A água da banheira continuava vibrando em volta da gente, como se acompanhasse o ritmo da nossa respiração. Eu sentia o corpo do Yan colado ao meu, quente de um jeito que não vinha só da água. Era um calor vivo, pulsante, que subia pela pele e ficava ali, alojado no peito.
O olhar dele mudou.
Não foi brusco, nem agressivo. Foi um olhar mais fundo, mais decidido. Como se, em algum ponto silencioso, ele tivesse escolhido atravessar um limite.
— Vem… — ele disse baixo, quase como um convite que não precisava de resposta.
Eu ainda ia dizer alguma coisa, talvez brincar, talvez desacelerar, mas o Yan já estava se levantando da banheira. A água escorreu pelo corpo dele em linhas lentas, desenhando costas, ombros, cintura. Fiquei alguns segundos apenas observando, hipnotizado pela naturalidade com que ele se movia, como se aquele espaço fosse inteiramente dele — e, de alguma forma, também meu.
Ele estendeu a mão.
— Confia em mim.
Segurei.
Quando levantei, senti o contraste imediato: o ar mais frio tocando a pele ainda quente, o arrepio atravessando a espinha. A água escorria por mim, pingando no chão do banheiro, enquanto o Yan se aproximava de novo, sem pressa, encostando o corpo molhado no meu.
A gente se beijou ali, de pé, ainda com os pés próximos à banheira. Um beijo diferente dos anteriores. Mais lento. Mais consciente. As bocas se reconhecendo, as mãos se procurando sem urgência, mas com intenção.
— Você fica ainda mais bonito assim… — ele murmurou entre um beijo e outro, a testa encostada na minha.
— Assim como? — perguntei, sentindo a respiração dele misturar com a minha.
— À vontade. Entregue. Com essa marca de sol… — o olhar dele desceu pelo meu corpo, sem pudor. — Parece que o seu corpo foi desenhado pra ser tocado.
Ri baixo, meio sem saber onde colocar as mãos, meio sabendo exatamente onde queria.
— Você fala como se estivesse me observando há muito tempo.
— Talvez eu esteja — respondeu, sorrindo de canto. — Ou talvez eu só esteja aproveitando agora.
Ele segurou minha mão outra vez e começou a andar, me puxando com delicadeza, mas sem hesitação. A gente atravessou o banheiro assim: corpos nus, molhados, se esbarrando de leve nas paredes, rindo baixo quando quase escorregamos, parando vez ou outra só pra trocar mais um beijo.
Saímos do banheiro e logo avistamos a cama... Cada passo vinha acompanhado de um toque, um olhar, um comentário sussurrado.
— Você percebe como tudo muda quando a gente sai da água? — ele disse, parando no meio do caminho.
— Como assim?
— O calor não some… ele só fica mais concentrado.
Chegamos ao frente a cama.
Estava ali, ampla, limpa, convidativa. A luz suave do ambiente desenhava sombras bonitas no espaço, e por um segundo eu tive consciência plena do que estava acontecendo. Não como medo, mas como presença. Eu estava ali. Com ele. Inteiro.
O Yan virou de frente pra mim, segurou meu rosto com as duas mãos e me obrigou, com carinho, a sustentar o olhar.
— Eu quero você aqui comigo — disse, sem rodeios. — Agora. Do jeito que for confortável pra você.
Engoli em seco.
— Você é direto…
— Só quando eu tenho certeza.
Ele se aproximou mais uma vez, encostando a testa na minha, respirando fundo.
— Seu corpo… — corrigiu, sorrindo. — O nosso calor. Dá pra sentir.
Eu não respondi com palavras. Só puxei ele pra perto, deixando o beijo responder por mim.
E, naquele instante, antes de qualquer outra coisa acontecer, eu soube: não era só desejo. Era um incêndio silencioso, começando exatamente ali, onde eu e o Yan decidimos não recuar.
Yan não disse nada de imediato.
Ele apenas se aproximou mais, reduzindo qualquer espaço que ainda existia entre nós. A mão dele subiu devagar, firme, até a minha nuca, os dedos se enroscando no meu cabelo de um jeito que não machucava, mas também não pedia permissão. O toque era claro: ele estava ali, presente, inteiro.
O beijo desceu.
Primeiro pelo maxilar. Depois pelo pescoço.
Fechei os olhos sem perceber quando isso aconteceu. O calor da boca dele contrastava com a minha pele ainda levemente arrepiada, e cada beijo parecia durar um segundo a mais do que o necessário — como se ele quisesse que eu sentisse, memorizasse.
— Você reage tão fácil… — ele murmurou, a voz baixa, quente, quase colada em mim.
Não respondi. Só deixei.
A outra mão dele desceu junto com a boca, explorando sem pressa, como se estivesse conhecendo um território que já desejava há algum tempo. Ombros, peito, abdômen. Cada centímetro era acompanhado por um beijo, um toque, uma pausa estratégica.
Meu corpo respondia antes da minha cabeça.
Quando senti as mãos dele chegarem à minha cintura, meu fôlego falhou. Ele se ajoelhou lentamente à minha frente, apoiando o peso do corpo ali, como se aquele fosse o lugar exato onde ele queria estar. Uma mão se firmou atrás, me puxando sutilmente mais pra perto. A outra repousou à frente, sem disfarce, sem pressa.
O olhar dele subiu.
Encontrou o meu.
Havia ali algo diferente. Não era só desejo. Era intenção.
— Posso? — ele perguntou, com a voz baixa, firme, segura… mas ainda assim esperando.
Engoli em seco.
Levei a mão até o rosto dele antes de responder. Meus dedos passaram devagar pelos lábios, sentindo o calor, a respiração, o leve tremor que ele não tentou esconder. Aproximei mais, até meus dedos ficarem quase dentro da boca dele, provocando, testando limites.
— Deve… — respondi enfim.
Minha outra mão subiu, se fechando no cabelo dele, não para empurrar, mas para guiar. Para mostrar que eu estava ali. Que eu queria. Que eu aceitava.
Meu olhar era meu intenso e dominador enquanto encarava o Yan ajoelhado à frente, sua silhueta esguia e bem definida contrastando com meu corpo bronzeado. Podemos sentir a tensão muscular em nossos corpos, a energia sexual crepitando entre nós.
Reafirmei minha mão no cabelo loiro de Yan com força, meus dedos se enroscando nos fios macios. Ele transmitia um olhar, aqueles olhos cheios de desejo e submissão. Seu queixo estava erguido, os lábios entreabertos, estendidos com a saliva que já escorria por eles. A visão me deixou ainda mais excitado, meu pau pulsando com força contra os lábios de Yan.
— Você quer isso, não quer? - rosnei, minha voz rouca de desejo. Minha mão apertou o cabelo de Yan com mais força, puxando sua cabeça para frente. Ele deixou escapar um gemido baixo, os olhos se fechando por um momento.
— Quero tanto, seu caralho dentro de mim — gemeu ele, a voz trêmula de excitação. Sua língua deslizou iniciando um movimento, deixando um rastro de umidade. A visão me deixou louco de tesão.
— Você é um putinho guloso, não é? — rosnei, puxando o cabelo de Yan com mais força. Meu quadril se moveu por conta própria, enviando meu pau duro mais a fundo da boca dele.
— Adora chupar um pau grande e grosso como o meu?
— Adoro... — murmurou Yan, a voz abafada pela devido engolir todo meu pau. Antes ele estava praticamente salivando, tão ansioso para me chupar. Agora babava devido aguentar cada centímetro da minha rola naquela boca macia gulosa.
— Quer sentir o gosto do meu leite no fundo da sua garganta? — Quis com uma voz comunicar de desejo de eaporrar aquela boca gulosa. Yan me acariciou consentindosua vontade, logo senti a maciez da sua pele.
— Quero... quero provar cada centímetro do seu pau gostoso... — Gemeu Yan, a voz entrecortada pelo engasgo com meu pau na boca.
Ele estava praticamente implorando para eu fuder aquela boca, tão desesperado ele que mal conseguia se expressar.
— Então chupa com vontade, safado — ordenei, puxando o cabelo de Yan com força. Meu pau estava tão duro que fazia, tão ansioso por ser envolvido pela lingua quente e úmida de Yan.
— Ele não hesitou. Engoliu novamente meu pau com vontade, a língua envolvida na glande inchada. Senti uma onda de prazer intenso me atingir, meu quadril se movendo por conta própria, empurrando meu pau para dentro daquela boca gulosa.
— Isso, chupa com força — rosnei, segurando o cabelo de Yan com ambas as mãos agora.
Meu quadril começou a se mover, estocando para dentro e para fora da boca dele. O barulho forte de pele batendo contra pele encheu o ar, misturado com os gemidos abafados de Yan.
Ele estava chupando com tanto vigor que comecei a sentir meu orgasmo se aproximar rapidamente. Meu pau latejava dentro da boca de Yan, vazando jatos de pré-gozo em abundância. Mas eu não queria gozar ainda, queria prolongar aquele momento de dominação e prazer.
Yan se afastou, eu precisei de alguns segundos para reorganizar a respiração.
A boca dele estava úmida, o brilho evidente, os olhos levemente marejados — não de cansaço, mas de entrega. Ele se levantou devagar, como se quisesse que eu visse cada detalhe daquele momento, e me beijou sem aviso, misturando tudo: calor, gosto, respiração.
— Você não faz ideia do quanto eu quis isso… — ele sussurrou contra meus lábios.
Antes que eu respondesse, ele me segurou com firmeza e me empurrou de costas contra a cama. Não foi bruto. Foi decidido. O colchão cedeu sob meu corpo, e eu me deixei cair, completamente entregue, sentindo o contraste do lençol frio com a pele quente.
O Yan subiu logo em seguida.
Sentou-se sobre mim, encaixado, presente, dominando o espaço com naturalidade. As mãos dele seguravam meus braços acima da cabeça por um instante, só para depois soltar, como se dissesse que eu estava ali porque queria — não porque estava preso.
Ele me olhou de cima, o rosto sério por um segundo… e então suavizou.
— Eu quero ser seu — disse, sem pressa, cada palavra escolhida. — Quero fazer com você tudo o que a gente tá sentindo agora. Tudo o que a gente tá segurando.
A mão dele desceu lentamente pelo meu corpo enquanto o olhar permanecia firme no meu.
— Mas só se você quiser que eu seja seu também.
Eu respirei fundo.
E, naquele instante, não havia mais dúvida. Só o calor. Só o peso dele sobre mim. Só dois corpos queimando no mesmo ritmo, à beira de algo que já não dava mais para fingir que não queria.
O peso do seu corpor era quente, firme, real. O Yan se apoiou com os braços ao meu lado, me prendendo ali não por força, mas por presença.
Sorri sem pensar.
— Você sabe… — murmurei, passando a mão lenta pelas costas dele — que isso parece coisa planejada há muito tempo, né?
Ele riu baixo, daquele jeito curto que vibra mais no peito do que na boca. Aproximou o rosto do meu, os lábios quase encostando no meu ouvido.
— Planejado, não — sussurrou. — Desejado.
A respiração dele roçou minha pele antes da voz voltar, ainda mais baixa.
— Eu quero você inteiro. Sem pressa. Sem atalhos. Cada parte. Cada centímetro.
O jeito como ele falou fez meu corpo reagir antes de qualquer resposta racional. Segurei o rosto dele e o puxei para um beijo urgente, quente, daqueles que não pedem licença. A língua, a respiração, o ritmo desencontrado que só acontece quando ninguém quer parar.
De repente, ele se afastou.
Num movimento rápido, quase instintivo, o Yan saiu de cima de mim e mudou de posição, se apoiando à minha frente. A nova postura dele era um convite silencioso, explícito sem palavras.
Fiquei parado, observando o Yan se mover com uma graça quase animalesca. Ele se virou devagar, o cabelo loiro balançando com o movimento. Meu olhar deslizou pelo corpo bem definido de Yan, pela curva das costas musculosas, até chegar na bunda redonda e apertada.
Salivei sem disfarçar.
— Você tem uma bunda incrível, você sabia disso? — Sussurrei, com uma voz compartilhada de desejo. Minha mão deslizou pela pele levemente bronzeada e macia da bunda de Yan, sentindo a firmeza dos músculos sob a carne.
— Você gosta da minha bunda, não gosta? — Yan provocou, olhando para mim por cima do ombro. Havia um sorriso malicioso em seus lábios, os olhos brilhando com uma mistura de desejo e provocação.
— Você sabe que sim — respondi, dando um tapa estalado na bunda de Yan. O som ecológico ou pelo ambiente, misturado com o gemido baixo e satisfeito de Yan. — Você tem uma bunda perfeita para ser fudida com força.
— Você quer me foder com força, não quer? — Sussurrou Yan, arqueando as costas de uma forma convidativa. Sua bunda estava praticamente na minha cara agora, aqueles globos redondos e firmes tão perto que eu podia sentir o calor irradiando deles.
— Quero te foder até você não aguentar mais — falei, dando outro tapa na bunda de Yan. Minha mão ficou impressa na pele clara, os dedos afundando na carne macia.
— Quero ver essa bunda perfeita balançar enquanto eu te arrombo com meu pau, te arregaçando de uma maneira inesquecível.
— Então me arromba logo, seu gostoso - gemeu Yan, rebolando a bunda na minha direção.
— Quero sentir cada centímetro do seu pau me fodendo...
— Você é minha putinha particular agora, sabia disso? — Sussurrei em seu ouvido, mordiscando o lóbulo da orelha com meus dentes. Meu quadril se moveu, instruindo meu membro duro e pulsante contra a fenda da bunda de Yan. Ele podia sentir cada centímetro do meu pau, tão grosso e longo, pronto para invadir seu interior apertado.
— Sim, sou sua putinha — Gemeu Yan, arqueando as costas ainda mais. Sua voz estava carregada de desejo, o corpo inteiro vibrando de antecipação.
— Quero ser sua putinha, quero que você me faça sua...
— Então relaxa e se entrega a mim — Ordenei, dando um tapa estalado na bunda de Yan. O som ecoou pelo ambiente, misturado com o gemido alto e satisfeito de Yan.
Voltei a posicionar meu rosto fenda entre as bandas da daquela bunda grande e gostosa, provocando e massageando o local onde meu pau logo estaria.
Yan estava praticamente implorando por mais, rebolando a bunda na minha cara. Seu gemido ficou ainda mais alto e desesperado quando iniciei a lamber seu cuzinho, pressionando com confiança contra sua entrada apertada, sentindo a resistência da carne macia. Comecei a massagear em movimentos circulares, sentindo Yan ficar ainda mais excitado a cada segundo.
— Você quer meu pau dentro de você, não quer? — Repeti, perguntando com uma voz carregada de maldade, mordiscando a bunda de Yan. E contínuo a massagear seu ânus, enquanto minha outra mão deslizava pelo corpo musculoso de Yan, traçando as curvas definidas de suas costelas e abdomem.
— Quero... por favor... preciso do seu pau dentro de mim — Gemeu Yan, a voz entrecortada pelo desejo. Ele estava tão excitado que mal conseguia falar, o corpo inteiro tremenda de antecipação.
— Você quer que eu te chupe aqui, putinha? Quer que eu prepare seu cuzinho para preencher com o meu pau ? — Com uma voz rouca, mordiscando a bunda dele . Meu contínuo questionamento a massagear seu ânus, sentindo a carne macia se contraindo sob meu toque de experiência.
— Sim... por favor... quero sentir sua boca no meu cuzinho — gemeu Yan, praticamente implorando. Seu corpo estava tão quente, tão pronto para ser tomado por qualquer ação que tivesse...
Os sons mudaram. A respiração dele ficou mais pesada, menos controlada. Quando ele voltou a se mover, foi para me puxar de volta para perto, invertendo novamente as posições, como se não quisesse mais distância nenhuma entre nós.
O Yan se acomodou sobre mim outra vez, o corpo quente colado ao meu, e eu senti o rosto afundar contra ele, o ritmo acelerado, a entrega sem reservas. Minhas mãos se fecharam instintivamente onde conseguiam alcançar, guiadas apenas pelo impulso e pelo desejo de não perder nenhum detalhe daquele momento.
Entre sussurros abafados, respirações entrecortadas e toques que diziam mais do que qualquer frase completa, tudo parecia acontecer ao mesmo tempo — e ainda assim, devagar demais.
— Não para… — ele murmurou, quase como um pedido.
E eu não parei.
Ali, naquele quarto, com os corpos em sintonia e o tempo completamente distorcido, ficou claro que não era só desejo. Era intensidade acumulada, finalmente liberada, queimando sem pressa — exatamente como precisava ser.
Com um sorriso malicioso, comecei a beijar e chupar a bunda de Yan, traçando um caminho de beijos por toda região. Meu objetivo era deixar seu corpo tão excitado e pronto quanto o meu. Yan deixou escapar gemidos altos e desesperados a cada toque da minha língua, seu corpo inteiro tremendo de desejo.
— Ahhh... isso... continua... - gemeu Yan, rebolando a bunda cada vez mais na minha direção. Ele estava tão excitado que mal conseguia se equilibrar, seu pau pulsando com força contra o lençol debaixo dele.
Mergulhei a língua abrindo a fenda apertada de Yan, sentindo a resistência da carne macia. Comecei a chupar com vigor, minha boca envolvendo aquele local sensível enquanto minha mão começava a massagear seu pau duro e latejante. Yan estava tão perto do limite que mal conseguia raciocinar direito.
— Você gosta disso, não gosta? — Yan
— Você quer que eu continue chupando essa bunda gostosa? — Safado, putinha, minha piranha...
— Ahhh... quero... não para... por favor... — gemeu Yan, a voz transmitida embargada. Seu corpo estava tão quente, já pronto para ser invadido pelo meu pau pulsante.
Continuei e chupar, ainda mais intensidade, minha língua invadindo ainda mais fundo a entrada toque de Yan. Minha confiança contínua a massagear seu pau duro, sentindo as veias latejantes sob a pele macia. Yan estava tão excitado que mal conseguia raciocinar direito, seu corpo inteiro tremendo.
Com um sorriso malicioso nos lábios, me inclinei e comecei a beijar a boca de Yan, distribuindo beijos molhados e apaixonados. Seus lábios eram macios e quentes, deixando um rastro de umidade em cada lugar que tocavam. Yan deixou escapar gemidos entre os beijos desesperados, seu corpo inteiro tremendo de prazer.
— Você tem um gosto delicioso. — Suspirei e falei no ouvido de Yan, dando uma mordida de leve. Continuei em massagear seu cuzinho, macio e úmido se contrair e relaxar ao redor do meu dedo invasor.
— Ah , Beeeeeer... você me deixa louco de tesão — gemeu Yan, rebolando na ponta dos meus dedos que essa hora já estavam massageando seu interior. Ele estava tão excitado que poderia a qualquer momento ter um orgasmo espontâneo.
— Você quer meu pau dentro de você agora, não quer?
— Quero... por favor... preciso do seu pau dentro de mim agora. — Me fode, me fode por favor... Me fode com toda sua força e vontade!
— Deixa eu ser seu... sua... putinha, piranha. Me fode da maneira que você mais gostar.
— Eu quero me entregar a você!
— Então se prepare, putinha. — Dei uma última mordida na bunda redonda de Yan antes de me erguer. Meu pau estava tão duro e pulsante, vazando pré-gozo na ponta inchada. Eu estava tão excitado quanto Yan, pronto para meter cada centímetro do meu pau dentro daquele cu apertado e sedoso.
Segurei a bunda de Yan com as duas mãos, separando aquelas bandas perfeitas com meus dedos. Meu pau estava posicionado na entrada sensível, a cabeça roxa e pressionada contra o cuzinho de Yan. Com uma estocada forte e rápida, afundei meu membro dentro do corpo quente e receptivo de Yan, sentindo as paredes de carne macia se fecharem ao redor do meu pau.
— Ah , caralho! - gritei de prazer, sentindo o calor e a pressão ao redor do meu membro.
Yan deixou escapar um gemido alto e prolongado, o corpo inteiro estremecendo de prazer ao sentir meu pau afundar naquele cuzinho quente e apertado...
Seu gemido ecoou pelo apartamento, misturado com o barulho forte de pele batendo contra pele. Antes que pudesse ficar ainda mais alto, tapei a boca do Yan com uma das minhas mãos, silenciando seus gemidos de prazer.
— Shhh, não faça tanto baralho, putinha — Sussurrei em seu ouvido, dando uma estocada forte e profunda em seu interior. Meu quadril se moveu, iniciando um ritmo intenso de vai e vem, metendo com força naquele cuzinho quente e apertado.
— Ah, caralho... você está tão apertado — grunhi, sentindo a textura daquele cuzinho macio se fecharem ao redor do meu pau latejante. Comecei a foder Yan com movimentos lentos e fortes, querendo sentir cada centímetro do seu corpo se ajustando ao meu pau grandr e grosso e pulsante.
— Você quer que eu pare, minha piranha gostosa? — Com uma voz carregada e imponente, dando outra estocada forte e profunda. Meu quadril se moveu, metendo com mais vigor naquele cuzinho sedoso e apertado.
— Não ... não pare... continua me fodendo — Gemeu Yan, a voz abafada pela minha mão que cobria sua boca. Seu corpo estava tão quente e úmido, suando por causa do esforço físico intenso.
Continuei a foder Yan com movimentos intensos e pausados, querendo sentir cada centímetro do seu corpo se ajustando ao meu pau duro e pulsante. Meu quadril se chocava contra a bunda redonda e firme de Yan em um ritmo constante, o barulho obsceno de pele batendo contra pele enchia o ar.
— Você é minha putinha, eu vou engravidar essa sua cuceta gostosa, sabia disso? — rosnei, mordiscando o pescoço de Yan. Meu pau continuou a penetrar fundo naquele cuzinho apertado, apertando as paredes de carne macia se contraindo ao redor do meu pau.
— Sim... sou sua putinha... — Gemeu Yan, a voz entrecortada pelo prazer intenso. Seu corpo estava tão quente, tão pronto para ser tomado pelo meu pau duro e pulsando.
— Você gosta disso, não gosta? — Yan
Yan começava a rebolar de forma feroz em meu pau emitindo um som com uma voz rouca, enquanto eu dava estocadas particularmente forte e profunda naquele cuzinho delicioso. Meu pau estava tão duro, tão pronto para esporrar dentro daquele cuzinho apertado.
— Gosto... amo isso... amo você rebolando na minha pica com tanta vontade.
— Você quer minha porra, sua putinha? Quer sentir meu caralho jorrando leite dentro de você?
— Com uma voz cansada, Yan repondeu:
— Quero... quero sentir você gozar dentro de mim...
— Quero sentir você me fuder até o último segundo — a voz abafada pela minha mão.
Seu corpo estava tão quente, tão pronto para ser preenchido pelo meu gozo grosso e quente.
Continuei a penetrar fundo naquele corpo quente e receptivo, sentindo meu pau pulsar e latejar dentro daquele cuzinho apertado. Meu quadril se chocava contra a bunda de Yan. Estava ficando cada vez mais difícil segurar meu gozo, meu corpo inteiro tenso pelo desejo de preencher Yan com minha porra quente e grossa.
— Caralhoooo... Ber... não aguento mais... vou gozar — disse Yan, a voz alta exclamando pelo prazer intenso. Seu corpo estava tão tenso, tão à beira do limite. Cada estocada do meu pau em seu cuzinho apertado o aproximava ainda mais do de gozar.
— Goza pra mim, sua putinha — disse no ouvido de Yan, mordiscando sua orelha com bastante intensidade. - Quero sentir esse cuzinho gostoso se contraindo ao redor do meu pau.
— Você vai sentir minha porra quente e grossa enchendo você por dentro!
— Vou deixar sua cuceta toda fudida, cheia do meu leitinho... — Piranha gostosa... Safada... Cachorra....
— Ahhh... isso... me enche com com seu leite
Me engravida, Gostoso... — gemeu Yan, o corpo inteiro tremeu pelo prazer intenso. Seu interior começou a se contrair, as paredes de carne macia se fechando ao redor do meu pau que estava extremamente duro.
— Goza, sua vadia
Com uma última estocada profunda e forte, eu atingi meu próprio clímax, gritando de prazer.
— Ahhh, toma minha porra, sua puta!
— Toma tudinho, sua vagabunda! — Berrei, sentindo jatos grossos e quentes de gozo inundando o interior de Yan. Seu quadril contínuo a se mover, sentindo meus jatos de sêmen quente e grosso dentro do cuzinho apertado de Yan.
— Yan deixou escapar um gemido mais alto e prolongado, o corpo inteiro estremecendo pelo gozo intenso que deixei dentro dele. De forma instantânea seu próprio gozo jorrou para fora, pintando a cama e seu corpo, jatos grossos e quente de porra.... Nós dois ficamos moles e satisfeitos, abandonando a posição que estávamos e caindo sobre a cama devido à exaustão de tudo que aconteceu de uma forma intenso e esmagador.
— Caralho... isso foi incrível — murmurou Yan, ofegante e suado. Seu corpo estava tão quente, tão satisfeito. Ele podia sentir meu leite grosso e quente infiltrando em suas entranhas, preenchendo cada centímetro do seu interior. — Aquela cuceta gostosa.
— Você é uma putinha tão gostosa, sabia disso? — Eu disse com um sorriso satisfeito, acariciando a bunda redonda e macia de Yan.
— Adorei te foder assim, te encher de porra e te ver gozar em cima do meu pau.
— Amei quando você me entrou com força no meu cuzinho - suspirou Yan, aconchegando-se no meu peito.
— Você me fez tão bem, tão completo. Gostei de ser sua putinha e dar gostoso pra voce!
— Safado, minha putinha gostosa. — Afirmei dando um tapa de leve na bunda de Yan.
— Agora vamos tomar um banho de verdade. — Disse Yan
— Nós tivemos uma foda intensa, e merecemos nós recuperar para esse jantar que esta pronto lá embaixo, para recuperar nossas as energias.
Yan se virou para mim, um sorriso safado nos lábios inchados e molhados. Nós estavamos completamente nu.
O corpo musculoso de Yan e definido brilhando com uma camada fina de suor e todo sujo de porra.
— Você é um filho da puta tão gostoso, sabia disso? - disse Yan, com uma voz rouca de desejo. Ele traçou os contornos do meu corpo e iniciou um beijo apaixonado, como quem mede o instante, e levou a mão ao meu rosto com cuidado. O polegar deslizou pela minha mandíbula antes de ele inclinar a cabeça, buscando meus olhos por um segundo longo demais para ser casual. Quando nossos lábios se encontraram, o beijo veio quente, firme, sem pressa. Não era afoito — era carregado de intenção.
A boca dele se encaixou na minha com uma naturalidade quase assustadora, como se aquele gesto já tivesse sido ensaiado em pensamento muitas vezes. As mãos de Yan me puxaram pela cintura, diminuindo qualquer espaço entre nós, enquanto eu me deixava ficar ali, sentindo a respiração dele misturar com a minha. Houve um suspiro contido, um leve sorriso entre um toque e outro, e o beijo se aprofundou o suficiente para deixar claro que não era só desejo — era entrega.
Quando nos afastamos, ainda perto demais, os olhares disseram o que nenhuma palavra precisou completar. Foi ele quem, por fim, encostou a testa na minha e murmurou algo baixo, quase um convite silencioso, antes de me guiar em direção ao banheiro.
Yan me puxou pela mão com naturalidade, como se aquele gesto já fosse íntimo há muito tempo. Não disse nada — só me guiou de volta ao banheiro. O vapor ainda parecia preso às paredes, o ar morno, carregado. Entramos juntos no box, e o banho foi rápido, quase funcional, mas inevitavelmente próximo demais para ser apenas isso.
A água escorria pelos corpos, levando embora o excesso, mas não a tensão. Em alguns momentos, nossos olhares se encontravam pelo reflexo do vidro embaçado. Nada precisava ser dito ali. Era só presença. Eu sentia o cuidado dele nos gestos simples — regulando a temperatura, alcançando a toalha, respeitando o silêncio que se instalou de forma confortável.
Quando saímos, Yan abriu o armário e me entregou um roupão limpo, macio, ainda com cheiro de sabão neutro.
— Fica à vontade — disse, vestindo o dele em seguida. — A casa é sua hoje.
Sorri de leve enquanto ajeitava o tecido no corpo.
— Você leva isso muito a sério, né? — brinquei.
— Levo — respondeu, me olhando de um jeito direto. — Algumas coisas merecem atenção.
Descemos juntos para a parte de baixo do apartamento. A iluminação estava mais baixa agora, quente, acolhedora. A mesa de jantar continuava posta, intacta, como se estivesse esperando exatamente aquele momento. As velas artificiais lançavam sombras suaves sobre a madeira clara, e a cidade aparecia ao fundo, silenciosa, vista pela janela ampla.
Sentamos frente a frente.
Yan serviu com calma, como quem aprecia o ritual. O cheiro da comida japonesa preenchia o ambiente de forma elegante, sem exageros.
— Gostei… de tudo — ele disse, depois de um gole de água. Não me olhava de forma invasiva, mas havia algo firme no tom. — Da forma como as coisas aconteceram. De você.
Inclinei levemente a cabeça, pensando antes de responder.
— Foi… intenso — falei, com honestidade. — Diferente. Mas bom. Muito bom.
Ele sorriu, satisfeito, mas não insistiu. Respeitou meu ritmo — e isso, curiosamente, me deixou ainda mais à vontade.
Conversamos sobre a praia, sobre o dia, sobre pequenas coisas que normalmente passam despercebidas. O clima era de cumplicidade recente, aquela sensação de estar conhecendo alguém por dentro, aos poucos, sem pressa.
Em dado momento, Yan apoiou os cotovelos na mesa e me observou com curiosidade genuína.
— Posso te perguntar uma coisa?
— Claro.
— Como é ser professor? — ele perguntou. — De verdade. Não o discurso pronto… mas o dia a dia.
Me peguei sorrindo, relaxando um pouco mais na cadeira.
— É cansativo — respondi. — Mas também é recompensador. Você aprende muito observando as pessoas crescerem, mudarem. Às vezes a gente acha que está ensinando, mas está só acompanhando, ou aprendendo.
Ele assentiu, pensativo, e então emendou, quase casualmente:
— E a Yuli… como ela está na escola? Como ela se comporta?
Levantei os olhos para ele, sentindo o peso sutil daquela pergunta — não por desconforto, mas pela confiança implícita ali.
E foi exatamente nesse ponto que o momento se sustentou no ar, quieto, atento, pronto para seguir adiante.
O clima entre nós tinha mudado. Não esfriado — apenas assentado. Como quando o fogo ainda arde, mas já não precisa provar nada.
Eu estava com um copo nas mãos, apoiado de lado, o corpo ainda relaxado, enquanto Yan permanecia sentado, me observando com aquele olhar atento demais para ser casual. Cruzei as pernas devagar, quase sem perceber, e deixei o silêncio existir por alguns segundos antes de falar.
— Sua irmã é tranquila — comecei, num tom calmo. — Boa aluna, dedicada… Mas acho não estou aqui para falar dela, né?
Yan sorriu de canto, aquele sorriso que já conhecia bem para não perceber a provocação por trás.
— É… realmente — respondeu. — Ela não é o ponto alto da noite.
A forma como ele me olhava, de baixo para cima, fez meu estômago dar um pequeno salto. Yan apoiou o antebraço na mesa, inclinando o corpo para frente.
— Eu gostei muito de tudo o que aconteceu hoje — disse, sem rodeios.
Assenti devagar.
— Eu também gostei bastante — respondi. — E espero não ter me excedido ou te assustado…
Ele riu baixo, balançando a cabeça.
— Foi perfeito. Melhor do que eu imaginei.
— Que bom — retruquei, com um sorriso leve. — Mas não se acostuma, não. Nem sempre vai ser assim.
Yan arqueou a sobrancelha, divertido.
— Acho que a tendência é só melhorar.
Aquela frase ficou no ar por alguns segundos, densa o suficiente para me fazer levantar antes que eu pensasse demais. Caminhei até o sofá, peguei minha ecobag e puxei o celular, a tela acendendo cheia de notificações.
— Já está um pouco tarde… — comentei. — Eu preciso ir.
Ele soltou um suspiro quase imperceptível.
— Verdade… o tempo passou rápido.
— Amanhã eu dou aula cedo — acrescentei. — Não posso exagerar.
Yan se levantou.
— Eu troco de roupa e te levo em casa.
Neguei com a cabeça.
— Não precisa. Vou me trocar também e chamar um Uber.
— Não — ele insistiu, com firmeza suave. — Faço questão.
— Yan… — sorri. — Deixa. É mais tranquilo assim. O caminho é longo pra você.
— Exatamente por esse motivo, você vai ir e voltar. De Uber eu apenas irei... Vai ser mais rápido.
— Ficarei mais tranquilo, sabendo que você está em casa...
Ele pensou por um instante antes de concordar, ainda que contrariado.
— Tudo bem… mas só se você prometer avisar quando chegar.
Fui até o quarto, deixei o roupão cuidadosamente dobrado sobre a cama e comecei a me vestir. Sentia o olhar dele em mim mesmo sem virar o rosto. Quando voltei, já arrumado, encontrei Yan fazendo o mesmo — simples, bonito, confortável. Nos observamos em silêncio por alguns segundos, trocando sorrisos cúmplices.
Enquanto caminhávamos até o elevador, meu celular vibrou novamente. Ignorei quase todas as notificações, exceto uma.
Pai: Você está atrasado, garoto. Não apareceu pro jantar.
Ri sozinho e gravei um áudio baixo:
— Pai, desculpa. Me distraí um pouco, mas já tô indo pra casa. Espero te encontrar acordado. Te amo. Em poucos minutos tô aí.
Guardei o celular e olhei pra Yan.
— Vamos?
Descemos juntos. Dentro do elevador, o espaço parecia pequeno demais. Yan quebrou o silêncio:
— Espero te ver mais vezes.
Encostei a cabeça no ombro dele e o encarei.
— Sempre que fizer sentido.
Me inclinei e o beijei. Um beijo calmo, cheio de intenção, daqueles que prometem mais do que entregam. Quando as portas se abriram, seguimos até a portaria. Meu Uber já aguardava.
Paramos ali, frente a frente.
— Chega bem — ele disse.
— Você também.
Um último selinho. Um sorriso. Entrei no carro e, antes que a porta se fechasse, ainda o vi parado, me observando partir.
O caminho de volta parecia mais silencioso do que deveria.
E, pela primeira vez naquela noite, eu soube: aquilo não tinha sido só um encontro comum.
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Oi, leitores, tudo bem?
Espero que estejam gostando do conto. Como já comentei desde o início, essa história é um recorte da minha vida, de um passado não tão distante, e a opinião de vocês é fundamental para que eu saiba se devo continuar. Comentários, reações e interações fazem toda a diferença nesse processo.
Esse conto está sendo escrito em tempo real e carrega muitas sensações e sentimentos. Por isso, deixo também um contato aberto (e-mail: berblanco@yahoo.com) para quem preferir falar de forma mais reservada. O retorno de vocês é o que me motiva a seguir escrevendo. Espero que gostem deste capítulo, em breve a história vai se desdobrar ainda mais...