Segredos de Uma Mulher Bem Casada - Capítulo 7

Um conto erótico de mari
Categoria: Heterossexual
Contém 5184 palavras
Data: 15/01/2026 01:35:06

## Mariana

No bar Baretto, no Fasano, a Alice, a Gisele e eu estávamos inclinadas no centro da nossa mesa em discussão profunda. Tendo chegado trinta minutos atrás, tivemos várias ofertas de bebidas mas recusamos todas. Disse pro meu bonde que precisava conversar sem distração.

Usei uma calça alfaiataria, salto baixo e um blazer pra manter meus melhores atributos fora de vista.

Comecei relatando os detalhes da nossa conversa, incluindo os problemas de performance do Júlio e nosso diagnóstico do que tava rolando com ele.

— Vocês conversaram sobre terapia? — Gisele disse. — Talvez precisem de um terapeuta sexual.

Balancei a cabeça. — O Júlio não vai fazer isso. Disse que não poderia falar sobre seus... problemas... com um estranho. Bolamos um plano diferente. É sobre isso que queria conversar com vocês.

— O Júlio é um cara tão fofo — Alice disse. — Espero que você não vá machucá-lo.

Suspirei. — Não quero machucá-lo. Mas vocês duas sabem o quanto sexo é importante pra mim. Não posso evitar que me apaixonei por um cara que não consegue — ou mais precisamente não quer — me dar o que preciso desesperadamente.

A Gi pegou minha mão. — Sempre assumi que o Júlio tava te comendo sem dó toda noite. Perdi a conta de quantas vezes você arrancou algum garanhão de um grupo e levou pro seu covil. Pra você largar isso tudo de uma vez e se contentar com um cara só, todas pensamos que o Júlio devia ser dotado pra caralho e te fodendo feito estrela pornô.

Diferente de muitas mulheres que conheço, nunca tinha falado da minha vida sexual com meu marido. Era pessoal e íntimo e se o Júlio descobrisse, ficaria mortificado.

Mas agora precisava de ajuda.

Tomei um gole profundo do meu Martini. — O Júlio e eu chegamos numa encruzilhada. Ou salvamos o casamento, ou seguimos caminhos separados.

Isso trouxe um suspiro do meu bonde.

— Amo ele com tudo que tenho, e quero a opção número um. Mas meu corpo não vai ficar quieto. Não posso continuar como antes. — Baixei a voz. Não queria ser ouvida de jeito nenhum. — Preciso de sexo, preciso de paixão, preciso de orgasmos quentes e massivos. Preciso ser fodida por um homem que sabe o que tá fazendo e como fazer. Preciso de cafajestes. Homens que nunca remotamente consideraria pra um relacionamento fora do quarto. Não preciso de um caso. Preciso ser comida.

Recostei e deixei aquilo afundar.

— E o Júlio? — Gisele disse baixinho. — Você sabe que ele vai pirar, né? Consegue realmente fazer isso com ele?

— Se ele me quer na vida dele, vai me dar isso. Deixei isso cristalino. Na verdade, dei a opção dele fazer a mesma coisa.

— Casamento aberto? — Alice disse, de olhos arregalados.

Fiz uma careta. — Meio que, acho. O que realmente preciso agora é achar uma garota pra ele. Ele basicamente me disse que os problemas de performance dele são minha culpa, não dele. — Recostei e soltei uma risada sem alegria. — Ele essencialmente me disse que sou gostosa e sexy demais pra ele me foder.

— Isso é insano — Gisele disse. — Você tem alguém em mente?

— Tava esperando que vocês duas vadias tivessem algumas ideias.

Alice ficou em silêncio.

— Não deveria ser tão difícil — Gisele disse. — Tem a Sandra, você conhece ela daquele bar na Vila Madalena?

Balancei a cabeça. — Vadia demais. O Júlio pode ter os mesmos problemas com ela.

— Que tal a Marta do escritório? Ela é uma garota bonita e classuda e viu você e o Júlio juntos. Vi como ela olhava pra ele.

— Você tá no caminho certo, Gi, mas a Marta tá comprometida agora. Tá apaixonadíssima.

— Hmmm — Gisele se inclinou pra frente, descansando o queixo nas duas mãos. — Deixa eu ver...

— Eu poderia fazer.

Você podia sentir a brisa do meu queixo quando virei a cabeça rapidamente pra olhar pra Alice. — Você?

Alice olhou pra mesa. — Bom... claro. Eu poderia foder ele por você. — Ela olhou pra cima pra encontrar meu olhar. — Só se você quiser. Só se não atrapalhar nossa amizade. Você vem primeiro, Mariana. Absolutamente.

Pensei sobre isso. Alice é um espetáculo, com certeza. Mas o apelo dela é mais discreto. Eu descreveria ela como linda de forma silenciosa. É bonita, mas não irradia sexo como algumas mulheres.

— Espera aí — Gisele disse. — Não sabia que éramos opções nessa discussão. Coloca meu nome no chapéu também, Mariana.

Todas caímos na gargalhada, a tensão quebrada.

— Vocês são demais, sabia? Amo vocês duas. Desculpa Gisele, mas a Alice é perfeita. Você é sexy demais, porra. — Olhei pra Alice. — Querida Alice, você é linda e maravilhosa. Sexy também, mas não é "escancarada" como a Gisele. — Virei pra Gisele. — Desculpa, bebê, mas tem que ser a Alice. Olha, se isso funcionar, talvez o Júlio precise de mais. Você seria a segunda dele?

Gisele sorriu. — Arrasa com ele, Alice. Quero ser a próxima.

Então tava decidido.

Pedimos outra rodada, que felizmente pagamos nós mesmas, e nos acomodamos pra formar um plano de batalha pra salvar meu casamento.

Naquela noite sentei o Júlio e contei tudo. Não haveria mentiras nem segredos entre nós. Ele ficou horrorizado no começo por tudo estar se juntando tão rápido, mas sabia o que tava em jogo. Eu tinha deixado claro.

Ele concordou.

Aluguei dois quartos lado a lado no Fasano pra sexta e sábado. Até consegui desconto de funcionária. Reservei uma mesa pra quatro no bar Baretto às seis horas.

A Alice e eu decidimos reencenar aquela primeira noite em que o Júlio e eu transamos. Às cinco e cinquenta, nós duas chegamos no bar e fomos sentadas na nossa mesa. Sentamos juntas, com o Júlio à minha esquerda. Seguramos as duas cadeiras restantes, uma à minha direita, a outra à esquerda do Júlio.

— Tá bem, amor? — perguntei, colocando minha mão sobre a dele.

Ele tava nervoso feito um gatinho, e igualmente macio. — Não sei sobre isso, querida. Tem certeza?

Beijei a bochecha dele. — Tenho certeza. Agora ela tá vindo. Entra no papel e tenta se divertir. Você tem uma noite maravilhosa pela frente.

Alice chegou e nós duas levantamos pra abraços. Ela tava deslumbrante, mas num estilo discreto. Usava uma saia lápis cinza justa cortada logo acima do joelho com uma fenda de quinze centímetros, meia-calça fosca com salto baixo, e um blazer alfaiatado com camisete escura. Linda, mas não gritando "Me fode" pro mundo.

Eu, por outro lado, tinha chegado na Mariana completa. Saia de couro preta cortada vinte centímetros acima do joelho com meia-calça preta ultra transparente Gio com costura e calcanhar Charleston sexy. Minha saia era justa o suficiente pra que quando cruzasse as pernas ela subiria e revelaria a parte de cima das meias e até uma liga ou duas. Meu decote mal era coberto numa regata rosa decotada um tamanho menor, sobreposta com um blazer alfaiatado aberto que pouco fazia pra disfarçar os 350ml soltos por dentro. Meu batom era vermelho e tão brilhante que quase dava pra ver seu reflexo. Minha maquiagem era esparsa, com delineador sexy e rímel. Um par de Louboutin pretos brilhantes "So Kate" de doze centímetros fazia todos os sucos fluírem.

Não me importo de dizer, recebi MUITOS olhares famintos.

Mesmo agora tava preparada pra abandonar meu plano. Minha roupa era sedutora e insanamente sexy. Se o Júlio tivesse ficado ligado e me agarrando como todo outro cara no bar queria, teria arrastado ele pro quarto e fodido até o amanhecer.

Mas ele só bebia seu drink e fazia conversa fiada.

Endureci minha determinação pro que vinha.

Por acordo, Alice sentou à esquerda do Júlio comigo à direita dele. Uma cadeira vazia ficou à minha direita.

Ele era um cara sortudo, sentado entre duas mulheres lindas que competiam pela atenção dele.

Mas por acordo prévio, eu tava perdendo. Alice pegou a mão dele nas duas dela e começou a falar com ele em tons baixos e íntimos. Entrei no jogo, inclinando nele por atenção. Beijei a orelha dele, o que parecia sexy pras pessoas em volta. O que não ouviram foram meus sussurros na orelha dele. "Presta atenção nela, amor. Ela é sua pela noite. Vai, conversa com ela."

Que se dane se ele não fez. Meu Júlio soltou um suspiro profundo e exasperado, e talvez na versão dele de desafio, virou longe de mim pra se aconchegar com minha melhor amiga no meu bar de coquetéis favorito. Em pouco tempo a Alice tava no modo sedução total. Já vi ela trabalhar e ela é suave e implacável.

A Alice tem os lábios mais sexy que já vi. Cheios, macios e sensuais, com uma língua longa e estreita, ela me disse que já fez homens gozarem só beijando. Tinha pintado eles num tom lindo de rosa com brilho glossy e contorno de lábios esfumado. E que se dane se ela não tava colocando eles totalmente em jogo no meu Júlio.

Quando ela puxou o queixo dele pra encará-la e levemente o beijou nos lábios, soube que o jogo tava ligado. Os beijos da Alice são inebriantes e o Júlio não ia escapar do feitiço deles.

Vendo uma abertura, um tipo bancário bonitinho me perguntou se minha cadeira tava ocupada mas mandei ele embora. Conferi meu relógio. Dez minutos restantes.

Tinha recusado mais dois pretendentes potenciais quando o Miguel, do escritório da Alice, apareceu. Ele era tão impressionante pessoalmente quanto as redes sociais prometiam.

Esse era o cara sobre quem a Alice me contou que trabalhava pra mesma empresa que ela, mas num escritório diferente. O Miguel uma vez fodeu ela tão completamente que ficou num estado de confusão o dia inteiro seguinte. Ele era não confiável pra caralho, no entanto, e definitivamente não era material de namorado.

Levantei e cumprimentei o Miguel com um abraço breve, me apresentando e gesticulando a cadeira ao meu lado. Ele pegou e pediu uma cerveja.

O Júlio se desengajou da Alice e encarou o Miguel por um longo momento. O Miguel estendeu o braço por cima de mim e ofereceu a mão. Relutantemente, o Júlio pegou.

— Oi, Miguel. Lembra de mim? — Alice acenou do outro lado do Júlio.

— É, claro. Como você tá?

A Alice tinha convidado o Miguel pro bar hoje à noite. Prometeu pra ele uma "coisa certa" com "uma dez". Ela não revelou que o Júlio era meu marido.

O Miguel pode não ser material de namorado, mas era suave. Ele me elogiou de mais jeitos do que o Júlio jamais faz. Disse que ama mulheres de couro preto. Fica especialmente excitado com Louboutins. Até elogiou minhas meias. Isso me deu a chance de explicar que era modelo de pernas e até levantei pra mostrar como ganhei esse papel. Ele lambeu os lábios e me olhou de cima a baixo sem constrangimento. Dobrei o joelho levemente na direção dele. Ele aceitou o convite pra acariciar levemente a parte interna da minha coxa. Minhas meias magnificaram o toque dele, enviando pequenas ondas de choque direto pra minha buceta.

Amei a atenção. O desejo nu no rosto dele, a linguagem corporal, a emoção do toque, tudo levou meu anseio às alturas. Me senti ficando molhada, me arrepiando com o olhar faminto dele.

Sentei de volta e girei em direção ao Miguel, cruzando as pernas na direção dele, tirando o máximo de som sussurrante das minhas meias. A bainha de couro da minha saia subiu um pouco mais, expondo ainda outra liga prendendo minhas lindas meias ultra transparentes. A implicação era óbvia. Ele logo veria elas desobstruídas de couro preto apertado, mas por agora precisava dele louco de febre por mim.

Queria sentir mais uma vez como uma mulher que era desejada. Precisava estar com alguém, mesmo por algumas horas, que abertamente me cobiçava. Uma mulher pela qual um homem se envergonharia pra chegar.

Me inclinei nele e peguei um punhado de cabelo do meu colo. Acho que é meu tique. Quando brinco com meu cabelo, normalmente significa que tô excitada. Quando passo por cima do homem com quem tô, tô dizendo que tô excitada por ele.

Quando o Miguel disse algo que me fez rir, dei uma risadinha deliciosa e rodopiei um punhado de cachos pretos grossos sobre o nariz e a boca dele. Só o deixou mais ousado. Como pretendido.

O Miguel colocou a mão na minha coxa e apertou gentilmente. Passou pela minha perna até a borda da minha saia. Na minha periferia, podia ver a Alice puxando o olhar do Júlio pra longe de mim. Ela plantou um beijo apaixonado nos lábios dele e o segurou lá enquanto a mão do Miguel subia. Ele enrolou os dedos em volta do topo da minha meia e deu um puxão gentil. Explorando mais, os dedos dele circularam uma liga e brincaram com o pequeno botão pressionado na trilha de metal, um sinal claro de que tava pronto pra me despir.

O Miguel se inclinou perto e começou a sussurrar palavras doces e sexy. Como eu era linda. Como eu era "além de sexy" e "incendiária". Ele sussurrou como adoraria me ver nua. Deliberadamente encarei a virilha dele, vendo crescer diante dos meus olhos.

A essa altura eu tava pingando de tesão. Minha calcinha tava enchendo rápido e se não tomasse uma atitude logo, na hora que levantasse de novo, meus sucos transbordando mostrariam pro mundo o verdadeiro estado em que me encontrava.

Virei pro Júlio e pra Alice. — Tenham uma noite linda vocês dois.

Dei um beijinho na bochecha de cada um. A expressão no rosto do Júlio era de choque e consternação, mas a Alice me garantiu que cuidaria bem dele.

Levantei e ofereci minha mão pro Miguel. Ele pulou e o levei rapidamente pra fora do bar. Os olhos do Júlio queimaram um buraco na parte de trás da minha cabeça, mas a essa altura eu tava tão excitada que mal conseguia ver direito.

No elevador do hotel, o Miguel tava em cima de mim. A mão dele pegou um peito e a boca roeu meu pescoço. Ele instantaneamente achou aquele lugarzinho e me deixa insana de tesão, me forçando a puxá-lo apertado contra mim, urgindo ele silenciosamente a ir mais forte.

Perdi a batalha de manter minhas meias secas quando minha calcinha começou a vazar, enviando pequenos fios de suco de buceta pelas minhas pernas.

Puxei a boca do Miguel pra minha e enfiei minha língua dentro dele, confiante que estaria gozando em minutos.

Tropeçamos no quarto. Meu blazer já tava desabotoado pra fácil acesso, então simplesmente deixei cair os braços e deixei cair no chão. O Miguel puxou o zíper lateral pela minha cintura. Mesmo enquanto minha saia de couro se acumulava em volta dos meus pés, ele tava puxando minha regata por cima da minha cabeça. As ondas massivas do meu cabelo tornaram a pequena peça justa difícil pra ele tirar suavemente, então ele fez algo que me levou ao limite. Colocou as duas mãos juntas e rasgou minha regata pela frente, literalmente arrancando do meu corpo. Sem sutiã, é claro.

— Deixa o resto — ele rosnou, se referindo às minhas meias e Louboutins, confiante e no comando.

Enquanto isso tinha tirado o cinto dele e jogado na cama, pra depois. Imitando o movimento dele, puxei a camisa dele, espalhando vários botões pelo chão. Ele já tinha chutado os sapatos e tudo que restava eram as calças e o que quer que estivesse vestindo por baixo.

Puxei as calças dele e parei, hipnotizada pelo volume enorme e gordo fazendo barraca na cueca.

— Toda sua, gata — ele disse.

Puxei a cueca dele e fui confrontada com um monstro de vinte centímetros, tão grosso que parecia que mal conseguiria colocar duas mãos em volta.

Pulei na cama e sentei na beira, abrindo as pernas. — Me faz gozar e serei sua pela noite — ronronei.

O Miguel imediatamente se ajoelhou no chão e atacou minha buceta. Tinha lido todos os sinais e sabia que eu não precisava de muitas preliminares agora. A língua dele avidamente lambeu os sucos derramando da minha xana enquanto o polegar molhado dele circulava o perímetro do meu clitóris. Ele enfiou a língua fundo dentro de mim, me fodendo oralmente enquanto o polegar dele mirava.

Ele sabia o que tava fazendo, tornando certo que múltiplos orgasmos estavam no meu futuro. Isso me permitiu me acomodar nas ministrações dele, segura no conhecimento de que tava com um amante experiente que me daria tudo que eu precisava.

Como o homem experiente que era, ele mudou e deslizou os dedos dentro de mim e começou um ataque direto no meu clitóris com a boca. Os lábios dele foram primeiro e logo a língua molhada se juntou à ação. Aquele formigamento familiar e desesperadamente sentido cresceu fundo nas minhas entranhas e rapidamente se transformou numa onda luxuriosa de pura eletricidade, irradiando da minha buceta e por todo meu corpo.

Ele não precisou de direções. Pressionou a vantagem e me construiu numa criatura se contorcendo, uma criatura de pura luxúria. Então, NO MOMENTO EXATO CERTO, virou os dedos pra cima no meu ponto G e enfiou os lábios e a língua com força no meu clitóris.

Santa mãe abençoada de Lilith.

Explodi num frenesi orgásmico selvagem. Esguichei no rosto dele com meu gozo, não uma coisa típica. Meus dedos dos pés enrolaram; minha boca abriu num grito. Enrolei minhas coxas em volta da cabeça dele e o puxei pra dentro de mim com as duas mãos enquanto me contorcia e bombeava e espreeeeeemia meu orgasmo pra sempre sobre o rosto dele enquanto tamborilava nas costas dele com meus saltos cobertos de meia.

Os dois ofegantes, o soltei e caí de volta na cama. Recuperando o fôlego, rosnej: — Sobe aqui, porra.

O Miguel pulou na cama mas antes que pudesse se orientar eu tinha a cabeça do monstro dele na minha boca.

— Isso, bebê. Chupa meu pau. Você sabe o que tá fazendo.

Tinha sido meses desde que tinha um pau grosso e suculento tão grande na minha boca, mas não tinha perdido o jeito. Parei e coloquei minha língua pra trabalhar, ensaboando ele. Ele era tão grande que precisava de mais lubrificante, mas tinha um suprimento natural à mão. Mergulhei uma mão na minha buceta e passei meu gozo em volta da haste poderosa dele. Isso o mandou num frenesi e ele começou a se contorcer. Mas ainda não tinha dado o meu melhor.

Abri a mandíbula e deslizei os lábios ao longo da haste agora escorregadia dele. Logo tava facilitando a cabeça de cogumelo dele fundo na minha garganta até meus lábios beijarem a base dele. Tinha aprendido há muito tempo a suprimir o reflexo de vômito.

— Ah, bebê, você conseguiu. Isso é tão gostoso pra caralho, gata. Pode chupar pau como ninguém. Vai bebê, me dá tudo e vou fazer valer a pena.

Dei.

Usei minha língua pra massagear a glande dele, combinando com uma ação de engolir na minha garganta e o franzir dos meus lábios em volta da grossura dele. Tinha aperfeiçoado essa técnica de boquete de garganta profunda anos atrás e era garantido matar o dragão em tempo recorde. Nunca conheci um homem que conseguisse aguentar mais de um ou dois minutos sob meu ataque de três pontas. É claro que podia prolongar infinitamente se quisesse, mas a primeira gozada dele ia ser rápida. Ele tinha feito por mim, e eu tava retribuindo o favor.

Senti a carne dele expandir. Me preparando pro belo rush, abri minha garganta e enrolei a ponta da minha língua fundo na glande dele. Isso o mandou despencando pela borda. Minha língua ansiosa bombeou a semente jorrando dele fundo dentro de mim. O pau dele tava tão fundo na minha garganta, ele esguichou direto no meu estômago. Enquanto ele gozava, puxei até a metade e massageei a parte de baixo do pau pulsante dele com meu lábio inferior sobre os dentes, arredondando o orgasmo dele com uma língua forte e um polegar pressionando, enquanto apertava as bolas dele com a outra mão, drenando ele.

Quando ele terminou caí dele e na cama. Nós dois tínhamos tido orgasmos massivos de quebrar a terra e ainda nem tínhamos fodido.

Rastejei ao lado do Miguel e deitei de frente pra ele, me perguntando se ele queria me beijar. Fios de gozo escorriam entre meus lábios.

Ele não decepcionou. Ver minha boca cheia do gozo dele o mandou pela borda. Ele socou a língua entre meus lábios e nos pegamos com paixão não diminuída. Nossos corpos se pressionaram juntos; nossas mãos exploraram e sondaram os corpos um do outro com luxúria carnal úmida. Os músculos duros e grossos dele e a bunda redonda e deliciosamente firme me deixaram fraca de desejo.

Ele deslizou pelo meu corpo e chupou um mamilo na boca. Porra, ele era bom. A língua dele circulou minha aréola; os lábios franzidos em volta do meu mamilo. Meu outro peito recebeu atenção também, o polegar e o indicador dele expertamente trazendo à dureza. Ele tava completamente sintonizado com meu corpo, sentindo meu prazer disparar enquanto brincava com meus peitos. De alguma forma descobriu que posso gozar com brincadeira nos mamilos e ele chupou e lambeu e brincou comigo até que foi exatamente isso que fiz. Meu segundo orgasmo não foi tão poderoso quanto o primeiro, mas foi maravilhoso.

Melhor ainda, o interlúdio foi longo e sexy o suficiente pra trazer o pau dele de volta. No instante em que senti a dureza dele, agarrei a haste grossa com as duas mãos e toquei como uma flauta nos meus dedos.

Deitei de costas e abri as pernas. — Vem aqui, gatão e me fode. Me fode forte. Me fode até eu ficar estúpida. Me faz sua vadia e me fode AGORA!

O pau enorme e grosso dele deslizou pra dentro de mim como um raio engraxado. Enrolei minhas pernas em volta dele, sentindo o puxão delicioso nas minhas ligas, minhas meias facilitando a fricção entre nossos corpos enquanto ele enfiava fundo. Com cada empurrão violento eu soltava um "AH!" alto, o topo da minha cabeça socando a cabeceira, os golpes amolecidos com um travesseiro pesado. Me gloriei na comida que ele tava me dando e amei, amei, AMEI a sensação de um pau poderoso e habilidoso serrando pra dentro e pra fora de mim mais uma vez.

Inevitavelmente gozei uma terceira vez, gritando e me contorcendo. Ele tirou e me virou como a boneca de pano que eu era. Ele me puxou pra cima de quatro e socou o pau grosso dele de volta exatamente onde pertencia. Ele enfiou aquele monstro pra dentro e pra fora da minha buceta alegre e ansiosa, as bolas dele batendo na minha bunda com cada investida.

***

Amo, amo, amooooo ser fodida de quatro pra valer, e ele era um mestre. A paixão dele tava lá em cima, como a minha, e juntos tínhamos completamente perdido a cabeça. Ele não era o Miguel; ele era um pau grosso e brutal, uma boca cruel e habilidosa, e um corpo lindo e musculoso. Eu era uma máquina de gozar selvagem e espasmódica, completamente perdida na luxúria e desprovida de pensamento racional.

Ainda forte, ele tirou e com a cabeça do pau dele, massageou meu clitóris até eu estar ofegante, bem na beira. Sabendo exatamente quando eu tava pronta, ele socou a haste poderosa de volta pra casa e explodi em êxtase, apertando minhas pernas em volta da grossura dele e trabalhando ele longo e forte. Apeeeeertei minha buceta em volta da haste poderosa dele com a força de uma prensa hidráulica.

Virei a cabeça e rosnej pro homem atrás de mim. — Me dá sua carga, Miguel! Goza dentro de mim e me enche!

Ele não precisou de encorajamento. Agarrou meus quadris e explodiu dentro da minha xana, me enchendo com a porra cremosa e quente dele. O pau dele pistonava pra dentro e pra fora de mim num frenesi orgásmico de movimento enquanto minha buceta puxava cada último espasmo e pulsação do pau dele.

Ainda de quatro, rastejei pro travesseiro, ejetando o pau dele do meu buraco de prazer. Rolando de costas, abri bem e esperei ele responder.

Ele não decepcionou. A boca dele tava na minha buceta de novo, apesar do rio do próprio gozo dele derramando. A língua dele foi imediatamente trabalhar. Pressionei firmemente na cabeça dele com minhas coxas, alheia às minhas ligas cavando fundo na pele dele. Pulsando minhas pernas em volta do pescoço dele, o segurei prisioneiro tempo suficiente pra construir nós dois de volta num frenesi excitado.

Enquanto a língua dele chupava, minha buceta começou a pulsar de novo, lubrificada pela mistura do gozo dele e meu núcleo encharcado.

Meu cérebro de buceta gritava por mais, mais, mais. Levantei uma perna e coloquei meu pé no peito dele. Com um empurrão poderoso, o joguei de costas. Pulei no corpo pesado dele e me empalei na haste dele dura o suficiente, cavalgando ele. Apeeeeertei o membro maravilhoso dele com minha buceta até ele voltar à dureza total, onde comecei a afirmar minha dominação sobre ele, subindo e descendo com poder e velocidade cada vez maiores.

Tendo gozado duas vezes já, ele não ia explodir por um bom tempo e eu tava só começando. Coloquei minhas mãos no peito dele e baixei meu rosto perto do dele. — Isso foi um ótimo começo, garanhão. Mas essa é uma luta de campeonato até o fim. Quinze rounds. Agora vou realmente te foder. Acha que consegue me aguentar?

Os olhos dele arregalaram. Deve ter pensado que eu tinha tido o suficiente. Nem de longe.

Ainda montada nele, estiquei a mão pra mesa de cabeceira e peguei dois comprimidinhos azuis. — Mastiga esses, garanhão. Funcionam mais rápido assim.

Ele obedeceu.

Passei os próximos vinte minutos deslizando pra cima e pra baixo na grossura dele, fodendo ele gentilmente enquanto as drogas começavam a fazer a mágica. Quando aquela dureza clássica de Viagra apareceu, moí meu clitóris na base dele e me construí de novo num tom febril.

Voltei pra quatro e balancei minha bunda no rosto dele. Com uma mão, puxei minha bochecha esquerda da bunda longe da direita. — Vem pegar, Miguelzinho bebê. — Estiquei a mão pra mesa de cabeceira e joguei o lubrificante pra ele.

Vi ele lubrificar o pau. Ele espremeu um pouco nos dedos e deslizou dentro da minha porta dos fundos. Ele era bom, me dando primeiro um, depois dois e eventualmente três dedos. Quando soube que eu tava pronta, pressionou a cabeça de cogumelo do pau dele contra meu buraco e empurrou. Estourou pra dentro, bom e escorregadio.

Porra eu tava cheia. Tão deliciosamente preenchida com pau, minha bunda tava pegando fogo.

— Puxa meu cabelo, puxa meu cabelo — gritei. Ele agarrou dois punhados e puxou minha cabeça até eu encarar o teto, misturando dor com prazer e levando minha luxúria tão alta que eu era tipo um cachorro babando no cio. O puxão de cabelo angulou minha bunda pra alinhar perfeitamente com o poste de ferro dele. Ainda de quatro, serrei pra frente e pra trás na dureza dele, minhas coxas e joelhos fornecendo a ação.

Tinha sido quase um ano desde que tinha uma boa fodida no cu de verdade. Tava tão excitada, tão perdida na luxúria, não conseguia pensar, não conseguia ver direito. Me joguei pra trás e enfiei aquele monstro até o cabo, enterrando ele fundo dentro da minha bunda enquanto sentava ereta no colo dele. Ele enrolou os braços em volta de mim e brincou com os dois mamilos, rolando eles expertamente nos dedos. Virei a cabeça, não precisando beijar ele, não realmente, então ele puxou meu cabelo e afundou os dentes no meu pescoço. Uma das mãos dele foi pra um mamilo e a outra pro meu clitóris.

Meu cérebro em sobrecarga, meu corpo inteiro sob ataque, fui balística. Minha bunda, minha buceta e meus peitos estavam sob ataque total. Gritei em orgasmo de corpo inteiro, pulando no pau dele e usando minhas mãos pra empurrar os dedos dele com força no meu clitóris e dentro da minha buceta, enquanto a outra amassava meus peitos.

Foi a explosão orgásmica mais de tirar o fôlego, impressionante, devastadora e selvagem da minha porra de vida inteira.

Sério mesmo.

Ainda não tínhamos terminado. Nem de longe.

Três horas depois o Miguel tava soluçando e ofegante. Apesar das doses massivas de Viagra, o pau dele tava gasto. A boca dele tava sangrando e tinha torcido o ombro. Acho que me empolguei.

Ele sentou na beira da cama, olhando pra mim como se eu fosse uma criatura alienígena da galáxia de Andrômeda.

Eu, tava deitada de costas com as pernas abertas.

— Vai me foder? — ironizei. — Ou tá todo sequinho, feito uma garotinha?

— Terminei, gata — ele disse, entre soluços. — Não consigo mais. Queria poder, queria mesmo. Você, você não é humana.

— Que porra você quer dizer com isso? — gritei. — É assim que me trata? Me fode e me insulta, tudo de uma vez?

Estiquei a mão pra mesa de cabeceira e abri a gaveta. Alcançando dentro, puxei meu vibrador favorito. Depois de umedecer com meu próprio gozo pingando pelas minhas coxas, socquei ele no lugar e liguei a potência. Olhando o Miguel direto no olho, bombardeei aquela haste poderosa e vibrante completamente pra dentro e pra fora da minha buceta fervente num ritmo constante.

Balançando a cabeça, o Miguel levantou e vestiu as calças. Achou os sapatos e a camisa, menos todos os botões. Joguei o cinto dele com uma mão. Tava melecado. Ele silenciosamente se vestiu enquanto eu me construía outra. Com uma manqueira distinta, chegou na porta, enquanto eu tava me contorcendo e me retorcendo, meu orgasmo quase sobre mim.

— Te vejo por aí, boneca — ele disse escorregando pela porta enquanto eu gozava de novo. Rosnej "Não vai não" enquanto a porta clicou fechada.

Depois de vários minutos deitada de costas, recuperando o fôlego, escorreguei o dildo monstro pra fora da minha buceta e joguei na cama. Meus sapatos tinham desaparecido há muito tempo e minhas meias estavam amontoadas nos meus pés. Sentei e tirei elas e caminhei pro banheiro. Ligando o chuveiro, entrei e passei vinte minutos me limpando de tudo que era Miguel, fazendo ducha duas vezes e abrindo minha bunda bem, mirando o spray portátil no meu traseiro até ter certeza que não tinha mais gozo dentro do meu buraco de glória. Uma dor surda emanava da minha buceta bem esfregada; minha recuperação levaria alguns dias.

Saí do chuveiro e vesti o roupão do hotel. Escovei os dentes vigorosamente. Um toquezinho de perfume. Secando meu cabelo com uma toalha, caminhei de volta pro quarto e pra porta adjacente.

Abri meu lado e bati suavemente na porta do outro quarto. Levou pelo menos trinta segundos antes de abrir. Segurei a respiração, temendo o que podia encontrar. Era ali que a Alice tinha levado o Júlio e eu tava desesperada pra descobrir como tinha rolado.

Era quase meia-noite. Tinha estado fodendo por quatro horas seguidas antes do meu banho.

Quando empurrei a porta, o Júlio tava lá de cueca e camiseta.

***

Nota: A intensidade da noite de Mariana contrasta brutalmente com o que ela está prestes a descobrir sobre como foi a noite do Júlio com a Alice. O experimento de casamento aberto que propôs está apenas começando, e o verdadeiro teste será ver se isso salva ou destrói o relacionamento deles.

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Primeiro ela o colocou contra a parede, precionou, coagiu, depois manipulou e por último usou a tática do (é dando q se recebe), e colocou uma outra mulher a disposição do marido, só pra saciar suas fome de vadia, eu não consigo ver amor dela por ele, vejo uma mulher q viu nele a oportunidade de refazer sua vida,viu a oportunidade de esconder seu passado atrás de um homem bom, digno, íntegro, só consigo ver nela egoísmo, mau carátismo e devassidão, como dizem, existem mulheres pra comer e mulheres pra casar, ele não se enquadra no perfil pra casar, ela pode ser casar o comedor mais foda do planeta, q mesmo assim na se dará por satisfeita, em pouco tempo de casamento ela acabaria buscando por outras rolas,.por outros machos melhores q o marido, a insatisfação dela não está no corpo, mas sim na mente

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