Oi amores! Meu nome é Laura, tenho 18 aninhos, e o que vou contar pra vocês aconteceu com minha tia Katia…
Caso queira conhecer eu e ela me siga no insta Laura18y188
Minha tia Katia é uma loira deslumbrante, 44 anos, corpo esculpido na academia, seios grandes e firmes, rosto perfeito, pele branquinha que fica vermelha quando está excitada. Um tesão de mulher.
O namorado dela na época era o Bruno: 1,80m, olhos castanhos intensos, cabelo curto, barba bem aparada, uma barriguinha charmosa que só deixava ele mais gostoso. Um homem bonito e seguro.
E o melhor amigo dele há anos era o Lucas: magro, corpo definido, olhos claros que pareciam enxergar tudo, cabelo arrepiado, sorriso safado. Um gato completo.
Tudo começou numa viagem pra praia, na casa de família do Lucas. Eu estava usando um biquíni rosa clarinho, bem cavadinho e coladinho no corpo. Percebi o Lucas me devorando com os olhos, especialmente minha bunda, enquanto eu me olhava no espelho da sala. Meu namorado Bruno estava no quarto se trocando.
Nossos olhares se cruzaram no reflexo. Eu sorri maliciosamente. Ele retribuiu com um sorriso lento, cheio de intenção. Meu coração disparou. Caramba… o melhor amigo do meu namorado me olhando desse jeito…
Mais tarde, na praia, Bruno entrou no mar pra nadar. Lucas aproveitou e veio até mim:
— Caralho, Katia… você tá linda demais hoje.
Eu, de óculos escuros, olhando diretamente pra ele:
— Você que é gentil… mas você também tá um gato, hein?
Ficamos nos encarando por uns segundos eternos. Ele não disfarçava o desejo. Eu sentia o calor subindo pelo corpo inteiro. Naquele momento, comecei a imaginar como seria dar pra ele… o melhor amigo do Bruno… o risco, a adrenalina, a traição gostosa.
Aquele dia terminou, mas eu fiquei louca de vontade de descobrir até onde o Lucas iria.
À noite, já era tarde. Eu estava de shortinho vinho curtinho, calcinha preta fio-dental e regatinha fina de alcinha. Bruno já roncava alto na cama. Fiquei com sede e fui até a cozinha. Quando passo pela sala, vejo Lucas deitado no sofá, assistindo TV no escuro, só a luz da tela iluminando o rosto dele.
Ele me comeu com os olhos de cima a baixo. Não resisti: pisquei pra ele. Ele sorriu de lado, aquele sorriso de quem sabe o que quer.
Eu mordi o lábio e falei baixinho:
— Tá vendo o quê?
— Um filme… o Bruno tá dormindo?
— Tá sim… roncando igual um trator.
Ele deu uma risadinha.
— Vem aqui ver comigo?
Olhei pra bermuda dele. O volume estava evidente, o pau duro marcando forte. Eu ri, nervosa e excitada ao mesmo tempo.
— Melhor não, né? — falei com voz de provocação e voltei pro quarto, rebolando de propósito.
No dia seguinte choveu forte o dia inteiro. Lá pelas 18h caiu a energia. Ficamos os três na sala, só na luz de velas e lanternas de celular.
Lucas sugeriu:
— Vamos jogar alguma coisa pra passar o tempo?
Bruno:
— Que jogo nesse escuro todo?
Lucas pegou várias coisas na cozinha e voltou com um sorriso malicioso:
— Vamos jogar o jogo da adivinhação. Eu vendo vocês, coloco algo na boca de vocês ou na mão, e quem acertar mais ganha.
Ele arrumou duas cadeiras de costas uma pra outra.
— Bruno, senta aqui. Katia, senta aqui.
Eu estava de saia jeans curta, regatinha preta com decote generoso. Eles de regata e bermuda.
— Vou vendar vocês dois. — Ele amarrou panos nos nossos olhos.
Começou com coisas simples: bala de café, pedaço de chocolate…
Mas aí ele mudou o tom.
Veio com Nutella no dedo. Colocou na boca do Bruno primeiro, depois na minha. Quando chegou a minha vez, ele enfiou o dedo inteiro. Eu lambi devagar, chupei como se fosse um pau, enrolando a língua na ponta. Soltei um “hummm” baixinho.
Depois veio algo quente, cremoso… e eu senti o cheiro. Era o pau dele.
Ele encostou a cabeça grossa nos meus lábios. Eu sorri por baixo da venda, passei a língua devagar na glande, sentindo o gosto salgadinho de pré-gozo.
— Esse não é tão difícil… — falei baixinho.
— Deixa eu provar mais pra ter certeza…
Ele não pensou duas vezes. Empurrou devagar. Eu abocanhei o pau inteiro, chupando com vontade, fazendo barulhinho molhado, enquanto segurava a mão do Bruno do lado.
Lucas sussurrou pro Bruno:
— Já sabe o que é?
— Sei sim… quero a marca.
Ele colocou uma colher com um pouco de creme na boca do Bruno (mentira, era só pra despistar), enquanto eu mamava gostoso, lambendo as veias, chupando as bolas, voltando pra cabecinha.
Eu falava alto, fingindo:
— Realmente não sei a marca… amor, você sabe?
Bruno chutou errado, claro.
Lucas:
— Vou afastar vocês pra não colarem.
Tirou minha venda. O pau dele estava lindo: uns 18-19 cm, grosso, veias saltadas, cabeça vermelha e brilhando de saliva.
Ele me puxou pela nuca e me beijou com fome. Nossas línguas se enrolaram enquanto Bruno tentava adivinhar alguma coisa do lado, vendado.
Lucas ligou um som alto no celular pra abafar nossos gemidos. Eu comecei a punhetar ele com força, sentindo o pau pulsar na minha mão.
De repente Bruno acertou o item. Lucas me virou de costas pro Bruno, levantou minha saia, afastou a calcinha pro lado e viu minha buceta molhada, pingando.
— E agora, Katia… o que acha que é?
Eu sorri safada:
— Não sei… deixa eu tentar adivinhar…
Ele encaixou a cabeça na entrada e empurrou devagar. Meu Deus… que pau gostoso. Entrou inteiro, abrindo tudo. Eu mordi o lábio pra não gemer alto.
— Aiii… caralho… — escapei baixinho.
Ele começou a meter devagar, depois mais rápido, segurando minha cintura. O barulho molhado da buceta sendo arrombada era alto, mas o som abafava.
Bruno:
— Esse tá difícil mesmo!
Eu, levando pica gostoso, respondia entre suspiros:
— Verdade amor… não tenho ideiaaa… aiii…
Lucas pegou meu cabelo, puxou pra trás e meteu com força, estocadas profundas. Meu corpo tremia.
— Goza pra mim, sua safada… — sussurrou no meu ouvido.
Eu gozei forte, apertando o pau dele dentro de mim, pernas tremendo. Ele gozou logo depois, enchendo minha buceta de porra quente, jatos fortes pulsando lá dentro.
Nos beijamos com desespero enquanto a porra escorria pelas minhas coxas.
Bruno acertou o terceiro item.
Lucas sorriu pra mim:
— Vou pegar itens diferentes pra você agora.
Eu levantei, porra escorrendo, passei os dedos na buceta, levei na boca, lambi tudo olhando pra ele. Depois fui até o Bruno, dei um selinho rápido, com gosto de porra de outro na boca.
Fui ao banheiro, limpei a buceta, voltei.
A brincadeira continuou… e piorou (ou melhorou).
Próxima rodada: ele chupou meus peitos com vontade, mamando forte, mordiscando os bicos. Eu gemia baixinho:
— Aiii… esse é fácil… chupando meu peito…
Depois colocou o pau duro na minha boca de novo. Eu chupei com tesão, babando tudo.
— Hummm… esse tá difícil… deixa eu tentar mais…
Sentei ele na cadeira, levantei a saia e, devagar, encaixei o pau no meu cuzinho. Meu cu apertadinho resistiu no começo, depois cedeu. Entrei até o talo.
— Aiii… caralho… tá entrando… — gemi baixinho, mordendo o próprio braço pra não gritar.
Fiquei quicando devagar, sentindo cada centímetro abrindo meu cu, enquanto Bruno falava sozinho tentando adivinhar os objetos.
Não aguentei: gozei de novo, o cu apertando o pau dele em espasmos. Ele gozou dentro do meu cuzinho, enchendo tudo, jatos quentes que eu sentia pulsando bem fundo.
Abafamos os gemidos com beijos desesperados.
Quando terminou, eu levantei devagar, porra escorrendo do cu também. Fingi jogar até o final da noite.
Aquela noite foi a mais safada e inesquecível da minha vida.
Depois disso, Lucas virou meu amante secreto. Sempre que dava, eu dava pra ele. Às vezes com o Bruno no quarto ao lado, outras vezes na casa dele, no carro, na praia… onde desse.
História 100% da minha tia ...
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