O CHALÉ - CAP. 8

Um conto erótico de Nobling
Categoria: Homossexual
Contém 1689 palavras
Data: 15/01/2026 00:15:47

Terça-feira. Manhã ensolarada, praia deserta. Após uma hora brincando nas ondas com Mariane, retornamos ao chalé, onde as brincadeiras prosseguiram.

Dessa vez, no chuveiro, onde nos ensaboamos um ao outro. Eu, dando especial atenção à bocetinha; ela, demorando-se com as mãos em meu pau; que, inclinando-se ela chupou brevemente. Retribuí, passando a língua na rachinha. Repetimos o gesto várias vezes, até que ela saiu do boxe.

E, sentando-se no sanitário:

— Vem, tio.

Ambos escorrendo água, eu lhe dou a pica para chupar. Era muito excitante ver o meu pau na boquinha daquela princesa que, nua no vaso sanitário, demonstra no semblante a satisfação pelo que fazia. Eu era o tio Maravilha, aquele que vinha conduzindo-a no caminho das descobertas.

Chupando com calma, ela testava sua capacidade bucal. Lábios esticados, enfiava todo o pau na boca, controlava o engasgamento, retirava-o, observava, admirava.

— Vai gozar, tio?

Não dessa vez.

Porque batidas insistentes à porta interromperam nosso momento de prazer.

Era Leticia. (Vocês sabem: a mãe de Valéria.)

— Barraca armada a estas horas, professor? — gracejou ela, referindo-se ao volume perfeitamente visível no calção que eu vestira às pressas.

O motivo de sua visita era uma “ajudinha” para comprar a blusa de uniforme de Valéria.

— O senhor sabe, professor, que eu só vou receber lá pro fim do mês... — justificou ela, servindo-se café da garrafa térmica com movimentos lentos, como se à espera de confirmar uma suspeita.

— Sei... sei... — concordei, dando-lhe a quantia solicitada.

Nesse momento, Mariane sai do banheiro, entra no quarto, enrolada na toalha, e fecha a cortina recém-instalada à guisa de porta. Não foi difícil associar a cena aos meus cabelos ainda molhados.

— Hum... entendi... — disse Leticia com um riso malicioso antes de sair.

Eram dez horas.

— Quer comer alguma coisa? — perguntei a Mariane.

Na cama, aparentemente entretida com um programa televisivo, ela respondeu que não; mas queria leite.

Ela teve o leite; eu tive prazer e fantasia. Enquanto ela chupava com uma habilidade surpreendente, eu me imaginava em seu lugar, com uma bela pica na boca, ouvindo gemidos de prazer como eu gemia, ingerindo o esperma como ela ingeriu.

E disse:

— Hum... que gostoso!

Como eu disse no capítulo anterior, o dia prometia muitas emoções.

Por volta das duas da tarde, Mariane foi à geladeira e, recolhendo o restante do sorvete, convidou-me para a cama.

— Ui! que gelado — gritou, quando esparramei uma boa camada de sorvete na sua bocetinha.

— Ai, que gostoso! — exclamou, quando comecei a lamber.

A última colherada de sorvete, eu passei em seu cuzinho, após tê-la colocado docilmente na posição de cachorrinho. “Ui, tio, que gostoso...”, repetia ela, enquanto eu lambia.

— Agora titio vai meter o pau, tá?

— Tá!

Após as frustradas tentativas anteriores (cap. 5), em que ela se submetia apenas para me agradar, mas não aguentava, uma conversa com uma colega, chamada Simone, aguçou sua curiosidade. Segundo ela me relatou mais tarde, a tal colega lhe segredou que tinha dado para um tio (que coincidência!).

“Mariane: E não doeu?”

“Simone: Só quando entrou; depois... foi uma maravilha!”

Maravilha que Mariane provou naquela manhã.

Ajoelhado atrás dela, eu impulsiono o pau, que avança, retrocede, avança; e vai entrando.

— Ai, tio!

— Tá doendo, linda?

— Tá...

Mas não desistiu. Relaxado pelo desejo amadurecido durante dias, o cuzinho virgem pareceu sugar com voracidade o meu pau, que, tendo entrado por inteiro, lá deixei uns instantes imóvel, antes de iniciar o prazeroso vaivém que arrancava gemidos abafados de Mariane. Mas não eram de dor.

— Tá gostando, linda?

Estava. Gostando tanto, que remexia o bumbum na cadência das idas e vindas da penetração, uma dança erótica que, desencadeando jatos de esperma, consolidou mais uma forma de compartilhar prazer em nosso relacionamento incestuoso.

As emoções continuaram.

Valéria chegou, foi à geladeira.

— Onde foi parar o resto do sorvete? — inquiriu.

— No meu cu! — respondeu Mariane.

Valéria fez semblante de haver entendido pela metade; a outra metade ela ficou sabendo depois, na areia da praia, onde elas se estenderam enquanto eu ia ao supermercado para as compras essenciais, incluindo um vinho suave de boa qualidade e, claro, um pequeno estoque de sorvete. Foi então que vi, numa lojinha de variedades, uma banqueta baixa, para a qual minha mente libertina logo imaginou uma finalidade especial e cenas que se concretizaram naquela noite.

Chamem-me do que quiserem, mas, tendo já ultrapassado todos os limites do bem senso e da moral, eu servi vinho às duas beldades que, safadinhas e precoces, faziam a minha alegria.

Eram oito da noite.

Mariane e Valéria gostaram do sabor do vinho, enquanto eu apreciava o efeito desinibidor do álcool. Elas riam à toa, trocávamos selinhos. Então Valéria tirou a blusa, exibindo os pequenos seios durinhos, lindos. Apalpei. Não demorou, Mariane estava só de calcinha.

Era chegado o momento de começar a movimentar as peças do jogo que eu tinha em mente.

Tendo ouvido da própria Valéria que ela gostava de meninas (cap. 6), instiguei-a a beijar Mariane.

Ela deu um selinho.

— Assim não; um beijo de verdade!

Os lábios se aproximaram, se colaram, o beijo se aprofundou, a mão de Valéria tateou entre as pernas de Mariane, adentrou a calcinha. Quando elas se descolaram, Mariane tinha o rosto vermelho.

— Que calor! — disse ela, abanando-se com a mão.

Era a deixa para a segunda parte do plano:

— Vamos nos refrescar no chuveiro?

Os três nus sob o jato da ducha, eu as abraçava por trás, esfregando minha ereção nas bundinhas, que elas empinavam. Risinhos, descontração. Mariane pega no meu pau.

— Vamos brincar de revezamento oral? — propus e expliquei.

Primeira rodada.

Mariane se senta na banqueta, previamente colocada a um canto do amplo boxe, fora do alcance da água da ducha. Eu me posto à sua frente, o pau no mesmo nível de sua boca, devido à altura da banqueta. Ela abocanha, chupa com desenvoltura, depois cede o lugar para mim e fica observando meu desempenho com Valéria, que, emitia ui... ui... a cada deslizar de minha língua em sua deliciosa rachinha. Por fim, encerrando a primeira rodada, Valéria se deleita com a linda bocetinha de Mariane, lambendo devagar, apreciando, degustando e lamentando não poder prosseguir, pois o jogo tinha limite de tempo.

— Gostou? — perguntei.

Ela sorriu com satisfação e fomos todos para debaixo do chuveiro, onde eu mamei nos peitinhos de Valéria, depois nos mamilos de Mariane. E as duas voltaram a se beijar.

E vem a segunda rodada.

Valéria segurou o meu pau, chupou alguns instantes, depois cedeu o lugar na banqueta para mim. A bocetinha de Mariane se aproximou de minha boca, eu estiquei a língua e lambi como eu sabia que ela gostava. E, enfim, a cena que eu mais aguardava. Sentada, Mariane tocou delicadamente com os dedos a boceta à sua frente, observando fascinada cada detalhe, respirou fundo como quem suspira, encostou a boca, fez seu primeiro minete, um minete breve, porém significativo.

Novamente sob o chuveiro, elas se ensaboaram mutuamente entre as pernas. “Lavou, tá nova”, cantarolavam, risonhas, trocando beijos. Beijos que intercalavam com carícias bucais nos seios. Mariane mamava nos peitinhos de Valéria; esta sugava os mamilos de Mariane. E se abraçavam na alegria de terem finalmente transposto o portão que levava ao jardim de Lesbos.

Achei que era o momento de deixá-las a sós.

Sem dizer nada, saí e, vestindo-me, fui para a varanda, onde fumei um cigarro e me deitei na rede. Foi então que meu celular tocou.

Era Rafael.

— Este é o meu amigo Beto — apresentou-me Rafael a um homem de boa aparência, educado, que se desculpou pelo incômodo.

— Meu carro deu pane — explicou. — Eu ia pegar um táxi, mas o Rafael teve a ideia de ligar para você.

Ele morava só, numa casa espaçosa e modernamente mobiliada. Cedendo à sua insistência, entrei, sentei no sofá. Colocando uma garrafa de cerveja e dois copos na mesinha de centro, ele foi tomar banho na suíte, deixando-me entregue a divagações. “Por que ele me convidara a entrar? Por que banho àquelas horas?” Eu intuía algo que logo se confirmaria.

Ao retornar, vestindo apenas um short justo que realçava seus dotes, justificou-se desta forma:

— Desculpe a demora; é que eu estava raspando os pentelhos.

“Por que alguém rasparia os pentelhos, se não fosse para mostrar?”

EU: — Você raspa, é?

ELE: — Sempre; assim fica mais bonito. Quer ver?

E, sem esperar confirmação, ali em pé, à minha frente, baixou o short, mostrando o púbis depilado e um pênis de pele branca, mais comprido e grosso que o de Rafael. Engoli em seco.

ELE: — O que acha?

EU: — Ficou bacana.

ELE: — Quer dar uma chupadinha?

Não precisei responder; meu olhar faminto dizia tudo. Ele se aproximou mais, eu segurei pica, eu dei duas lambidas na fascinante glande rosácea e comecei a chupar. Chupava com vontade, com gula. “Delícia...”, dizia ele. Conhecedor das sensações que eu lhe proporcionava, tentei e consegui fazer o que mais prazer dá ao macho no boquete: engoli toda a pica, até senti-la na garganta. E não engasguei. “Que tesão...”, repetia ele cada vez que eu repetia a manobra. Então, precedido de gemidos, seu orgasmo veio.

Como eu havia prometido a mim mesmo (cap. 7), ingeri seu esperma sem desperdiçar nada.

— Você me surpreendeu! — disse ele, sentando-se a meu lado. — O Rafael falou que você não engolia o leitinho.

Estava explicado. O convite para entrar, o banho, a depilação.

— Eu não sabia que o Rafael era fofoqueiro — disse eu com fingida indignação.

Um brinde, conversamos.

Ele era engenheiro, tinha 31 anos. Assim como eu, era descasado. Sabem por quê? Porque a mulher não gostava de fazer boquete e se recusava ao sexo anal.

— Mas você não vai se recusar, né? — completou.

Senti um arrepio na espinha.

— Eu... eu nunca fiz... — gaguejei.

— Então sou que vou tirar esse cabaço — disse ele. — Agora você me desculpe, mas preciso dormir, que amanhã tenho muito serviço. Se quiser, pode dormir aqui.

Recusei. Mascando o chiclete que ela me dera, voltei para casa. Mariane dormia profundamente, ao lado de Valéria. Ambas só de calcinha. Foi quando me veio a ideia de aumentar o chalé, construindo uma suíte com uma cama grande que permitisse ficarmos os três juntos.

(No próximo capítulo, vou relatar a primeira vez que dei o cu.)

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