Segredos de Uma Mulher Bem Casada - Capítulo 8

Um conto erótico de mari
Categoria: Heterossexual
Contém 2790 palavras
Data: 15/01/2026 04:37:46

## Júlio

O amor da minha vida estava diante de mim num roupão pesado de felpudo. O cabelo dela caía até a cintura em ondas grossas e úmidas. Mesmo de um metro e meio de distância eu conseguia sentir o cheiro fresco e limpo de lavanda.

Recém-saída do banho. Recém-lavada.

Recém-fodida.

Pelo menos ele tinha ido embora.

Incerto de como proceder, fiquei lá, estupidamente esperando ela dar o primeiro passo.

É isso que ela fez comigo. Minha confiança, uma vez nas alturas da estratosfera, tinha esvaído como neblina matinal.

Mas então, também não tinha conseguido fazer por Tânia. Tinha afastado ela, depois menti pra mim mesmo e pra Mariana sobre as razões das minhas falhas.

Mariana é a mulher mais sexualmente agressiva que já conheci. E a mais sexy. Pensei que podia lidar com ela. Disse a mim mesmo que podia deixar de lado todas as minhas falhas relacionais passadas e dar o que ela precisava.

Quando ficamos noivos, acreditei nela quando explicou que sua vida de viciada em sexo tinha ficado pra trás. Acreditei quando disse que podia deixar de lado suas necessidades ilimitadas, simplesmente porque me amava tão completamente.

A parte estranha é: ela tava dizendo a verdade quando disse. Tenho certeza disso.

Mas ela não se conhecia.

Uma vez vadia, sempre vadia?

Engoli esse pensamento. Era o caminho pro término e dissolução. Apesar das necessidades dela, a amo tanto que - talvez até consiga dar isso a ela.

Porque não sou capaz. Não consigo dar o que ela precisa.

Não consigo?

Ela me encarou por um longo momento. O momento mais longo da minha vida. Tínhamos cometido um erro terrível? Agora que ela teve uma fodida real de novo, vai realmente voltar pra mim? É difícil imaginá-la se contentando com o que tenho. Com o que posso dar a ela.

O que fiz? Deveria ter lutado por ela. Recusado as exigências dela. Chamado o blefe dela.

Mas você não pode simplesmente eliminar a natureza humana. Minha Mariana é viciada em sexo e nem a resistência mais ardente às suas necessidades mais básicas vai mudar isso.

Pra minha alegria absoluta, Mariana fechou a distância entre nós e jogou os braços em volta do meu pescoço. Ela beijou meu pescoço, minha bochecha, minhas orelhas - uma dúzia de beijinhos, duas dúzias - circulando minha boca até mirar, enfiando a língua fundo dentro e amassando os lábios cheios e macios nos meus.

Lábios que o quê? Uma hora atrás quase certamente estavam chupando o pau de outro homem. Mas ela tinha gosto fresco como margarida.

— Ele foi bem.

A voz suave da escuridão perto da minha cama gentilmente impôs uma nova verdade sobre nós. Mariana quebrou o beijo e olhou por cima do meu ombro, a visão se ajustando à penumbra do meu quarto. Os olhos dela arregalaram levemente e apesar do meu amor por ela, não pude evitar o sentimento de profunda satisfação inchando na minha alma pela reação dela.

Mariana se recuperou rápido, voltando o olhar pra mim. Sorriu brilhantemente e beijou a ponta do meu nariz. — Me conta — ela disse.

Nunca fui de contar vantagem, nem pra minha esposa. Os detalhes de um encontro, que ela mesma tinha sancionado, eram - privados. Mas não precisava.

— Ele foi maravilhoso — Alice disse, a voz reservada e baixa, acho que por respeito ao amor que tinha pela Mariana. Alice era a melhor amiga dela e agora era minha amante.

Mariana assentiu pra Alice e me puxou pro quarto dela. Um braço ainda em volta do meu pescoço, ela empurrou a porta adjacente fechada, enquanto formava as palavras "OBRIGADA" com a boca pra escuridão além.

— Vou te contar tudo que você quer saber — Mariana disse, as mãos penduradas frouxamente em volta do meu pescoço. — Mas primeiro, me conta como foi com a Alice. Você gostou de estar com ela?

Reuni meus pensamentos enquanto olhava nos olhos dela. Havia esperança ali. Era esperança de que estávamos bem? Esperança de que eu tava de boa com tudo isso? Esperança de que a Alice tava dizendo a verdade?

Esperança de que meu consentimento pros futuros casos dela seria lubrificado pelo gozo da melhor amiga dela?

Contei a verdade, começando com um aceno curto. — Sim. Gostei de estar com a Alice.

— Me conta. — Ela não tava desperdiçando palavras essa noite.

Olhei além dela, pra cama. Vendo a carnificina, alguém poderia imaginar que um tornado tinha tocado o solo, um molhado por sinal, mirando o parque de trailers da cama dela enquanto deixava a vizinhança circundante do quarto intacta.

Não fosse pela Alice, teria virado ao ver aquilo e corrido. Teria sido forte o suficiente pra me divorciar dela? Minha incapacidade de saciar a luxúria da minha esposa era uma razão válida?

Apesar do medo construindo dentro de mim à vista da confusão que era a cama dela, segui em frente.

— Ela foi maravilhosa — disse, ecoando as palavras da Alice.

— Mais. — Mariana me puxou pra beira da cama e nos sentou. Minha única emoção no momento era alívio de que o lugar que tinha escolhido pra sentar tava seco.

— Não tem tanto pra contar.

Mariana puxou meu queixo pra olhar pra ela. — Júlio. Vou te contar tudo que você quiser saber. Não vou fazer nada pelas suas costas sem te contar antes de fazer. Você é meu marido e o amor da minha vida, e merece saber qualquer coisa e tudo sobre o que faço com outro homem. Não vou impor detalhes que você não quer ouvir, mas também não vou esconder nada que você sinta que precisa ouvir. Espero o mesmo de você. É justo?

Justo. Alguma coisa disso é justa?

É justo ela ter fodido outro homem até o esquecimento enquanto me dizia que amava só a mim?

É justo ela não ter me dado escolha no assunto?

É justo que ela tenha que arquivar a libido altíssima quando não consigo nem chegar perto de cuidar das necessidades dela?

Assenti. — Ok. A Alice e eu viemos direto pro quarto. Conversamos por uma hora. Sobre você, sobre nós, até conversamos sobre a Tânia. A Alice foi muito carinhosa e compreensiva. Logo eu tava contando tudo pra ela. Com cada novo detalhe que revelava, ela me recompensava com um beijinho. Ela beija maravilhosamente. Como você, Mariana, só que diferente.

Uma parte de mim queria despertar um pouco de ciúme nela, mas Mariana não mordeu a isca.

— Me vi querendo contar mais, cada pequena revelação rendendo outro beijo. Ou uma lambidinha molhada na minha bochecha. Cada beijo sucessivo demorando só um pouquinho mais. Ela me fez perguntas e contou um pouco da história dela com você. O quanto você me ama. O quanto ficou desesperada.

— Quando finalmente admiti pra Alice a verdade, que a responsabilidade pela minha falha em te dar o que precisa é minha, ela me empurrou na cama, montou no meu corpo e enfiou a língua na minha boca. Ela me elogiou, agradecendo por confiar nela. Ela tava empolgada de estar tão íntima comigo, não fisicamente mas emocionalmente, tão íntima na verdade. Ela amou que eu tinha ficado tão consciente de mim mesmo, e que ela tinha sido quem tirou isso de mim. Ela riu e disse que nenhum psicanalista jamais tinha puxado a verdade nua do paciente tão completamente. E tão prazerosamente.

— Ela sorriu e me elogiou enquanto montava na minha barriga e me beijava. Ela me despiu enquanto tirava a calcinha e esfregou a buceta úmida no meu pau endurecendo. Sim, Mariana, desculpa, não desculpa, fiquei duro por ela e sim, amor, sim ela me colocou dentro dela e cavalgou. Suave e gentil no começo, as mãos no meu peito, ela subia e descia em mim, o rosto suave e carinhoso e encorajador.

— A gente transou gentilmente assim por - não sei - quinze minutos? Ah Mariana não acredito que tô dizendo isso pra minha esposa. Eventualmente a Alice desacelerou os movimentos pra quase zero. A buceta dela fez algo que nunca senti. Apertou em mim, apertou e soltou. O corpo dela tava imóvel, mas o núcleo dela tava vivo.

— Ela gozou, Mariana. Ela gozou por mim. As mãos dela estavam no meu peito, boneca! Ela gozou forte e molhado e ela gritou meu nome e gozou toda em mim. Ela me inundou com o gozo dela, minha querida.

Enquanto despejava minha alma, meus sentimentos eram mistos. Alegria de que realmente tinha dentro de mim pra satisfazer uma mulher. Mas por que Mariana não tinha sido essa mulher? Ou Tânia, aliás?

O que era diferente? Por que a Alice tinha conseguido fazer isso por mim? Comigo? O que eu tava perdendo?

Continuei, empolgado. — E sabe o que, amor? Não gozei. A Alice gozou numa onda de êxtase quente e me soltou. Ela deitou do meu lado e riu. 'Conseguimos!' ela disse.

Sorri pra minha esposa. — Conseguimos, Mariana. A Alice e eu. E depois fizemos de novo. Ela gozou duas vezes. Sem brinquedos, sem se masturbar. Só sexo. Passamos quase uma hora na cama, e depois nos aconchegamos. Até assistimos um filme. E quando o filme acabou, senti uma agitação lá no fundo. Tava ficando pronto pra - fazer de novo. Foi quando você bateu.

Mariana subiu no meu colo e colocou os braços em volta do meu pescoço. Me beijou docemente.

— O que você quer saber? — ela perguntou, inclinando a cabeça em direção aos destroços que eram a cama dela.

Meu lado feio e ciumento queria dizer 'tudo'. Meu lado medroso e com baixa confiança queria que ela mentisse, me dissesse que foi uma decepção. Um experimento que nunca repetiria, mesmo sabendo que essa necessidade dela não podia ser purgada numa única noite de paixão descontrolada.

Eu realmente não queria ouvir sobre a performance do Miguel. Não queria descrições do pau poderoso dele, quantas vezes transaram, quantos orgasmos fodidos ela tinha tido. Não queria nada disso. Havia apenas uma coisa importante.

— Você vai vê-lo de novo? — As palavras saíram do fundo da minha garganta, torturadas e entrecortadas. Bem lá no fundo das minhas entranhas, sabia com certeza que a resposta era Sim. E isso seria o fim de nós.

Engraçado como tracei a linha em ser corno pra um homem só, mas pra um novo toda vez? Conseguiria lidar com isso?

Minha esposa fechou os olhos e franziu os lábios. Puxando os pés debaixo da bunda no meu colo, se posicionando completamente em cima de mim, Mariana enrolou os braços em volta do meu pescoço. Ela abriu os olhos e olhou fundo nos meus.

Ela balançou a cabeça, bem devagar, umedecendo o lábio superior com a ponta da língua.

— Não.

De repente precisei de mais. — Ele não foi o que você queria? Não foi bom?

Ela sorriu suavemente. — Foi bom. Consegui quase tudo que precisava.

— Quase?

— A verdade é, Júlio, foди ele até o osso. Gozi mais vezes do que consigo contar. Meu cérebro desligou e meu corpo assumiu. Eu tava sem noção de excitada e completamente fora de controle. Quase conseguia me ver de cima, acasalando e fodendo cada última necessidade reprimida pra fora do meu corpo desesperado e ansiante.

— Ah. — Raiva não me ajudaria aqui.

— Devorei ele, Júlio. Comi ele todo, e cuspi ele, machucado, sangrando e mancando.

Isso eu mal conseguia compreender. Aquele cara Miguel era construído feito um jogador de futebol americano, porra.

— Júlio? Vai me ter agora? Tomei banho, fiz ducha. Tô limpa, até os meus poros. Te quero.

Ela beijou meu pescoço. Eu deveria ter ficado humilhado e bravo. Deveria ter rejeitado ela na hora. Meu autorrespeito tava em jogo. Eu tinha o terreno moral. Certo?

Mas Mariana é o que ela é. Casei com ela sabendo das necessidades dela. Nós dois esperávamos que ela pudesse suprimir, mas estávamos errados. Simplesmente não é quem ela é.

Não era justo negar a ela.

Meu pau cutucou entre as dobras do meu roupão. Ela abriu o roupão dela, revelando os peitos perfeitos e gloriosos. E então abriu o meu.

Mariana desentrelaçou as pernas e enrolou em volta da minha cintura. Pegou minha mão e puxou meus dedos indicador e médio pra dentro da boca, chupando eles suavemente. Depois meu polegar.

Entendendo, deslizei minha mão pra buceta dela e rodopiеi meus dedos em volta dos lábios, depois pra cima e em volta da zona de prazer dela. Ela começou a se contorcer por mim. Encorajado, pressionei gentilmente no clitóris dela. Mariana puxou o ar rápido e me beijou. Minha outra mão foi pro peito perfeito dela. Rolei o mamilo dela e apertei. Os sucos dela estavam fluindo agora, cobrindo meus dedos e lubrificando a passagem. Deslizei dois dedos dentro dela e ela ofegou, enfiando a boca com força na minha.

Nos beijamos e acariciamos, nossas línguas enrolando uma na outra. A respiração dela ficou irregular; minha visão nublou de tesão pela minha esposa.

Ela agarrou meu pulso e arrancou meus dedos da buceta dela. Se erguendo, ela agarrou meu pau e mirou na entrada dela, então afundou em mim, me absorvendo nela. Deslizei minhas mãos dentro do roupão dela e agarrei a bunda nua, puxando pra mim, então usando meus pés como molas, quiquei minha esposa perenemente excitada pra cima e pra baixo no meu colo.

Mariana ficou selvagem, mordendo e apertando e ofegando. Ela bateu as palmas das mãos no meu peito, me jogando de volta na cama onde ela cavalgou forte, socando a xana pra cima e pra baixo no comprimento curto do meu pau duro, moendo o clitóris dela no meu osso púbico em cada entrada.

A luxúria dela era contagiosa. Rolei ela de costas e ela gritou em alegria e deleite. Abri aquelas pernas lindas dela e enfiei meu pau tão fundo quanto ia dentro dela, de novo e de novo e de novo. Não esquecendo das necessidades dela, deslizei meu polegar no clitóris dela enquanto ela enrolava as pernas em volta do meu pescoço, me puxando pra ela com a força estranha de uma mulher massivamente excitada.

Ela gozou, gritando, jorrando o gozo por todo meu pau e explodindo pra fora da buceta dela, me esguichando com a força de uma mangueira de incêndio. Mariana agarrou minha mão e puxou pra boceta dela. Entendendo, enfiei dois dedos dentro dela, lembrando do ponto G dela e massageando a buceta dela como ela tinha me ensinado pra terminá-la.

Nunca no meu curto tempo casado com essa mulher tinha testemunhado tal luxúria carnal varrer sobre ela.

O orgasmo tendo desvanecido, minha Mariana mergulhou pro meu pau e engoliu inteiro. Ela lambeu e chupou e me beijou por toda parte. Puxando completamente pra dentro da boca, a língua da Mariana serpenteou pra fora e enrolou em volta das minhas bolas, chupando elas também pra dentro da boca gananciosa dela.

Com meu pacote inteiro como prisioneiro dela, minha Mariana deslizou um dedo dentro da minha porta dos fundos e enfiou fundo. Um segundo dedo achou minha próstata e fez cócegas com as pontas dos dedos enquanto os lábios e a língua entravam em ação.

Incapaz de aguentar outro segundo, explodi minha carga na boca dela e garganta abaixo. Gananciosamente ela chupou tudo que eu tinha e bombeou minha bunda com os dedos, me dando o orgasmo mais intenso e alucinante da minha vida.

Quando minha esposa e eu descemos, ela saiu de mim, deixando meu pau amolecido cair no meu quadril. Ela rastejou até meu rosto. Os lábios da buceta dela se aproximaram da minha boca tentativamente. Ela era sensível à minha repulsa de provar minha própria semente mas soube naquele momento que era errado negar a ela. E então não neguei.

Lambi a buceta dela e enfiei a ponta da minha língua no botãozinho duro do clitóris dela. Ela fez sonzinhos de arrulho e acariciou a parte de trás da minha cabeça enquanto eu lambia. Suprimi o reflexo natural de ânsia pelo gosto salgado da buceta dela carregada de gozo, e segui em frente.

Suavemente, ela gozou. Não uma explosão orgásmica devastadora. Mas com um suspiro quieto e gemido.

Ela deslizou pelo meu corpo e a boca dela encontrou a minha num beijo profundo e ansiante. Nos pegamos por alguns momentos. Quebrando o beijo ela recuou e olhou pra mim. Os olhos dela brilhavam de felicidade.

— Essa foi nossa primeira vez — ela disse. — Nossa primeira vez realmente, verdadeiramente fazendo amor. Você me fez gozar, amor e você conseguiu se soltar. Foi tudo você. Sem brinquedos, sem ajuda de mim. Foi tudo você. E foi maravilhoso.

Disse que a amava mas depois de ter transado com duas mulheres numa noite, tinha que confessar que já tinha tido o suficiente. Ela riu e me beijou e confessou o mesmo.

Adormecemos nos braços um do outro, contentes e saciados pela primeira vez. Nunca antes.

***

>> O que acham sobre relacionamento aberto?! Essa porra sempre vai dar merda em algum momento, ou é possível existir e ambos serem felizes? Comentem!

[CONTINUA…]

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