Meu nome é Clara. Tenho quarenta e dois anos, viúva há sete, e até aquele sábado à tarde eu achava que conhecia cada centímetro da minha casa e da minha vida. Achava.
Estava lavando roupa no tanque da área de serviço quando ouvi o barulho da porta do banheiro abrindo. O chuveiro tinha parado há uns dois minutos. Normalmente meu filho, Lucas, demora menos de dez segundos entre desligar o registro e aparecer enrolado na toalha pedindo alguma coisa na geladeira. Dessa vez ele demorou.
Olhei de relance pela porta entreaberta da área e congelei.
Ele estava de costas para mim, de pé no corredor, secando o cabelo com uma toalha menor enquanto a toalha maior — a que deveria estar cobrindo o corpo — tinha escorregado e caído aos seus pés sem que ele percebesse. Lucas tem dezenove anos, joga basquete desde os treze, e o corpo dele é exatamente o que se espera de alguém que treina quase todos os dias: ombros largos, costas definidas, bunda firme. Mas não foi isso que fez meu estômago dar um nó.
Era o volume pendurado entre as coxas dele.Eu não sou ingênua. Já vi pênis na vida — alguns de perto, outros de longe, alguns que me deram prazer, outros que me deixaram frustrada. Mas aquilo… aquilo era desproporcional. Não era só comprimento. Era a grossura, o peso visual, a forma como balançava levemente quando ele se movia sem perceber que estava exposto. Parecia quase obsceno de tão evidente.
Senti o calor subir pelo meu pescoço. Não era só choque. Era outra coisa. Algo que eu não queria nomear.
— Mãe? — ele chamou, ainda de costas, passando a toalha menor no rosto.
— Você viu meu celular?
Engoli em seco. Minha voz saiu mais rouca do que eu gostaria.
— Tá… tá na sala. Em cima da mesinha.
Ele virou o rosto na minha direção, ainda sem perceber a situação. Nossos olhos se encontraram por meio segundo. Depois o olhar dele desceu — primeiro para si mesmo, depois para mim.
— Caralho — murmurou, os olhos arregalados.
Ele se abaixou rápido, pegou a toalha do chão e enrolou na cintura. O tecido branco fez pouco para disfarçar o que eu já tinha visto. O volume continuava ali, marcando o pano de forma quase agressiva.
— Desculpa, mãe. Eu… eu não vi que tinha caído.
— Tudo bem — respondi, tentando soar normal, virando-me de volta para o tanque como se estivesse muito concentrada em esfregar uma mancha imaginária numa camiseta.
— Acontece.
Mas meu coração batia tão forte que eu achava que ele podia ouvir.Ele ficou parado ali mais alguns segundos. Eu sentia o olhar dele nas minhas costas.
— Você… viu? — perguntou, voz baixa.Não adiantava mentir.
— Vi — respondi, sem me virar.Silêncio pesado.
— E… o que achou?
A pergunta saiu tão direta, tão sem filtro, que eu quase deixei a camiseta cair na água com sabão.Virei devagar. Ele estava encostado no batente da porta, toalha apertada na cintura, rosto vermelho, mas os olhos fixos nos meus. Não era só vergonha. Tinha curiosidade ali. E talvez algo mais.
— Lucas… — comecei, tentando encontrar as palavras certas.
— Você é… grande. Muito grande.Ele deu um sorriso torto, meio sem graça, meio orgulhoso.
— É o que as meninas da faculdade falam também. Mas elas geralmente só falam depois que tentam e… não conseguem tudo.Eu levantei uma sobrancelha.
— Não conseguem tudo?Ele deu de ombros.
— A maioria desiste na metade. Ou antes. Dói, dizem. Então eu acabo… me virando sozinho na maior parte do tempo.
Senti um aperto estranho entre as pernas. Não era só compaixão. Era outra coisa. Algo úmido, quente, proibido.
— Deve ser frustrante — falei, quase num sussurro
— É. Muito.
Ele deu um passo para dentro da área de serviço. A toalha marcava ainda mais agora que ele estava semi-excitado. O tecido estava começando a formar uma tenda.
— Mãe… posso te perguntar uma coisa bem idiota?
— Pode.
— Você já… já esteve com alguém assim? Grande desse jeito?Eu ri, nervosa.
— Não. Nunca. Seu pai era… normal. Bem normal.
Ele assentiu devagar.
— Então você também nunca… sentiu tudo.
— Não.Mais um passo. Agora ele estava a menos de um metro de mim. O cheiro de sabonete misturado com o cheiro dele — aquele cheiro de homem jovem, quente, recém-saído do banho — invadiu meu nariz.
— Quer ver de novo? — perguntou, voz rouca.
— Sem acidente dessa vez.
Meu cérebro gritou para eu dizer não. Meu corpo disse outra coisa.
— Quero.Ele soltou a toalha. Ela caiu no chão.
De frente, era ainda mais impressionante. O membro estava semi-ereto, pesado, a cabeça rosada já aparecendo por baixo da pele. Veias grossas corriam pela extensão. Ele não era depilado, mas os pelos pubianos eram curtos e bem aparados — dava para ver tudo claramente.
— Posso tocar? — perguntei, sem conseguir desviar os olhos.
Ele apenas assentiu.Estendi a mão. Quando meus dedos envolveram a base, senti o calor, o peso, a pulsação. Era impossível fechar a mão em volta. Tive que usar as duas.
— Meu Deus… — murmurei.
— Gosta? — perguntou ele, voz tremendo um pouco.
— É… é lindo. E assustador ao mesmo tempo.
Comecei a mover a mão devagar, sentindo ele crescer ainda mais na minha palma. Em poucos segundos estava completamente duro, apontando para cima, a cabeça brilhando com uma gota de pré-gozo.
— Mãe… — ele gemeu baixo.
— Isso é tão errado…
— Eu sei — respondi, mas não parei.
Ajoelhei devagar no chão de cerâmica fria. Olhei para cima, para o rosto dele — vermelho, olhos semicerrados, respiração acelerada.
— Posso? — perguntei, já aproximando o rosto.
— Por favor…Abri a boca. Não consegui engolir nem metade. Era demais. A grossura esticava meus lábios de um jeito que eu não sentia há muitos anos. Usei a língua na parte de baixo, lambendo devagar, sentindo o gosto salgado e limpo. Ele gemeu alto, as mãos indo para meu cabelo.
— Caralho, mãe… sua boca…
Chupei com vontade, deixando a saliva escorrer, usando as mãos para massagear o que não cabia. Ele começou a mexer o quadril devagar, fodendo minha boca com cuidado, mas cada vez mais fundo.Depois de alguns minutos ele puxou para trás, ofegante.
— Se continuar assim eu gozo agora… e eu quero… quero mais.
Levantei. Tirei a blusa e o sutiã sem cerimônia. Meus seios são grandes, ainda firmes apesar da idade, mamilos escuros e duros. Ele olhou como se nunca tivesse visto uma mulher nua antes.
— Tira o resto — pedi.
Ele obedeceu. Ficamos os dois nus na área de serviço, no meio da tarde, com o sol entrando pela janela alta.Encostei minha barriga na dele, senti o pau duro pressionando meu umbigo. Beijei o pescoço dele, subi até a boca. O beijo foi faminto, errado, delicioso.
— Me leva pro seu quarto — sussurrei.
Ele me pegou no colo como se eu não pesasse nada. Subimos as escadas. Jogou-me na cama dele, que ainda cheirava a adolescente — lençóis amassados, cheiro de sono e perfume barato.
Abri as pernas. Estava encharcada. Ele se ajoelhou entre minhas coxas, olhou para minha vagina como se fosse um altar.
— Você é tão linda… — murmurou.
Passou a cabeça grossa na entrada, espalhando minha umidade. Tentou entrar devagar. A pressão era enorme. Senti meus lábios se abrindo ao máximo.
— Devagar… devagar, filho…
Ele obedeceu. Centímetro por centímetro. Quando chegou na metade eu já estava gemendo alto, as unhas cravadas nas costas dele.
— Tá doendo? — perguntou, preocupado.
— Dói… mas é bom. Continua.
Ele continuou. Quando finalmente chegou ao fundo, senti ele batendo em algum lugar que nunca tinha sido tocado. Fechei os olhos, respirei fundo.
— Meu Deus… eu sinto você no meu útero…
Ele começou a se mover. Lento no começo, depois mais rápido. Cada estocada fazia meus seios balançarem. Eu gemia sem controle.
— Mãe… você é tão apertada… tão molhada…
— Fode sua mãe, Lucas… fode com força…
Ele perdeu o controle. As estocadas ficaram mais brutas, mais profundas. A cama batia na parede. Eu sentia o orgasmo se aproximando como uma onda gigante.
— Vou gozar… vou gozar dentro de você…
— Goza, filho… goza tudo dentro da sua mãe…
Ele deu um último impulso forte e ficou parado, tremendo. Senti os jatos quentes me enchendo, pulsando dentro de mim. Isso me levou junto. Gritei, o corpo convulsionando, as pernas apertando a cintura dele.
Ficamos assim alguns minutos, ofegantes, suados, colados.Ele saiu devagar. Uma quantidade absurda de sêmen escorreu para fora, manchando os lençóis.
Olhei para ele. Ele olhou para mim.
— Isso… isso não pode virar rotina — falei, sem muita convicção.
Ele sorriu, aquele sorriso torto de novo.
— Não pode… mas vai.
E eu sabia que ele estava certo.