Ep. Extra: “Minha esposa grávida quer leite de pai postiço”

Um conto erótico de Apolo Bastien
Categoria: Heterossexual
Contém 991 palavras
Data: 15/01/2026 03:19:26
Última revisão: 15/01/2026 06:37:27

Era uma quinta-feira abafada de janeiro, o calor de verão grudando na pele como óleo. Eu tava em casa, sem camisa, suor escorrendo pelo corpo treinando, quando o Telegram piscou.

Mensagem de um número desconhecido, mas o texto veio direto:

“Boa noite. Meu nome é Marcos. Minha mulher tá grávida de 9 meses, prestes a parir, e tá louca de tesão… Ela nunca teve desejo de grávida ou pediu nada, mas agora só fala em pica preta, grande e larga. Diz que o bebê está chutando exatamente ali, pedindo companhia de um pauzão. Eu sou branco, piru pequeno, não dou conta.

Ela viu seu perfil no Privacy e ficou obcecada. Quer você. E eu quero ver.

Pode vir hoje? Endereço embaixo. Traga quem quiser, ela está faminta. E precisa ser sem camisinha. Ela quer sentir tudo.”

Meu pau pulsou na bermuda antes de eu terminar de ler. Eu nunca tinha ido num rolê de casal hetero assim, mas a ideia de comer uma grávida na frente do marido branco de pau pequeno, e ainda trazer amigos... isso era poder puro. Respondi ditando regras:

“Chego em 40 minutos.

Levo dois irmãos, vamos encher ela de leite pra fazer companhia pro seu filho.

Ela fica pelada e de pernas abertas quando eu chegar.

Você assiste calado, sem tocar.”

Chamei o Diogo e o Rafael — dois caras pretos, altos, pauzudos, que eu já tinha usado em outros rolês. Eles toparam na hora: “Vamos foder a grávida do corno?”

Chegamos na casa simples de subúrbio. Marcos abriu a porta, pálido, nervoso, mas com tesão nos olhos. Ele era magrinho, uns 30 anos, barba rala, short marcando um volume pequeno. Nos levou pra sala, onde a mulher dele, Ana, tava esperando.

Ela era linda, branquinha, cabelo curtinho e moreno, a barriga imensa e pontuda, redonda e dura, peitos pesados vazando leite, pele clara esticada, coxas grossas abertas no sofá. Nua, como eu mandei. A buceta inchada de grávida, lábios vermelhos e molhados, clitóris protuberante. Ela me olhou de cima a baixo, olhos brilhando, e disse com voz rouca:

“Você é o deus do pauzão preto?

Vem me foder, por favor. Tô desesperada. ”

Marcos sentou numa cadeira do lado, mãos no colo, pauzinho duro marcando no short. Eu tirei a camisa, bermuda, deixando o pauzão saltar: grosso, veiudo, 22cm ereto, cabeça brilhando. Diego e Rafael fizeram o mesmo — paus pretos enormes, balançando pesados.

Ana gemeu só de ver. “Meu Deus... olha o tamanho...”

Eu me aproximei, segurei a barriga dela com as duas mãos, sentindo o bebê se mexer lá dentro. “Relaxa, cadela grávida. Teus desejos acabaram de virar realidade.”

Comecei devagar: enfiei a cabeça na buceta inchada dela. Ela gritou, as pernas tremendo, barriga chacoalhando. “Ai, caralho... tá abrindo tudo...” Eu socava fundo, sentindo o colo do útero apertado contra a glande e o bebê respondia com um chute forte, como se quisesse dizer 'mais, mais forte, enche minha mãe'.

Marcos assistia, olhos vidrados, mão no pauzinho pequeno, se punhetando devagar.

Diogo foi pro lado, botou o pau na boca dela. Ela chupava com fome, baba escorrendo, gemendo no pauzão preto enquanto eu fodia. Rafael se posicionou atrás, lambendo o cuzinho dela, enfiando a língua enquanto eu metia na buceta.

“Troca”, eu disse. Saí dela, e Diogo entrou no lugar. Ana gritou de novo, barriga tremendo. “Dois paus pretos... me enchem...” Rafael meteu no cuzinho dela ao mesmo tempo — DP perfeita. Os dois paus roçando um no outro dentro dela, esticando ao limite. Ela gozou forte, leite escorrendo dos peitos, buceta apertando, molhando tudo.

Marcos não aguentava mais. “Por favor... deixa eu provar também.”

Eu ri. “Você não fode ela. Você mama o pau que fodeu tua mulher.” Puxei ele pra perto, sentei no sofá, pauzão latejando. Ele caiu de joelhos, abriu a boca e engoliu. Chupava com desespero, olhos lacrimejando, enquanto via a mulher dele sendo arrombada por dois paus pretos na frente dele.

Ana gozou de novo, gritando: “Tá me enchendo... sinto os dois pulsando dentro...”

Diogo e Rafael gozaram juntos — leite quente jorrando no útero e no cu dela, misturando, formando um líquido pegajoso e batido de diferentes homens, escorrendo pelas coxas. Ela tremia, barriga chacoalhando, leite pingando dos peitos.

Eu segurei a cabeça de Marcos, fodi a boca dele fundo. Quando senti que ia gozar na garganta do corno, parei de meter na boca dele e fui direto na buceta da grávida, que agora escorria aberta. Deslizei com facilidade naquela buceta quente e molhada, meu pauzão batendo dentro dela e gozei, enchendo com o acúmulo de porra que eu estava fazendo há uma semana. A barriga tremia a cada gozada dentro, e os chutes vinham em sequência, a barriga dançando no leite quente dos três.

Ela gemia e tremia.

“Boa, vadia. Sente dentro a porra que teu filho vai crescer comendo.”

Depois, silêncio. Ana deitada no sofá, barriga enorme brilhando de suor e porra, buceta e cu escorrendo leite branco. A cama toda suja da porra de três. Marcos gozado, sozinho, em um canto.

Ela sorriu fraca: “Nunca me senti tão cheia... tão satisfeita. Obrigada, meninos. Agora meu filho pode nascer em paz”

Marcos limpou ela com carinho, beijando a barriga. Lambeu a buceta dela que ainda escorria. Recolheu a roupa de cama toda molhada da porra de outros homens. Eu vesti a bermuda, dei um tapa na bunda dela e disse: “Se precisar de mais pica preta, me chama. Semanalmente, se quiser.”

Saí com Diogo e Rafael.

No carro, o celular vibrou. Mensagem de Marcos:

“Obrigado, Senhor. Ela tá feliz, sorrindo, dizendo que nunca gozou tanto. A barriga tá se mexendo mais forte agora.

Ela quer você toda semana. Pode vir?

Grávida e ainda faminta de pauzão preto.”

Eu sorri. O lobo solitário tinha acabado de ganhar uma fêmea grávida pra usar e um corno pra assistir.

Dias depois, o bebê nasceu, negro.

Fim.

Leia meus contos, comente e quem sabe eu penso em trazer mais histórias pra vocês!

Ass: Lobo

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