O Vizinho HORRÍVEL Fudeu a Gostosa Da Minha Esposa - PARTE 3

Um conto erótico de fodocasadas
Categoria: Heterossexual
Contém 4586 palavras
Data: 15/01/2026 00:53:41

Enquanto esperava a Bruna se limpar, minha mente estava girando. Havia imagens que não conseguia tirar da cabeça. Quando ela desceu as escadas usando aquele vestido vermelho colado. Chamando o Osvaldo de "gostoso" logo antes de chupar ele. Quando ela voltou para mim parada na porta segurando o vestido, o rosto cheio de medo e tesão.

Assim que a Bruna saiu do banheiro, tivemos sexo alucinante enquanto sussurrávamos o quanto nos amávamos. Até peguei ela de ladinho de quatro, uma posição nova para nós, a bunda dela parecia absolutamente de tirar o fôlego batendo contra meu corpo. Mas ainda desejava poder ter pegado ela com o rosto para baixo e a bunda empinada tipo uma putinha de verdade.

Não conseguia imaginar como ela ficaria naquela posição. Não estou reclamando, fizemos mais essa noite do que em todo nosso relacionamento de cinco anos - a provocação, a "traição", e o sexo alucinante. Depois do sexo ficaram lá conversando sobre os eventos, ela me contando os pensamentos e o que eu não ouvi ou vi.

— Te amo tanto, amor — sussurrei no ouvido da Bruna enquanto o corpo nu dela se aconchegava apertado contra mim.

— Eu tava com medo de ter ido longe demais... — a Bruna disse envergonhada.

— Não! — assegurei a ela. — Você foi incrível e foi além das minhas expectativas da fantasia. Nunca me senti tão excitado antes e amo que você fez isso por mim. Mesmo que algumas coisas tenham me surpreendido, não estragou a experiência. — Beijei ela longa e intensamente.

Ela pareceu encantada enquanto me dizia o quanto me amava e que queria que fosse a fantasia que eu sempre quis.

Finalmente ela disse provocando:

— O que te surpreendeu de verdade?

Engoli seco e finalmente grasnou:

— Tudo. Como vocês conversaram, você realmente chamando ele de algo que sempre te pedi por anos, e finalmente as palmadas também me surpreenderam. — Ela ficou cada vez mais vermelha enquanto eu continuava e enterrou a cabeça no meu ombro.

Ela sussurrou no meu ouvido:

— Achei que ia melhorar sua fantasia. Dar pra ele outra coisa que sempre neguei a você. Não queria te chatear, mas lembrei por que isso te excitava então fiz o melhor que pude.

— Ainda não acredito que você furou esses aqui, e ele viu antes de mim. — Enquanto massageava os seios perfeitos, ocasionalmente beijando os mamilos.

— Hmm, desculpa... era para ser uma surpresa. Na verdade fiquei muito chateada quando o Osvaldo conseguiu ver e brincar com eles antes de você. Ele foi tão bruto comigo, amor. Você é muito mais gentil. — Ela colocou a mão sobre a minha enquanto eu beliscava e apertava os peitos dela um pouco mais.

Agarrei ela e olhei nos olhos:

— Quando ouvi você chamar ele de gostoso... Meu estômago foi parar na garganta de ciúmes, mas nunca fiquei tão excitado na vida naquele momento. Fico pensando naquele momento e em como ele conseguiu aproveitar você. De um jeito que nunca me foi permitido.

Nos beijamos mais e mais. Continuei assegurando que ainda a amava e nada tinha mudado. A Bruna, ouvindo o marido tão satisfeito, ficou mais feliz e pensou que talvez essa experiência os aproximasse ainda mais. A Bruna se perguntou quando ele pediria um boquete. Minha esposa queria fazer algo especial, mas quanto mais pensava em como tinha chupado o pau de outro homem e o próprio marido não tinha aproveitado esse privilégio, mais culpa sentia. A Bruna esperava poder fazer com o marido o mais rápido possível para essa sensação de culpa ir embora, mas essa é uma história para outro dia.

***

Acordei na manhã seguinte com uma dor de cabeça terrível enquanto os atos tabus da noite passada lentamente voltavam para mim. A Bruna realmente se submeteu ao Osvaldo e deu a ele um boquete dos tempos. Meu pau doía lembrando de como apaixonadamente ela chupou o pau dele e foi tudo pela minha "fantasia". Quanto mais pensava, mais me preocupava de ter cometido um erro. E se minha esposa lentamente perdesse os sentimentos por mim por causa disso?? Enquanto minha mente girava, olhei para o lado e vi minha esposa sumida.

Bem quando estava prestes a me levantar para checar onde ela estava, a Bruna entrou usando uma calcinha fio dental e uma cropped. Ela tinha uma bandeja de comida e um sorriso que faria o coração de qualquer um disparar. Assim que a vi e senti o amor dela, imediatamente me acalmei e sorri de volta. Ela montou uma mesinha de café da manhã na cama e colocou a bandeja de comida enquanto se aconchegava em mim.

— Todo mundo foi embora e a casa finalmente tá limpa. Achei que você nunca ia acordar, então trouxe comida pra te ajudar a levantar! — Ela riu e beijou minha bochecha.

Já passava do meio-dia enquanto comíamos juntos na cama e conversávamos sobre como a festa foi legal. Eventualmente dei um sorriso envergonhado e perguntei se ela se arrependia da noite passada. Ela sorriu e balançou a cabeça que não. Fiquei instantaneamente aliviado esperando que ela não me guardasse rancor. Conversamos sobre tudo e ela fez a pergunta mágica: essa fantasia saiu do meu sistema? Olhei para ela e finalmente sorri e disse sim antes de fazer amor gostoso com ela.

Enquanto ficávamos pós-orgasmo, tive que perguntar:

— Quando você acha que vou poder ter o tratamento especial do Osvaldo?

Minha esposa corou antes de bater no meu braço dizendo:

— Vamos ter que esperar pra ver, geralmente eu guardo isso pros GRANDES.

Fiquei excitado e com ciúmes ao mesmo tempo, então belisquei a bunda dela fazendo ela gritar e dar risadinhas antes de fazer amor de novo pela segunda vez naquela manhã. Dessa vez levando a Bruna a um segundo orgasmo, muito mais satisfatório.

Levantamos um tempo depois e tomamos banho juntos. Eu e a Bruna nunca nos sentimos tão próximos e apaixonados.

Perguntei o que ela queria fazer no dia e ela disse:

— Um dia relaxante na piscina tomando mimosas — era tudo que tinha em mente.

Agarrei um punhado daquela bunda linda:

— Só se você usar aquele biquíni fio dental brasileiro que comprei pra você. — Ela corou vermelha feito uma maçã e finalmente acenou com a cabeça. Apertei a bunda dela de novo com mais força. Nunca estivemos tão sexualmente carregados em todo o relacionamento. Simplesmente não conseguíamos tirar as mãos um do outro.

Nos arrumamos e desci para a piscina primeiro, tínhamos um bar externo e tudo que precisávamos bem ao lado da piscina. Comecei a fazer as mimosas minhas e da Bruna quando ouvi a porta abrir. Olhei para cima e a Bruna estava usando um top amarelo que fazia os peitos quererem pular para fora e um biquíni fio dental apertado. Ela tinha o cabelo preso bagunçado num rabo que combinava com o biquíni amarelo. Fiquei instantaneamente de queixo caído.

Essa é minha esposa, me senti tão sortudo de poder chamá-la de minha e não conseguia acreditar que fui louco o suficiente para compartilhá-la. O Osvaldo realmente conseguiu aproveitar os lábios macios dela chupando o pau dele até a loucura enquanto eu assistia a metros de distância. Respirei fundo e foquei na Bruna caminhando. Ela me deu um beijo na bochecha e deu uma voltinha.

A bundinha redonda dela quicou e balançou, meus olhos se abriram enquanto eu não conseguia acreditar em como ela estava incrível. Moramos numa esquina então só tínhamos um vizinho, o Osvaldo. Também tínhamos um muro alto que nos dava privacidade. A Bruna pulou na piscina enquanto terminei nossas bebidas. Depois de terminar, trouxe para a piscina enquanto flutuávamos e nadávamos juntos. Depois de um tempo ela saiu para secar e pegar um bronze, não que precisasse com a pele bronzeada e lisa que já tinha. Fiquei dentro e dei algumas braçadas antes de preguiçosamente flutuar numa boia.

Estava quase caindo no sono antes de ouvir a Bruna gritar:

— Ai meu Deus!

Olhei e ela estava segurando o celular perto do rosto e olhou para encontrar meus olhos e disse:

— O Osvaldo acabou de me mandar mensagem!

Fiquei de olhos arregalados e rapidamente saí da piscina, fui até minha esposa e ela ainda estava em choque e me mostra o celular. É uma mensagem longa com uma foto do pau dele anexada.

*"Oi, é o Osvaldo, espero que não se importe que peguei seu número. Não consigo tirar a imagem da sua boca no meu pau. De todos os boquetes que já recebi, o seu é de longe o melhor. Se essa é só sua primeira vez, mal posso esperar pra ver quando você tiver ainda mais experiência. Se você não tiver ocupada, posso dar uma passada quando o maridão não tiver em casa e deixar você 'praticar' mais um pouco."*

O rosto da minha esposa está vermelho vivo enquanto leio a mensagem de novo em voz alta. Apenas nos encaramos e eu não sabia o que dizer.

— Desculpa, amor, só bloqueia o número dele se você se sentir desconfortável e ele eventualmente vai te deixar em paz.

Ela olhou direto nos meus olhos, a mão dela subiu e agarrou meu pau duro como pedra. Ela sussurra:

— Mas você não quer que ele deixe... quer?

Era isso. Ela sabia que isso ainda me excitava e estava me dando a escolha. Eu poderia enterrar a fantasia ou ceder a ela. Pensei sobre a noite passada e finalmente percebi o quanto queria que ela fizesse de novo. Lentamente balancei a cabeça não, cedendo à fantasia.

Ela me puxou para a cadeira ao lado dela e sentou no meu colo.

— O que você quer que eu diga? — ela disse toda nervosa se mexendo no meu colo.

— O que você quiser dizer, amor. — Mal consegui falar.

Ela me olhou antes de me dar um beijo longo e molhado.

— Se você quiser que eu pare, essa é sua fantasia, só fala. Nunca esqueça que só tô fazendo isso por você.

Ela olha para o celular e começa a digitar.

*"Nossa, obrigada pelo elogio, se é que posso chamar assim. Ainda me sinto culpada por ter acabado gostando tanto. Você tem um pau muito grande."*

Ela mandou e fiquei pasmo com o quão direta ela é.

O Osvaldo respondeu quase imediatamente:

*"Não se sinta culpada por se divertir. O que você tá fazendo agora?"*

A Bruna olha timidamente para mim antes de responder:

*"Meu marido saiu fazendo umas coisas e eu tô deitada na piscina pegando um sol (:,"*

*"O que você tá vestindo?"* O Osvaldo manda de volta.

A Bruna me dá um sorriso diabólico e se deita na própria cadeira e tira uma selfie de corpo inteiro mostrando a pele bronzeada e molhada. O biquíni amarelo só destacava as curvas. Ela manda para o Osvaldo e espera uma resposta. Ela me olha enquanto toca a buceta, estamos ambos ficando excitados sem saber para onde isso vai.

*"Mostra as costas!"* O Osvaldo finalmente manda.

A Bruna coloca o celular no timer automático e posiciona na mesa antes de sair na frente tirando algumas fotos mostrando a bunda no fio dental. Só fiquei sentado ali e assisti ela tirar fotos para o Osvaldo enquanto masturbava meu pau por cima do short. Ela escolhe as 2 favoritas e aperta enviar para o Osvaldo. Ela se deita de volta na cadeira. Não dizemos nada um para o outro, mas a tensão sexual está nas alturas. Ouço o celular da Bruna vibrar. Ela abre a mensagem e os olhos se abrem rapidamente. A Bruna olha para o marido antes de olhar de volta e digitar uma resposta antes de apertar enviar.

Eu estava morrendo para saber o que estava sendo dito. Bem antes de não aguentar mais, a Bruna se levanta e caminha até onde estou sentado. Ela olha para cima, o rosto vermelho vivo e olhando para baixo timidamente.

— O que ele disse? — finalmente perguntei enquanto ela sorria para mim, ainda envergonhada. Sem dizer nada ela me mostra o celular.

Depois das fotos que ela mandou, o Osvaldo escreveu:

*"Chego aí em 10 minutos."*

A Bruna respondeu:

*"Isso é tão errado... não acredito que tô fazendo isso... o portão lateral tá aberto, se apressa meu marido não vai ficar fora por muito tempo..."*

Olhei para ela absolutamente chocado. Olhei a hora e tínhamos seis minutos até ele chegar. Ela só ficou me olhando. Sem dizer nada me levantei e a beijei com força enquanto agarrava a bunda perfeita com as duas mãos. Apertei e puxei ela apertado contra mim. Finalmente a soltei vendo o tempo que tínhamos, três minutos. Para deixar isso continuar ou parar, eu tinha feito uma escolha.

Olhei profundamente nos olhos dela e disse:

— Certifica de limpar tudo depois.

Então andei para dentro.

A Bruna ficou de queixo caído dessa vez ouvindo as palavras obscenas do marido, mas isso fez a buceta dela começar a ficar molhada...

Entrei e certifiquei que a porta da garagem estava fechada para o Osvaldo não ver meu carro. Subi para a varanda do nosso quarto que tinha vista para o quintal. Vi minha esposa deitada olhando para o portão lateral esperando o Osvaldo chegar. Fiquei perto da grade e a Bruna me viu antes de mandar um beijo. Fingi pegar brincando antes de recuar para não ser visto, mas ainda conseguindo ouvir e ver tudo.

Depois de uns cinco minutos ouvi o portão lateral abrir e o Osvaldo entrar com uma cara convencida. A Bruna deu um aceno e ficou olhando para ele dando um sorriso nervoso antes de tentar entrar mais no personagem para o marido.

Por mais que odiasse me contar depois, ela estava meio que ansiosa para brincar com o pau gordo dele de novo, só odiava que fosse com um homem tão desprezível.

A Bruna se levantou da cadeira e deu um abraço grande no Osvaldo. Ele apertou a bunda dela e deu uma palmadinha leve e um aperto. A Bruna disse provocando enquanto esfregava o short dele:

— Alguém tá empolgado.

Fiquei na varanda com o estômago embrulhando ouvindo minha esposa perfeita falar com o Osvaldo assim. Sabia que ela estava tentando excitar ele e entrar na minha própria fantasia, mas ainda me deixava louco de ciúmes saber que ela estava dizendo essas coisas para o Osvaldo, alguém que nunca teria chance com ela em outras circunstâncias.

O Osvaldo tirou o pau do short e colocou a mão da Bruna nele.

— Esse ainda é o único pau que você chupou? — O Osvaldo disse enquanto segurava o queixo dela, olhando nos olhos.

Ela acenou, lentamente ficando mais excitada.

— Simmmm. Não acredito que tô fazendo isso de novo com você! A gente tem que se apressar antes do meu marido chegar em casa! — A Bruna começou a masturbar o pauzão nas mãos enquanto dava um olhar safado para o Osvaldo.

— Escuta aqui, vadia, agora que eu tô aqui, vou fazer no meu tempo. Não é todo dia que uma putinha como você quer dar atenção pro meu pauzão. Quero saborear isso o máximo que puder. Agora é sua responsabilidade me fazer gozar antes do seu marido chegar. Se não... ele pode ficar lá assistindo, não tô nem aí. — Ele diz com uma voz áspera cheia de luxúria.

— Aff, você é um porco mesmo... — A Bruna fez biquinho.

Ela o puxa para o portão lateral, mais para onde eu não conseguia mais ver ou ouvir. A Bruna empurra o Osvaldo contra o portão antes dele levantá-la pelas bochechas da bunda e envolver as pernas macias dela ao redor dele. Eles se beijam apaixonadamente enquanto a Bruna desliza o corpo perfeito e apertado contra a barriga desse homem de meia-idade e acima do peso.

Assim que minha esposa e o Osvaldo saíram do campo de visão, rapidamente corri escada abaixo e fui até uma janela aberta perto do portão lateral. Instantaneamente consegui ouvi-los estalando lábios e o grunhido ocasional do Osvaldo. Escutei quietinho sem fazer som. Espiei pela janela e os vi em pé não muito longe contra o portão.

O Osvaldo estava encostado no portão enquanto tinha a Bruna nas mãos, literalmente. Ela tinha as pernas enroladas contra ele e tudo que eu podia ver era as costas dela e as mãos do Osvaldo afundadas na bunda.

Enquanto eu estava ali extremamente com ciúmes, o Osvaldo pensava que a sorte não poderia ser melhor. Essa esposa era a puta perfeita e poucos poderiam se chamar mais lindos. O Osvaldo lentamente a colocou no chão, mas nunca parou de apertar a bunda perfeita da minha esposa. Ela tinha as mãos no peito dele olhando para cima enquanto choramingava. O Osvaldo ficou ousado e deu uma palmada forte nela.

*TAPA!*

— Ahhhhh meuu Deusss — a Bruna geme no pescoço dele.

*TAPA!*

— PORRA! — Dessa vez a Bruna geme ainda mais alto. As costas tinham um arco incrível enquanto rebolava a bunda nas mãos dele.

— Hm, essa bunda foi feita pra um pauzão. Um dia vou arrebentar essa bundinha até ser minha. — O Osvaldo disse presunçosamente antes de dar outra palmada e outro gemido da minha esposa.

A Bruna não responde, só tem o rosto enterrado no pescoço do Osvaldo.

*Espera? Ela tá?* Enquanto olho, vejo a língua da Bruna entrando e saindo da orelha do Osvaldo. Ele está em êxtase completo tendo minha esposa nas mãos enquanto ela o lambia. Era tão sexy vê-los ali em pé, o jeito que o corpo da minha esposa estava sendo dominado estava me deixando louco. O fato dela estar fazendo tudo isso pensando que eu não estava olhando tornava ainda mais safado. Isso continuou por um tempo antes da Bruna finalmente terminar as coisas e se afastar.

Bem antes do Osvaldo ir embora, fiquei pasmo com o comentário dele:

— Já que você guarda sua buceta só pro seu marido, quero que você guarde sua boca só pra mim — o Osvaldo disse com uma voz arrogante.

Estou chocado e puto que ele fez tal exigência. Eu estava morrendo de vontade de receber um boquete da minha esposa e ele realmente queria que ela guardasse a boca só para ele.

O que me surpreendeu ainda mais foi, após um breve silêncio, a resposta da minha esposa:

— Vou ter que pensar nisso. Isso já é tão errado.

Meu queixo caiu, simplesmente voltei para o nosso quarto e esperei ela subir. Ela subiu alguns minutos depois e ficou parada na porta me encarando, dando um daqueles sorrisos sexy famosos, antes de ir para o banheiro sem dizer uma palavra. Bem antes de fechar a porta, ela sorriu para mim de forma sexy mais uma vez e disse:

— Já volto. Tenho que limpar a porra do gostoso da minha boca de novo.

De novo, provavelmente pela quinta vez em vinte e quatro horas, meu queixo ficou aberto com a safadeza da Bruna e a disposição de ir junto com minha fantasia. Comecei a pensar que isso era uma má ideia de novo e o medo de perdê-la para um homem inferior. Logo a Bruna saiu do banheiro e deitou junto comigo na nossa cama.

— Fiz um bom trabalho pra você, amor? — A Bruna me olhou amorosamente e perguntou suavemente.

— Claro, amor, eu tava ficando louco ouvindo os barulhos que você fazia com ele.

A Bruna corou.

— Não quero que você esqueça que só tô fazendo isso por você. O tempo todo que eu tô... com o Osvaldo... sempre fico pensando em como posso fazer melhor pra você. Como posso tornar mais prazeroso pra você. Eu sei que posso... entrar no clima... mas ainda quero te lembrar que é tudo por você, amor. Sempre vai ser.

Sorri para ela e senti o amor dela, toda vez que conversava com ela me sentia seguro e confortável sobre nosso relacionamento. Às vezes esqueço que fui eu quem convenceu ela a fazer isso. A Bruna foi além com um homem que não achava atraente só porque sabia o quanto me deixaria louco de tesão. Quanto mais eu olhava para ela, mais entendia nosso amor profundo um pelo outro.

— Eu sei. Você fez tanto pela minha fantasia, não sei como acabei com alguém tão incrível quanto você. — Digo para ela antes de dar um beijo longo. — Então... você entrou no clima, você disse?

A Bruna parece envergonhada:

— Amor, não. Eu ahm...

— Bruna. — Dou um olhar severo. — Me conta. Quero ouvir você dizer.

Minha esposa viu o olhar nos meus olhos e me deu um sorriso sexy. Tentando juntar coragem, finalmente diz:

— Amor, desculpa, mas ele é tão grande. Finalmente descobri por que ele é tão arrogante e com razão. Toda vez que deslizo meus lábios pelo pauzão gigante dele, sinto o quão masculino ele é. Antes ele era só o vizinho feio da casa do lado, mas agora ele é o MEU garanhão de pauzão. Talvez seja por isso que lá no fundo eu chamo ele de gostoso e não você. Você é meu marido e te amo, mas o Osvaldo... ele é meu gostosão de pau grande. Isso te deixa com ciúmes?

— Puta merda, amor, você tá me excitando demais. Tenho tanta sorte de ter você. — Mal consigo falar.

A Bruna absolutamente amou o efeito que as palavras tiveram no marido.

— Hmm, gosto de ouvir você dizer isso. Te deixou bravo quando engoli a porra dele? Ele tinha um gosto muito bom! Fiz questão de limpar tudo para não desperdiçar nada. Eu tava tão excitada que não queria parar. Provavelmente teria feito qualquer coisa que aquele gordo desgraçado pedisse naquela hora. Senti minha buceta pingando por ele. Porra, desculpa, amor, mas eu queria que ele gozasse pra mim. Antes eu tava tentando fazer um show bom pra você, me ver chupando o pauzão dele. Dessa vez fiz por mim. Tava com sede do pau dele. Queria fazer um bom trabalho pro meu gostoso. Até quando ele foi embora, puxei ele pra onde você não podia ver e dei um beijo longo e molhado sussurrando putarias pra ele... E aí, amor? Gosta de me ouvir falar assim? — A Bruna diz enquanto beija meu peito.

— Ahhh sim. Você tá sendo tão safada. Mas não vou mentir, não gostei da exigência que ele fez quando foi embora... — Disse gravemente olhando para longe.

A Bruna se senta e rapidamente diz:

— Eu não sabia que você tinha ouvido isso! Quando você desceu e nos viu? Amor, desculpa, não queria falar nada pra estragar a fantasia, então não sabia o que fazer. Então só falei que a gente vê.

— Eu sei, amor. Amei o que você fez e o quão safada você foi — assegurei. — Só não gostei que ele queria que você me negasse algo que ele conseguiu aproveitar duas vezes agora.

A Bruna me olha um pouco confusa antes de dizer:

— Não é por isso que essa fantasia te excita tanto?

Virei a cabeça para ela e vi ela sorrindo sexy para mim. Revirei os olhos e finalmente balancei a cabeça relutantemente que sim. Por mais que não quisesse admitir, o pensamento dela chupando o pau dele regularmente enquanto me nega fez meus nervos dispararem.

— Não sei o que quero. — Finalmente disse. Meu coração batendo como um cavalo de corrida. A Bruna senta em cima de mim e me beija por um longo tempo.

— Me conta... de verdade. Podemos parar isso quando você quiser. Você quer que eu guarde minha boca só pro pau do Osvaldo? — ela sussurra devagar no meu ouvido antes de morder suavemente.

Solto um gemido profundo enquanto olho nos olhos azuis claros dela.

A Bruna tira meu pau para fora antes de deslizar para baixo nele e dizer com a voz mais sexy:

— Você quer que eu chupe o pau do Osvaldo enquanto você tá no trabalho? Fazer ele gravar no meu celular e mandar enquanto você tá numa reunião? Convidar ele pra vir nadar? Ter meu corpo liso e em forma se esfregando nele enquanto brincamos na piscina? Pedir pra ele passar protetor solar no meu corpo, antes de chupar o pau dele tipo uma dona de casa safada. Deixar ele bater na minha bunda que eu mantenho em forma pra você? Algo que nem você eu deixo fazer! Ter ele aproveitando sua esposa de mais formas do que você conseguiu!?

Não aguentei mais, gritei no topo dos meus pulmões:

— Simmmm! Quero ver você se submeter àquele gordo desgraçado todo dia!

— Sim, amor!! Issoooo!! Me dá. Reclama sua esposa depois daquele gordo me violou! — A Bruna gritou alto.

Fiquei com medo do Osvaldo ou algum dos vizinhos ter ouvido ela algumas casas adiante.

A Bruna de repente pensa numa ideia para me levar ao limite, ela continua:

— Ahhh meu amor! Tô tão molhada! Pensar em brincar com o pau grosso daquele homem gordo e feio me deixa toda excitada. Ele é um homem tão arrogante e repulsivo, mas tô começando a amar como ele se sente na minha boca. Ele é tão autoritário que não consigo deixar de me submeter diante dele! Me dá vontade de dar pra ele outra coisa que não deixo você ter.

Imediatamente parei de estocar na minha esposa apertada. Olhando para ela questionando.

— O que é? — Digo com uma voz trêmula.

A Bruna se inclina perto da minha orelha de novo e lentamente começa a cavalgar em mim e começa a sussurrar uma letra após cada vez que desliza no meu pau.

— C..." *Tapa!*

— U..." *Tapa!*

— Z..." *Tapa!*

— I..." *Tapa!*

— N..." *Tapa!*

— H..." *Tapa!*

— O..." *Tapa!!*

— Quero dar pro Osvaldo algo que você só sonha. Minha boca e meu cuzinho são só pro meu gostoso, o Osvaldo. — *Tapa!!*

CUZINHO! Minha mente está em frangalhos absolutos, ela realmente queria dar a virgindade anal dela àquele gordo desgraçado. A bunda dela é a coisa mais sexy do corpo e eu sempre quis comer minha esposa em posições sexy para admirar a bunda dela mais, mas nunca tive coragem. A Bruna queria guardar a boca pro Osvaldo e agora a virgindade anal também? Esse homem gordo provavelmente ia dobrar ela e comer de quatro enquanto arrombava o cu dela. As imagens não paravam de aparecer.

Não aguentei. Gritei:

— Você ama ser a putinha dele!! Não ama?!!

A Bruna grita alto:

— EU TE AMO!! Mas eu amo demais ser a putinha suja dele! Não consigo parar de imaginar o pauzão dele!! — As palavras que estávamos dizendo um para o outro começaram a nos deixar loucos até ambos termos o maior orgasmo das nossas vidas.

A Bruna ficou deitada no meu abraço pensando no que acabou de dizer. Ela só disse aquelas coisas para deixar o marido louco, não achava que realmente ia fazer aquilo. Ela sabia que o marido queria que continuasse a ficar com o Osvaldo. A Bruna aceitou chupar a vara do Osvaldo de vez em quando para agradar o marido, mas não achava que realmente conseguiria ou até mesmo aguentar o pauzão do Osvaldo fodendo o cu dela. Sabia o que o marido gostava de ouvir e sabia que ia levá-lo ao limite; mas na verdade não tinha planos de realmente fazer.

A Bruna pensou nas últimas vinte e quatro horas e não conseguia acreditar que tinha chupado o vizinho, duas vezes, e feito tantas coisas safadas no meio. Coisas com as quais o marido sonhou por anos, e agora aqui estava ela com a barriga cheia de porra de outro homem.

Ele era tão desrespeitoso e repulsivo. De alguma forma isso eventualmente acalmou os dois: ninguém ficaria emocionalmente envolvido... além talvez do Osvaldo, é claro; e a Bruna teve o benefício de brincar com um pauzão, e eu realizei minha fantasia.

Eu e a Bruna conversamos sobre nossos sentimentos e o que o futuro reservaria. Se o Osvaldo estivesse no quarto com a gente, teria um sorriso grande e presunçoso no rosto.

***

[Continua…]

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Comentários

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Cara, isso é tortura! Achei que o repugnante ia traçar a bucetinha dela e agora vai deflorar u cuzinho! Manda logo fotinhos dessa putinha para gozar em cima e te mandar. jorgejose23@yahoo.com

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Cara, impressionante o desenvolvimento dessa série! Não dá nem tempo de respirar! Gozada atrás de gozada! Haha

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