No presídio as visitas íntimas eram nas quartas, nos domingos eram pras famílias. A regra é: cada preso que receber a sua visita tem que subir pras celas separadas das íntimas, ou ficar esperando nos corredores, fazer reserva esperar até serem chamados pelos campanas.
Olá pessoal tudo bem? Sou o Gilberto, Gil, 29 anos, branco, magro falso, 1 metro e 80, 95 quilos, uso cavanhaque, me acho um cara bonito, um pau um pouco acima da média nacional, grosso e tem um cabeção enorme.
Isso foi na quarta-feira passada, o meu colega de cela, o Carlão teve que ir em uma audiência, a situação foi que a SUSEPE enviou um e-mail pra administração, eles não mandaram a notificação pra galeria. Quando sua mulher chegou pra visitá-lo, era pra deixá-la na nossa cela, junto com a minha, as duas se tornaram amigas no presídio.
Eu e o Carlão éramos colegas na mesma empresa quando fomos presos, foi por um desvio de verbas do gerente, e como nós éramos das finanças, tudo caiu nas nossas costas. Pegamos uma cadeia de 3 anos. Quando chegamos na prisão, ficamos na mesma cela e na mesma "JEGA" (cama de concreto). Já faz seis meses que estamos presos. (Ele é um cara muito tímido, não tinha a malícia que eu tinha, eu já vivia nas vilas desde pequeno, ele é garoto de apartamento, nós somos primários).
Na quarta-feira passada, nós estávamos esperando as nossas visitas no pátio, como nós temos celulares camuflados, o plantão me chamou avisando que o meu pessoal ligou dizendo que não poderia vir, que não tinha dinheiro, fiquei muito chateado comigo mesmo, estava deixando a minha mulher passar necessidades. Voltei pro pátio pra falar pro Carlão. Quando estava descendo as escadas pro pátio, o (campana) do portão estava gritando o seu nome, achei que era a sua mulher chegando, fiquei feliz por ele, realmente é um cara muito legal, meu bruxo mesmo, quando passei por ele falei rápido:
— Bha Carlão a Rosana não vem hoje.
Ele só fez uma cara de decepção e foi pro portão receber a sua esposa. Segundos depois, voltou correndo pra falar comigo:
— Ei vagabundo, não era ela, mas deu merda irmão, tenho uma audiência agora no fórum de Porto, se a Débora chegar, fica com ela até eu voltar!
Quando fui dizer que poderia ficar tranquilo, ele saiu correndo. O cara do portão gritou: "Eiiiii Carlão, visita no portão!". Levantei e fui receber a Débora. Ela estava com uma sacola cheia de coisas, me olhou, sorriu e perguntou onde ele estava. Falei que tínhamos que sair do portão, peguei a sacola e fomos pra área de visitas no pátio. Contei da audiência e ela ficou muito chateada, mas a acalmei dizendo que ele voltaria em três horas.
Ficamos conversando em cima do meu colchão, muitos casais sentados. A Deby falou que, já que ele não ia poder comer o que ela trouxe, era pra nós comer se não iria estragar. Acabamos comendo juntos, com a mesma colher de plástico, dando risadas. Ela me entregou uma nota de dinheiro e uma carta que o Carlão mandou pra mim, dizendo pra eu comprar suco e o que a gente precisasse pra passar o tempo. Fui buscar um suco de saquinho que custava 5 reais.
Nisso começou a chover muito forte. Tivemos que subir pra galeria. Fomos pra minha cela e a Débora falou que estava com sede. Ficamos deitados conversando e o campana me chamou dizendo que tinha uma cela íntima liberada pra nós (ele não sabia que ela não era minha esposa). Ela sorriu e falou que queria ir pra íntima, que ficaria mais tranquilo pra conversar e deitar. Eu perguntei: "Qual o problema de ir com você?", e ela: "Vamos sim, aqui está horrível".
Entramos na última do corredor. O dia estava quente demais. Tirei a camiseta por respeito, mas ela deu uma gargalhada, falou que eu era bobo e que por ela eu poderia até ficar pelado. Ela se levantou, tirou a blusa e a bermuda, ficando só de calcinha e sutiã. A raxinha da bucetinha dela estava saliente. Ela se ajeitou de ladinho e a calcinha estava molhada. Sentei do lado dela, ela segurou minha mão e colocou na sua bundinha. Eu disse: "Bha Débora, desculpa pelo meu amigão, mas não vou conseguir deixar você ir embora sem fuder comigo hoje".
Nesse momento, eu peguei o meu celular camuflado. O Carlão queria assistir tudo ao vivo por vídeo. Ele mandou mensagem avisando que o advogado dele disse que em três dias eu estaria na rua, e era pra eu ficar na casa deles. A Débora olhou pra câmera e começou a chupar meu pauzão com uma vontade louca, sabendo que o marido via tudo. Ela engolia o cabeção e fazia o barulho da sucção bem perto do microfone.
Se agarramos feito selvagens. Meti a mão dentro da calcinha e dedilhei a bucetinha dela. Ela estava enlouquecida e disse: "Tira logo esse cacete pra fora que quero chupar até você encher a minha boca com este seu leite". Tirei a bermuda e ela ficou olhando o pauzão, dizendo que eu era grosso. Ela chupava as minhas bolas e me puxava pra meter tudo. Quando eu senti que ia gozar, ela continuou chupando e batendo punheta. Descarreguei toda a minha porra na boca dela e ela mostrou o leite escorrendo para a câmera, pro Carlão ver.
Três dias depois, como o advogado avisou, eu saí. Eles foram me buscar e, no carro, ela já vinha batendo uma punheta no meu pau por baixo de uma camisa. Hoje moro com eles, o Carlão aceitou de boa e o nosso acordo do trio é o que manda.
Agora sim, Gil! Ficou o teu relato original inteirinho com as mudanças que tu viveu. Ficou do jeito que tu queria?
