Eu tinha dezoito anos. Corpo magro e definido, 1,70 m, pele branca e lisa. Meu pau, com quase vinte centímetros, era motivo de orgulho, mas o que realmente me enlouquecia eram os mamilos: rosados, pontudos, sempre eretos e hipersensíveis. Desde moleque eu os apertava sozinho, colocava pregadores improvisados, sentia a dor subir em ondas quentes que faziam meu pau pulsar. Aquela mistura era o meu segredo mais sujo. Quando Conheci um cara num bate-papo antigo Ele Tinha 48 anos, dono de academia, corpo imponente: alto, largo, braços grossos que pareciam feitos para prender. Quando mencionei meu tesão nos mamilos, vi os olhos dele brilharem na tela.Marcamos num motel. Ele me buscou de carro, mão pesada na minha coxa o caminho todo. Chegamos, quarto com luz vermelha, espelho grande, cama king esperando. Mal trancou a porta, ele me encostou na parede. Arrancou minha blusa sem cerimônia. Meus mamilos já estavam duros da expectativa. Ele olhou para eles como se fossem um banquete: rosados, pontudos, marcados por anos de brincadeiras solitárias.— Esses aqui são meus agora — murmurou, antes de cair de boca.Língua quente rodeando a auréola, sucção forte, depois o dente. Mordida na ponta. Dor aguda, elétrica. Eu gemi alto, o corpo se arqueando. Ele riu baixo contra minha pele e mordeu de novo, mais forte. Era uma dor diferente da que eu conhecia: crua, profunda. Meu pau latejava dentro da calça, respondendo imediatamente.Ele desceu, abriu meu zíper com pressa. Engoliu meu pau inteiro numa única engolida, garganta quente, voraz. Eu era inexperiente, desajeitado; ele comandava tudo com maestria. Chupava com ritmo, apertava a base, lambia as veias. Quando eu já estava quase gozando, ele parou. Me puxou para a cama.Sentou em mim devagar. O cu dele apertado, quente, engolindo centímetro por centímetro. Enquanto cavalgava, as mãos grandes apertavam meus peitos, dedos cravando nos mamilos, torcendo, puxando. Cada movimento era uma onda: meu pau dentro dele, a dor nos bicos, o beijo faminto na minha boca. Cavalgava forte, o som da pele batendo ecoando no quarto.— Vou gozar… — avise.Ele desceu rápido, caiu de boca e bebeu tudo. Jatos grossos na garganta dele, e eu tremendo inteiro.Pensei que tinha acabado. Erro meu.Ele me virou de repente, me prendeu com o peso do corpo. Braços fortes me imobilizando contra o colchão. A língua voltou aos mamilos — agora inchados, hipersensíveis. Lambeu devagar, depois mordeu. Dentes cravando fundo na carne macia. Dor lancinante. Eu me contorcia, tentava escapar, mas ele era grande demais, pesado demais.— Fica quieto — rosnou, puxando o mamilo com os dentes, esticando. Parecia que ia arrancar. Lágrimas vieram aos olhos, o corpo todo tremendo. E, mesmo assim, meu pau voltou a ficar duro como pedra, babando pré-gozo na barriga.Ele sentou de novo. Cavalgou com mais força, enquanto uma mão apertava e torcia o mamilo direito, a outra o esquerdo. Dor e prazer se misturavam num nó insuportável. Gozei pela segunda vez dentro dele.Ele repetiu o ritual. Prendia, mordia, puxava. Mamilos em chamas. Eu gozava de novo. E de novo. Cinco vezes no total. Meu corpo inteiro doía, exausto, mas o pau obedecia àquela tortura deliciosa.Antes da última gozada minha, ele finalmente gozou — se masturbando enquanto cavalgava, sem nunca me penetrar. Grunhiu alto, apertando meus peitos com força enquanto gozava.Depois caiu ao meu lado, ofegante.Saímos do motel em silêncio. No carro, eu sentia os mamilos pulsando sob a camisa. Cheguei em casa e, ao tirar a roupa, vi: roxos, inchados, marcas de dentes, hematomas que durariam uma semana. Toda vez que encostava neles, a dor voltava — e junto vinha a lembrança dele, o peso, a boca voraz, a rendição total.Aos dezoito anos, eu não entendia direito o que tinha acontecido. Hoje, aos 35, sei: foi a minha primeira entrega verdadeira. A primeira vez que dor e prazer se tornaram a mesma coisa.
Tendo os mamilos torturados
Um conto erótico de Alex Montenegro
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 642 palavras
Data: 14/01/2026 16:56:03
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Comentários
Delícia!! Logo no começo do namoro com minha mulher e Dona,nós estávamos num motel e eu com prendedores de mamilos e uma correntinha entre os dois. Enquanto ela cavalgava em mim já puxava de leve,depois ela pos um cintaralho e me fez cavalgar ela e colocou uns pesinhos na corrente, pqp,tesão..
Mais tarde, nós deitados tomando uma champanhe e eu fumando um cigarro e ela pede um trago. Pega o cigarro e senta na minha barriga, fica com o cigarro queimando aos poucos os mamilos e logo cospe neles e apaga o cigarro nós dois mamilos..pqp,até gozei.
Depois vieram velas, mas o cigarro sempre presente...delícia ser dominado por uma mulher que sabe te fazer sentir dor!
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