou de bruços, empinou a bunda, apoiou o tronco nos cotovelos e olhou para trás, solicitando ajuda.

Manoel já estava apenas de sunga — uma sunga verde, apertada. Era um homem musculoso, com coxas grossas, bunda grande e uma vara ainda maior. Eu observava enquanto ele espalhava o protetor com movimentos deliberadamente metódicos, começando pelos ombros e percorrendo as costas dela em linhas longas e calculadas, como quem cumpre um ritual quase automático. A pele dela, aquecida pelo sol, reagia ao toque firme. À primeira vista, a cena conservava uma aparência de normalidade funcional, típica de um cuidado trivial. Contudo, à medida que as mãos dele desciam, o gesto tornava-se mais lento, menos objetivo, como se o tempo ali obedecesse a outra cadência, menos pragmática e mais carregada de intenção silenciosa. Eu percebia claramente que ela estava em êxtase; uma sensação boa, de prazer, a dominava.

Em determinado momento, parte do protetor escorreu além do previsto, criando um pretexto conveniente para um ajuste improvisado. Sob a justificativa prática de corrigir o excesso, as mãos dele avançaram além do perímetro inicial, insinuando-se entre as coxas dela com uma naturalidade calculada, roçando sua região íntima de forma ambígua. O contato não era ostensivo, mas tampouco inocente. Havia ali uma transgressão sutil, cuidadosamente disfarçada de descuido, que ressignificava todo o gesto anterior. Eu vi quando ele olhou ao redor, buscando algum sinal que lhe impusesse limites — e não encontrou nenhum. A mão avançou mais, tocando a xaninha dela. A reação foi imediata: um frisson percorreu seu corpo, ela soltou um gemido baixo e cerrou os olhos.

Na sequência, ele desferiu um forte tapa em sua nádega. Ela gemeu mais alto, afundou os seios na areia e, com a cabeça virada na minha direção, sussurrou que ele iria acabar com ela. Naquele exato momento, eu havia acabado de abrir uma cerveja. Ergui a lata e brindei silenciosamente àquela cena.

Ele então olhou para mim e pediu que eu ficasse atento ao movimento ao redor e o avisasse caso surgisse alguém. Em seguida, virou minha esposa de frente, passou a dedilhar sua xaninha, retirou seus seios do biquíni e os abocanhou. Chupava, mordiscava, contornava a língua pela aréola; era um trabalho completo. Ela gemia de prazer, abriu os braços e se entregava por inteiro aos prazeres carnais.

Passados alguns minutos, ele já havia colocado o pau para fora, e ela o punhetava. Ambos estavam transtornados de tesão; era visível a vontade de fodê-la ali mesmo, com força. Contudo, o fato de estarem em um local público refreava tais instintos, o que lhe causava evidente frustração. Eles então se atracaram em um beijo cálido e demorado. Os lábios dele devoravam os da minha esposa.

Depois de alguns instantes, interromperam a troca. Ofereci cerveja, mas o tesão entre eles permanecia inalterado. Resolveram ir para o mar. Fiquei sentado na cadeira, apenas observando os dois. Estavam grudados, continuavam se beijando. Era perceptível que minha esposa havia entrelaçado as pernas na cintura do Manoel; cheguei a me perguntar se teria havido penetração. Ela o abraçava com força, e eu visualizava o torso dele tensionado, como se quisesse se fundir ao corpo da amante.

Voltaram após algum tempo. Vieram de mãos dadas, pareciam um casal bonito, o que me causou certo incômodo — afinal, aquela era minha esposa. Sentaram-se, passaram a beber e conversar amenidades, excluindo-me por completo da conversa. A cena lembrava um jovem casal apaixonado.

Chegada a hora de ir embora, arrumei tudo e levei para o carro enquanto eles se secavam e retiravam a areia do corpo. Em seguida, disse para seguirmos para a casa dele; inseri o endereço no GPS e partimos. Durante o trajeto, os dois caíram em um sono profundo.

Passando todo o restante na casa do Manoel, onde pude ver minha esposa sendo comida em todas as posições possíveis, em cada canto daquela casa. Estava me sentindo de alguma forma realizado no meu papel.

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