[…]
Já fazia dez minutos desde que a Bruna tinha saído. Ela tinha me dito para esperar pelo menos vinte, mas eu não aguentava mais. Devagar, em silêncio, desci as escadas e não vi nem ouvi ninguém.
Andando pela casa, percebi que todo mundo tinha ido embora ou estava dormindo. Finalmente chequei o quintal dos fundos e ouvi algumas vozes na varanda. Espiei pela janela e vi a Bruna sentada num dos sofás externos, diretamente na frente do Osvaldo, mas não conseguia distinguir o que estavam falando.
Pensando rápido, retomei nosso plano e saí pela porta da frente para dar a volta até o quintal. Havia arbustos e pequenas árvores ao longo da lateral da casa, então com essa barreira como cobertura consegui olhar para os fundos sem ser visto. Estava escuro, exceto pelas poucas luzes decorativas ao redor da varanda e as luzes suaves brilhando do interior da hidromassagem. Elas emprestavam uma vibração meio obscena e safada à cena, mas eu ainda conseguia ver razoavelmente bem. Ouvi o Osvaldo rir alto e então a Bruna mandando ele abaixar a voz.
— Então você ainda não me contou o que tá fazendo aqui tão tarde? — ele perguntou, com um sorrisinho.
Minha esposa, que na verdade parecia meio desconfortável, respondeu:
— Eu já te falei. Meu marido dormiu. Eu queria começar a limpar a casa. Ainda tá uma bagunça!
Assisti o Osvaldo se levantar e se mover para o sofá onde ela estava sentada.
— Eu não acredito em você. Acho que você voltou aqui porque seu marido não te comeu direito. Então veio ver se eu consigo satisfazer essa sua bucetinha apertada.
Minha esposa tinha uma expressão incrédula no rosto, eu também.
A Bruna se levantou na hora e apontou o dedo para o Osvaldo:
— Como você ousa falar de mim e do meu marido assim! Ele é mais homem do que você jamais será. Não acredito que a gente tem um vizinho tão repulsivo como você! Acho melhor você ir embora. — Ela ficou encarando ele com as mãos nos quadris.
Dava para perceber pelo tom da voz dela que estava enojada com o Osvaldo.
O Osvaldo se levantou meio sem jeito, coçando a cabeça:
— Não quis ofender. Vendo uma mulher linda como você, provavelmente a maioria dos homens não conseguiria te satisfazer.
A Bruna não disse nada, mas olhou para o outro lado, enquanto os olhos do Osvaldo percorriam o corpo dela.
— Qual é, você me conhece há tempo demais. É só o jeito que fui criado, bem direto. Você deveria levar como um elogio.
Ficando bem ao lado dela, o Osvaldo se aproximou mais antes de esfregar o dorso da mão na lateral do vestido de seda dela:
— Esse vestido é perfeito para uma mulher linda como você.
Talvez devido ao gesto menos ameaçador de usar o dorso da mão, a Bruna não se afastou e disse com uma voz irritada:
— Obrigada... foi presente pro meu marido. Agora você vai embora ou o quê?
— Já já. Isso aqui é o quê? Seda? — o Osvaldo continuou.
— É... sim... — a Bruna respondeu, meio sem jeito.
Minha esposa estava sentindo tantas emoções, dava para ver no rosto dela.
O Osvaldo surpreendentemente estava sendo suave. Ele gentilmente pegou a mão da minha esposa e a trouxe para baixo no sofá com ele.
— Aposto que esse tipo de material deixaria qualquer mulher excitada. Especialmente depois de ficar em exposição tipo obra de arte no museu.
A Bruna começou a ficar desconcertada e não sabia como pará-lo.
O Osvaldo continuou esfregando a mão nela. Devagar, colocou a outra mão na coxa macia dela. Ele estava apalpando as pernas gostosas dela até o ponto do vestido subir quase mostrando a lingerie.
Ele sussurrou:
— Eu sabia que você era uma putinha esperando para ser libertada. Você finge ser uma boa dona de casa, mas tudo que você quer é ser comida até gozar no pau. Essa sua bunda grande foi feita pra quicar no meu pauzão.
Ele começou a beijar o pescoço dela.
Isso a trouxe de volta à realidade. Choraminando de nojo, minha esposa tentou empurrá-lo:
— Não! Eu não deveria estar fazendo isso...
Mas a Bruna ainda conseguia sentir que eu estava assistindo de algum lugar. Ela ponderou por alguns momentos. O que fazer... Ela já estava excitada; não fazia nem vinte minutos que tinha levado uma surra de pau de mim? Infelizmente eu tinha gozado mais cedo que o normal. Para completar, ela tinha bebido a noite toda, o que só aumentava a excitação.
Quanto mais ela pensava em como tudo aquilo era errado, mais molhada ficava. O Osvaldo continuava tentando beijar o pescoço dela enquanto ela tentava se contorcer e empurrá-lo. Mas depois de lutar com ele por alguns minutos, ela finalmente cedeu. Era isso que o marido dela queria ver. O máximo que ela poderia fazer era flertar e talvez até ficar com esse homem repulsivo e depois voltar pra dentro. Ela lentamente relaxou os braços, dando ao Osvaldo acesso mais fácil para beijar o pescoço e o peito dela. Enquanto isso, a mão dele subia pelas coxas macias. A Bruna relutantemente se encostou nele, olhando para baixo enquanto ele lambia e chupava o pescoço dela, fazendo o corpo inteiro dela tremer. Esse vizinho feio e desrespeitoso estava tendo acesso a ela e o corpo dela começou a gostar, mesmo que ela não quisesse.
Assistindo isso do meu canto, fiquei em choque! Não achei que o Osvaldo ia seduzir ela assim. Nunca fiquei tão excitado no nosso relacionamento. Sem saber até onde a Bruna ia deixar ir, eu já estava satisfeito com o que ela tinha feito. Era extremamente safado e diferente dela, o que levou minha luxúria às alturas.
O Osvaldo eventualmente a puxou para cima e depois de ela lutar para manter o vestido, desistiu da briga. A Bruna saiu do vestido, revelando a lingerie que era para ser apenas para os olhos do marido. Ela estava em pé numa lingerie vermelha de duas peças que era basicamente fios, fazia a pele dela brilhar. Dava para ver o corpo perfeitamente em forma dela respirando pesado. Ela estava em pé bem perto de uma das luzes e eu mal conseguia perceber que o sutiã era na verdade transparente!
Tanto o Osvaldo quanto eu, de repente percebemos que o sutiã estava tão apertado contra ela que mal dava para ver o contorno de mamilos perfurados.
*Espera, quando ela furou os mamilos?!*
Eu estava no meu canto escuro com a boca escancarada. Não conseguia acreditar, o vestido dela estava no corpo a noite toda então eu não tinha percebido. Ela deve ter feito recentemente! Por isso que nas últimas vezes que transamos ela manteve a blusa ou o sutiã.
Lá estava ela, em pé na lingerie mais sexy na frente do Osvaldo enquanto ele apalpava os peitos e a bunda dela. Ele a puxou de volta para o sofá e a sentou bem ao lado dele, colocando as pernas dela sobre o colo. Ele continuou a chupar o pescoço dela e as partes dos peitos que estavam aparecendo.
A Bruna parecia desconfortável e distante enquanto ele fazia isso. Ela não conseguia acreditar que estava deixando ele esfregar e lamber o corpo inteiro dela daquele jeito. A mente dela continuava dizendo como aquilo era errado, o estômago estava prestes a explodir de borboletas.
Depois de mais um pouco de apalpação, beijos e chupadas, o Osvaldo se levantou e pegou a Bruna pela mão, levantando ela com ele.
— Vamos ficar confortáveis na hidromassagem. O que você acha? — O Osvaldo sorriu enquanto apertava a bunda nua dela que saía da calcinha fio dental.
*Hidromassagem?* Imediatamente imaginei minha esposa coberta de água na frente daquele gordo filho da puta. Não tem como ela fazer isso. Dá para ver como ela está enojada com ele, pensei.
Minha esposa hesitou e começou a pensar que isso estava começando a ir longe demais. A Bruna tinha o coração disparado e lá no fundo sabia que estava lentamente ficando excitada pela situação em que foi colocada.
"Meu marido desgraçado!!" ela gritou na cabeça, minha fantasia tinha deixado a mente dela toda confusa! De repente ela se lembrou das histórias que viu no meu computador e um dos temas principais não é que a esposa se sinta atraída pelo homem. É o ato de satisfazer alguém que talvez não mereça. Quanto mais ela agradasse o Osvaldo, mais a fantasia do marido dela se realizaria. Satisfazer alguém de um jeito que ela nem faria com o próprio marido. Era tão errado, tão tabu. Ela amava o marido mais que tudo. Ela era a outra metade dele. Se isso o excitava, ela queria que a excitasse também.
Rapidamente a mentalidade da Bruna mudou lentamente e ela começou a tentar abraçar mais a situação. Isso não é pelo Osvaldo, mesmo que ele fosse se beneficiar imensamente. Isso é pelo marido dela e a fantasia retorcida dele. Ela quer agradar o marido e sabe o que ele quer ver. Vê-la se submeter a um homem que ambos desprezam.
A Bruna, em pé na lingerie sexy, respira fundo e estende a mão para pegar a dele e leva o Osvaldo até a hidromassagem. Consigo ver a expressão envergonhada dela do canto de onde estou assistindo, mas isso a fazia parecer ainda mais linda.
Quando chegam na hidromassagem, o Osvaldo sorri e rapidamente remove a camisa e o short, ficando só de cueca. Eles não poderiam parecer mais opostos. O corpo gordo do Osvaldo com manchas de pelo por todo lado. A Bruna com o corpo liso, bronzeado e em forma. Ela dá uma olhada nele e não conseguia acreditar no que estava fazendo. Estar quase nua com esse homem nojento enquanto o marido assiste é tão errado! Mas ela está ficando cada vez mais excitada devido à situação em que estava. Sente que está esquentando e na verdade achou que a água acalmaria os nervos.
Ela pega a mão dele de novo e entra com ele. Ela se senta devagar no colo dele e imediatamente sente o pau. Mesmo que ele não estivesse duro, ela podia dizer que era grande.
Nosso vizinho gordo ri:
— Eu sabia que você ia ceder em algum momento. — Beijando o pescoço dela o mais bagunçado possível.
Ela revirou os olhos e estava prestes a dizer algo sobre como ele é repulsivo, mas então se lembrou de tentar estar mais na fantasia. Então ela rebolou os quadris e ficou confortável enquanto se recostava nele enquanto ele beijava e chupava o pescoço dela, enquanto as mãos dele percorriam o corpo liso.
Estou absolutamente chocado com a mudança e disposição na minha esposa de realmente entrar na água com esse tarado. Pelos próximos dez minutos assisto meu vizinho babaca apalpar, beijar e lamber minha linda esposa.
Eventualmente ele desliza as mãos pela barriga dela até pegar a buceta por cima da lingerie. Ela afasta a mão dele, então ele volta a esfregar o corpo antes de tentar de novo. Ela bate na mão dele mais uma vez. Eventualmente, depois de algumas tentativas, ela cede e deixa ele sentir a buceta dela. A situação toda é tão errada, mas está fazendo ela jorrar fluidos por toda a mão do Osvaldo. Ainda bem que estavam submersos na hidromassagem, caso contrário o constrangimento dela seria ainda maior. O fato de um homem como o Osvaldo estar realmente excitando ela!
O Osvaldo está fazendo devagar, tentando trabalhar ela. A Bruna começa a rebolar na mão dele um pouco. Ele não aguentou mais e puxa a calcinha para o lado antes de colocar dois dedos dentro dela. Minha esposa abre a boca, mas nenhum som sai. O Osvaldo, sem parar, empurra o sutiã para baixo e começa a chupar cada seio enquanto brinca com os mamilos perfurados.
A Bruna não conseguia acreditar que ele realmente colocou os dedos dentro dela! Os dedos gordinhos eram grossos e ela sentia eles claramente entrando e saindo. Ela queria gemer alto, mas estava tão chocada que nada saiu. Por mais que não estivesse atraída pelo Osvaldo, tinha que admitir que ele sabia o caminho ao redor do corpo de uma mulher. Ele estava tocando ela em todos os lugares certos e os dedos dele eram pelo menos duas vezes mais grossos que os do marido. A sensação estranha fez o corpo dela tremer. Ela só ficou encarando o Osvaldo, dedilhando o corpo dela e chupando os seios enquanto o corpo se contorcia contra ele.
Não conseguia acreditar em como essa noite estava se desenrolando. A Bruna estava realmente sendo dedilhada pelo Osvaldo enquanto ele continuava chupando os mamilos perfurados. Isso continuou por um tempo até que de repente percebi que ele estava tomando o tempo dele com ela. Tentando construir ela e fazer ela implorar para ele pegá-la.
A Bruna estava tremendo em cima do Osvaldo enquanto ele brincava com ela. Estava tão excitada que subconscientemente começou a esfregar o pau dele. Para o choque dela, ele ainda não estava duro como pedra como ela esperava. Lá no fundo em algum lugar ela ficou ofendida. A maioria dos homens, especialmente alguém como ele, não estaria prestes a explodir de empolgação? Como se tivesse sido colocada num desafio, ela começou a esfregar o pau dele. Também esfregando o corpo contra ele ainda mais forte, rebolando a bunda no colo dele!
O Osvaldo remove os dedos e os traz até o rosto, lambendo eles limpos:
— Hmmm, porra. Você tem gosto de mel. — Ele deu uma risadinha.
— Nããão, meu Deus. Não fala isso... não acredito que você acabou de me provar. Isso é tão errado... porraaaa — a Bruna disse desconcertada.
Logo ela está quicando no corpo dele, agarrando o pau por cima da cueca o mais rápido e forte que consegue. Finalmente começa a sentir ele ficar duro. O Osvaldo se levanta e senta na beirada da hidromassagem. Ele tira o pau para fora enquanto balança em direção à minha esposa.
No começo não fiquei muito preocupado, o Osvaldo é no geral um cara baixinho e gordo e eu sou a pessoa mais alta e maior. Estou confortável e muito confiante sobre o tamanho do meu pau e consigo satisfazer várias mulheres com ele ao longo dos anos. Isso logo foi embora depois que o pau do Osvaldo apareceu. É um pouco mais comprido que o meu, mas é pelo menos duas vezes mais grosso, talvez três. Me lembrou uma latinha de energético Monster. Minha esposa me contou depois que ficou chocada que um homem ignorante e gordo como ele era maior que o marido, com quem ela sempre foi satisfeita.
Ela respira rapidamente com o rosto tão perto. A Bruna sabe que se não fosse pelo marido, nunca teria dado atenção para esse vagabundo, mas isso começou a alimentar o desejo sexual dela ainda mais pensando no que o marido queria que ela fizesse. Agradar alguém tão arrogante e que o marido não gostava. Ela não consegue acreditar no que está prestes a fazer.
— Gostou? — Ele sorri enquanto balança o pau perto do rosto dela de novo.
— Você vai gostar muito mais quando estiver enterrado fundo na sua buceta.
Olhando para baixo, ela diz com uma voz apressada:
— Eu nunca disse que ia transar com você! — A Bruna então levanta a cabeça e encontra os olhos dele. Ela então continua com uma voz mais sexy: — Mas a gente pode brincar um pouquinho se você não contar pra ninguém.
O Osvaldo ri alto e então num sussurro baixo diz:
— O que você vai fazer então?
A Bruna não diz nada, mas devagar a mão dela se move e começa a masturbar o pau dele enquanto ainda olha para cima. A mão dela parecia tão minúscula comparada ao pau gigante dele, ela nem conseguia envolver os dedos completamente ao redor.
— Hmmm, isso é bom. Não para... usa as duas mãos. — O Osvaldo ordenou.
A Bruna revirou os olhos, mas ainda respondeu a ele. Mesmo usando as duas mãos para masturbar o pau enorme dele, ainda tinha uma boa quantidade apontando para o rosto da Bruna. Ela só ficou encarando e ainda não conseguia acreditar em quão grande o Osvaldo realmente era.
— Puta merda... é tão grande pra caralho — a Bruna pensou, mas também acidentalmente disse num sussurro. Ela ficou extremamente envergonhada e desviou o olhar do pau dele, enquanto ainda preguiçosamente o masturbava.
— Isso mesmo, princesa. Muito maior que o do seu maridinho, aposto. Sente esse pauzão... é todo pra você. — O Osvaldo anuncia como se tentando reivindicar a Bruna já como dele.
Não conseguia acreditar nos meus olhos enquanto assistia minha esposa ainda na hidromassagem, entre as pernas do Osvaldo, batendo punheta nele! Ele começa a ficar confortável e abre as pernas ainda mais e sorri. Suspeito que o sorriso foi ele se sentindo realizado por ter conseguido fazer minha linda esposa ceder a ele.
— Vai, não fica tímida... aperta meu sacão. — Ele diz enquanto olha para baixo para a conquista dele.
Ela escuta as instruções dele e arrasta a mão pelo pau até as bolas, apertando ocasionalmente, enquanto se apoia mais nos joelhos e abre as pernas, arqueando as costas. Agora ela estava pairando sobre o pau dele, batendo punheta com uma mão e massageando as bolas com a outra, devagar mas firme.
Depois de alguns minutos, a Bruna está olhando para o pau dele como se estivesse estudando. A água estava ajudando ela a deixar a vara grossa mais escorregadia. Ela sabia o que deixaria o marido louco, mas faltava coragem. Então se inclinou e deixou um pouco de saliva escorrer dos lábios para o pau dele, o que ajudou a punheta ficar mais suave.
— Issoo, continua fazendo isso, sua putinha gostosa. Você é muito boa nisso.
A Bruna não sabia por que sentiu um formigamento entre as pernas ouvindo aquelas palavras. Talvez porque nunca tinha feito isso. Saber que estava fazendo um bom trabalho a fez sentir um pouco orgulhosa. Ela respondeu deixando ainda mais saliva pingar no pau dele, ficando coberto com a punheta constante.
Depois de fazer isso algumas vezes, nosso vizinho gordo soltou:
— Enfia na boca.
Ela virou a cabeça de repente e olhou para cima com aqueles olhos azuis grandes.
— Vai! — O Osvaldo gritou com uma voz agressiva.
Ela continuou batendo punheta e estava prestes a dizer algo sobre como aquilo já era suficiente, mas olhou de volta para o pau grosso. Então olhou ao redor, talvez tentando me encontrar, mas eu ainda estava escondido nos arbustos. A Bruna, não conseguindo me ver mas sabendo que eu estava lá fora, esperando ela se submeter. Ela olhou para o pau impressionante na frente dela. Conseguiria fazer isso? Se perguntou como seria ter um pau tão grande na boca. A Bruna estaria mentindo se dissesse que o pau do Osvaldo não a excitava. Era simplesmente o maior que ela já tinha visto. Ainda não conseguia acreditar que estava grudado num homem que ela jamais daria uma segunda olhada. E ali estava ela, ajoelhada na frente dele, se submetendo ao pauzão dele, com o encorajamento do marido.
Ela não conseguia acreditar que alguém como ele seria tão bem dotado. Lembrou dos vídeos pornô que assistiu para se preparar para hoje à noite. Até aqueles homens não eram tão grandes quanto o Osvaldo. Ela queria impressionar o marido e agora ia agradar esse gordo desgraçado. Estava envergonhada pelo fato de nunca ter dado um boquete de verdade. Nem sabia por onde começar naquela ferramenta enorme do caralho. Só continuou masturbando ele, evitando o olhar e aquele sorriso arrogante.
Minha esposa fecha os olhos e respira fundo. O Osvaldo diz de novo com uma voz mais alta e forçada:
— Enfia nessa boquinha linda, vadia.
Ela abre os olhos de repente e olha para cima. Minha esposa realmente não aguentava olhar para aquele sorriso arrogante. Encarando direto nos olhos dele, a Bruna se inclina bem perto até os lábios estarem quase no pau dele. Minha esposa não sabia por quê, mas finalmente decidiu. Ela queria deixar o marido louco! Queria que a fantasia dele fosse a fantasia dela. Dar ao Osvaldo algo que sempre negou ao marido. Então, com as bochechas corando de vermelho, ela diz com a voz mais sexy:
— Tá bom então, gostoso. Vou engolir esse pauzão todinho. — Então lambeu da base até a ponta, igual tinha feito comigo não muito tempo atrás!
Não consigo acreditar no que estou vendo e ouvindo! Como se ver a Bruna chupando o pau de outro homem que eu desprezo não fosse o bastante, aquele filho da puta realmente a chamou de vadia! Ela odeia essa palavra, pensei naquele momento que a fantasia tinha acabado. Mas não só ela não ficou furiosa, como na verdade respondeu chamando ele de *gostoso*!
A Bruna nunca me chamou de gostoso durante o sexo. Ela sempre achava esse tipo de coisa brega demais, cafona. E agora estava usando com *ele*.
Assisto minha esposa incrível lamber o pau do Osvaldo, deixando molhado com a saliva. A Bruna ficou surpresa com o gosto, achando que seria horrível, mas na verdade não era nem metade tão ruim quanto ela pensou. Ela sentiu o pau dele emanar um calor que fez o corpo dela tremer. Ela lambe da base até a ponta e segura ali enquanto olha para cima. Ela só rodopiou a língua na cabeça do pau dele sem tirar o olhar.
O Osvaldo geme alto, a cabeça caindo para trás por um segundo antes de olhar de volta para baixo, para a visão da minha esposa com a língua no pau dele.
— *Ahhh, porra*... isso mesmo, cachorrinha. Mostra como você é boa nisso.
A Bruna sentiu outra onda de calor entre as pernas. Ela não conseguia entender por que estava gostando tanto de ouvir ele chamá-la assim. Lambeu mais uma vez ao redor da cabeça antes de finalmente abrir a boca e envolver os lábios ao redor.
Apenas a cabeça cabendo na boca dela.
Ela começou a chupar, criando sucção, os olhos fechados em concentração. O pau era tão grosso que ela mal conseguia colocar mais na boca sem sentir a mandíbula forçar. Mas ela continuou, usando a língua para lamber embaixo enquanto chupava.
— *Issoooo, caralho!* Chupa esse pau, sua vadia. Você nasceu pra isso — o Osvaldo gemeu, colocando a mão na cabeça dela, não forçando, mas guiando gentilmente.
A Bruna gemeu ao redor do pau dele — um som abafado e molhado que me fez apertar meu próprio pau através da bermuda. Nunca pensei que veria minha esposa assim: de joelhos na hidromassagem, mamando o pau do nosso vizinho gordo enquanto ele a chamava de vadia e ela... ela estava *gostando*.
Ela começou a mover a cabeça para frente e para trás, tentando meter mais na boca, babando, deixando a saliva escorrer pelo queixo e pingando de volta na água. Os sons molhados — *glup, glup, slurp* — ecoavam no quintal silencioso, misturados com os gemidos abafados dela.
— Olha pra mim — o Osvaldo ordenou, a voz rouca.
Ela abriu aqueles olhos azuis claros e olhou para cima, o pau ainda na boca, as bochechas cavadas de tanto chupar. A imagem era obscena e linda ao mesmo tempo.
— Putinha perfeita — ele riu, acariciando o cabelo loiro dela com uma mão enquanto a outra ficava apoiada na beirada da hidro. — Aposto que seu corno do marido nunca imaginou que você ia ser tão boa nisso, hein?
Ela gemeu de novo ao redor do pau dele — *"Mmmhmm"* — concordando? Envergonhada? Excitada com a humilhação? Eu não sabia. Só sabia que meu pau estava doendo de tão duro, vazando pré-gozo dentro da bermuda, e que a cena na minha frente era a coisa mais errada e excitante que eu já tinha visto na vida inteira.
A Bruna continuou chupando com mais vontade, as mãos voltando para a base do pau dele para completar o que a boca não alcançava, num movimento sincronizado de punheta e mamada. Ela estava se dedicando de verdade, querendo provar algo — para ele, para mim, para ela mesma.
— Caralho, sua boca é perfeita — o Osvaldo grunhiu. — Continua assim... isso... *porra*...
Logo ela começa a fazer pequenos movimentos para engolir o pauzão dele, mas apenas a ponta. Ela repete o movimento até estar se movendo num ritmo rápido. Finalmente ela tira a boca do pau dele, soltando uma respiração profunda enquanto o Osvaldo apenas grunhiu. A Bruna, mais excitada do que nunca, começa a esfregar o pau dele por todo o rosto enquanto lambe.
— Você tá gostando do gosto do meu pau, gata? — O Osvaldo perguntou.
A Bruna apenas acena devagar com a cabeça enquanto olha para cima, lambendo o pau dele devagar, se perguntando o que deveria dizer. Ela sabia que tinha que entrar mais na fantasia, caso contrário ia levar a noite toda para o Osvaldo gozar. Além disso, ela queria dar ao marido a fantasia que ele queria!
Depois de juntar coragem, ela pergunta com a voz mais sexy:
— Tá preparado, gostoso? Vou engolir essa coisa toda e você vai assistir.
O Osvaldo arregala os olhos e grunhe com um aceno:
— Então vai logo, vadia.
A Bruna odiava essa palavra, mas isso não a impediu de se endireitar nos joelhos e pairar sobre o pau dele. Ela então lentamente engole a coisa toda, centímetro por centímetro. O Osvaldo ficou de olhos arregalados quando viu a Bruna engolir o pau todo.
— Essa é a primeira vez — ele sussurra com um sorriso.
Eu ouço os sons de chupada e lambida dela preencherem o quintal. É nesse momento que tanto o Osvaldo quanto eu descobrimos que minha esposa não tem reflexo de vômito. Aquele sortudo filho da puta, pensei! Minha esposa está dando ao Osvaldo uma sensação com a qual eu só sonhei. A boca dela é tão macia e suave. O fato de ela conseguir engolir tudo surpreende não só o Osvaldo, mas eu e ela também! Só posso imaginar o que meu vizinho babaca está experimentando naquele momento com minha própria esposa.
Lá está minha esposa entupindo a boca com o pauzão dele. Para cima e para baixo, para cima e para baixo, ela está chupando o pau grande dele com uma paixão que nunca vi. Só mais tarde na cama, quando ela me contou tudo, é que soube que estava tentando apressar e terminar logo, para não arrastar a noite toda.
O tempo todo ela tentou pensar em qualquer outra coisa além de como o pau grande dele se sentia na boca, mas a conversa suja e arrogante dele não ajudou. Ela continuou trabalhando no pau duro dele, antes de respirar e voltar com tudo como uma puta no cio.
Novamente ela começou a lamber da base até a ponta como tinha feito comigo antes de sermos interrompidos. A diferença é que enquanto fez uma vez comigo, o Osvaldo pôde aproveitar ela repetidamente lambendo o pau dele, esfregando no rosto, ela estava lentamente ficando intoxicada com o cheiro e a sensação. Se você não soubesse, pensaria que ela chupou pau toda noite a vida inteira.
Enquanto o Osvaldo aproveitava minha esposa dando um boquete incrível, ele diz:
— Sua boca é sensacional. Com que frequência você chupa o pau do seu marido?
Ela olha para cima com os olhos azuis bonitos e olha direto nos dele, deslizando os lábios lentamente pelo pau até soltarem com um *pop*. Ainda segurando o olhar dele, a Bruna diz com uma voz abafada:
— Eu nunca chupei o pau do meu marido. — Ela pausa e lambe o pau dele do jeito mais sexy possível. — E é uma das maiores fantasias dele desde que a gente tá junto.
A Bruna olha para baixo de novo e continua chupando, tentando terminar logo.
Eu podia ver que o Osvaldo está visivelmente chocado, depois forma um sorriso sacana antes de rir alto:
— Coitado do cara!! A mulher dele não chupa o pau dele pelos cinco anos que vocês tão juntos, mas numa noite eu consegui você babando no meu pau tipo um picolé! Cara, ele tá perdendo demais!!
"Esse homem!" a Bruna pensou. "Ele é tão cheio de si. Bom, pelo menos consigo entender de onde vem a arrogância dele, esse pau é enorme! Ainda consigo sentir o olhar do meu marido em mim em algum lugar. O que será que ele tá pensando? Tô fazendo a fantasia como ele quer? Não acredito que tô fazendo isso de verdade, mas já que é assim, vou dar a fantasia que ele merece."
Minha esposa tira a boca do pau dele e roda a língua na ponta, dizendo com uma voz provocante:
— Bom, eu não sabia que faziam picolé com esse gosto tão bom, ou que vinham tão grandes assim! — Batendo o pau contra as bochechas antes de continuar a chupar.
O Osvaldo geme:
— Você gosta desse pauzão na garganta enquanto seu marido tá dormindo lá em cima, né?
A Bruna revira os olhos e pensa que claro, todos os homens adoram um impulso no ego. Ainda tentando entrar na fantasia, ela começa a gemer sobre o pau grosso dele.
— Sim — ela chiou. — Não acredito que meu primeiro boquete é pra alguém que não é meu marido. Alguém que ele nem gosta consegue aproveitar a mulher dele de um jeito que ele nunca conseguiu! Um homem por quem nem sinto atração tem o pauzão na minha garganta. Fazendo meu corpo tremer, PORRA!
A Bruna percebeu que quanto mais dizia, mais entrava no clima de que esse era o primeiro pau para o qual dava um boquete. Ela chupa e geme sobre o pau grosso dele, pior ainda, faz com tanta paixão. Saber que o marido está assistindo ela chupar o pau desse babaca só alimentava mais o desejo. Ela continua massageando as bolas dele enquanto chupa e roda a língua na ponta do pau.
Sabendo que deixaria o marido ainda mais louco, a Bruna diz com uma voz de vadia:
— Você é tão gostoso, amor — ela ronrona. A Bruna se sentiu uma puta chamando esse babaca de algo que negou ao marido por anos e, pior ainda, isso deixava a buceta cada vez mais molhada!
Estou em agonia assistindo o Osvaldo aproveitando o boquete que minha esposa está dando. Logo ouço ele começar a instruí-la a lamber, cuspir e babar por todo o pau. Num piscar de olhos ela está dando um boquete bagunçado que deixaria algumas estrelas pornô com inveja. Ele até manda ela chupar as bolas. A Bruna é totalmente contra no começo, mas isso não impede nosso vizinho de pegar o cabelo dela e empurrar para baixo até ela estar mais baixa nos joelhos, enfiando as bolas na boca dela. Mais da metade do corpo dela está na água agora enquanto se abaixava chupando o pau dele com toda paixão.
Depois de um bom tempo, o Osvaldo desacelera a Bruna antes de anunciar:
— Beleza, vamos ver o que você realmente tem. — O Osvaldo se levanta e ajuda minha esposa a sair da hidromassagem. Eles pegam algumas toalhas que já tínhamos do lado de fora e se secam. Voltam para o sofá. O Osvaldo vai até onde estava sentado antes e pega uma garrafa que tinha deixado. Volta para onde a Bruna está sentada e oferece uma dose, esperando que ajude ela a relaxar. Algumas doses depois e a Bruna está semi-nua na lingerie molhada, ajoelhada numa toalha se preparando para chupar o pau do Osvaldo de onde parou.
— Vamos ver se você realmente sabe chupar o pau de um homem. — O Osvaldo sorri para ela, colocando os braços no encosto do sofá. Minha esposa, ouvindo o desafio na voz dele, não perdeu tempo e logo está mexendo a cabeça no pau dele.
Talvez por causa do álcool, mas imediatamente dá para perceber quanta paixão a mais ela estava dando ao pau dele. Como se quisesse que ele gozasse só para ela. Era uma visão tão sexy ver minha esposa agir como uma puta para outra pessoa. Era tão diferente dela, como se eu estivesse olhando para uma versão alternativa dela. Me pergunto o que todos os caras que dão em cima dela no trabalho e na academia pensariam se soubessem o que ela estava fazendo agora. Alguém para quem ela nunca olharia, mas agora está olhando direto nos olhos dele com o pau gigante na garganta, tudo pela minha fantasia.
A Bruna pensou em como o Osvaldo era tão arrogante, se ao menos ele soubesse que a razão de estar aproveitando ela fazer isso era por causa do marido. Ela o lambeu devagar de novo antes de engolir o pau todo como algum tipo de vagabunda. O Osvaldo apenas sorri e inclina a cabeça para trás enquanto a Bruna o satisfaz.
O boquete fica mais intenso e as palavras do Osvaldo ficam ainda mais cruas. A maioria das palavras dele dizendo como a boca dela é molhada e como o marido ficaria com ciúmes se a visse agora. Eu só conseguia ouvir pedaços aqui e ali.
Começa a ficar bagunçado com toda a baba e cuspe pelo pau dele, as mãos e o rosto dela, mas isso só alimenta a Bruna a dar ao marido um show que ele nunca vai esquecer. Ela começa a bater punheta no pau do Osvaldo com as duas mãos e começa a chupar com tudo. Ela tira a boca do pau para respirar fundo. A única coisa conectando eles é um fio de saliva.
Assisto e penso que ela parece tão linda de joelhos, sem fôlego de tanto satisfazer esse homem feio. O jeito que a saliva cobria o pau grande dele que subia até o rosto. Como se fosse evidência de quão safada ela está sendo.
Minha esposa apenas olha para cima e pensa: "Meu Deus, como um babaca arrogante como você tem um pau tão grande, é tão grosso. Nem consigo imaginar o que ele faria com minha buceta apertada."
A Bruna mergulhou de volta no pau dele, mas não antes de gemer:
— Meu marido quis isso por tanto tempo e aqui estou eu com seu pau na minha garganta!
O Osvaldo, ficando mais excitado, fica em pé e tem uma mão na parte de trás da cabeça dela e a outra no quadril enquanto ela adora o pau dele.
Isso estava durando muito mais do que a Bruna pensou que duraria.
Ela não conseguia acreditar nas coisas que estava dizendo. Coisas que seria tímida demais para dizer ao próprio marido. Mas aqui está o Osvaldo aproveitando tudo com que o marido dela sonha à noite. A Bruna mais uma vez acelerou o ritmo tentando fazer ele terminar.
O Osvaldo começa a se curvar devagar e a Bruna imediatamente percebe que ele está prestes a gozar, então começa a colocar ainda mais esforço. Na hora certa, o Osvaldo sibila:
— Sua boca é tão boa no meu pauzão. Porraaa! Vou gozar!! Rápido! Fala putaria e me ajuda a gozar!
Minha esposa imediatamente tirou a boca do pau dele olhando para cima. Continuou batendo punheta com as duas mãos, enquanto ocasionalmente chupava e lambia o pau dando o olhar mais sexy. Num momento ela até começou a chupar cada bola por conta própria dessa vez enquanto batia punheta nele!
— Ai meu Deus! Finalmente! Goza pra mim, gostosão!! Isso! Seu pauzão tá me fazendo agir como uma puta! Olha o tamanho dessa porra! Vai, goza em mim todinha. Agora! Na minha cara toda enquanto meu marido tá ali dentro. No aniversário dele você me deixou engasgando no seu pauzão! Me cobre como ele sempre sonhou. Me marca como sua putinha, seu filho da puta!! — A Bruna está quicando nos joelhos implorando pela porra dele.
Olhei para minha linda esposa em puro choque, enquanto meu estômago estava cheio de ciúmes. Meu pau nunca esteve tão duro!
O Osvaldo, também visivelmente chocado com o quão suja essa dona de casa se tornou, finalmente perde o controle.
A Bruna continuou batendo punheta nele enquanto ficava absolutamente coberta de porra.
— ISSO! PORRA! ISSOOO!! SOLTA TUDO, GOSTOSO!! ME COBRE COM SUA PORRA, MEU DEUS!! — Um pouco foi no cabelo, mas a maior parte no rosto e nos seios perfeitos. O pau do Osvaldo era tipo uma mangueira espirrando nela.
Finalmente, depois de espremer até a última gota, ela olhou para cima com ele sorrindo para ela.
— Nossa, você goza muito... bem mais que meu marido. — A Bruna disse sem pensar, desejando poder engolir as palavras de volta.
O Osvaldo se jogou de volta no sofá enquanto a Bruna continuava a masturbar ele, tirando toda a porra. Meu vizinho gordo com a barriga gorda subindo e descendo com força, olhou para baixo e não conseguia acreditar na sorte. Esse foi um dos boquetes mais intensos de sempre de uma beleza absoluta!
A Bruna recuperou o fôlego enquanto limpava a porra do rosto com uma toalha. Minha esposa timidamente sentou ali no deck da varanda entre as pernas dele pensando no que acabou de fazer, sem saber o que dizer. Enquanto nosso vizinho feio continuava sorrindo e olhando para a conquista ajoelhada diante dele.
— Gostou de chupar esse pauzão? — O Osvaldo perguntou com arrogância.
A Bruna acenou com a cabeça com uma expressão envergonhada. Ela apenas olhou para cima para o Osvaldo enquanto ainda preguiçosamente o masturbava, ainda um pouco sem fôlego.
O Osvaldo apenas sorri para ela:
— No que você tá pensando? Parece que tá pensando muito.
— Bom, eu me sinto culpada por chupar seu pau daquele jeito e nunca ter feito o mesmo com meu marido... mas definitivamente não odiei tanto quanto achei que odiaria. — A Bruna respondeu sinceramente.
— Podemos fazer isso de novo? — A voz do Osvaldo estava esperançosa.
— Provavelmente não. Isso é algo de uma vez só. Não deveria ter acontecido. — Minha esposa disse baixinho.
— Só mantém entre nós, por favor. — A Bruna implorou enquanto apertava a perna dele.
— Claro, mas uma coisa antes de você ir. — O Osvaldo sorriu. — Me dá um beijo como você daria no seu marido. Se eu não sentir a paixão, não vou manter minha promessa.
A Bruna não conseguia acreditar que realmente tinha chupado o pau desse babaca arrogante, sem freios. Ela não tem certeza de por que a arrogância dele a enojava e excitava ao mesmo tempo. Relutantemente ela se levantou e sentou no colo dele apenas com a lingerie vermelha ainda. Ela agarrou o rosto dele com as mãos e deu um beijo profundo.
Ele a puxou mais perto do corpo e agarrou duas mãos cheias daquela bunda grossa que arrancou um gemido da minha esposa até ela estar montada nele. Continuaram a se beijar por alguns minutos, lentamente ficando mais apaixonado. O Osvaldo levanta a mão e dá um tapa na bunda perfeita da Bruna. A Bruna soltou um gemido profundo e começou a rebolar o corpo ainda mais forte contra ele.
Achei que ela ia pará-lo imediatamente! Até me encolhi como se fosse correr lá e pará-lo. Mais cedo ela me parou só por apertar a bunda dela forte demais.
Fiquei de queixo caído nos arbustos. Uma surpresa atrás da outra, tapinhas leves eram algo que sempre tentei fazer mas era sempre rejeitado. Agora aqui está meu vizinho gordo que tem quase o dobro da idade dela batendo na bunda da minha esposa logo depois de gozar por toda ela, enquanto ela continuava a beijar e rebolar nele. A bunda dela literalmente ficou vermelha enquanto balançava no colo dele.
O boquete, chamar ela de vadia, ser chamado de gostoso, bater nela, meu vizinho tomou mais liberdades com minha esposa numa noite do que eu tive em anos!!
O Osvaldo então moveu a calcinha dela para o lado e começou a dedilhar ela de novo. A Bruna, que já está extremamente molhada, literalmente começou a gemer na boca dele enquanto ele enfiava os dedos gordinhos na minha esposa. De vez em quando ele dava uma palmada enquanto a beijava.
Minha esposa não conseguia acreditar no jeito que estava agindo. A Bruna nunca esteve tão sexualmente carregada em toda a vida. As coisas que estava fazendo eram tão erradas, mas ali estava ela rebolando o corpo em cima desse homem arrogante enquanto o marido assistia! Estava começando a ficar excitada demais. Sentiu uma das mãos dele massagear e bater em cada bochecha da bunda grossa. Enquanto a outra deslizou os dedos para fora da buceta fazendo ela jorrar fluidos por todo o vizinho babaca.
O corpo da Bruna estava começando a esquentar. Ela sabia o que estava vindo por mais que não quisesse. Começou a rebolar a buceta ainda mais forte na mão do Osvaldo e gemer mais alto quando ele batia nela. Não percebeu o quanto estava curtindo levar palmadas, algo que nunca deixou o marido fazer. Ela para de beijar ele e respira no rosto dele enquanto geme e rebola.
— Aiii meu Deusss! Você vai me fazer gozar. Não para... por favor, gostoso, não para! — A Bruna diz delirantemente, quase sem fôlego.
— É? Quer gozar pra mim? Goza na mão enquanto seu marido dorme lá dentro!! Hoje à noite você é minha putinha e um dia vou quebrar seu corpinho com meu pauzão.
— PORRAAA!! Eu sou sua putinha, AMOR!! Você vai quebrar meu corpo apertadinho?? O que você tá fazendo comigo!? TÔ GOZANDO! TÔ GO...AHHHHH MEU DEUS.
A Bruna começou a se mover descontroladamente e então eu vi minha esposa perfeita realmente gozar nas mãos do meu vizinho gordo. O corpo dela tremeu incontrolavelmente por um minuto antes de finalmente se acalmar. Ele deu mais alguns beijos e mais algumas palmadas, a Bruna não conseguia acreditar em como o Osvaldo estava fazendo ela se sentir tão bem.
Minha esposa sabia que era hora, ela deslizou para fora do nosso vizinho e pegou o vestido. Olha rapidamente de volta para o Osvaldo ainda não acreditando no que acabou de fazer. Não sabia por quê, mas queria brincar mais na fantasia enquanto o marido ainda estava lá e disse com uma voz tímida:
— Obrigada por me deixar chupar seu pauzão, gostoso. — Então andou rapidamente para dentro. Certificando-se de balançar os quadris a cada passo.
O Osvaldo tinha um sorriso enorme no rosto assistindo a Bruna se afastar. A bunda dela balançava a cada passo, e se você olhar de perto o suficiente, pode ver a bunda dela vermelhinha com a marca da mão dele. Ele a marcou como se fosse propriedade dele. Pegou as coisas e também saiu.
Eu já estava me movendo como o vento correndo para nosso quarto.
Quando ela entrou, eu já tinha corrido de volta pelas escadas esperando no nosso quarto. Ela entrou devagar com o vestido enrolado nos braços usando a mesma lingerie vermelha que estava lá fora. Ainda estava levemente molhada enquanto ficava parada perto da porta.
— Oi... — ela disse nervosamente com um toque de empolgação.
— Oi — respondi sorrindo de volta.
— Quanto você viu? — Ela sussurrou.
— Tudo. — Afirmei calmamente.
Ela apenas me olhou com aqueles olhos azuis claros grandes, os mesmos que o Osvaldo olhou com o pau enfiado na boca dela.
— Você ainda me ama? — ela perguntou gravemente enquanto ainda me olhava.
— Se não mais. — Sussurrei enquanto sorria e abria os braços para ela.
O rosto dela se transformou num sorriso lindo. Ela está prestes a pular na cama comigo, mas para e olha para baixo, o rosto vermelho feito tomate.
— Bruna? — Perguntei. — O que foi?
Ela olhou de volta para mim ainda sorrindo, mas o rosto vermelho:
— Já volto — ela rapidamente caminhou para o banheiro. A Bruna parou e olhou de volta para mim dizendo com a voz mais safada:
— Tenho que limpar toda a porra do gostoso de mim.
Me deixando sozinho com a boca aberta mais uma vez.
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