Reencontro com Sophia

Um conto erótico de Lohengrin
Categoria: Heterossexual
Contém 1814 palavras
Data: 13/01/2026 17:19:36

Após o feriado em Fortaleza, mantive pouco contato com César, Luma ou Sophia.....até reencontrar Sophia no shopping.

Estava pelo shopping após o trabalho e encontro Sophia cheia de sacolas passeando. Sophia tinha pouco mais de 1,60, estava com uma legging de academia, que ressaltava as pernas bem definidas e contornava perfeitamente suas curvas, acompanhando um top justo e um casaco esportivo. O cabelo longo estava preso em um rabo de cavalo longo, uma típica MYLF que atrai olhares por onde passa.

Após uma breve conversa, falo que estava indo comer algo e se ela gostaria de me acompanhar, Sophia diz que não tinha nada pronto em casa mesmo, e como seu filho já não estava mais morando com ela, ela não tinha horário para voltar e aceitou meu convite.

O jantar foi agradável, mas nenhum dos dois tocou no assunto de Fortaleza, era como se estivéssemos nos conhecendo ali, naquele momento. Mas na minha mente, a todo instante lembrava da Sophia se contorcendo, gemendo e gozando.

Ao fim do jantar perguntei se ela gostaria de sair para o cinema na sexta a noite, Sophia corou e sem graça perguntou se eu estava chamando ela para um "date". Segurei sua mão e disse que se ela topasse poderia ser um "date", senão poderia ser apenas uma companhia para ver um filme. Ela sem graça e envergonhada disse que aceitava sim e que era para passar na casa dela buscá-la as 19h na sexta. Nos levantamos da mesa do restaurante, e ao nos despedirmos dei um selinho leve em seus lábios e que estaria sexta as 19h em seu prédio para sairmos.

A semana passou arrastada, eu e Sophia trocávamos mensagens diariamente. Parecíamos dois adolescentes saindo para um primeiro encontro.

Sexta as 19h eu chego em seu prédio e mando mensagem avisando que já estava ali. Sophia me liga na sequência pedindo desculpas, mas estava se arrumando ainda e que demoraria um pouco, mas que eu devia estacionar e subir para esperá-la.

Subi e Sophia já me recebeu pedindo desculpas pelo atraso, mas que eu devia pegar uma cerveja na geladeira e me sentar na sala que ela já iria terminar de se arrumar.

Enquanto ela se arrumava no quarto, eu fiquei na sala e fomos conversando sobre o filme, onde poderíamos jantar após a sessão, e nesse momento escuto ela chorando baixinho.

Me levanto e pergunto se estava tudo bem e se poderia entrar no quarto. Sophia soluçando diz que sim, e quando entro encontro ela sentada na beira da cama vestindo um roupão branco olhando para o armário aberto e várias roupas jogadas em cima da cama e no chão.

Abraço Sophia e pergunto o que estava acontecendo, e Sophia começa a chorar e dizer que ela estava nervosa e ansiosa e não sabia qual roupa usar, que parecia uma adolescente bobinha, mas que essa sensação não deveria acontecer do alto de seus 50 anos. Que desde que seu marido tinha falecido ela só tinha se relacionado comigo, César e Luma na viagem. E que já devia fazer uns 30 anos da última vez que alguém tinha chamado ela para sair, e que ela estava nervosa.

Abracei Sophia mais forte e disse que ela estaria linda de qualquer jeito, e que eu estava ansioso também. Segurei o rosto da Sophia suavemente e a trouxe para um beijo lento, nossas línguas se enroscavam, segurava seu pescoço, sentia seus lábios pressionando os meus, era um beijo diferente daqueles que tínhamos dado em Fortaleza, lá era apenas tesão, agora era uma troca de carinho e entrega.

Olhei para Sophia e disse que cuidaria dela, ela repousou a cabeça nos meus ombros e ficou ali. Fiquei olhando as roupas espalhadas pelo seu quarto e disse que eu gostaria que ela fosse utilizando a saia de couro junto com a meia-calça que estava jogada no canto da cama. Nesse instante Sophia se levantou e parecia outra mulher, mandou que eu esperasse na sala que ela estaria pronta em 10 minutos.

Em 10 minutos a Sophia sai do quarto, e estava deslumbrante, uma bota preta de salto, a meia calça também preta combinando com a saia de couro que ficava no meio das coxas e para fechar uma camisa pérola de botões. Nem parecia a mulher indecisa que estava em meus braços 10 minutos atrás. Disse que ela estava extraordinária, Sophia abriu um sorriso e agradeceu a ajuda.

Olhamos no relógio e percebemos que já não pegaríamos mais a sessão do filme que queríamos ver, mas era cedo demais ainda para jantarmos. Nesse momento o rosto da Sophia mudou, e sem dizer nada ela prendeu o cabelo em um coque e se ajoelhou na minha frente. Eu ali sentado no sofá sem reação, com a Sophia ajoelhada na minha frente. Fui falar e ela fez um sinal para que eu não falasse nada. E ela começou a levar as mãos até o zíper da minha calça, ficou ali deslizando aquelas mãos pequenas por cima do meu pau, que já estava duro como pedra. Enquanto acariciava Sophia começou a falar que sonhava com meu pau desde a viagem para Fortaleza, mas que teve vergonha de me procurar após a viagem, mas que agora que estava tão perto dele novamente ela o queria novamente. Eu já estava gemendo baixinho ouvindo a Sophia falar, ela ter falado de Fortaleza parece que abriu o caminho para todo o tesão fluir novamente. Fui me levantar para beijá-la mas Sophia me empurrou para o sofá novamente e mandou eu ficar quieto, pois ainda sairíamos para jantar e ela não queria amassar a roupa, nisso Sophia liberou meu pau e engoliu ele todo de uma vez. Eu só me joguei para trás no sofá e gemi. Sophia chupava forte, hora com todo meu pau em sua boca, hora apenas a cabecinha. Aquele barulho molhado de um boquete perfeito estava me deixando com as pernas tremendo, meu pau pulsando e quando senti que ia gozar Sophia chupou mais forte, engolindo toda minha porra. Ela ficou com meu pau em seus lábios até meu pau parar de pulsar, me olhando ela limpou os cantos da boca com os dedos, sugando cada gota de porra que tinha sobrado. Ela levantou, soltou os cabelos novamente, tirou o batom da bolsa e olhando no espelho da sala o retocou.

Me levantei, me ajeitei e olhando para a Sophia disse que adorei reencontrar essa Sophia. Ela deu um sorriso e disse que enquanto eu cuidasse dela, ela seria as duas Sophias. A frágil e meiga, e a submissa e vadia.

Dei um beijo em Sophia, a abracei e saímos do apartamento.

Já no carro, decidimos ir jantar em um pub que possuía um espaço de restaurante e outro espaço separado onde tinha um espaço para shows de bandas de rock. Sophia adorou a idéia, pois segundo ela fazia anos que ela queria ir nesse pub mas nunca tinha companhia.

Jantamos como namorados, a conversa fluía super bem, e então segurando as mãos de Sophia perguntei o que ela queria dizer com cuidar dela, e como eu deveria lidar com cada uma das "Sophias", a frágil e meiga e a submissa e vadia.

Sophia então me disse que o cuidar estava mais para dar atenção e ser companheiro, não como marido ou namorado, mas sim alguém com quem ela poderia contar e se sentir bem. E que sobre cada uma das Sophias, ai caberia a mim decidir como lidaria com cada uma.

Beijei Sophia e prometi cuidar dela, e que aprenderia a lidar com cada uma das Sophias. Nesse instante começamos a ouvir a banda tocar no palco.

Olhei para a Sophia e disse que adorei a versão frágil e meiga durante o jantar, mas que para o show eu queria a versão submissa e vadia. Sophia abriu um sorriso que jamais vou esquecer, um sorriso de tesão e desejo que quase me fez gozar. Nos levantamos para ir para o show, Sophia na minha frente e eu caminhando segurando ela pela cintura. Antes de chegar na área do palco, abraço Sophia por trás e falo beijando seu ouvido que para curtirmos melhor o show ela deveria tirar a meia calça e abrir um pouco mais os botões da camisa, deixando o sutião de renda preto exibir toda a beleza dos seus seios.

Sophia apenas soltou minha mão e disse que já me encontraria na pista. Alguns instantes depois a Sophia volta pela pista, pude ver alguns homens tentando abordar ela no caminho, até uma mulher puxou papo, e quando ela chegou puder ver que ela estava extremamente sexy. Ela deu uma voltinha na minha frente e perguntou se assim estava bom. A saia ficava no meio das coxas, mas com o caminhar e dançar subia exibindo quase até a calcinha, já a blusa de botões estava quase toda aberta, exibindo o sutiã de renda preto que exaltava aqueles seios extraordinários. Segurei sua cintura e a trouxe para um beijo enquanto curtíamos a música.

Ver a Sophia ali se exibindo foi me despertando desejos que até então eu não havia explorado, e minha mente borbulhava de ideias, e meu pau pulsava a cada pensamento.

Sophia percebeu meu devaneio, virou de frente para mim, passou os braços pelo meu pescoço e me beijou e perguntou porque eu estava tão longe. Respondi brevemente e ela rindo falou que adorou o jeito que eu tratei ela, e que eu deveria explorar todos esses desejos e exibições com ela, e ao terminar de falar ela me beijou e falou que queria ir embora, pois não estava aguentando mais de tesão, levou os dedos até a bucetinha e então levou até os meus lábios e enquanto eu beijava seus dedos ela disse que queria meu pau dentro dela.

Saímos do pub e seguimos direto para a casa dela, assim que entramos levantei sua saia, baixei minha calça e abracei ela por trás, meu pau encostou em sua bucetinha molhada e em uma estocada meti de uma vez, Sophia gemeu alto falando que estava morrendo de saudades do meu pau, e cravado fundo dela dizendo que nunca tinha esquecido da bucetinha dela. Levei Sophia para o sofá e a deixei de quatro, segurei sua cintura e meti novamente em sua bucetinha, eu não falava e nem Sophia, era apenas gemidos no apartamento, até que Sophia começou a tremer, apertar as mãos nas almofadas e sua bucetinha apertar meu pau e gozamos, os dois juntos gemendo, meu pau jorrava porra, misturada com o gozo da Sophia escorrendo por sua bucetinha.

Ela me olho com lágrimas nos olhos e pede para que eu não a abandone, com meu pau ainda duro dentro de sua bucetinha pulsando eu prometo não abandonar enquanto ela quiser. E caímos os dois no sofá, meu pau pulsando ainda, e eu acariciando a bucetinha sensível da Sophia, mas que não escondia a vontade de mais....

Continua

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Lohengrin a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários