APENAS UM CONTO. (1º PARTE) e APENAS UM CONTO. (2º PARTE)

Um conto erótico de RICARDO
Categoria: Heterossexual
Contém 3963 palavras
Data: 15/01/2026 11:13:22

Estava deitado de costas, as mãos atrás da nuca com os dedos entrelaçados, dando mais apoio. O corpo suado. Meu pau tombado para o lado, ainda úmido de nossos fluidos, depois daquela que, até ali tinha sido a melhor das minhas transas, e pelo que eu sabia, a dela também. Pela janela, através das frestas da cortina entrava uma luz fraca, tênue, vinda da lua e das estrelas lá fora. Minha respiração e meus batimentos cardíacos ainda estavam voltando ao normal. Olhos abertos, eu focava um ponto qualquer no teto, meus pensamentos ainda me lembravam quando tudo aquilo era apenas um sonho distante.

Senti ela também rolando para o lado para se levantar, pois assim como eu, estava deitada de costas, ainda se recuperando daqueles momentos em que nós entregamos de corpo e alma, dando o máximo de prazer possível, um para o outro. Caminhou em direção ao banheiro e antes de atravessar aquela porta, ainda de costas para a cama, olhou por sobre seu ombro em minha direção.

- Você vem?

Levantei a cabeça, ainda apoiada pelas minhas mãos e vi aquele corpo lindo, aquela bundinha media com suas curvas. Por entre suas pernas meio abertas, pude perceber uma umidade que começava a escorrer vindas de sua bucetinha, revelando o que minutos antes havia acontecido entre nos.

- Com certeza. Vai preparando a agua que em seguida vou te acompanhar.

Com todo carinho e amor do mundo que pude perceber em sua voz ela respondeu.

- Não demore, quero ficar perto de você o máximo possível, mesmo na banheira te dando um banho.

- Pode deixar. Se sentir saudades lembre que estarei aqui deitado, disse sorrindo.

Meu nome é Ricardo, ou como os mais próximos me chamam Rick, tenho 28 anos, 1,85 de altura, peso em dia, eu diria. Costumo fazer caminhadas, assim além de me exercitar aproveito para pensar nas coisas. Tenho cabelos castanhos cortados, ao estilo comportado, sou branco e durante a semana sempre a barba por fazer, algo que faço apenas nos finais de semana. Me considero uma cara normal, algumas mulheres me acham bonito, então não discuto, simplesmente aceito.

Agora casado com a mulher mais linda que já conheci na vida. O nome dela é Lívia, ou Lívi como costumo chamar de forma carinhosa. Aos meus olhos é perfeita, 1,70 de altura, branca com cabelos negros lisos, na altura do meio das costas, sempre bem penteados. Tem corpo de mulher e rosto de adolescente. Peitos médios, com aréolas meio marrom claro, e bicos pequenos, mas que quando excitada apontam para frete.

Amigos e familiares, dizem que fomos feitos um para o outro, que nos completamos. Depois de algumas mudanças de rota o destino me foi muito gentil.

NOTA DO AUTOR:

“Em virtude do site não permitir, que seja mencionado a forma como Ricardo, conheceu Ângela, outra personagem do conto, pois os dois na época eram menores de idade, mesmo não havendo nenhum episódio de sexo entre ambos, fui forçado a remover esta parte. Parte esta que daria um maior entendimento do contexto do conto”.

O que posso dizer é que se conheceram e estudaram juntos, “sempre como amigos”, até serem maiores de idade e estarem na faculdade.

No curso superior cursei uma área totalmente diferente da Ângela, isso após saber a área que ela iria estudar, mas a faculdade era a mesma.

Não me entendam mal, eu gostava da presença dela e até já tinha um certo sentimento que cresceu ao longo dos anos, muito mais do que queria admitir, mas parecia que ela já tinha me escolhido, tanto que nunca namorou e eu como estava sempre com ela e me dedicava aos estudos sempre me fiz de difícil, por assim dizer, afinal tinha minhas próprias prioridades, queria me formar e ter uma carreira solida. Posso dizer que ficar dentro de um comercio por horas sob a supervisão de meu pai, não era o que tinha planejado, afinal nunca tive o mesmo dom que meu pai para trabalhar com público.

Essa fuga chegou ao fim, num belo dia que eu estava no meio de um grupo de amigos e amigas do curso. Estávamos discutindo sobre algum trabalho, e quem em dupla faria o que. Uma das colegas, que se dispôs a ser minha dupla, vez ou outra tocava meu braço, mas eu estava mais envolvido ao assunto.

Percebi depois de algum tempo, uma pessoa me encarando há alguns metros de nossa roda, pude perceber uma certa agitação e um suspiro que eu já pela convivência conhecia bem e não fazia esforço algum para disfarças. Até que um dos colegas me tocou com o cotovelo.

- Parece que tem alguém impaciente com você.

Meus colegas já sabiam que éramos amigos, bem até ali sim, éramos amigos, nunca tivemos nada, como disse antes, nada além daquele beijo desajeitado que trocamos na casa dela.

Como já tínhamos terminado, deixei que acertassem pequenos detalhes e fui até onde Ângela estava.

- Oi Ângela, tudo bem com você, esta com falta de ar, sempre gostei de tirar um sarrinho da cara dela, só para deixa-la irritada.

- Rick, pode parar com isso. O que aquela garota esta fazendo tocando você o tempo todo, não estou gostando. Ela parecia irritada.

- Calma, é somente uma colega do curso, que inclusive você conhece. Estávamos organizando duplas e discutindo sobre um trabalho que temos que fazer.

- Tá, trabalho é, me engana que eu gosto, ela não me pareceu tão assim afim de discutir sobre trabalho, a não ser o trabalho que te daria.

Ela nunca tinha agido assim comigo antes, aquilo me parecia ciúmes.

- O que é isso, ciúmes agora Ângela.

- Não, não é. Aceitei sua resposta e deixei como estava.

Disse a ela que poderíamos ir assim que eu me despedisse do pessoal, afinal por morarmos perto, sempre voltávamos juntos para casa.

No caminho ela aparentava estar ainda emburrada e nada falava apesar de eu ficar falando, puxando assunto, então resolvi mudar o rumo do que falava.

- Ângela, o que esta te aborrecendo?

- Nada não, estou pensando apenas isso.

- Pensando, e posso saber no que?

- Não, é coisa minha.

Ela estava irredutível, nem mesmo me olhar ela olhava, acabei insistindo.

- Vai, você não é de ficar calada assim tanto tempo, será que não esta brava comigo, por algo que fiz ou deixei de fazer.

- Não…. Tá bom, você quer mesmo saber?

- Claro, se perguntei, é porque quero saber.

Então ela disparou a falar. Que não gostou da minha amiga tocando em meu braço, que ela era oferecida, que eu devia dizer para ela parar, tinha ficado com raiva por saber que ela seria minha dupla para fazer parte do trabalho, que com certeza o trabalho iria demorar o dobro do tempo, pois tinha certeza que ela iria se insinuar para mim, e bla, bla.....

Ouvindo tudo isso comecei a rir sem parar, pois achava aquilo tudo muito engraçado da parte dela. Ela apenas me olhava, forçando os olhos, como que tentando enxergar mais. Quando consegui me conter e completou.

- Poxa eu morrendo de ciúmes e você rindo assim.

- Mas ciúmes de que, nos nem temos nada.

- E é por isso mesmo, você nunca percebeu o que quero.

- Como assim, o que você quer.

- Desde aquele beijo que trocamos, lembra, na sala da minha casa, então ali eu descobri que você seria a pessoa certa para mim.

- Como assim, a pessoa certa?

Ela me olhou, esperou um pouco, como quem procura forças para fazer ou dizer algo.

- Eu quero ficar com você desde aquele dia, você nunca percebeu?

Naquele momento tomado por aquele choque, afinal eu não esperava por aquilo, pensei que a crise que ela teve antes fosse mais por termos amizade do que ela me dizer que queira ficar comigo.

Meu coração disparou e então só tinha algo que eu poderia fazer. Olhei para ela que me olhava ainda esperando alguma coisa, alguma palavra, alguma reação, então aproximei meu rosto dela e lhe beijei, um beijo lento calmo, a princípio.

Depois que me afastei ela me olhou e disse:

- Você não sabe o tempo que esperei por isso, pensei que você sentisse o mesmo por mim, não apenas amizade.

- Na verdade eu tinha medo de você me rejeitar, pensei que a forma como você me tratava era apenas por conta de nossa amizade.

Ela me olhava, eu não conseguia decifrar aquele olhar.

- Poxa você podia ser menos lento.

Comecei a rir, e a puxei novamente para um beijo, e foi nesse instante que várias buzinas começaram a soar atrás da gente, estávamos parados no farol fazia um tempo. Engatei a primeira marcha e sai andando com o carro, e começamos ar rir da situação. Mas algo ali tinha mexido comigo de uma forma estranha e resolvi apostar.

- Então você sempre me achou lento, até posso concordar, mas se eu mudar o caminho agora, isso vai te surpreender?

Ela em dúvida, provavelmente sem ter noção do que eu faria respondeu.

- Como mudar o caminho? Não vai me deixar em casa?

- Sim, vou, mas quero fazer um pequeno desvio antes e te mostrar que só sou lento quando quero.

Ela me olhava sem entender, mas acabou por aceitar.

Fiz um desvio rápido e quando parei de frente a entrada de um motel, ela me olhou mas agora com um olhar diferente da dúvida.

Continua......

APENAS UM CONTO. (2º PARTE)

- Você esta brincando, ficou louco?

- Na verdade eu sempre gostei de você, e bem, depois dessa exibição de ciúmes, entendi que esse sentimento é mutuo, então tomei uma atitude drástica, você topa ou não? Claro que você pode dizer não, ai eu engato marcha ré e vamos em bora, te deixo em casa e continuamos como se nada tivesse acontecido, mas acho que você quer o mesmo que eu, ou o beijo não mexeu com você como mexeu comigo.

Pude ver um brilho em seu rosto, seus lábios abriram um pouco como se quisesse dizer algo, mas nada disse, depois de alguns segundos que me pareceram minutos ela conseguiu dizer.

- Você tem razão, eu quero isso tanto quanto você....

Não precisou terminar a frase, entrei, parei em frente a recepção, pedi um quarto, peguei as chaves e pouco depois entravamos no quarto de pé um olhando para o outro. Como ela sempre foi de mais atitude do que eu, se aproximou, seu corpo colado ao meus, me olhou fundo nos olhos.

- Faz comigo o que você sempre quis.

Peguei em sua cintura puxei ainda mais para perto e a beijei, um beijo intenso, cheio de volúpia, cheio de desejo. Meu pau que já estava duro desde nosso beijo dentro do carro, ficou ainda mais duro, parecia uma barra de ferro.

Finalmente ali, naquele quarto de motel, eu poderia ter a mulher que por anos foi a responsável por minhas punhetas durante o banho, que me fazia ficar horas acordado pensando em como seria aquele corpo por baixo daquelas roupas que usava, era algo que me tirou o sono por muitas noites.

Ficamos algum tempo assim em pé apenas nos beijando, nossas línguas brigando hora dentro da minha boca, hora dentro da dela, nossa respiração aumentando, nossas mãos procurando conhecer o corpo um do outro por sobre as roupas, tínhamos pressa mas ao mesmo tempo queríamos que aquela troca durasse mais um tempo. Então nos afastamos e começamos a tirar as roupas um do outro de forma desajeitada, com elas sendo lançadas para qualquer parte daquele espaço, por vezes parávamos e nos atracávamos em mais beijos. Então quando estávamos nus, parei por um instante me afastei e comecei a olhar aquele corpo perfeito, com seios médios de aréolas claras e bicos que tesos apontavam para mim. Descendo mais, que aquela cintura fina, com aquela barriga linda e mais abaixo aqueles pelos claros devidamente aparados formando um pequeno triangulo apontando para baixo, como indicando o local de um tesouro.

Me abaixei e contemplei por um tempo aquela parte de seu corpo, então aproximei meu rosto e senti aquele perfume inebriante que já exala dela, olhando mais para sua gruta notei sua umidade que se fazia presente denunciando ainda mais sua excitação.

Sem perder mais tempo cheguei mais perto e comecei a beijar a parte interna de suas coxas e devagar fui me aproximando e de leve toquei sua buceta, com a ponta de minha língua e notei um leve tremor em seu corpo, após isso ouvi um gemido de Ângela e senti sua mão forçando minha cabeça para entre suas pernas. Comecei a deslizar minha língua para baixo e para cima, algumas vezes captando seus fluidos e sentindo seu gosto, sentido o mel dos deuses. Depois resolvi subir ainda mais um pouco e tocar seu clitóris fazendo ela gemer mais intensamente. Ali comecei a movimentar minha linga em círculos, a princípio de forma lenta e depois tornado a velocidade um pouco maior, a fazendo gozar em minha boca. Suas pernas chegaram a dobrar mas rapidamente consegui me levantar e segura-la pela cintura apoiando seu corpo ao meu a deixando se recuperar de seu gozo.

Segundos depois já recuperada ela me disse que nunca tinha sentido um gozo tão intenso apenas sendo chupada em sua buceta, e que tinha adorado aquela sensação.

Até para mim era algo novo também, pois nunca tinha feito algo como aquilo, tinha apenas lido e visto filmes, então resolvi ariscar e ver o resultado, algo que me deixou bastante entusiasmado com o resultado.

Depois de recuperada ela me pediu para deitar de costas na cama pois queria retribuir. Ela veio por cima, se posicionou, e olhando disse que era lindo, mas que teria uma certa dificuldade de colocar todo em sua boca pelo tamanho e grossura. Já entre minhas pernas e pegando meu pau com uma de suas mãos começou a passar a língua de baixo para cima como se fosse um sorvete, as vezes parava na cabeça e fazia pequenos círculos com a língua, depois descia até a base e tornava a subir, as vezes dava algumas lambidas no pre-gozo que escorria da cabeça o levava para dentro de sua boca engolindo. Isso parecia dar um enorme prazer a ela. Depois de alguma instantes começou a chupar meu pau com mais intensidade e tive que dizer a ela que se continuasse iria acabar gozando, mas ele me ignorou, então foi inevitável quando gozei fartamente dentro de sua boca, um gozo espeço, em uns três ou quatro jatos, que ela deixou acumular na boca e engoliu na sequência, depois o limpando e ainda passando a língua nos lábios para não perder nada.

Ângela, então subiu por sobre meu corpo, enquanto eu ainda recuperava o folego daquele gozo, e veio me beijar.

Ficamos assim por um tempo, nos beijando e trocando carinho, então ela me disse que queria me sentir dentro dela, e como eu já estava recuperado tratei de atende-la, mas antes queria brincar um pouco com aqueles seios lindos dela, algo que imaginei por muito tempo como seriam.

A posicionei de costas na cama e comecei a beijar ao redor da sua aréola do peito direito, fui fazendo isso até estar bem próximo do biquinhos então comecei a da lambidas, intercaladas com pequenas mordiscadas e chupadas, fazendo com que Ângela começasse a emitir pequenos gemidos. Mudei para o esquerdo e dei o mesmo tratamento, depois comecei a descer e quando cheguei ao seu monte de vênus não tive dúvidas comecei a chupar novamente sua bucetinha, mas dessa vez foi só para deixa-la ainda mais excitada e pronta para receber meu pau.

Posicionado entre suas pernas a coloquei na posição de frango assado e posicionei meu pau para a entrada de sua bucetinha que escorria seu mel, comecei a força mas com calma, pois como sou acima da média não queria machuca-la (meu pau tem uns 19,5 cm e groso), aos poucos fui entrando e quanto mais entrava Ângela gemia, e dizia que era grande, que eu iria arregaçar sua buceta, mas que não era para parar. Quando já estava todo dentro dela parei e deixei seu corpo se acostumar com a grossura dele, e então comecei a me movimentar devagar, saia quase totalmente e depois entrava até o fundo, algumas vezes, depois de sair quase todo, apenas movimentava entrando e saindo uma pequena parte para me provocar mais prazer e nela também. Alguns minutos depois ela me avisou que estava gozando. Seu corpo foi tomado por uma tremedeira muito forte, suas mão agarrando o lençol, gritos saindo incontrolados de sua boca. Até que ela parrou de olhos fechados, ofegante, até percebi uma gota de lagrima sair de seu olho direito.

Ela me olhou e pediu mais. Como eu ainda estava dentro dela, e como tinha gozado em sua boca, sabia que iria demorar um pouco mais para gozar novamente, então a coloquei de quatro e tive uma visão que mexeu comigo, Pude ver aquela bundinha branca toda lisinha, empinada em formato de coração. Sua bucetinha vermelha e um pouco inchada e aquele cuzimho, também de cor vermelha praticamente piscando se oferecendo, mas ainda não seria aquele o momento de tê-lo para mim, deixaria para outra oportunidade.

Me posicionei atrás dela encaixei meu pau na entradinha e fui entrando até ele sumir dentro dela, a seguir comecei a me movimentar, mas meu tesão era tão grande, que comecei a ir e vir rápido. Em pouco tempo ela já estava gemendo novamente e pedindo mais, mais fundo, isso me serviu de combustível e em pouco tempo comecei a gozar. Ângela sentido meu gozo, também gozou comigo novamente aos gritos. Segundos depois, quando meu pau começou a perder a ereção, rolei para o lado ficando de costas, e ela foi deixando seu corpo cair para a frente ficando de barriga para baixo, ainda puxando ar.

Aproveitei me pus de lado e comecei a fazer carinhos em seus cabelos loiros, algo que sempre gostei em Ângela.

Ficamos assim por um tempinho, então me levantei e fui tomar uma ducha, pois teríamos que ir, antes que seus pais começassem a enviar mensagens ou mesmo ligar para saber onde estávamos, pois sempre voltávamos para casa juntos.

Durante o meu banho, senti a presença de Ângela na porta do banheiro.

- Você acabou comigo!

- A tempos queria ter feito isso.

Ela caminhou até o box, entrou e tomamos nosso banho. Tive que me segurar pois não podíamos demorar mais. Ela ficou meio contrariada mas acabou aceitando.

Depois que saímos do motel, indo para casa, perguntei a ela sobre não ser mais virgem, então ela me disse que já tinha perdido fazia algum tempo com um carinha, um ficante em uma festa, e que não fez um bom trabalho, pensando apenas nele. Ela me disse se isso fazia alguma diferença, eu respondi que não, afinal ela também não era a minha primeira. Que havia conhecido uma garota que me ensinou algumas coisinhas, ela respondeu, então você deve ter sido um bom aluno, porque não deixou em nada a desejar hoje. Eu apenas ri e segui em frente.

A deixei em sua casa, não sem antes trocarmos um beijo.

Depois já em casa conversamos por mensagem e confessamos um ao outro que tinha sido muito bom, e naquela mesma semana começamos a namorar. Já no sábado fui até sua casa onde pedi formalmente a seu pai, que me olhando disse:

- Já não era sem tempo, sempre tive a sensação que isso aconteceria tal a amizade que sempre tiveram, estou muito feliz com isso, Me dando um forte abraço.

Já a mãe de Ângela disse algo que não entendi naquele momento, mas isso eu descobriria mais a frente, apesar de ela aparentar ter também gostado.

Depois fomos até minha casa e meus pais também nos desejaram tudo de bom, sem maiores comentários, em seus rostos percebi que havia também uma expressão que não consegui ler corretamente, mas se todos tinham gostado, então a vida seguiria seu rumo.

Na faculdade, estávamos sempre juntos, qualquer oportunidade aproveitávamos para ficarmos juntos, mas com isso minhas amigas acabaram se afastando, até porque quando eu estava conversando com alguma, Ângela fazia questão de interromper, sempre chegando e me chamando de meu namorado, isso quando não tinha um surto de ciúmes mas era só para mostrar que estávamos juntos.

Várias vezes, por me sentir incomodado conversei com ela mas de nada adiantou, ela era muito ciumenta, era até exagerado, mas eu tinha a esperança que isso diminuísse com o passar do tempo.

Fora o ciúmes que Ângela sentia por mim, outra coisa que me incomodava era que sempre que saiamos juntos ela fazia questão de comprar novas roupas, que depois usava apenas uma única vez, eram até roupas comportadas, que não exibiam seu corpo, mas eu não entendia por que tantas roupas para usar apenas uma única vez.

Mas com a coisa ficando seria entre nós, ela começou a me pedir para ir fazer compras, eu dava alguma ajuda a meu pai na mercearia, e ele me dava algum dinheiro, que procurava guardar para o futuro. Até que chegou o momento em que comecei a ajudar Ângela a comprar suas roupas, ainda tentei frear seu consumismo, mas ela sempre ignorava meus argumentos, ou ficava de cara fechada, pois sempre tinha aquela roupa que ela queria pois tinha certeza que ficaria muito bem nela.

Depois de um tempo consegui arrumar um estágio. O que ganhava não era tão ruim, mas ajudava nas minhas coisas e também a prover o que Ângela necessitava, mas cada dia seu consumismo só aumentava, então me sentei com ela para tentar resolver de vez essa questão e foi nesse dia nossa primeira discussão. Depois de quase explodir com ela pois ela não aceitava de forma alguma que o que fazia era puro desperdício de dinheiro, que deveríamos guardar para termo um futuro juntos, ela literalmente me expulsou da casa de seus pais, me chamando de insensível, muquirana e outros adjetivos mais.

Mesmo assim, no dia seguinte nos encontramos na faculdade, ela me tratou como se nada tivesse acontecido, até cheguei a pensar que ela teria pensado em meus argumentos e que talvez tivesse caído em si, vendo que estava errada na forma de querer sempre algo novo.

Por um tempo ficamos as boas novamente, então tudo pareceu esta bem entre nós, até chegando ao fim do meu curso e também do estágio, tive que começar a correra atrás de um novo emprego. Foram diversos currículos enviados e poucas respostas e as que tive, eram sempre para ganhar salários bem aquém do que poderia ganhar.

A cada dia que nos encontrávamos a primeira coisa que ela me perguntava, não era se eu estava bem, mas se tinha conseguido um emprego, até parecia que estávamos casados e não tinha nada em casa para comer. Eu sempre respondia que estava a procura que em breve conseguiria, mas ela fazia uma cara de desprezo, me culpando por não ter nada para usar em alguma festa que tínhamos para ir.

Até nossas idas a motéis, que ela me fez ir aos melhores da cidade, ficaram para segundo plano, pois quando eu a convidava para ir a algum mais simples, ela me dizia que não era mulher de ir a “motel simples”, ainda frisando com os dedos as aspas.

Nesses momentos eu não conseguia entender se o ciúme que ela sentia por mim era ruim ou a falta de dinheiro era pior.

Seu mau humor estava sempre presente, isso me deixava cada vez mais apreensivo.

Até que num dia encontrei um anuncio, onde uma empresa de tecnologia estava fazendo um processo seletivo, para preenchimento de uma vaga.

Continua......

ESSE TEXTO SE TRATA DE UMA FICÇÃO, QUALQUER SEMELHANÇA COM NOMES, SITUAÇÕES OU LOCAIS É ESSE TEXTO SE TRATA DE UMA FICÇÃO, QUALQUER SEMELHANÇA COM NOMES, SITUAÇÕES OU LOCAIS É MERAMENTE COINCIDIDENCIA.

FICA PROIBIDA A REPRODUÇÃO TOTAL OU PARCIAL DESSE TEXTO, EM QUALQUER MEIO SEM A PREVIA AUTORIZAÇÃO DO AUTOR.

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