Na manhã seguinte, Giulia acordou com o corpo dolorido, mas uma sensação estranha de plenitude invadia sua mente. O quarto ainda cheirava a sexo e suor, e o plug anal, agora maior do que o anterior, pulsava dentro dela, um lembrete constante de sua nova realidade. A coleira de couro preto com a plaquinha "Propriedade de Serjão" apertava levemente seu pescoço, e a tatuagem fresca na nádega direita — "BNWO" com um pau estilizado — ardia como fogo. Ela se olhou no espelho do quarto, a maquiagem borrada da noite anterior misturada com resquícios de sêmen seco no rosto. "O que eu me tornei?", pensou, mas o pensamento foi interrompido por um arrepio de excitação que fez sua gaiola rosa tremer.Serjão, ainda nu e imponente na cama king size, acordou e a chamou com um estalo de dedos. "Vem cá, minha sissy branca. Hora de se arrumar pro clube. Mas antes, me serve o café da manhã como uma boa cadela." Giulia, sem hesitar, ajoelhou-se ao lado da cama e começou a lamber os pés dele, submissa como uma escrava devota. Luana e Vanessa, que haviam dormido no mesmo quarto após a orgia, riram baixinho. "Olha só, Giulinha, você tá se saindo melhor do que eu esperava", disse Luana, enquanto Vanessa adicionava: "Lembra quando você resistia? Agora é só uma putinha obediente." Giulia sentiu uma onda de humilhação, mas isso só a excitava mais, fazendo-a piscar o cu involuntariamente.Enquanto se vestia — um vestido vermelho colado ao corpo, salto alto e lingerie vermelha fio dental que mal cobria sua gaiola —, Serjão começou a revelar segredos que abalariam Giulia para sempre. "Sabe, Giulia, eu não te escolhi por acaso. Lembra da tua mãe, aquela branquinha certinha que trabalhava no banco? Pois é, ela era minha putinha particular há anos. Eu a fodia no carro dela durante o almoço, e ela implorava por mais pau preto. Foi ela quem me contou sobre você, sobre como você espiava revistas pornô de negros quando era adolescente. Ela via você se masturbando escondido, fantasiando com isso." Giulia paralisou, os olhos arregalados. Sua mãe? A mulher conservadora que sempre o criticava por ser "fraco" e "indeciso"? Revelações como essa a faziam questionar toda sua vida passada. "E não para por aí", continuou Serjão, rindo. "Teu pai sabia de tudo. Ele era um corno manso, assistia escondido enquanto eu comia ela. Foi ele quem sugeriu que eu te transformasse, pra 'consertar' o filho inútil que ele tinha."A humilhação era avassaladora. Giulia caiu de joelhos novamente, lágrimas escorrendo, mas Serjão a puxou pela coleira. "Não chora, vadia. Isso só prova que você nasceu pra isso. Agora, vai ligar pra tua irmã e convida ela pro clube. Diga que é uma surpresa." Giulia, tremendo, pegou o celular. Sua irmã mais velha, Sofia, sempre foi a "perfeita" da família: casada, com dois filhos, advogada bem-sucedida. Mas, para surpresa de Giulia, Sofia atendeu animada. "Giulia? Que bom você ligar! Mamãe me contou tudo sobre sua... transformação. Eu tô louca pra ver como você tá linda agora." O quê? Mamãe contou? Revelou-se então outro segredo: Sofia não só sabia, como participava do BNWO há anos. "Eu sou casada com um mestre negro, Giulia. Meu marido é só um corno que cuida das crianças enquanto eu sirvo no clube. Vou levar ele junto, pra ele ver como uma sissy como você se comporta."No clube, um lugar subterrâneo discreto no centro da cidade, Giulia foi recebida como uma rainha — ou melhor, como uma escrava real. O local pulsava com música alta, luzes neon e cheiro de incenso misturado a sexo. Serjão a apresentou a um círculo maior: além de Marcus e Jamal, havia outros mestres negros, altos e musculosos, todos rindo da sua aparência submissa. "Essa é a nova aquisição", anunciou Serjão, puxando a coleira para que ela se curvassem. Giulia, de quatro no chão, beijou os pés de cada um, murmurando "Sou sua escrava branca, mestre". A submissão era total; ela não questionava mais, apenas obedecia.Sofia chegou pouco depois, vestida como uma dominatrix branca submissa: corselete preto, botas altas e uma coleira similar à de Giulia. Ao seu lado, o marido dela, Paulo — que Giulia conhecia como o cunhado "machão" —, usava uma gaiola idêntica e uma tanga ridícula. "Olha só, Giulia! Você tá irresistível", disse Sofia, abraçando-a. Mas o abraço virou algo mais: Sofia a beijou na boca, língua invasiva, enquanto Paulo assistia humilhado. Revelação bombástica: "Sabe, Giulia, quando éramos crianças, eu via você se vestindo com minhas roupas escondido. Eu nunca contei pra ninguém, mas aquilo me excitava. Eu fantasiava em te transformar numa menininha pra mim. Agora, no BNWO, posso fazer isso de verdade." Giulia corou, lembrando daqueles momentos secretos no quarto da irmã, roubando calcinhas e sutiãs. "E Paulo aqui? Ele é meu corno desde o começo. Eu o traí com o primeiro negro que conheci na faculdade, e ele adorou. Agora ele serve como você: limpando porra e assistindo."O clube se transformou numa orgia de submissão. Serjão ordenou que Giulia e Sofia dançassem juntas no palco, rebolando sensualmente enquanto mestres jogavam notas de dinheiro. "Mostrem como branquinhas servem!", gritou um deles. Giulia, hipnotizada, se esfregou na irmã, as mãos explorando corpos familiares de forma proibida. Paulo foi forçado a lamber os saltos delas, choramingando de excitação contida na gaiola. Novos elementos surgiram: a melhor amiga de Giulia da faculdade, Carla — que ela sempre achou "inocente" —, apareceu como parte do círculo. "Giulia! Eu soube pela tua mãe. Eu tô nesse mundo há tempos. Lembra quando a gente viajava juntas? Eu te drogava levemente pra te fazer sonhar com paus pretos. Era meu jeito de te preparar." Carla, agora revelada como uma recrutadora do BNWO, juntou-se à dança, beijando o pescoço de Giulia enquanto sussurrava: "Você sempre foi submissa pra mim, mesmo sem saber."A noite escalou para níveis intensos de submissão. Serjão e seus irmãos a colocaram numa mesa central, amarrada com correntes na coleira e pulsos. "Hora de te usar como buraco público", disse ele. Um a um, os mestres a penetraram: anal, oral, dupla penetração. Giulia gritava de dor e prazer, gozando repetidamente sem tocar em si mesma, a porra escorrendo pela gaiola. Sofia e Carla incentivavam: "Rebola mais, mana! Mostra que você ama ser fodida por pretos superiores!" Paulo foi obrigado a lamber o cu de Giulia entre as trocas, limpando o sêmen alheio, sua humilhação completa ao ver a cunhada transformada.Revelações continuavam: Serjão contou que o pai de Giulia não era biológico — era um negro que abandonou a família após engravidar a mãe, explicando a "fraqueza" genética que o tornava perfeito para sissy. "Você tem sangue BNWO nas veias, Giulia. Por isso goza como fêmea." Isso a quebrou de vez; ela implorou por mais, "Por favor, mestres, me usem! Sou sua escrava eterna!" No clímax, eles a tatuaram novamente: "Propriedade do Clã" nas costas, enquanto ela chupava Jamal e era fodida por Marcus. Exausta, coberta de porra, Giulia foi carregada para casa por Serjão, com Sofia e Paulo seguindo como novos servos.Dias depois, a submissão se estendeu à vida cotidiana. Giulia agora morava com Serjão, servindo como empregada doméstica: limpando nua, cozinhando de avental só, e atendendo visitas do círculo. Carla se mudou temporariamente, treinando-a em novas humilhações, como urinar na gaiola em público ou implorar por chicotadas. Sofia visitava com Paulo, e juntos revelavam mais segredos familiares: a avó materna havia sido escrava em uma fazenda no século passado, servindo senhores negros — uma herança de submissão que corria no sangue. Giulia, abraçando tudo, gozava só de pensar nisso.A transformação era irreversível. No clube seguinte, Giulia foi promovida a "rainha das sissys", liderando rituais onde novas branquinhas eram iniciadas. Sua submissão total a tornava um exemplo: ajoelhada, plugada, gaiolada, sempre pronta para servir. "Obrigada, mestre Serjão", murmurava ela todas as noites, lambendo seu pau antes de dormir. O passado revelado só fortalecia sua devoção, e o círculo próximo — mãe, irmã, amiga — agora unido no BNWO, garantia que ela nunca mais seria livre.
Profundas mudanças - Parte 6
Este conto recebeu 3 estrelas.
Incentive BnwoBunny a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.