Depois da nossa primeira noite juntos, se tornou comum eu me encontrar com Nat e, a cada encontro, ela estava mais disposta a se revelar. Com Nat eu descobri que eu não era o que pensava. Ela conseguia tirar de mim o meu lado mais pervertido. Eu tinha vontade de fazer com ela o dia todo.
— Por que você está demorando para me aceitar no Instagram? — Mandei para ela no Whats. Ela demorou um tempão para me responder. Na boa, eu queria ficar com a Nat, mas não queria ser feito de bobo.
— Nem entro lá direito — ela me respondeu, sem grandes explicações.
Eu estava na pista junto com o Patrick e mais alguns caras.
— Você tem a Nat no Instagram? — perguntei seriamente.
Ele fez que sim com a cabeça e foi entrando no Instagram dela sem eu nem precisar dizer o que estava acontecendo e, assim que ele me mostrou, estava lá a Nat com o Billy.
Ela com um sorriso no rosto, o piercing brilhando no septo, os cabelos pretos voando com o vento e Billy a abraçando, beijando sua bochecha, uma linda legenda "Minha sereia".
Os dois estavam em um relacionamento sério antes mesmo dela dar pra mim dentro daquele carro. Me lembrava com frequência daquela transa, da palma da mão dela marcando a janela enquanto ela estava de quatro pra mim, aquele rabo branco e enorme, me pedindo para ser comido. Ela sabia usar cada detalhe do seu corpo para seduzir. Nat não tinha frescura.
— A filha da puta estava marcando de vir na minha casa hoje — comentei, o barulho das rodinhas de skate deslizando no chão ao fundo.
— E você vai deixar de comer ela por isso? — Patrick disse sorrindo, a malícia no olhar. Ele estava certo. Aqueles seios enormes, aquela bucetinha rosada, não tinha como dispensar, então confirmei com Nat, eu a esperaria de madrugada e abriria o portão silenciosamente para não acordar ninguém, e foi isso que eu fiz.
Tentei arrumar o quarto o máximo que consegui. Nat chegou e, como sempre, estava exuberante, mesmo com uma camisa de uma banda de rock simples e calça jeans. Aquela garota nunca deixava de estar gostosa.
Nem toquei no assunto da foto. Assim que eu a vi, só queria chupar aquela garota inteira, e as intenções dela não eram diferentes da minha.
Beijei a sua boca assim que entramos no quarto e ela correspondeu, língua com língua. Eu fazia questão de chupar sua boca e lamber a sua língua para sentir seu gosto. Eu estava viciado naquela garota, no jeito que ela me beijava. Ela sempre vinha com a sua mão em direção ao meu pau durante o beijo e fazia questão de massageá-lo.
O relógio marcava 01:00 da manhã quando joguei Nat na cama. Ela ficou lá deitada com sua calça jeans, sua camisa, sua respiração profunda. Desabotoei sua calça sem grandes habilidades e ela me ajudou. Ela estava com uma calcinha fio dental rosa que sua bucetinha já tentava engolir.
Ela sorriu quando viu meu olhar de malícia diretamente pra sua rachadinha. Com as duas mãos, então, apertei suas coxas com força. Ela deu um gemidinho mordendo os lábios.
Ela era cheirosa, convidativa. Tirei a sua calcinha fio dental deixando a parte de baixo do seu corpo nu. Usando as minhas duas mãos, eu abri bem as suas pernas. A bucetinha dela se abria e se fechava de acordo com a sua respiração. Me aproximei então da sua buceta e passei a ponta da minha língua por sua rachadinha. Deixando melado, com dois dedos eu espalhei ainda mais a minha saliva. Ela me olhava fixamente.
Não entendia o porquê de Nat estar ali comigo, um cara que não era popular, que não tinha nada a acrescentar. Ela se posicionou melhor na cama, erguendo mais ainda suas pernas, posicionando o seu pé em cima do meu ombro. Então passei a beijar sua buceta como se fosse sua boca. Eu enfiava a minha língua e fazia movimentos circulares dentro dela. Ela pressionava seu pé contra o meu ombro. Eu gostava, gostava de ter cada parte do corpo de Nat próxima a mim.
A cada lambida, ela rebolava o quadril contra o colchão. A cama fazia barulho. Ela não se importava, eu sim. Precisávamos de silêncio. Nunca tinha levado uma garota pra casa e apresentado para a minha família, era sempre às escondidas.
Nat não entendia, mas eu a venerava. Na época eu pensava que ela era melhor que eu em tudo, que eu não merecia estar com ela. Eu nunca havia dito isso a ela, mas ela era uma garota inteligente. Ela conseguia ver no meu olhar e nas minhas atitudes o quanto eu precisava dela naquele momento, o quanto ela conseguia satisfazer todas as minhas necessidades. Minha rola ficava tão ereta, minhas veias pareciam que iam explodir quando eu chupava Nat e ela gemia levando seu corpo ainda mais para a minha boca. O gosto do seu melzinho fazia eu delirar.
— Me chupa todinha do jeito que só você sabe
— Quando ela dizia essas coisas antes eu acreditava, mas depois de olhar a foto dela com seu namorado eu passei a duvidar. Eu era o amante.
Tirei meu shorts e me deitei contra a cama, meu pau contra o colchão, a minha cabeça entre as pernas de Nat. Ela segurava na minha cabeça raspada e deslizava suas mãos contra a minha nuca. Eu passei então a puxar os lábios de sua vagina com a minha boca. De vez em quando deixava minha língua roçar no seu clitóris e então a beijava bem devagar. Eu aproveitava cada segundo, ela também.
Eu me transformava quando estava com Nat, o cheiro dela, o gosto dela, o jeito. Deslizei para o chão me posicionando de costas para a cama, minhas pernas abertas no chão frio, as bolas pressionadas contra o piso, o pau grosso e melado. Ela se posicionou de quatro, de costas pra mim, com os joelhos rente à beirada. Seus pés passando por cima dos meus ombros, ela apenas se agachou com o seu bucetão em direção à minha língua. Eu inclinei a cabeça e deixei que ela rebolasse contra ela.
Eu batia uma enquanto ela sentava no meu rosto, excitado por estar naquela situação, excitado por saber que Nat estava traindo seu namoradinho. Eu mexia em seus pezinhos com a outra mão, deslizava meus dedos grossos pelos seus dedos finos e suaves. Fazia questão de olhar para seus pezinhos suados. Ela pressionava seus dedos um contra o outro enquanto a minha língua entrava nela.
— Mete essa língua fundo seu puto, safado, de tímido não tem nada — Nat falava enquanto sentava com mais força sobre a minha língua. Eu passava a apertar os pés dela com mais força, a alisar o meu pau com mais vontade e então ela pediu.
— Goza pra mim, goza — Nós tínhamos esse lance, nem sempre havia penetração, às vezes ficávamos só no oral.
É isso que nos completava. Gozei exageradamente enquanto ela tremia o seu corpo na minha língua. Aquela noite eu já estava satisfeito, mas eu sabia que Nat voltaria, pois ela estava viciada naquilo assim como eu.
Espero que tenham ficado excitados com essa história
