Esta é a primeira narração que faço, e também a primeira de uma série que pretendo escrever sobre. Não faço isso por números de leitores ou por vaidade, mas por uma necessidade latente de expor e contar sobre minhas experiências já que tenho poucos amigos, e menos ainda os que topam me ouvir sem julgamentos - sim, alguns episódios passam longe do limite da moralidade normal. Tive a ideia de escrever capítulos sobre algumas das mulheres marcantes que passaram por alguns anos de fase mais doida e exploratória da minha vida.
Ao início: sou um homem de 42 anos, mestiço de orientais há algumas gerações. Tenho cabelos castanhos escuros fartos e de comprimento médio, olhos também castanhos escuros com um tom de pele ligeiramente mais moreno do que um japonês tradicional. Tenho 1,81m de altura e, como quase todos da minha idade, um leve pesinho adicional que tento me livrar há algum tempo mas que fica difícil quando se ama comer bem e tomar bons vinhos. Estou aberto a críticas, opiniões, conselhos, bate-papo, etc... meu Telegram é @Merc8400 - não vendo nada, não tenho interesse em nenhuma troca financeira ou coisas do tipo.
Natasha é a mocinha deste conto e a história dela começa algumas semanas antes do final do meu primeiro casamento. Na época, eu tinha um cargo ok numa empresa que me permitia ter uma secretária e ela foi contratada logo no comecinho daquele ano. Como a história dela é mais longa, serão algumas partes de narrativa para não ficar longo demais em um texto só.
Natasha era bonita. Tinha cabelos castanhos claros, longos até quase o meio das costas, e levemente curvados; tinha perto de 1,75m e o peso bem distribuído, de forma que não era modelo magérrima, mas não era nem um pouco gordinha. Pernas longas, que acabavam numa bunda OK, que não era nada de excepcional. Tinha seios médios/grandes, de um tamanho, que mais tarde descobri, serem perfeitos para colocar quase inteiros na boca. Tinha um jeito tímido, de falar baixo e não dirigir o olhar, muito como a menina nova que era na época, com perto dos seus 25 anos.
Logo que me foi apresentada, eu tive um presentimento que não ia dar coisa boa (ou até ia)... Nunca fui santo, muito longe disso mas desde que tinha uma posição hierárquica melhor, tinha parado de passar o rodo na empresa. Em particular nesta, nunca havia ficado com ninguém nem dado brecha para tal. No dia seguinte ao que foi contratada, eu estava me sentindo muito triste e abandonado, por conta do meu casamento à beira do fracasso, e a conversa vai, conversa vem, disse que tinha um lugar ali perto com umas comidinhas de belisquetes ótimas para passar o início da noite e ela, do jeito tímido, topou.
Começamos a conversar sobre tudo: escola, família, criação, esportes... e começamos a falar sobre namoros, noivados, frustrações e chegamos ao assunto do meu casamento. Contei sobre como eu me sentia um trouxa que tinha sacrificado tanta coisa para ser feito de otário depois de 8 anos de casamento e mais 6 de namoro. Falei sobre as frustrações todas e de tudo o que eu não curti no meu início de vida adulta para casar, comprar apartamento, carro, viajar... Ela ouvia tudo, com paciência e um olhar de dó que me senti quase pior do que eu já estava. Contou que tinha tido alguns namorados, mas um só sério e que pensou em casar mas ele pisou na bola antes do tempo e acabaram terminando.
Disse, na inocência, que era assim mesmo e que a gente mais erra do que acerta nos relacionamentos mas que ela era uma menina muito bonita, que com certeza não ficaria muito tempo sem muito pretendente pegando no pé dela. Ela ficou tímida e eu disse que ia tirar uma foto para ela ver como estava bonita.
Isso foi um truque muito sujo meu, reconheço... Sou bom em fotografia, e a meia-luz do barzinho estava propícia demais. A foto saiu ótima (e uma pena que eu perdi) e mostrei para ela, dizendo que estava linda deste jeito. A moça derreteu, e como estávamos pertinho, aquele beijo rolou.
Não aquele beijo de balada, apressado, descuidado... Tive o cuidado de ser gentil e carinhoso nessa troca - confesso que não foi de caso pensado, mas foi realmente como o momento se desenhou. Um beijo daquele gostoso, lento, molhado, quente e confortável, que eu, um casado frustrado, já desconhecia como era. E assim ficamos nos beijando por mais um bom tempo até, depois de uns drinks, resolvermos que era tarde e hora de ir embora pois ainda era um dia comum que trabalhávamos no dia seguinte.
Estava tarde e ela morava não muito longe, mas um lugar de acesso mais difícil. Me propus a leva-la em casa e terminar de arrancar uma casquinha, claro.
Chegamos rápido, estacionei na porta da casa ela e voltamos aos beijos. Aquela ficada gostosa, um pouco tímida ainda do meu lado, por estar tanto tempo fora do jogo e sem alguém novo. Claro que as coisas esquentaram um pouco e mão que vai, mão que vem, passei muito a mão e fui descobrindo aquele corpo gostoso. Coloquei a mão dela sobre o meu pau e ela acariciou e punhetou por cima da roupa de um jeito que eu não tinha sido tocado há muito tempo. Neste dia ficamos só nisso mesmo, não estava muito confortável com o lugar e ainda com um peso na consciência de ser casado. Nos despedimos, fui pra casa, sendo recepcionado do jeito frio e chato pela esposa, e fui tomar um banho para aliviar as fantasias que já passavam na minha cabeça.
Nos dias que se seguiram, ficou aquele clima meio tenso/gostoso de não sabermos como agir. Não falamos sobre a ficada até que no final da semana, eu tomei coragem e, na hora de irmos embora, perguntei se ela tinha vontade de continuar o que começamos. De um jeito tímido ainda, ela confirmou que sim e que no dia seguinte poderíamos sair depois do expediente.
No dia seguinte, dei aquele talento: depilação total, banho caprichado, perfumado. Me arrumei como não me arrumava há anos. Passei o dia na tensão até que o dia acabou e discretamente saímos e nos encontramos no meu carro, indo direto para um motel próximo.
Entramos e já começamos os beijos, joguei ela na cama e começamos a esfregar violentamente. Dava pra ver que ela também estava há um bom tempo sem um toque desse tipo: suspirava e gemia baixinho a cada passada de mão mais forte. Comecei a acariciar a sua buceta por cima da calça e os gemidos intensificaram, com a outra mão, já desabotoava a sua blusa e o gancho do sutien. Interrompi os beijos para ir descendo e começar a chupar seus peitos enquanto desabotoava a tirava a calça dela. E que delícia de seios que ela tinha - com os biquinhos super duros, lambia, mordiscava e chupava com força enquanto ela gemia cada vez mais alto. Nisso, já estava só de calcinha, que eu sentia encharcada já enquanto massageava e sentia que ela ia soltando aquela timidez característica.
Enfiei a mão por dentro da calcinha, lubrifiquei os dedos na entradinha e procurei seu clitóris, que era bem grandinho e fácil de encontrar. Comecei com a acariciar com movimentos suaves para cima e para baixo, tentando decifrar seu corpo e entender as respostas dos meus toques. Alterava para os lados, às vezes colocava o clitóris entre dois dedos e alternava eles. Não demorou muito e ela começou a me apertar mais e forçar as pernas. Senti seu primeiro orgasmo comigo com uma onda de tremedeira e alívio, com um gemido de safada que me deixou louco. Seu rosto estava com as maças vermelhas e enquanto a beijava novamente, fui tirando minha roupa.
Estava com uma excitação fora do comum: há uns bons anos não transava com uma pessoa diferente e meu casamento já estava com o sexo ruim há anos. Mas neste momento, meu pau estava duro como há muito não estava. Pulsava quando ela me ajudou a tirar a cueca e meu pau pulou pra cima perto do rosto dela. Não sou o jegão bem dotado, mas tenho bons 17cm que fazem bem a alegria das mulheres com que me relacionei, nunca tive reclamações mas também sempre fui bom em não só macetar com o pau, mas usar também muito bem mão e boca.
Natasha se transformou quando viu meu pau. Segurou sem se fazer de rogada, sentada na cama comigo de pé na borda, e me olhou fundo nos olhos, com as maças do rosto ainda rosadas, enquanto me punhetava devagar, saboreando o momento. Passou a língua da base até a cabeça e engoliu, a boca quente, úmida e macia foi uma loucura pra mim. Toda tímida, mas sabia bem chupar uma rola: acelerava, reduzia, babava, chupava fazendo barulho e às vezes ia fundo e sentia meu pau bater no fundo da sua garganta, engasgando levemente enquanto me punhetava e me olhava, já lacrimejando um pouco. De vez em quando, ela descia com a língua até a base e o saco e meu pau batia no rosto dela até a testa, deixando marcas da saliva dela, misturada com o líquido pré-gozo que já saía de tanto tesão.
Pedi para ela deitar e nos beijamos com intensidade. Ao contrário da maioria dos homens, nunca tive frescura nisso de beijar depois de oral, nem mesmo quando gozo na boca. Inclusive acho a troca de fluidos dos dois uma das coisas mais excitantes que podemos fazer. Subi nela e passei a movimentar com meu pau perto da sua buceta, passando e esfregando por cima, arrancando gemidos dos dois. Não me preocupei com camisinha, na confiança mesmo de que ela estava há muito tempo sem sexo, e ela na confiança de que eu também tinha só esporadicamente o sexo meia boca em casa. Em uma dessas, a cabeça do meu pau alinhou na entradinha da sua buceta. Olhei bem nos olhos dela enquanto meu pau entrava, de uma vez só, sem ajuda, sentindo a maravilhosa sensação de calor e encaixe de uma buceta nova envolvendo meu pau depois de tantos anos. Ela fechou os olhos e com um gemido alto e longo, empurrou a cabeça pra trás enquanto meu pau foi entrando até o fundo.
Quem foi muito tempo comprometido com uma pessoa só sabe como é a sensação de ter alguém novo. Não é questão de melhor ou pior, é um diferente que é viciante. Sentia todas as curvas internas dela, a umidade, o calor, sentia ela contraindo e me abraçando enquanto eu metia cada vez mais rápido, mas mantendo a força das estocadas.
Uma nota importante é sobre mim: tenho uma sensibilidade baixa e demoro muito para gozar. Na verdade, por vezes eu acabo não gozando, principalmente na penetração. Isso parece uma coisa boa, mas já houve vezes de ficar 1 hora, 1 hora e meia metendo sem parar e nada de gozar.
Mas neste dia, nesta situação, estava diferente. O encaixe estava de um jeito tão fantástico que eu sentia com cada estocada que o orgasmo viria, e viria forte. Acelerei e senti que ela estava começando a se tremer novamente e empurrei mais fundo com mais força, fazendo ela gozar uma segunda vez enquanto segurava meu pau fundo dentro dela.
Deixei ela descansar um pouco e pedi pra ela vir por cima. A hora que ela sentou, vi estrelas! Que sentada maravilhoasa! Parecia que meu pau tinha sido feito com o encaixe exato dentro ela. O ângulo certo, a profundidade certa... Começamos a foder freneticamente, e já gemíamos em alto e bom som. Ela estava pingando de molhada, sentia seu suco escorrer pelo meu saco enquanto ela gozava mais uma vez. Ficamos nessa por muito tempo, e eu dava pausas no ritmo para que eu mesmo não gozasse antes, mas já ficava cada vez mais difícil segurar.
Cheguei num ponto que não aguentávamos mais de tesão. Socava com força e chupava seus peitos, que já tinham até algumas marquinhas das minhas atividades. Ela já gritava e tinha gozado mais duas vezes já enquanto eu metia e esfregava o clitóris dela com as costas das mãos, fazendo ela gritar, tremer e me apertar onde estivesse me segurando.
- Puta que o pariu, eu não estou aguentando, estou quase gozando!
Ela me responde enquanto acelera a sentada: - Goza, pode gozar. Goza dentro, por favor!
Não aguentei. Não pensei em consequencia nenhuma, em gravidez, porra nenhuma. Senti o orgasmo vindo e a hora que chegou, foi brutal. Enquanto gozava, soquei com muito mais força, gritava com tanta força, que minha garganta ficou machucada. Meu pau latejava e eu via estrelas quando eu sentia cinco, seis, sete, dez jatos de porra inundando ela. Gozei uma quantidade absurda, e que durou muito tempo. Quando acabou, eu me sentia tonto, teto preto, completamente destruído. Ficamos agarrados por um bom tempo com ela em cima de mim, nos beijando e sem falar nada.
Quando ela levantou de mim, vi que o negócio tinha sido sério. Mesmo com meu pau socado no fundo dela, tinha tanta porra que escorreu pelo lado inteiro dela e quando finalmente meu pau saiu, uma cachoeira de porra escorreu. Deitou do meu lado, exausta também, com aquele misto de suor e saliva com cheiro de sexo que é uma delícia. Ficamos nessa por um bom tempo, já que tínhamos transado por mais de uma hora.
Ainda neste dia, transamos novamente quase da mesma forma mas não cheguei a gozar de novo, mesmo sendo extremamente prazeroso pra mim.
Muitas vezes ainda transamos saindo do trabalho e parando em motéis. Nos próximos capítulos, vou tentar focar em lugares e situações diferentes que tivemos, antes do fim da nossa relação, que durou até uns bons meses após o meu divórcio.