Ruivinha capitulo 7

Da série Ruivinha
Um conto erótico de henrique casado
Categoria: Heterossexual
Contém 1801 palavras
Data: 14/01/2026 15:02:29

A semana entre o primeiro encontro no escritório e a quinta-feira seguinte passou num misto de ansiedade doce e descobertas sutis. Aline e Camila trocaram mensagens discretas durante o horário de trabalho — primeiro sobre projetos, depois sobre lembretes de reunião, até que, na quarta-feira à tarde, uma mensagem mais ousada apareceu no celular de Aline:

"Estou contando as horas. Trouxe lençóis de seda pretos."

A resposta de Aline veio rápida, os dedos trêmulos de excitação:

"Vou usar aquela lingerie que você gostou. A preta com renda vermelha."

Na manhã da quinta-feira, Aline acordou com meu beijo no pescoço e minha mão já entre suas pernas.

"Está nervosa?", perguntei, sentindo sua umidade matinal.

"Ansiosa", ela respondeu, virando-se para me beijar. "E excitada. Muito."

Fizemos amor lento e profundo, como um ritual de preparação. Quando a deixei no trabalho, seus olhos brilhavam com antecipação.

---

Às 15h, Camila enviou o endereço. Um prédio moderno no centro, discreto, a apenas dez minutos da agência. Às 16h em ponto, Aline estacionou seu carro na garagem subterrânea e tomou o elevador até o 12º andar, seu coração batendo como um tambor.

A porta do apartamento 1204 estava entreaberta. Aline empurrou-a suavemente e entrou.

O apartamento era minimalista, decorado em tons de cinza e vinho. Velas perfumadas já estavam acesas na sala de estar, lançando sombras dançantes nas paredes. Música suave de jazz tocava em algum lugar invisível.

"Estou na varanda", chamou a voz de Camila.

Aline atravessou a sala e encontrou Camila na varanda fechada, vestindo um robe de seda vermelha que se abria levemente com a brisa que entrava pelas frestas. Ela segurava duas taças de champanhe.

"Para acalmar os nervos", disse Camila, oferecendo uma taça a Aline.

Seus dedos se tocaram durante a troca, e ambas sentiram o mesmo choque elétrico. Aline bebeu um gole, seus olhos nunca deixando os de Camila.

"Onde está Luciano?", perguntou Aline.

"Está a caminho. Disse que quer nos encontrar... já conectadas."

Camila colocou sua taça na mesa e desatou o cinto de seu robe. A seda deslizou de seus ombros, revelando que ela estava nua por baixo, exceto por um colar de pérolas que descansava entre seus seios generosos.

Aline engoliu seco. "Você é linda."

"Mostre-me que você também está pronta para mim", sussurrou Camila.

Com mãos que tremiam levemente — mas de excitação, não de nervosismo —, Aline tirou seu casaco, depois seu vestido. A lingerie preta com detalhes vermelhos contrastava dramaticamente com sua pele leitosa e seus cabelos ruivos.

Camila fechou a distância entre elas. "Deixe-me ver melhor."

Ela girou Aline gentilmente e começou a desabotoar o sutiã, beijando cada pedaço de pele que era revelado. Quando os seios de Aline ficaram livres, Camila emitiu um som baixo de aprovação.

"Perfeita", murmurou, levando a boca a um mamilo já endurecido.

Aline gemeu, suas mãos encontrando os cabelos castanhos curtos de Camila. Ela puxou suavemente, guiando a boca de Camila para o outro seio. A sensação da língua quente e experiente de Camila contra sua pele era eletrizante.

Camila então se ajoelhou, seus lábios traçando um caminho descendente pelo abdômen de Aline. Quando chegou à calcinha, ela respirou fundo através do tecido, fazendo Aline estremecer.

"Cheira a desejo", sussurrou Camila, olhando para cima. "Seu desejo por mim."

Ela puxou a calcinha para baixo com gestos lentos e deliberados, revelando que Aline estava completamente depilada e já reluzente de excitação. Camila não hesitou — colocou a boca nela com uma fome que fez Aline gritar.

A língua de Camila era firme, precisa, encontrando o clitóris inchado de Aline e circulando-o com movimentos rápidos e depois lentos, variando o ritmo para mantê-la no limite. Uma de suas mãos subiu para apertar um seio, enquanto a outra deslizou entre suas próprias pernas.

Aline olhou para baixo e viu Camila se masturbando enquanto a chupava, os dedos mergulhando em sua própria umidade. A visão foi quase suficiente para fazê-la gozar ali mesmo.

"Camila... não vou aguentar..."

Foi quando a porta do apartamento se abriu.

Luciano entrou, parando no limiar da varanda para observar a cena. Seus olhos escuros brilharam ao ver Camila de joelhos, sua boca ocupada com Aline, enquanto se dedava com frenesi.

"Que vista linda", ele disse, sua voz rouca de desejo. "Continue, Camila. Faça nossa ruiva gozar na sua boca."

Incentivada pelas palavras, Camila aumentou a intensidade, enfiando dois dedos dentro de Aline enquanto continuava a lamber e chupar seu clitóris. Aline gritou, seus dedos se enterrando nos cabelos de Camila, seu corpo arqueando violentamente quando o orgasmo a atingiu como uma onda.

Camila bebeu cada tremor, cada contração, até que Aline desabou contra a parede da varanda, ofegante.

Só então Camila se levantou, seu queixo molhado, seus olhos vívidos de triunfo. Ela caminhou até Luciano e o beijou profundamente, deixando-o provar Aline em seus lábios.

"Minha vez", disse Luciano, seus olhos passando de Camila para Aline.

Ele tirou a roupa com movimentos rápidos, seu pau já duro e imponente. Em vez de ir direto para Aline, ele se aproximou de Camila.

"De quatro", ele ordenou suavemente. "Mostre à Aline como você gosta."

Camila obedeceu imediatamente, apoiando as mãos no parapeito da varanda, sua bunda arredondada levantada convidativamente. Luciano posicionou-se atrás dela, mas em vez de penetrá-la imediatamente, ele olhou para Aline.

"Venha aqui, ruiva. Sente-se na frente dela. Quero que você veja seu rosto enquanto eu fodo nossa morena."

Aline, ainda tremendo do próprio orgasmo, arrastou-se para a posição indicada. Ela se sentou no chão da varanda, de frente para Camila, cujo rosto estava agora a centímetros do seu.

Luciano entrou em Camila com um movimento fluido, fazendo ambas as mulheres gemerem — Camila de prazer, Aline de excitação ao ver a expressão de êxtase no rosto da morena.

"Beije-a", ordenou Luciano, começando a mover-se dentro de Camila com estocadas profundas. "Enquanto eu como sua amiga, você a beija."

Aline não precisou ser solicitada duas vezes. Ela fechou a distância e beijou Camila, cujos lábios se abriram imediatamente para ela. O beijo era salgado, quente, cheio dos sabores compartilhados do champanhe e do sexo.

Luciano acelerou, suas mãos agarrando os quadris de Camila com força. "Diga a ela, Camila. Diga à ruiva como meu pau dentro de você faz você se sentir."

"Me sinto... completa", gemeu Camila entre beijos. "Me sinta sua... nossa..."

"Quem é dona dessa buceta?", perguntou Luciano, sua voz tensa com o esforço.

"Sua! Sua e dela!", gritou Camila, seu corpo começando a tremer.

Luciano olhou para Aline. "Coloque seus dedos nela. Enquanto eu fodo ela por trás, você a faz gozar por frente."

Aline deslizou a mão entre seu próprio corpo e o de Camila, encontrando o clitóris inchado da morena. Ela começou a esfregar com movimentos circulares precisos, sincronizando-se com as estocadas de Luciano.

O efeito foi instantâneo. Camila começou a gritar, seu corpo sacudindo entre os dois estímulos. "Vou gozar! Meu Deus, vou gozar!"

"Goza, putinha", rosnou Luciano. "Goza no meu pau e nos dedos dela."

Camila explodiu, seu rosto se contorcendo em êxtase, seu suco escorrendo pelos dedos de Aline e pelas coxas de Luciano. Sentindo as contrações internas de Camila, Luciano também chegou ao limite, enterrando-se profundamente nela e gemendo enquanto despejava seu orgasmo.

Por um momento, os três ficaram imóveis, presos em um triângulo de prazer exausto. Então Luciano se retirou e desabou em uma cadeira próxima, seu peito subindo e descendo rapidamente.

Camila desmoronou no colo de Aline, que a abraçou, acariciando seus cabelos suados.

"Que... que foi isso?", sussurrou Camila, ainda tremendo.

"Apenas o começo", respondeu Luciano, um sorriso cansado mas satisfeito em seu rosto.

Ele se levantou e foi até a pequena cozinha aberta, voltando com uma garrafa d'água e três copos. Bebeu um longo gole antes de falar novamente.

"Agora", disse ele, seus olhos passando de uma mulher para a outra, "quero vê-las juntas. Sem mim. Só vocês duas."

Aline e Camila trocaram um olhar. A excitação, que havia diminuído ligeiramente, retornou com força total.

Camila se levantou e estendeu a mão para Aline. "Vamos para o quarto. Os lençóis de seda estão esperando."

Elas deixaram Luciano na varanda e entraram no quarto. Como prometido, a cama grande estava coberta com lençóis pretos como ébano. Velas perfumadas queimavam no criado-mudo, lançando uma luz âmbar sobre a cena.

Camila deitou-se primeiro, abrindo os braços para Aline. "Venha. Desta vez é só sobre nós."

Aline juntou-se a ela, seus corpos se encontrando em um abraço que rapidamente se tornou um emaranhado de pernas, mãos e lábios. Desta vez, não havia pressa, não havia audiência — apenas dois corpos explorando-se mutuamente com uma curiosidade devota.

Camila mostrou a Aline como ela gostava de ser tocada — com pressão firme aqui, suavidade ali. Aline, por sua vez, guiou a mão de Camila para seus pontos mais sensíveis, os que só eu conhecia até então.

Quando finalmente Camila levou a boca à buceta de Aline novamente, foi com uma reverência diferente — mais lenta, mais exploratória, saboreando cada reação. E quando Aline retribuiu o favor, descobrindo que Camila gostava de ser levemente mordida nas coxas internas, os gemens da morena encheram o quarto.

Elas fizeram uma a outra gozar duas vezes cada, até que estavam deitadas de lado, frente a frente, seus corpos brilhando de suor no escuro.

"Você é diferente do que eu imaginava", sussurrou Camila, acariciando o rosto de Aline.

"Melhor ou pior?"

"Mais real. Mais doce. Mais... viciante."

Elas se beijaram novamente, desta vez com uma ternura que faltara na urgência anterior.

Foi então que Luciano entrou no quarto, agora recuperado. Ele olhou para as duas mulheres entrelaçadas nos lençóis pretos e sorriu genuinamente.

"Lindo", ele murmurou. "Agora, venham ambas. Há uma banheira de hidromassagem na suíte. E eu quero as duas limpas... para começar de novo."

Rindo — uma risada leve, feliz, que Aline não ouvira em si mesma há muito tempo —, as duas mulheres se levantaram e seguiram Luciano para o banheiro, onde os esperavam mais duas horas de prazer, descoberta e uma intimidade crescente que nenhum dos três esperava.

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Quando Aline finalmente chegou em casa, já era quase meia-noite. Seu corpo estava cansado, mas seu espírito estava leve. Ela deslizou na cama ao meu lado, seu cheiro uma mistura do perfume de Camila, do sexo e do sabonete luxuoso do apartamento.

"Como foi?", perguntei, abraçando-a por trás.

Ela virou-se para me beijar, e em seus lábios eu pude sentir a doçura do champanhe, o sal do sexo e algo mais — felicidade.

"Foi... libertador", ela sussurrou. "E Camila... ela é especial."

"Estou feliz por você, princesa", disse eu, sincero. "Realmente feliz."

Naquela noite, dormimos entrelaçados, e nos meus sonhos, vi Aline sorrindo — realmente sorrindo — pela primeira vez em semanas. E soube, com uma certeza que vinha do mais profundo de mim, que estávamos navegando em águas desconhecidas, mas que estávamos fazendo isso juntos. E que, por enquanto, isso era tudo que importava.

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Comentários

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Só o marido que não percebeu que já perdeu a esposa ela só volta pq tem um trouxa esperando que aceita ela fazer o que quer manda ele pedir pra parar com tudo pra ele ver o que acontece ela já nem comunica o esposo de nada ela só faz e pronto

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