Passando a Vara nas Vizinhas. Ou Não. - Capítulo 15.5 - OU "Enquanto Isso..."

Um conto erótico de Eliana
Categoria: Grupal
Contém 7336 palavras
Data: 15/01/2026 14:55:16
Última revisão: 15/01/2026 14:59:16

[AVISO AOS LEITORES]: Este capítulo é mais um filler leve sem grandes cenas de sexo, mais pra não deixar de publicar durante a semana. Podemos dizer que é um ‘episódio de garrafa’ desta novela com um pequeno experimento no final.

CRONOLOGIA: Os eventos narrados aqui acontecem na noite de 28 de julho de 2025 (segunda-feira).

Meu nome é Eliana. Tenho 30 anos e sou engenheira elétrica, concursada na Petrobras. Tenho seios fartos e firmes, que se movem no compasso da minha respiração, coxas torneadas e pernas longas e fortes. Minha pele é bronzeada e meus olhos verdes contrastam com os cabelos castanho-claros que sempre caem sobre os ombros com naturalidade. Meu sorriso já me abriu mais portas do que eu gostaria de admitir.

Normalmente, eu faria um resumo da minha vida amorosa e dos meus parceiros, Carlos e Rebecca, mas vamos resumir a isso por ora. Somos um trisal, somos felizes assim. Ainda não assumimos publicamente porque precisamos resolver uns probleminhas insignificantes (ainda sou casada).

Nossa história atual na noite seguinte ao nosso ménage, no mesmo dia em que dei carona ao Jonas (me dei mal) e almocei com o Everton (amigo do coração).

Resumindo a treta recente: a Jéssica tinha convocado a turma da academia pra uma missão, invocando a cláusula primeira da turma: “uma por todas, todas por uma”. O marido dela, Rogério, tinha sido desafiado pelo Enéias, pra uma partida de futebol na próxima quinta, 31. E o médico gostosão e safado tinha jogado sujo ameaçando quem ficasse no time do Rogério.

Normalmente, eu seria contra porque juntar a turma pra ajudar um homem não parecia exatamente a vibe feminista pela qual essa turma (que andava meio desconfiada depois desde o episódio dos nudes do Antônio) foi criada. Mas era o Rogério. Ele era gente boa demais e um amigo do peito. E era contra o Enéias. Eu adoraria chutar aquele saco. Fui a favor.

Na verdade, a única que votou contra foi a Larissa. A Alessandra tinha aula de noite e só chegaria depois das 21h, mas disse que votaria com a maioria. Marcamos a reunião no meu apartamento às 18h20.

E foi assim que, às 18h20, estávamos todas na sauna do condomínio. Afinal que forma melhor pra nove mulheres pensarem num bom plano juntas do que ficarem seminuas num cubículo quente e úmido?

No vestiário, tirando as roupas, estávamos eu, a líder improvável dessa turma. Além da Rebecca, Jéssica, Lorena, Natália, as primas Carolina e Sarah, Letícia e Andréia.

— Foi uma excelente ideia sua, Eliana — disse Jéssica, tirando a blusa com naturalidade. — Sério. Bem melhor que o seu apartamento. Sauna é mais relaxante, depois de um dia desses...

Enquanto elas se trocavam, fiquei observando. As tímidas eram fáceis de identificar. A Rebecca virou de costas pra todo mundo, num canto, fazendo um balé cuidadoso com a roupa. A Sarah era do mesmo jeito do outro lado.

As ousadas também. A Lorena tirou a roupa sem cerimônia na frente de todas. A Andréia também exibia sua nudez sem receio. As duas tinham as bucetas raspadas, mas a da Andréia era uma lapa de uma bucetona que chamava atenção.

Admito que eu era do time das ousadas, mas só porque estava entre amigas, então me sentia à vontade pra não ter pudor. Sabia que os seios com mamilos grandes e a minha bucetona chamavam atenção, mas não ligava. Elas eram minhas amigas. Só quatro tinham me beijado alguma vez ali.

Quatro de oito... Pior que a conta tava grande...

Fez sentido eu sentir olhares. Não eram olhares escancarados, claro. Mas todas deram um confere nos meus seios ou buceta no tempo em que pensei “tá bom, já viram o suficiente” e me cobri com a toalha branca.

Quando todas finalmente colocaram as toalhas brancas, minúsculas, fomos pra sauna. Abrimos a porta, entramos todas de uma vez e aí veio a primeira surpresa da noite.

Lá dentro, sozinho, estava o Jonas. Sentado na dele, só de toalha branca, todo relaxadão.

Por um segundo, todos tivemos como um microchoque interno, sem saber o que fazer. Ele foi o primeiro a se recuperar com um sorriso educado.

— Boa noite?

A Rebecca praticamente congelou, a mão indo instintivamente pra segurar a toalha no peito.

— B-boa noite — respondeu ela, num tom que parecia que ele estava a vendo pelada.

A Lorena parou com as mãos na cintura, olhando em volta. A Letícia riu. A Natália fez um aceno discreto. A Sarah repetiu o mesmo. A Jéssica abriu um sorriso.

— A gente pensou que aqui estaria vazio nesta hora — falei.

— Eu também — resumiu Jonas, sem saber se ficava ou levantava.

Não demorou muito pra que o impasse fosse resolvido pela Lorena e pela Letícia, que caminharam pro lado da bancada mais próximo da outra parede. Agora, a sauna tinha um lado “nosso” e um do Jonas.

Enquanto caminhava, sentia vapor colar na pele e a toalha parecer menor a cada passo. Mas também vi algo curioso. O Jonas aproveitou que nenhuma de nós estava olhando pra puxar a toalha pra cima. Não daquele jeito tarado de querer exibir o pau, mas no oposto. Ele subiu a toalha até ficar quase como nós, mulheres. Ele queria cobrir a barriga e os peitos da nossa visão. Tava com medo do nosso julgamento silencioso.

Coitado. Ele não era gordo, era só um pouco fora de forma. Sabe aquele sedentário com barriguinha de chopp? O meu namorado, Carlos, tinha uma barriga bem maior que aquela quando começou a academia em janeiro. E, mesmo que hoje ela tivesse quase do tamanho da do Jonas, eu adorava brincar com aquela pancinha. Assoprar nela, usar de travesseiro. Mas entendia ele. Eu gostava disso, mas porque era A pancinha do Carlos.

Quando todas se sentaram, eu fui pra frente delas e voltei à minha persona líder improvisada (gente, eu só aceitei esse cargo porque a Jéssica se enrolou demais sem saber se era e a Tatiana não era tão amiga do resto da galera, mas agora todas me olhavam como se eu fosse a Capitã América e elas as Vingadoras... Me deixem em paz, não sou uma nerd! Só fui ver esses Vingadores nos cinemas com algum namorado ou depois pra arrastar junto e irritar a Carolina junto com a Sarah).

— Objetivo da semana: Como vamos ajudar o Rogério a formar um time até quinta-feira? Porque, se depender dos homens, eles vão perder de W.O.

— Ele tá tentando, mas tá complicado — defendeu Jéssica.

— Quase todas nós somos amigas do Rogério há anos — continuei. — Ou devemos favores a ele. E tem a Letícia, que só quer ver o circo pegar fogo. Precisamos pensar em ideias pra atrair os homens.

— Sedução pode? — perguntou Sarah, do nada.

— Seduzir? — repetiu Rebecca, assustada.

— Vamos tentar primeiro as coisas que não envolvem sexo — respondi.

A Letícia levantou a mão e apontou pra Natália.

— Peraí, desde quando a Natália tem alguma relação com o Rogério?

A Natália abriu a boca, mas a Sarah respondeu antes:

— Ela tá no grupo de WhatsApp do futebol.

— Existe um grupo de WhatsApp do futebol e vocês não me colocaram???

— E a gente lá sabia que tu gostava de futebol... — respondeu Sarah, atraindo a ira da universitária por meses.

— Foco, gente! Vamos deixar a briga pra depois. O time do Rogério só tem quatro jogadores contando ele!

A Rebecca, que até então estava quieta, levantou a mão com delicadeza.

— Eu... posso falar uma coisa?

— Claro, Rebecca.

Ela olhou pra mim e depois apontou com muita educação pro Jonas.

— É que... somos nove mulheres... assim... — Ela fez um gesto na direção das toalhas cada vez mais úmidas e apertadinhas nos corpos suados — ...e o Jonas está aqui. Talvez fosse mais adequado... e confortável... pra todo mundo... se ele saísse. Não é nada contra você, Jonas. É só... porque não fica bem um homem ver tantas mulheres, algumas casadas, seminuas assim.

Por um lado, o Jonas (e todos os homens) via mais pele nossa na piscina todo fim de semana. Por outro, nenhuma de nós tava de sutiã ou calcinha. Qualquer incidente, pisada diferente ou pernas aberta demais e ele veria seios e bucetas.

— Entendo, Rebecca — disse ele, com voz calma. — Não quero causar...

— Ah, para — interveio Letícia. — Qual o problema? Ele tá de toalha igual a gente. Deixa ele aí. Todo mundo aqui é adulto e ele tá quieto relaxando na dele.

— O cara chegou primeiro e não fez nada com a gente. Acho mancada expulsar ele agora — acrescentou Andréia.

Antes que o Jonas pudesse falar, a Lorena atravessou ele mais uma vez.

— Já que você tá aqui, Jonas. Você está de qual lado? Time Enéias ou time Rogério?

— Não estou de lado nenhum. Sou neutro.

— Não existe neutralidade neste assunto — reclamou Lorena. —Se você não tá do lado do Rogério, é porque não quer perder as choppadas com o Enéias.

— Eu detesto o Enéias e a turma que anda com ele — retrucou Jonas.

Era fácil duvidar dele porque era muito fácil dele falar isso sem agir de acordo. Mas eu acreditava. Eu lembrava de um domingo, semanas atrás, em que o Enéias e mais dois idiotas tinham chamado a Cinthia de “velha”, “usada”, e que ela tinha “passado dos seus melhores dias há décadas”. O Jonas não engoliu isso barato, discutiu com eles e nunca mais o vi com aquela turma. Entre a Cinthia e as resenhas do Enéias, ele não hesitou em fazer sua escolha. Só que o Rogério não era a Cinthia.

— E, sinceramente, eu nem me voluntariei porque não jogo bola há anos — continuou Jonas. — Sou péssimo. Se eu fosse, só ia passar vergonha. Passar uns dias de muleta por causa daqueles caras mais fortões no time do Enéias. E não tenho pique pra 90 minutos de correria. A verdade é essa. Se é pra virar motivo de risada, melhor nem ir.

— Isso é covardia — respondeu Lorena, após um tempinho o encarando em silêncio. — Nenhuma de nós riria de você.

— Eu riria — retrucou Andréia soltou.

— Eu também riria — retrucou Sarah. — Mas, desculpa, eu rio de todo mundo.

Até a Jéssica deu um risinho sem graça.

— Gente...

— Você tem noção de que o Érico, o ÉRICO!, de todas os caras deste prédio, vai jogar? — apontou Natália.

Jonas ficou em silêncio, olhando pra frente, entendendo que a sua covardia o fez ter fama de covarde com a mulherada. Tentei ajudar o meu amigo e ex-professor mudando assunto.

— Eu acho que não tem problemas o Jonas ficar. Ele é praticamente inofensivo.

Eu preciso ter algum controle dessa língua!

Todo mundo olhou pra mim enquanto eu desejava um deus ex machina pra me salvar. E ele veio quando a porta da sauna abriu e entraram Carlos e Érico, usando apenas toalhas brancas.

Os dois não perceberam que não estavam sozinhos, o que foi complicado porque o Érico andava meio desajeitado, como se toalhas fossem uma invenção recente.

— Cara, eu tô muito sedentário — falou Érico. — Subi seis lances de escada hoje e perdi o fôlego. Antigamente, eu via um lance de escadas, gritava “POR ATHENA” e corria até do térreo ao terraço.

Eu, Jéssica, Rebecca, Andréia, Letícia, Carolina, Lorena e Jonas olhamos imediatamente pra Sarah com um julgamento silencioso.

— Você não tá sedentário, Érico. Na verdade, parece mais que você ficou passou meses largado e esquecido num sofá. Só levantava pra trabalhava, dormir e comer.

— É... Eu tava um tempo sem olhar o sol mesmo...

— Você devia fazer que nem eu e entrar numa academia. Seis meses na academia e as minhas camisas GG deram lugar a Gs folgadas — disse Carlos.

— Quer ficar trincado?

— Não sei... A minha namorada disse que gosta de um buchinho pra servir de almofada.

CALA A BOCA, CARLOS!

A Jéssica quase voou nele pra descobrir quem era a dita namorada que ela, sua autodenominada melhor amiga e suporte emocional, não conhecia. Mas a Rebecca a segurou e tampou sua boca a tempo.

Eles continuaram conversando, confortáveis até que a Natália pigarreou alto suficiente pra que aqueles dois tapados ouvissem.

Os dois tiveram um momento de susto silencioso depois de se depararem com nove das doze maiores gostosas da Torre-A. O Érica arregalou os olhos e travou o.

— OPA! — soltou. — Eu... eu juro que eu... eu achei que tava vazio!

O Carlos endireitou a postura e tentou virar aquilo num cumprimento elegante.

— Boa noite, minhas queridas.

Apontei com a mão pra onde Jonas estava.

— Vocês dois, sentem lá com o Jonas. Por favor.

A Sarah, a Natália e a Rebecca também apontaram. Achei estranho a Natália querer bancar a enxerida, mas ajudava a disfarçar eu e a Rebecca.

O trio de homens de toalha branca ficaram lá, sentados em silêncio. E só um deles escondendo o tórax dos olhares femininos.

— Certo, retomando — disse, batendo as mãos. — Time do Rogério. Precisamos de estratégias pra conseguir novos jogadores.

Enquanto estávamos conversando, sentia os olhares do Jonas, Carlos e Érico sobre nossos corpos. Eles decorando cada gota de suor, procurando cada brecha pra ver algo inédito. Os caras estavam calados porque estavam se concentrando o que podiam pro pau duro não ficar visível sob a toalha.

— Eu tenho um plano... — disse Sarah levantando a mão.

Antes que eu pudesse pedir pra ela dizer, o Carlos mencionou:

— Só pra vocês lembrarem: na Torre A, sobraram muito poucos neutros de verdade. De cabeça só lembro de cinco. O seu Arnaldo e seu Raimundo, por idade; o Jonas; o Maurício por saúde; e o Roberto porque deve achar que futebol deve ser coisa do demo.

A Sarah desanimou completamente ao ouvir os cinco nomes. Principalmente dois deles. E mencionou que seu plano era ruim.

— Garotas, se o Rogério foi tão facilmente abandonado assim — começou Andréia —, é bom a gente começar a pensar num plano B pra síndico, porque o Rogério não vai vencer nem em sonho.

— Eu amo o Rogério — disse Lorena. — Mas ele nunca foi a pessoa mais carismática do mundo.

— É o que eu falei pra vocês! — disse Jéssica. — Todo mundo sabe que reforma é cota extra. Ninguém vai votar num candidato que promete aumentar as taxas do condomínio.

— Tá — suspirou Natália. — Se não for o Rogério, vai ser o nosso candidato pra síndico?

A Letícia sorriu olhando pro Jonas.

— Eu tenho uma ideia.

Antes que a Letícia pudesse desenvolver sua ideia, a porta da sauna abriu de novo.

Dessa vez, entrou uma dupla feminina. A Tatiana de toalha branca bem apertada e a postura reta. Ela olhou rápido o cenário e se contextualizou na hora sobre o que perdeu.

Atrás dela, veio a Fernanda. A toalha grudada na cintura fina, abraçando os quadris redondos, subindo e descendo com a respiração. Ela era alta, longa, bronzeada. As pernas eram longas, com coxas definidas, o abdômen liso, o volume do peito pressionando a toalha deixava claro que seus seios rivalizavam os meus e os da Carolina.

A Fernanda olhou o cenário e se virou imediatamente pra Rebecca. Todo mundo ali entendeu que era um olhar de sedução, de tesão. Ele gritava “quero você” sem dizer nenhuma palavra. A Rebecca travou literalmente. A mão foi pra toalha de novo, e ela pareceu lembrar de todas as aulas de escola dominical de uma vez.

E então Fernanda caminhou na minha direção.

Devagar.

Ou pelo menos foi como imaginei na hora e como lembro. Como se a sauna tivesse virado uma cena em câmera lenta, com o vapor dando uma aura de mistério e eletricidade estática faiscando entre nós.

Eu não estava nem aí. Meu corpo e meu instinto reconheciam a energia que ela emanava como uma ameaça. E eu iria responder à altura tudo que ela fizesse. A Rebecca era do Carlos!

Ok! Tecnicamente falando, a Rebecca tinha direito a um(a) segundo(a) namorado(a) fora do trisal. Mas, sei lá, eu imaginava que depois do nosso ménage na noite anterior, se ela fosse escolher uma mulher, seria... eu.

A Fernanda caminhava me encarando em silêncio e eu a encarava de volta. Eu não ia baixar o olhar do lado do meu trisal e das minhas amigas.

A eletricidade entre nós parecia faiscar. A Fernanda parou a um passo de mim. E antes que qualquer uma de nós dissesse qualquer coisa...

— A mulher mais gostosa da atualidade contra a mulher mais gostosa de todos os tempos.

Todo mundo virou ao mesmo tempo.

Foi o Érico.

Ele nos encarou com os olhos arregalados, como se tivesse falado em voz alta com o cérebro desligado e só agora tivesse reiniciado ele.

— Érico... — disse Sarah, num tom de ameaça calma.

— Foi um pensamento intrusivo! Eu vi essas duas andando e lembrei de um meme que rolou do último Real Madrid x Manchester City, “O maior time da atualidade contra o maior time de todos os tempos.” e aí-

— É melhor ficar em silêncio — sugeriu Jonas.

— Qualquer frase que vier agora só vai piorar — ajudou Carlos.

— Mas eu-

O Érico levou um tabefe em cima da cabeça dado pela Sarah, que enquanto ele se explicava, se levantou, atravessou com a toalha segurada por pura força de vontade e foi até o marido.

— Tarado — disse ela, voltando pro lugar, enquanto o Érico ficou quieto, massageando a cabeça.

A tensão com a Fernanda tinha sido interrompida e ela acabou passando por mim e indo até a Jéssica, sua colega de hospital.

— Eu li as mensagens no grupo de condôminos só há pouco — disse Fernanda, voltando pra colega. — Sou totalmente favorável a lascar o Enéias.

A Jéssica abriu um sorriso.

— Eu não vou poder assistir porque eu tenho plantão na noite da quinta, mas você já falou com o Miguel, o Gustavo e os outros médicos?

Nem a Jéssica, nem ninguém entendeu essa.

— Como assim? Eles não moram aqui.

Fernanda deu de ombros.

— Pelo que eu li no grupo, nem o Enéias nem o Rogério lembraram de limitar os times aos moradores. Eles falaram “11 jogadores”. No neutro. Sem regras. O Rogério pode chamar quem quiser.

— Eu amo uma brecha — curtiu Lorena.

— Não sei... — hesitou Jéssica.

— E qual a alternativa? Pelo que li no grupo, quem não tá implorando uma vaga nos reservas do Enéias, tá jurando que não vai jogar em nenhum dos dois. Se ele deixou essa brecha, tem que usar mesmo.

— Tá, mas... — suspirou Jéssica.

— E tem mais — continuou Fernanda. — Lembre-se do que eu falei. “11 jogadores” no neutro. Vocês podem jogar. As mulheres estão convidadas.

Todos se entreolharam como se descobrissem o óbvio.

— Vocês todas fazem academia — continuou Fernanda. — Vocês têm físico, pulmão, raiva do Enéias e vontade de ajudar o Rogério. Só falta saber segurar uma bola.

A Lorena levantou a mão.

— Estou dentro. Nem que seja pra ficar no time reserva e entrar nos acréscimos pra dar uma voadora nas bolas do Enéias e sair fora em seguida.

— Eu posso fazer o mesmo com o Pedro — sugeriu Carolina.

— Eu vou estar embarcada no dia — retomei meu lado de oradora que a Fernanda tinha roubado. — Mas quais de vocês já jogaram bola de verdade?

Sarah, Natália e Letícia levantaram a mão na hora.

O Érico não resistiu e falou:

— Só mantém a mão levantada quem tem experiência que NÃO seja exclusivamente videogame!

A Sarah baixou a mão na mesma hora e fez uma careta enorme pro marido.

— Tá. Eu também vou — disse Jéssica. — Eu fico no banco de reservas, onde atrapalho menos.

A Fernanda repousou a cabeça no ombro da Jéssica, com orgulho da amiga.

— Amanhã, vou falar com o pessoal do hospital. Com sorte, o Enéias não pensou nisso ainda.

Aí, a porta da sauna abriu mais uma vez e o Antônio, com a toalhinha curta, entrou.

Ele parou na entrada, olhando a quantidade de gente, sem saber no que se meteu.

— Caralho.

Imediatamente, a maioria das mulheres foi direto pra toalha dele. Era curta, mas infelizmente longa o suficiente pra tampar a cabeça do pau mole. Daquele pau imenso, mas mole. Todas estavam puro sorriso pro Antônio. A Letícia prendia o riso como se estivesse se divertindo demais com sua próprias memórias. A Andréia abria um sorriso que eu tinha certeza de que era imaginando aquele cacete duro na boca ou na buceta dela.

Eu não podia julgar. Também estava olhando.

Nós olhamos tanto pro Antônio que acabamos fazendo a Fernanda olhar também, de cima a baixo e avaliar ele como o gostosão do pedaço.

Só quatro mulheres destoaram: Carolina, Rebecca, Natália e Sarah.

A Natália apontou pro canto dos homens, onde Érico, Jonas e Carlos estavam sentados.

— Antônio. Senta lá! — tinha uma voz de comando bem impositiva.

Enquanto as demais pareciam propensas a abrir uma exceção e deixar ele sentar entre a mulherada, a Rebecca, a Carolina e a Sarah seguiram a ruiva. Acabou que apontei junto, tentando manter a reunião viva.

O Antônio obedeceu, confuso, e logo reconheceu quem tava lá.

— Érico? Professor Carlos? Todos que toparam jogar com o Rogério estão aqui?

— Eu não — antecipou-se Jonas.

— Veremos! — desafiou Lorena.

— E o Rogério? — perguntou Antônio, olhando em volta. — Vai aparecer também?

— O Rogério tá ocupado com uma coisa muito importante em casa — explicou Jéssica. — Ele não pode descer hoje.

O Rogério era muito fofinho e muito sem noção. A gente lutando pra ajudar ele e ele preocupado em impressionar a Jéssica. Eu odiava e respeitava isso ao mesmo tempo.

— Gente, eu vou sair — anunciou Natália, do nada, já se levantando. — Acho inapropriado eu e o Antônio ficarmos seminus no mesmo ambiente. Eu sou professora dele.

— Natália, você é professora minha também — lembrou Letícia. — E você não reclamou de ser inapropriado.

— É diferente. Você e eu somos amigas.

A Letícia respondeu apontando pro canto dos homens.

— O Carlos e o Jonas são professores meus e do Antônio também. E foram professores da Eliana, da Carolina e até mesmo seus. E você não viu problemas neles te verem seminua.

A Natália fechou a cara por um segundo, mas se deixou levar pelo calor da sauna e pelo cansaço do dia.

— É... — começou Natália, mas parou.

Foi quando reparei que Carlos, Jonas, Antônio e Érico estavam secando fixamente o corpo da Natália. A ruiva era uma unanimidade entre os homens, pelo visto. Não era a mais gostosa (desculpe, eu), a mais peituda (eu de novo, depois Carolina e Sarah), nem a mais rabuda (Andréia, seguida de... mim!) e nem a mais coxuda (Letícia, depois eu). Ela sequer era a ruiva mais atlética (Larissa).

Mas tinha algo nela que fazia todos os homens, e muitas mulheres, a verem como a segunda mulher mais desejada/gostosa do prédio, passando ou empatando com a Jéssica. A “mais” se excluirmos as casadas. Eu não sabia o que era, se era o conjunto da obra ou outra coisa. Mas eu sentia que ela realmente tinha algo nela.

Talvez eu tenha excluído a Fernanda da contagem por recalque, desculpem, não me desculpo.

De tanto as garotas insistirem pra ela ficar, a Natália deixou de lado essa implicância, cedeu com um suspiro e se sentou de novo.

Isso resolvido, o Antônio chamou atenção com um pigarreio.

— Qual era a pauta que vocês tava discutindo mesmo?

Lá fui eu explicar tudo que aconteceu até a chegada dele.

— Ah, então eu posso chamar meus amigos do futsal da universidade — disse Antônio, ao ser informado da brecha.

— Ótimo! — disse Lorena. — Chama todos.

Parecia que estávamos salvos. Foi quando o Carlos e o Jonas pigarrearam.

— Antônio, o time de futsal viaja pra Curitiba hoje à noite. Só você teve que ficar, lembra?

O Antônio travou e fez contas no ar.

— Puta merda. É verdade. Achei que era semana que vem. — Constrangido, virou-se pra nós. — Sem time de futsal. Quais são os outros planos?

— Eu e a Jéssica vamos ver quem topa no trabalho — disse Lorena.

— Eu vou tentar ver com o pessoal no departamento também — disse Natália, que olhou pro Jonas antes de continuar. — Porque eu não tolero homem covarde.

— Eu respeito sua opinião, Natália — respondeu Jonas, sorrindo.

— Pra mim, homem com H maiúsculo é tipo o Érico. — A Natália apontou pro Érico. — Ele claramente vai ser obliterado na primeira dividida. Ele claramente é incapaz de dar um pique de 100 metros sem vomitar...

O Érico soltou um “ei!” indignado.

— Nem vem, Érico, que eu já testemunhei essa — continuou Natália. — Mas ainda assim, contra todas as expectativas e contra o bom-senso, ele vai lá e mete o pé pelos amigos.

A Sarah entrou na onda, com sua maldade carinhosa de esposa.

— Eu apostaria mais no desempenho do porteiro seu Geraldo no campo do que no desempenho do meu marido.

Andréia, Rebecca e Carolina se entreolharam e assentiram.

— O seu Geraldo tem fôlego de jovem! — acrescentou Andréia.

Jonas e Carlos tentaram animar o Érico.

— Érico, quer saber? Eu vou fazer um intensivão físico contigo! — disse Carlos. — Vamos malhar até o jogo! Trezentos dias em três.

O Érico arregalou os olhos e a Natália apreciou a ideia imediatamente.

— O jogo é em três dias — comentou Antônio. — Isso não muda físico.

— Se forçar demais, corre o risco de “estourar” o rapaz antes da hora — concordou Jonas.

— Não vai mudar o físico no sentido olímpico — deu de ombros Carlos. — Mas vai mudar o ânimo. A confiança. E vai começar um hábito.

— Excelente ideia — aprovou Sarah.

— O Érico vai treinar como se não houvesse amanhã — apoiou Natália.

— Se vocês forçarem ele demais, ele não vai ter amanhã — disse Jonas.

Eu, pegando o embalo e tentando transformar aquilo num plano executável, falei:

— Quem topa ajudar o Carlos a treinar o Érico durante esta semana?

Sarah, Natália, Rebecca, Letícia e eu levantamos a mão.

Ok. A reunião não foi de todo perdida. Conseguimos vários pontos de ação e quase todas tinham missões. Recrutar novos membros, treinar os atuais, estarem bem pra serem as reservas na quinta.

Pouco depois, um a um, fomos levantando, espremendo a toalha no corpo, ajeitando cabelo, tirando suor do rosto.

O pessoal comentava por alto que todos ainda tinham compromissos. O Jonas tinha uma reunião às 21h. A Lorena e a Carolina iam falar sobre o clube do livro no mesmo horário. A Sarah se limitou a dizer que tinha umas pendências a resolver. No canto, o Antônio tinha encostado perto da Fernanda, numa conversinha baixa. A Fernanda ria e eu percebi que ele estava mais nervoso do que queria admitir.

Foi quando o Carlos passou o braço pelos ombros do Érico com aquela camaradagem de quem vai conduzir um condenado.

— Eu e a Natália vamos levar o Érico pra se matricular na academia, e depois dar voltas no parque até umas 21h30.

O Érico fez uma cara de pânico.

— Voltas no parque...? Carlos, eu...

Nem ouvi o que ele ia dizer, conversando com a Jéssica.

— Eu vou pra casa jantar.

E com a Letícia

— Preciso ver com a Alessandra se ela terminou de ler o livro que eu recomendei ontem.

Estávamos todos quase saindo lembrei que o vestiário dessa sauna era unissex. Quem fez um projeto tão porco assim? Parei e fechei a porta com o quarteto dentro da sauna.

— O vestiário é unissex — lembrei, pela janela. — Quando nós terminarmos de nos vestir, eu volto e libero vocês.

Eu estava feliz. Apesar de toda a tensão sexual que se podia esperar de onze mulheres e quatro homens vestidos apenas com minúscula toalhas, aquilo não descambou pro sexo. Sério. Teve hora que eu temi que bastasse a Jéssica sair e começaria uma verdadeira suruba.

A Marieta e seu puritanismo extremo estava errado sobre nós. Nós mostramos que nós quinze somos adultos com pleno controle de nossos hormônios e nada descambou em sexo e putaria.

Horas depois, estávamos eu, Carlos e Rebecca pelados na cama do Carlos, fodendo feito loucos.

O Carlos mandou eu e a Rebecca ficarmos de quatro uma do lado da outra na cama. Quando ele retirava o cacete da minha buceta, enfiava na dela. E passou a meter assim, de modo alternado, dedilhando a buceta da mulher que não comia.

Após algum tempo assim, ele tirou o pau pra não gozar e passou a chupar as nossas bucetinhas e os nossos cuzinhos.

— Não pense que a gente não viu você secando as nossas amigas, Carlos! — extravasei entre um gemido e outro após um orgasmo. — Não vá ficar com raiva de eu ter olhado o Antônio porque eu vi bem pra quais vocês.

— Eu só olhei. Eu nunca faria nada com nenhuma mulher sem que vocês autorizassem.

— A gente sabe! — suspirou Rebecca.

— Agora, volta a meter! Mete!

Ele se levantou e voltou a meter nas nossas bucetas, alternando entre as duas.

Ok. Talvez eu, o Carlos e a Rebecca não tenhamos resistido à transar. Mas eu tinha fé que as minhas outras amigas tinham resistido pelo menos naquela noite.

A Jéssica, por exemplo, era uma santa. Seria fácil imaginar ela e o Rogério assistindo comédias românticas a noite toda.

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Enquanto isso, no apartamento do Rogério e da Jéssica.

A Jéssica estava nua de quatro na cama, com uma coleira com guia no pescoço. O Rogério não perdeu tempo e meteu mais um tapa em sua bundinha. Ele a segurou firme pelos quadris e enfiou novamente. Puxou a guia pra que ela soubesse que tinha que olhar pra ele.

— A minha putinha foi bem exibida ontem. Merece essa punição.

— Eu mereço essa punição, meu mestre.

Rogério dava tapas frequentes na bunda dela, a puxava pelo cabelo e pela guia, chamava ela de putinha. A cama balançava com as metidas.

Se por dentro, a Jéssica estava plenamente realizada, o Rogério não gostava de ser tão pesado, mas se era o que o que a Jéssica gostava uma vez por semana, não via problemas em dar a ela o que ela desejava.

As metidas começavam a ficar mais lentas, porém mais intensas. A bunda da Jéssica já estava quase toda vermelha. Ele suspirava de prazer, de ser feita de cachorra pelo seu único e verdadeiro macho. Era quase terapêutico esquecer tudo e ser apenas uma putinha por alguns minutos.

— A putinha sabe o que deve fazer?

— Sei, meu mestre — respondia Jéssica, entre gemidos. — Contar tudo isso que fizemos pro vampiro fracassado.

O Rogério enfiou o cacete inteiro mais uma vez na Jéssica e soltou todo o seu orgasmo em jatadas dentro da bucetinha da esposa. A Jéssica deu um gemido e gozou uma última vez antes de cair na cama, suspirando.

— Obrigada, querido... Eu te amo...

Tanto Rogério quanto Jéssica pensaram que seria muito complicado explicar isso pra Lorena se ela ainda morasse com o casal.

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Enquanto isso, no apartamento da Carolina.

Lorena, Jonas e Carolina estavam sentados no sofá com o quarentão sendo ensanduichado pelas duas. Eles trocavam beijos na boca, com o Jonas alternando entre as duas. Ele era o único que estava seminu, com a calça e a cueca derrubados no chão. Por vezes, a Lorena beijava a boca dele enquanto a Carolina masturbava o pau dele. Depois, a Carolina passava a receber os beijos enquanto a Lorena o punhetava. Enquanto elas faziam isso, as mãos do Jonas passeavam pelos corpos, as massageando por completas.

— Não pense que não vimos você de olho nas outras lá, seu safado sem-vergonha — disse Carolina.

— Eu também vi a Lorena toda de olho no pau do Antônio — retrucou Jonas entre beijos.

— Duas semanas acabam rápido — retrucou Lorena.

— Prometa que vai manter suas garras longe da minha prima Sarah pra sempre — insistiu Carolina.

— Prometo — respondeu Jonas, beijando a Carolina na boca. — Prometo nunca tentar nada com a Sarah.

Ao ouvir isso, a Carolina mordeu o lábio inferior do Jonas, intensificando o beijo. Suas línguas se entrelaçavam, enquanto a Lorena masturbava o cacete do Jonas.

— Mas eu não gostei de como a Natália te chamou de covarde — disse Lorena. — Você É covarde, mas não deixa de ser um homem de verdade por isso.

— A Natália merece uma vendeta nossa... — suspirou Carolina, entre os beijos.

— E se a gente ajudar o Jonas a fazer a Natália nos substituir quando passar as nossas duas semanas? — sugeriu Lorena.

O pau do Jonas deu solavancos de prazer com a ideia que ouvira.

— A Natália recebendo o batizado da putinha? — perguntou Carolina, chupando o pescoço do Jonas. — Só se ela tiver o mesmo vínculo que você prometeu a nós duas...

— Eu prometo — enquanto as duas chupavam seu pescoço.

Jonas não pensou duas vezes e enfiou sua língua na boca da Lorena e começou a beijar sua boca quente e molhada, sentindo sua língua entrelaçando na dele.

— Vocês duas vão mesmo me ajudar a conquistar a Natália? — perguntou, sem olhar pras mãos de ambos.

— Você acha que a gente mentiria pra você, querido? — disse Lorena, com um sorriso malicioso.

O Jonas pensava que, com a ajuda daquelas duas, a Natália seria uma questão de tempo.

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Enquanto isso, no apartamento do Érico e da Sarah.

Natália, Érico e Sarah estavam nus na cama do casal. A Sarah de quatro, esperava o marido ficar de joelhos atrás dela. Ele encaixou a cabeça do pau e na entrada da bucetinha dela e empurrou de uma vez, arrancando um gemido forte da Sarah.

Ao lado de ambos, a Natália estava deitada na cama, olhando fixamente para a metida, se masturbando sem parar. O Érico controlava a foda ao seu bel-prazer. Metia devagarinho, quase parando. Então, do nada, passava a acelerar e socava dentro com tanta força que a esposa perdia o ar. E metia de novo. E novo. E a Sarah gemendo, querendo mais.

Os seios dela balançavam como gelatina e o Érico os agarrava como se realmente. Ia metendo cada vez mais forte, quando a Sarah reuniu forças pra dizer:

— Não pense que não vimos, seu safado! Você secando todas as outras!

O Érico ouviu, mas não parou. Ele a segurou com mais firmeza pelos quadris e passou a socar mais forte ainda.

— Eu disse que as minhas amigas estavam fora de cogitação!

— E estão — respondeu Érico, entre metidas.

— Eu nem olhei pro tal do Antônio pausudo em respeito a vocês dois lá! Seu safado!

— Amanhã, você vai sair com o Miguel — respondeu Érico, metendo pra valer na bucetinha da esposa. — Hoje, deveria ser o treino. Em vez de me imaginar como Miguel, você tá querendo brigar.

— É mais divertido — brincou Sarah, que recebeu como resposta o Érico acelerando as metidas.

Ele agarrava a cintura dela por trás e a puxava mais pra dentro com tudo.

— E depois do Miguel? — perguntou Érico. — Já tem alguém em mente.

Ele tirou o pau de dentro da bucetinha dela, a virou de bruços na cama e abriu suas pernas em posição de frango assado.

— Homem, eu levei semanas pra achar o Miguel! Acha que é fácil outro? — Sarah sentiu o cacete do marido entrando de novo. — Vale repetir.

— O acordo foi esse, né?

Ao lado deles, a Natália continuava excitada, com a bucetinha aberta, esfregando com força.

— Em troca de sete reprises livres e exclusivas com a Natália, nós dois aceitariam qualquer coisa que você quiser.

O Érico continuou fodendo mais e mais a sua esposa, que só disparava palavrões e mandava “Mete! Mete mais! Mais! Mete mais fundo!”, seguindo assim até que ela teve um clímax gutural e gritou.

— O seu Raimundo! — respondeu Sarah, no momento de sinceridade mais auto-vergonhosa de sua vida. — Eu quero que o seu Raimundo coma nós três só pra ver o que acontece!

Silêncio total.

Por quase um minuto.

— E o que você quer em troca de só seis reprises livres? — perguntou Natália.

Nesse momento, o Érico apenas pensou que antes o seu Raimundo que o Antônio...

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Enquanto isso, no apartamento do Antônio.

O Antônio devorava a buceta da Fernanda com vontade. Fazia a médica se contorcer, excitada com a chupada do rapaz. Ele sabia que podia continuar e leva-la ao orgasmo naquela hora, mas desde que viu aqueles peitões, tivera uma ideia fixa.

O Antônio deslizou lentamente seu corpo sobre o dela e montou seu peito, colocando seu pau enorme entre os seios enormes e bicudos da Fernanda. Ele puxou as tetas dela para o meio, fazendo um túnel com elas em torno de seu pau e iniciou uma espanhola, bombeando o seu pau entre as tetas de forma que a cabeçona vermelha brilhante do seu pau cutucava os lábios da boca da Fernanda.

A médica sorriu, abrindo a boca e lambendo a cabeça do pau quando ela chegava em sua língua.

Ele iria gozar muito naquela noite, mas não seria aquela noite em que enrabaria alguém.

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Enquanto isso, no apartamento da Andréia.

O Zé Maria posicionava sua anfitriã loira de quatro na cama. Ela admirava aquele belo e gigantesco rabo levantado na sua frente, pensando em quantas punhetas tinha batido pensando em comê-lo. Mas a Andréia sempre disse que o cuzinho era só do seu Geraldo. Mas pelo jeito, ela cansou do porteiro e chamou o zelador pra ter o prazer de enraba-la pela primeira vez.

Tremendo de nervosismo, afinal era a segunda bunda que mais desejava na vida, ele passou o lubrificante pelo buraquinho todo antes de encostar a cabeça o pau.

— Posso?

— Sim... Mas vai devagar...

Ouvindo isso, o Zé Maria começou a forçar entrada da sua rola encampada naquele cuzinho inédito. A Andréia deu um gemido e tentou relaxar o máximo que pode. Com paciência, o zelador foi forçando a cabeça do pau.

— Nossa. Que apertadinho, dona Andréia! Agora, entendo o receio da senhora...

— PUTAQUEPARIU! TÁ COMENDO MEU CU E AINDA QUER ME CHAMAR DE “DONA” E “SENHORA”.

O zelador foi empurrando devagar, devagar... Parava e voltava... Até que a cabeça entrou gostoso. A contadora loira suspirou fundo e mandou ele esperar um pouco. Depois, com a ordem dela, ele a segurou firme e foi enfiando o restante do cacete bem devagar.

Aos poucos, o Zé Maria foi indo até que a raba da Andréia já tinha engolido todo meu pau. Esperou um pouco e começou o vai e vem bem lento.

— Vai, seu safado! Enfia no meu cu! Não era isso que você sempre quis?

Incentivado pela voz da Andréia no seu ouvido e com o cuzinho quentinho e apertadinho agasalhando seu pau, o Zé Maria foi aumentando o ritmo. Ele finalmente estava comendo uma das bundas que tanto desejava.

Por dentro, Andréia também estava feliz. Ela por ter a ajuda do seu amigo Zé Maria. Do contrário, estaria sozinha naquela noite tão excitante.

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Enquanto isso, no apartamento da Tatiana.

Deitada em sua cama, Tatiana olhava fixamente pro celular. Uma foto da época do Carnaval, que ela salvara quando fora postada no grupo feito só pra quem ia pra folia interna: Lucério vestido como Drácula ao lado da Jéssica caçadora de vampiros. Os dois agindo como namorados após a chupada no pescoço que ele deu na médica.

As lembranças daquelas cenas estavam bem frescas na memória da Tatiana. Ela nunca esquecera o avanço do Lucério, a forma como a Jéssica sutilmente se entregou até se tornar completamente do vampirão. Os selinhos. Os olhares. Tatiana já estava sem calcinha, desceu sua mão e começou a tocar uma deliciosa siririca.

Ela gemia baixinho com o dedo massageando o seu grelo duro e inchado de desejo. Durou alguns minutos, mas sempre era infalível. Logo, ela estava lambendo seu próprio gozo melado entre seus dedos.

Enquanto se recompunha, ela olhou a foto mais uma vez em silêncio. Muitas vezes, ela pensava que talvez a Fernanda tivesse errada sobre as percentagens dela...

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Enquanto isso, no apartamento da Alessandra.

Deitada na cama, já sem roupas, a Letícia não teve nenhuma reação, a não ser a de gemer enquanto a Alessandra se ajoelhava entre as duas pernas e caía de boca na sua buceta, a língua macia da loira deslizando pela sua fenda e brincando com o meu grelo.

A professora loira logo passou a sugar o grelo da Letícia e enfiar sua língua na bucetinha da universitária. A Letícia gemia alto e não demorou a derramar seu gozo na boca da Alessandra, que lambeu tudo.

A loira se levantou e encarou a Letícia com cara de puta safada que Letícia não tinha visto ainda.

— A Cinthia cometeu um erro crasso naquele jantar de sábado — disse Alessandra, olhando fixamente nos olhos da Letícia. — Ela pode ser uma loba. Mas eu sou A loba desta torre. E você é a minha cordeirinha.

Em seguida, ela se deitou sobre a Letícia, a beijando na boca.

— Grandes coisas — desdenhou Letícia. — Nós dois já transamos antes.

— Primeiro, aquilo foi exibição pro Jonas — respondeu Alessandra, dando selinhos na boca da Letícia. — Foda de exibição não conta tanto assim. E, segundo, transar uma vez é vencer um jogo e eu quero o campeonato.

— O que seria o campeonato?

— Seja a minha putinha de estimação e me ajude a conquistar nossas amigas solteiras.

Ao ouvir isso, a Letícia a se afastar, mas a Alessandra não a deixou se afastar muito, colando sua boca na dela e a dando um longo beijo molhado. A Letícia lentamente cedeu até que parou de resistir e passou retribuir o beijo de forma tão intensa quanto Alessandra. Foi quando a Alessandra interrompeu o beijo.

— Só as solteiras? — encarou Letícia. — As que tenho certeza de que estão solteiras?

— Eu só fodo com gente compromissada quando é relacionamento aberto e tá tudo ok — respondeu Alessandra.

— Posso pensar?

— Claro. A graça de jogar pelo campeonato é a paciência.

Logo, ela se colocou por cima da Letícia em uma posição de 69. A língua dela logo estava dentro da buceta da universitária e a Letícia não perdeu tempo e fez a mesma coisa, mamando gostoso a bucetona peludinha da Alessandra.

— Vem cá, Letícia. Só entre nós... Depois que terminou com o Antônio, você dispensou todos os bonitões do departamento um por um.

— Metade deles eram “amigos” do Antônio. Tenho paciência pra talarico não.

— Não instalou nem um tinderzinho?

— Sim. Mas não tinha muito lá não. Um bando de mediciner exibido. Uns casais malucos querendo ménage. Uns três que me deram medo. E um cara que acabei transformando em amigo de Instagram antes da primeira ficada. Talvez eu tenha parâmetros altos.

— Obrigada pelo elogio... Mas eu acho que você tá enrolando por estar esperando alguém...

— Fala menos e chupa mais a minha buceta!

Os corpos das duas estremeciam de prazer e elas começaram a se movimentar cada vez mais rápido. Letícia dizia palavras desconexas e gemia mais a cada chupada que Alessandra dava no seu grelo. A loira logo passou a subir sua língua pelo rego da garota de cabelos castanhos e a linguar seu cuzinho, que estava piscando de desejo.

Letícia gemeu alto quando o dedo da loira começou a entrar e sair do seu cuzinho apertadinho.

— Ah, minha querida... — disse Alessandra, alternando entre linguadas e chupadas na bucetas e dedadas no cuzinho. — Semana que vem, vou te apresentar pra um amigo meu que vai te surpreender... Mas eu preciso que você venha com uma calcinha bem usada...

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Pois bem, leitor. No próximo capítulo, uma das minhas namoradas vai perder a virgindade anal fazendo amor comigo. Qual delas?

Algumas questões que gostaria que os leitores respondessem nos comentários:

1) Qual lado terá a fidelidade da Letícia?

2) O que a Sarah vai querer em troca dos seis remakes?

3) Como a Eliana vai se livrar da Fernanda sem entregar que a Rebecca “é compromissada”?

Coloquem nos comentários para o que vocês torcem que aconteçam nos próximos capítulos. Em breve, teremos a continuação.

Os próximos capítulos serão:

(CAPÍTULOS ENTRE SEGUNDA A QUARTA)

* Apostei que Faria Aquela Médica Certinha Virar Minha Putinha - Parte 04

* Passando a Vara nas Vizinhas. Ou Não. - Capítulo 16 (Carlos/Eliana)

* Eu, minha esposa e nossos vizinhos – Parte 20 (PoV Jéssica)

* Quem Vai Comer a Advogada Evangélica? - Capítulo 13 (PoV Jonas)

* Eu, a esposa gostosa do meu chefe e os vizinhos deles - Parte 03 (PoV Lisandra)

* Eu, minha amiga gostosa e os vizinhos dela - Parte 04

* Eu e Minha Esposa Pulamos a Cerca... E o Caos Explodiu - Parte 12 (PoV Sarah)

NOTA DO AUTOR 01: Este foi um pequeno capítulo “filler” pra não deixar esta semana em branco enquanto eu cuido do capítulo do Lucério.

NOTA DO AUTOR 02: As cenas de sexo mais relevantes pra trama serão reprisadas/narradas na totalidade nos capítulos dos seus personagens.

NOTA DO AUTOR 03: Se este capítulo flopar, pelo menos, vamos ter certeza de que é melhor eu não inventar fanservices e experimentações enquanto cansado...

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Foto de perfil genéricaAlberto RobertoContos: 127Seguidores: 292Seguindo: 0Mensagem Em um condomínio de classe média alta, a vida de diversos moradores e funcionários se entrelaça em uma teia de paixões, traições e segredos. Cada apartamento guarda sua história, no seu próprio estilo. Essa novela abrange todas as séries publicadas neste perfil. Os contos sempre são publicados na ordem cronológica e cada série pode ser de forma independente. Para ter uma visão dos personagens, leia: Guia de Personagens - "Eu, minha esposa e nossos vizinhos"

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