Primeira vez no bar - Parte 2

Da série Aventuras
Um conto erótico de Marcos
Categoria: Gay
Contém 933 palavras
Data: 02/01/2026 20:25:55

A rua era exatamente como Bruno dissera e ainda assim pior. Curta, estreita, mal iluminada. O asfalto irregular refletia uma luz amarelada fraca. O cheiro era ácido, de urina velha misturada com lixo e fumaça. Nenhuma música. Nenhuma conversa. Um lugar que não convidava ninguém a ficar.

Bruno já estava ali, encostado na parede, fumando. Parecia ainda mais largo naquela luz ruim. A barriga suave marcando sob a camisa, os braços peludos visíveis, o rosto parcialmente escondido pela barba por fazer. Olhou Marcos se aproximar como se já soubesse que ele viria.

— Quer? — perguntou, estendendo o cigarro.

Marcos hesitou só o tempo de pegar. Não tinha o hábito, mas levou à boca mesmo assim. Tossiu de leve na primeira tragada, o que fez Bruno sorrir de canto.

— Calma — disse ele. — Ninguém aqui tem pressa.

Marcos apoiou as costas na parede fria. O cheiro da rua invadia tudo, impregnava a roupa, a pele, o pensamento. Aquilo era o oposto do seu quarto, do banheiro limpo, do silêncio protegido de casa. E, ainda assim, algo nele — algo que Marina reconhecia com clareza — estava gostando demais.

Por dentro, ela vibrava. Não pela gentileza. Não pelo cuidado. Mas pelo risco. Pela sujeira. Pela sensação de estar sendo visto ali, sem disfarce, sem cenário montado.

Bruno se aproximou mais um pouco. Não tocou de imediato. Ficou perto o suficiente para Marcos sentir o calor do corpo dele, o cheiro de cigarro misturado com suor leve.

— Você treme — comentou, baixo.

— Não é medo — Marcos respondeu, antes mesmo de pensar.

Bruno soltou uma risada curta.

— Eu sei.

O toque veio simples, direto. Uma mão firme no quadril, puxando o corpo para perto. Não havia delicadeza nem cerimônia. Marcos sentiu o impacto do contato.

Bruno juntou as mãos no quadril de Marcos e o pressionou contra a parede. Levou sua boca perto do pescoço e deu um chupão demora, Marcos arrepiou, se derreteu de vez, estava entregue e a mercê. Fez pressão no quadril de Marcos, indicando que ele devia se ajoelhar e assim o jovem fez, Bruno desabotoou sua calça, abriu o zíper e desceu as calças, abaixou só a frente da cueca e colocou seu pau pra fora, não era o maior que Marcos que já havia visto, mas era mais peludo, havia também o cheiro de mijo, aquilo parecia combinar com o local.

Marcos nem esperou ordens, abocanhou o pau de Bruno, levou uma mão até o saco e apertava de leve.

Bruno, soltou um gemido, seguido de:

- Caralho, que delícia!

Marcos conseguia enfiar o pau todo em sua boca, chupava com gosto, não engasgava, se afastou um pouco e apenas batia uma para ele agora, enquanto olhava nos olhos dele. Ganhou um tapa na cara por isso, Bruno queria mais, levou sua mão ao cabelo de Marcos, apertou e puxou em direção ao seu pau, Marcos chegou perto de engasgar, mas foi bem na situação, deixou aquele caralho todo babado.

Bruno então afastou o rosto de Marcos.

- Levanta putinha, disse mandando e cheio de excitação.

Marcos obedeceu e se levantou, imediatamente Bruno o virou e novamente o pressionou na parede.

- Você é uma delícia, sabia? Disse enquanto abaixo a calça de Bruno.

Marcos entregue, gemia apenas por ouvir a voz daquele homem, uma voz quente em seu ouvido.

Bruno desceu as calças de Marcos, desceu a cueca, olhou bem aquela bundinha branca e redonda e deu um tapa forte do lado direito, Marcos gemeu alto, Bruno levou sua mão esquerda a boca do jovem.

- É uma delícia te ouvir!

Molhou seus dedos na boca dele e voltou a levar na direção da bunda de Marcos, passava ao redor do cuzinho e sem muito cerimônia enfiou, Marcos se empinou ainda mais.

Bruno dava dadas e ouvia o gemer de Marcos, sentiu que era o momento, retirou seu dedo, cuspiu em sua mão direita e esfregou em seu pau, abriu a bunda do jovem, posicionou seu caralho e enfiou devagarinho, Marcos sentiu cada centímetro, uma vez lá dentro, Bruno não se poupou, socava forte, sentia seu saco ser amaciado por aquela bunda macia, levava sua mãos aos ombros de Marcos e o empinava ainda mais, fazia questão de ouvir os gemidos.

Foram poucos minutos assim, mas foram intensos, Bruno chegava perto de gozar, Marcos queria muito aquilo, gemia mais alto, tentava rebolar, tentava ir para trás para ajudar, até que ouvir aquele urro.

- PORRA, CARALHO!

Sentiu o corpo de Bruno enfraquecer, enquanto sua porra quente preenchia seu cu, as pernas bambearam, Bruno ainda fez um esforço para segurá-lo, mas Marcos foi ao chão, caindo quase que de 4, ainda sim, virou-se e grudou naquele pau já meia-bomba e sugou cada gota do que havia restado ali.

- Que putinha esforçada. Elogiou Bruno já ofegante.

Após esse valioso esforço final, Marcos se recompôs sentado encostado na parede, Bruno subiu sua calças, foi mais ao fundo da rua e mijou em ali, Marcos olhava de alguma maneira admirando aquilo.

Bruno terminou de subir suas calças, abotoou e passou o zíper.

— Boa noite, volte mais vezes ao bar — disse, já virando a rua.

E foi embora, passos tranquilos, como se tivesse apenas terminado mais uma parada da noite.

Marcos ficou ali por alguns segundos, respirando fundo, ajeitando a roupa, sentindo o corpo ainda vibrar. O cheiro da rua parecia mais forte agora. Ou talvez fosse só ele.

No caminho de volta, percebeu algo com uma clareza desconcertante:

aquilo não substituía Rafael.

não apagava Lucas.

Mas também não era um erro.

Era apenas mais uma verdade — suja, intensa — que Marina guardaria com prazer, mesmo enquanto Marcos voltava para casa como se nada tivesse acontecido.

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