“Tentação”
A manhã de segunda-feira ainda carregava aquele calor úmido que entrava pelos vidros das janelas altas do colégio. A última aula terminou com o toque estridente do sinal, e os corredores se encheram de vozes e passos apressados. Tiago já estava guardando os cadernos na mochila quando a secretária apareceu na porta da sala.
— Tiago? O diretor Johnny pediu pra você ir até a sala dele agora.
O coração de Tiago deu um salto tão forte que ele quase deixou o estojo cair. Assentiu rápido, tentando manter a expressão neutra enquanto os colegas saíam rindo e falando alto.
Na sala da direção, Johnny andava de um lado para o outro atrás da mesa. A camisa social branca estava com os dois primeiros botões abertos, revelando o início do peito definido e os pelos bem aparados nas axilas. Ele parou quando ouviu a batida leve na porta.
— Entra — disse, voz mais baixa do que o normal.
Tiago entrou. Antes que pudesse falar qualquer coisa, Johnny foi até a porta, girou a chave na fechadura e baixou a persiana veneziana — só para garantir total privacidade. A sala permaneceu bem iluminada pela luz quente e suave da própria lâmpada do teto, criando um ambiente aconchegante e íntimo.
— Senta — Johnny apontou uma das poltronas de couro.
Tiago obedeceu, as pernas ligeiramente abertas, o uniforme já um pouco amarrotado do dia inteiro. Ele sentia o suor frio na nuca.
Johnny ficou de pé, encostado na borda da mesa, braços cruzados, olhos azuis fixos no garoto.
— Sobre antes… — começou ele, hesitante. — Você disse que eu poderíamos conversar a qualquer hora, qualquer lugar. Eu fiquei pensando nisso o dia inteiro.
Tiago engoliu em seco, mas sustentou o olhar.
— Eu falei sério.
Johnny soltou o ar devagar, como se estivesse se rendendo a algo que já sabia que ia acontecer.
— Então me diz, Tiago… o que você faria pra me fazer feliz? Pra tirar essa porra toda da minha cabeça?
Tiago sorriu devagar, um sorriso tímido e ao mesmo tempo safado.
— Qualquer coisa, diretor. Qualquer coisa que o senhor quiser.
Johnny ergueu uma sobrancelha, o canto da boca subindo de leve.
— Então me mostra.
Tiago se levantou devagar da poltrona, ficando de pé bem na frente de Johnny, a poucos centímetros dele. Levou as mãos ao primeiro botão da camisa do uniforme, abriu devagar, depois o segundo, o terceiro. A pele clara e lisa apareceu sob a luz forte, o peito macio, as tetas redondas e cheias tremendo levemente com o movimento. Ele terminou de abrir todos os botões, puxou a camisa pelos ombros e deixou-a deslizar pelos braços até cair no chão atrás dele.
— Olha pra mim… — murmurou Tiago, voz rouca. — Eu sei que o senhor gosta. Eu vejo todo dia como o senhor me olha no corredor.
Ele levantou as mãos, deu dois tapas firmes nas próprias tetas, fazendo-as balançar para os lados. A carne macia ondulou, os mamilos rosados já endurecidos pelo ar fresco e pela excitação.
— Tá vendo? — Tiago continuou, dando mais um tapa, mais forte. — Elas são suas se o senhor quiser. Eu faço qualquer coisa pra ver o senhor sorrir de verdade.
Johnny respirou fundo, os olhos escurecendo.
— Porra, garoto… você não tem noção do que tá fazendo comigo.
Tiago levou os dedos aos mamilos, apertou de leve, depois alisou em círculos lentos.
— Eu tenho sim. Eu penso no senhor toda noite… penso na sua boca aqui… — Ele apertou mais forte um mamilo, soltando um gemidinho baixo. — Quero que o senhor me chupe. Quero que o senhor me coma inteiro.
Johnny não aguentou mais. Deu um passo à frente, parou bem colado em Tiago. Estendeu as mãos grandes e quentes, segurou as tetas do garoto com firmeza, os polegares roçando os mamilos.
— Você é um perigo, sabia? — murmurou Johnny, voz grave, quase um rosnado. — Tão macio… tão gostoso…
Tiago arqueou as costas, empurrando o peito contra as mãos dele.
— Então me prova… por favor…
Johnny se abaixou um pouco. Segurou a teta direita com uma mão, levou a boca até o mamilo e circulou a língua devagar, lambendo em volta, depois por cima, sentindo a textura arrepiada.
Tiago gemeu alto, as mãos indo para a nuca careca de Johnny, puxando-o mais perto.
Johnny abriu a boca e chupou com vontade, sugando o mamilo inteiro, a língua batendo ritmada, os dentes roçando de leve. A saliva escorria pelo peito claro de Tiago, brilhando sob a luz da lâmpada.
Depois passou para a esquerda. Segurou a teta com as duas mãos agora, apertando enquanto circulava a língua no mamilo, lambendo com fome, chupando forte, puxando com os lábios.
Tiago revirou os olhos, a cabeça caindo para trás, a boca entreaberta num gemido contínuo. O pau dele latejava dentro da calça do uniforme, a cueca já molhada na frente.
Johnny continuou chupando a teta esquerda com paixão, uma mão descendo para apertar a barriga macia de Tiago, a outra ainda segurando firme a teta direita.
Foi demais.
Tiago tremeu inteiro, as coxas se fechando em volta das pernas de Johnny. Um gemido rouco escapou, longo e quebrado, enquanto ele gozava dentro da cueca, jatos quentes molhando o tecido, o corpo todo se contraindo de prazer.
Johnny soltou o mamilo com um estalo molhado, ergueu o rosto e riu baixo, um riso satisfeito e um pouco surpreso.
— Caralho… você gozou só com isso?
Tiago abriu os olhos devagar, o rosto vermelho, o peito subindo e descendo rápido.
— Foi… foi forte demais… sua boca…
Johnny passou o polegar no mamilo ainda molhado de saliva, sorrindo de lado.
— A gente nem começou ainda, garoto.
Ele se inclinou e deu um beijo leve na testa suada de Tiago, depois se afastou um pouco, ainda olhando para o peito avermelhado e brilhante.
— Agora pega essa camisa do chão antes que alguém perceba que você tá aqui há tempo demais.
Tiago riu fraco, ainda zonzo, abaixando-se para pegar a camisa com as mãos trêmulas.
Mas os dois sabiam: aquilo era só o começo.
Continua…