A Agenda de Ângela - Pipoca e Leite

Um conto erótico de Raskchinaski
Categoria: Heterossexual
Contém 1478 palavras
Data: 13/01/2026 14:02:44

O convite de Tarcísio estava suspeito desde o início. Ele pediu para que eu, seu afilhado, e Ângela, sua esposa, assistíssemos a um filme com ele durante a noite. Isso não era nada comum. Tarcísio raramente ficava em casa e, quando ficava, nunca nos dava atenção.

Primeiro eu neguei, mas ele insistiu. Não pude rejeitar. Querendo ou não, esse homem tinha me estendido a mão; ele e sua esposa me criaram como filho. Eu tinha um débito com ele.

A noite chegou e o cheiro de pipoca se espalhava pela casa. Passei pela cozinha.

— Está animada também? — encostei no batente da porta, vestindo camisa e shorts tactel.

— Não estou animada, mas já que vamos nos reunir como antigamente, decidi relembrar velhos hábitos — respondeu Ângela, com um sorriso tímido.

Sentei-me na poltrona enquanto meu padrinho e minha madrinha se acomodaram no sofá. Eu estava coberto com uma manta, eles com um cobertor. Procurava um filme no aplicativo quando Tarcísio se levantou.

— Eu tenho o filme ideal para nós assistirmos.

Ele conectou o pen drive na televisão e, com a voz firme, completou:

— Anda, me dá o controle.

Apertou “ok” e, a partir dali, meu corpo congelou. Na tela, a imagem de Ângela, minha madrinha, chupando minha rola. Ela segurava a lateral do pau e o empurrava contra a boca. A bunda dela parecia ainda mais empinada no vídeo. Fiz menção de falar, mas Tarcísio me cortou:

— Nem ouse falar nada, Cláudio. Cala essa boca. Eu te criei, te dei tudo. E você comendo essa vagabunda pelas minhas costas.

Meu sangue ferveu. Ele não tinha direito de falar dela daquela forma. Não ele, que sempre saía à noite, voltava com cheiro de bebida e perfume de outras mulheres e nunca dava explicações. Se Ângela se sentia carente, ele era, em grande parte, o culpado.

Ângela olhou para o vídeo e disse, quase suplicante:

— Desliga isso, Tarcísio, meu bem.

— Vocês acharam mesmo que me enganariam na minha própria casa? — Tarcísio pegou o controle novamente. — Olha a criança que você escolheu para me trair.

Ele mudou de vídeo. Lá estava eu, invadindo o quarto dos meus padrinhos, abrindo a gaveta de Ângela, pegando sua agenda, batendo uma punheta com suas palavras. Fiquei constrangido. Queria me esconder.

— Agora está com vergonha, moleque? Na hora de gozar na minha esposa, na minha própria cama, não tinha vergonha nenhuma. Você vai comer ela aqui, na minha frente.

— Para de falar bobagem, Tarcísio — disse Ângela, retraída, com uma mistura estranha de vergonha e tesão na voz.

O silêncio que se seguiu foi pesado, quase sufocante. Eu sentia o coração batendo na garganta, o rosto queimando de vergonha e raiva. Ângela mantinha os braços cruzados, tentando se proteger.

Tarcísio se recostou no sofá, as pernas abertas, expressão dura, mas com um brilho estranho nos olhos.

— Eu não vou repetir, Cláudio. Você vai comer a minha mulher. Aqui. Agora. Na minha frente. Eu quero ver tudo.

Ele passou a mão devagar pela calça, apertando o volume que já se formava, sem vergonha.

— Eu te criei, moleque. Te dei teto, comida, escola, futuro. Agora você me deve isso.

Engoli em seco. Meu corpo tremia. Queria gritar, fugir, mas… era sempre assim. Desde pequeno, quando Tarcísio pedia algo — qualquer coisa —, eu cedia. Sempre cedi.

Olhei para Ângela. Ela respirava rápido, olhos no chão, bochechas vermelhas. Não parecia zangada. Parecia perdida. Talvez excitada, de um jeito torto.

Levantei devagar da poltrona. As pernas pesadas. Caminhei até o sofá e sentei ao lado dela. O perfume dela, misturado ao cheiro de pipoca, me acertou em cheio.

— Cláudio… — ela murmurou.

Não respondi. Virei o rosto para ela. Nossos olhares se cruzaram. Inclinei-me e a beijei.

Foi desajeitado. Lábios batendo, dentes quase se chocando. Não sabia onde colocar as mãos. Ela ficou tensa por um instante, depois relaxou. Não recuou.

Tarcísio deu uma risada baixa e rouca.

— Não precisam ter vergonha. Vocês dois já fizeram isso outras vezes. Agora é só fazer direito. Sem esconder.

Ele abriu o zíper da calça devagar, tirando o pau para fora. Já estava duro. Começou a se tocar com calma, olhos grudados em nós.

— Vai, Cláudio. Mostra pra mim como você beija a minha mulher.

Aquilo me deu um estalo. Raiva. Tesão. As duas coisas. Voltei a beijá-la com mais força. Minha mão subiu até a nuca dela. Nossos lábios se encaixaram melhor. A língua dela encontrou a minha, tímida no início, depois decidida. O beijo ficou molhado, urgente. Eu chupava sua língua, sentindo todo o gosto dela.

As mãos dela subiram pelas minhas costas, agarrando a camisa. Puxei a blusa dela para cima. Ela levantou os braços. A blusa caiu. O sutiã preto simples apareceu, seios cheios quase saltando. Desabotoei com dedos trêmulos. Quando os vi livres, soltei um suspiro.

Ângela estava quase nua. Só a calcinha restava. Respirava pesado, mamilos duros, pele arrepiada. Seus olhos encontraram os meus — desejo e rendição.

Tarcísio gemeu baixo, acelerando a mão.

— Isso… assim… continua, moleque. Tira o resto dela.

Obedeci. Como sempre obedeci.

Puxei Ângela para mais perto. Meus lábios desceram pelo pescoço, até um dos seios. O mamilo duro implorava. Envolvi-o com a boca, sugando com vontade. Minha língua rodava em círculos, depois mais rápido, apertando de leve com os dentes. Ela gemeu baixo, arqueando as costas, dedos nos meus cabelos, me puxando mais.

O outro seio eu massageei com a mão, apertando, enquanto devorava o primeiro. Chupava com força, alternando sugar e lamber, como se quisesse compensar todos os anos fingindo que aquilo não existia.

Minha rola estava tão dura que doía. Pulsava dentro do shorts, latejando a cada gemido dela. O tecido esticava, pré-gozo encharcando a cueca. Uma ereção dolorosa, alimentada por um tesão cru.

Tarcísio observava, pau na mão, batendo devagar.

Ele riu, quase cruel.

— Olha só isso, Ângela… Olha o pau desse moleque. Maior que o meu, né? Bem maior. Sempre soube que você gostava de rola grande, sua safada. Por isso o escolheu, não foi? Porque o velho aqui não dá mais conta.

Ângela gemeu mais alto, rosto vermelho, mas não negou. Desceu a mão pelo meu peito, barriga, até o cós do shorts. Puxou o tecido para baixo. Meu pau saltou, reto, grosso, cabeça brilhando.

Ela olhou para ele, depois para Tarcísio, e mordeu o lábio.

— Cala a boca, Tarcísio… — murmurou, voz fraca, carregada de desejo.

Tarcísio riu, acelerando a punheta.

— Vai, senta nele. Mostra pro teu marido como você gosta de ser comida por um pau maior. Mostra pra mim.

Ângela se levantou, tirou a calcinha com um movimento rápido. Nua, montou em mim, coxas abertas. Segurei a base. Ela alinhou e desceu devagar, engolindo centímetro por centímetro.

Quando chegou ao fundo, soltou um suspiro longo. Olhos fechados por um instante, depois abertos, encontrando os meus. Fogo ali. Paixão.

Segurei a cintura dela. Ela começou a se mover, devagar, depois mais rápido. Cada estocada era um choque de prazer. Saber que Tarcísio assistia, se masturbava, provocava… tudo aumentava o tesão. Era errado. Era sujo. Era perfeito.

— Isso… — Tarcísio grunhiu. — Fode ela direito, moleque. Mostra o que um pau de verdade faz. Ela merece.

Ângela cavalgava com força, quadris batendo contra minhas coxas, gemidos enchendo a sala. Eu me segurava, não queria gozar cedo.

Tarcísio se levantou, pau vermelho na mão, aproximou-se.

— Porra… olha só vocês dois… tão safados…

Acelerou a punheta. Ângela virou o rosto para ele, olhos semicerrados, rebolando mais.

Tarcísio grunhiu alto.

— Vou gozar nos seus peitos, sua safada…

Posicionou-se na frente dela e explodiu. Jatos grossos acertaram os seios de Ângela, linhas brancas escorrendo pela pele suada. Ela arqueou as costas, gemendo, recebendo tudo.

Aquela visão — o sêmen do meu padrinho marcando a pele dela — foi demais. Puxei Ângela para cima, tirei o pau de dentro dela. Ela caiu de joelhos no sofá, rosto na altura do meu colo. Segurei a base e gozei. Muito. Jatos longos acertaram a cara dela: bochecha, testa, nariz, lábios. Um pouco entrou na boca, o resto escorreu pelo queixo, pingando nos seios já sujos.

Ângela fechou os olhos, recebendo em silêncio, peito arfando.

Quando acabou, silêncio pesado. Só respirações ofegantes.

Tarcísio guardou o pau na calça, virou as costas e saiu em direção ao corredor.

Ângela se levantou, corpo tremendo, rosto e seios melados. Não limpou nada. Pegou minha mão e me puxou.

Subimos as escadas em silêncio. Entramos no quarto deles. A porta se fechou com um clique suave.

Deitamos na cama grande, nus, sujos, exaustos. Ângela se aninhou contra mim, rosto encostado no meu peito. Passei o braço ao redor dela.

Não dissemos nada.

Não sabíamos o que seria no dia seguinte. Conversa? Briga? Culpa? Repetição? Ou tudo voltaria ao normal, como se nada tivesse acontecido?

Naquele momento, o silêncio era o único som que restava.

Galera curtam e comentem para que aconteça uma continuação, queria saber se alguém ficou de pau duro ou com a bucetinha molhada lendo esse texto..

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