Pecando com Johnny (Capítulo 3)

Um conto erótico de ♡♡♡
Categoria: Homossexual
Contém 741 palavras
Data: 14/01/2026 13:13:51
Assuntos: Gay, Homossexual

“Tesão”

Tiago saiu do colégio caminhando devagar pela calçada arborizada, o corpo ainda leve, quase flutuando. A escola ficava a apenas dez minutos de casa, então ele preferia ir a pé — e hoje, mais do que nunca, precisava desse tempo para processar tudo. O vento úmido de Curitiba batia no rosto, mas ele nem sentia. Só conseguia sorrir sozinho, revivendo na mente cada detalhe: a porta trancada, a luz clara da sala, a boca quente de Johnny nos seus mamilos. Não parecia real. Parecia sonho. Mas o latejar gostoso no peito e a cueca ainda úmida provavam que tinha acontecido.

Chegou em casa, abriu a porta com a chave que sempre carregava na mochila, subiu direto pro quarto, jogou a mochila no canto e trancou a porta. A casa estava silenciosa — pais trabalhando até mais tarde, como de costume nas segundas.

Sentou na cama, pegou o diário debaixo do colchão — caderno preto simples, páginas cheias de confissões que nunca veriam a luz do dia. Abriu numa folha nova, a caneta tremendo um pouco enquanto escrevia:

“14 de fevereiro de 2012. Segunda-feira. Hoje eu vivi o que sonhei por anos. Johnny me chamou na sala dele depois da última aula. Trancou a porta. Mandou eu mostrar o que faria pra fazê-lo feliz. Tirei a camisa na frente dele, bati nas tetas, balancei pra ele ver tudo. Ele tocou nelas. Apertou. Depois as chupou. Chupou com tanta vontade que eu gozei só com isso, sem nem encostar no pau. Ele riu e falou que a gente nem tinha começado. Meu coração não para de bater rápido. Acho que tô apaixonado. Ou louco. Ou as duas coisas.”

Fechou o diário com cuidado, guardou de volta e ficou um instante olhando pro nada, o rosto quente.

Levantou, tirou o uniforme devagar. A camisa ainda tinha o cheiro sutil da saliva dele. Depois a calça, a cueca melada — riu sozinho de vergonha e tesão misturados. Ficou pelado, a pele clara arrepiada pelo ar fresco do quarto.

Entrou no banheiro, abriu o chuveiro quente. A água caiu quente no corpo, escorrendo pelas tetas macias, pela barriga, pelo pau que já começava a encher de novo só de lembrar.

Passou o sabonete nas mãos e começou a massagear os peitos devagar, apertando, circulando os polegares nos mamilos ainda sensíveis e vermelhinhos. Eles responderam imediatamente, endurecendo, mandando ondas de prazer direto pro pau.

Gemeu baixinho, encostando a testa no azulejo. Uma mão desceu, pegou o pau duro, começou a se masturbar em movimentos lentos e firmes. A outra mão ficou no peito, apertando forte a teta esquerda, depois a direita, sentindo o peso gostoso.

— Johnny… — sussurrou, imaginando aqueles olhos azuis cravados nele. — Chupa de novo… me faz gozar de novo…

Beliscou o mamilo com força, torcendo levemente. O prazer subiu como uma corrente elétrica. Acelerou a punheta, o outro braço cruzado apertando os dois peitos juntos, como se os oferecesse pra boca imaginária.

Goçou forte, gemendo rouco, o corpo tremendo contra a parede. O sêmen quente bateu no azulejo, escorreu junto com a água. Ficou ali alguns segundos, ofegante, sorrindo com os olhos fechados.

Tomou o resto do banho rápido, se enxugou, vestiu um moletom cinza confortável e uma calça de pijama. Desceu pra cozinha, aqueceu o almoço que a mãe deixou pronto — arroz, feijão, bife acebolado —, comeu devagar, ainda com a cabeça nas nuvens.

O celular vibrou no bolso. Número desconhecido, mas o coração dele acelerou na hora.

“Toda segunda, antes do sinal da primeira aula, você vem direto pra minha sala. Toda sexta, depois da última aula, também. Vamos continuar o que começamos hoje. Sem atraso, sem desculpa. E quero ver essas tetas agora. Manda uma foto pra mim. Quero elas bem na minha tela.”

Tiago sentiu o rosto queimar e um formigamento gostoso descer pela barriga. Subiu correndo pro quarto, trancou a porta mais uma vez.

Tirou o moletom pela cabeça, ficou só de calça. A luz natural da janela entrava clara, destacando a pele clara e as tetas ainda um pouco marcadas. Segurou os peitos com as duas mãos, apertando pra ficarem mais cheios e redondos, os mamilos apontando pro alto.

Tirou a foto. Olhou. Ficou perfeita — safada na medida certa. Enviou.

“Aqui, diretor. Elas são suas. Sempre que quiser.”

A resposta veio rápida.

“Boa garoto. Guarda força pra sexta. Vai ser melhor ainda.”

Tiago deitou na cama, abraçando o travesseiro, o coração disparado de expectativa.

Sexta-feira estava a apenas quatro dias de distância.

Continua…

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Agora para de frescura e mesmo se gozar não para, tem que fazer ele gozar também dentro ou fora de você, na boca ou no cu mas tem que fazer o cara gozar também. Não tenha medo, pode até doer no início ou não mas depois você vai adorar e querer sempre mais.

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